Archives for category: Monumentos e Estátuas

Dois postais, com as mesmas dimensões: 17,8 cm x 12,5 cm, impressos em Hong Kong, com fotografias de Wong Wai Hong. Legendas em chinês e inglês.

MCO-001     媽閣廟 (1) Ma Gao Temple     Macau

Verso do postal MCO-001

Pagode da Barra

Ma Gao Temple – A temple founded 500 years ago is dedicated to the Goddess of Sea Ma Gao. A legend tells that the first Portuguese arrival when asking for the name of the place was misunderstood by the locals for the name of the temple. The city was hence named “Macau” after the name of the temple “Ma Gao”.“

COM-051     媽祖聖像 (2) Statue of A-Ma     Macau
Verso do postal COM-051

Estátua da Deusa A-Má

Statue of A-Ma – The statue of Goddess of Sea in Alto de Coloane is designed by artist Leong Man Nin and is carved from Chinese white jade – then world´s highest white jade statue at 19, 99 m.”

(1) 媽閣种廟mandarim pīnyīn: mā gé zhǒng miào; cantonense jyutping: maa2 gok3 cung4 miu6 (2) 媽祖聖像mandarim pīnyīn: mā zǔ shèng  xiàng; cantonense jyutping: maa2 zou2 sing3zoeng6

Esta fortaleza foi construída nos princípios de 1851.(1) O encarregado da sua construção foi o major de engenheiros António de Azevedo e Cunha. Tem uma só peça de artilheria de rodisio de calibre 18. Um cabo e três soldados do batalhão de Macau constituem a sua guarnição, sendo o cabo o comandante da fortaleza” (2)

Este forte está localizado no cume da colina de D. Maria II, com uma altitude de 47 metros, a dominar (no passado) a baía/praia de Cacilhas e o Istmo da Península de Macau

Forte de D. Maria II (aguarela sobre papel; Marciano Baptista c. 1875-80; Martyn Gregory Gallery

No quadro – O forte localizado no cume da colina de D. Maria II, com uma altitude de 47 metros, a dominar (no passado) a baía/praia de Cacilhas e o Istmo da Península de Macau. No canto inferior esquerdo, a primitiva estrada de Solidão (posterior Estrada de Cacilhas)

(1) Concluído o fortim novo, a 10 de Fevereiro de 1852, sobranceiro à Praia de Cacilhas, tomou este o nome de D. Maria II, segundo a «Ordem à Força Armada n.º 9» que, por este motivo, ordenou o desmantelamento do Forte de Mong Há, por se encontrar em ruínas e desnecessário, em virtude da construção do novo fortim. O forte de Mong Há foi reconstruído e reactivado mais tarde. (3)

Extraído do «BGPMTS», VII- 8 de 21 de Fevereiro de 1852

(2) «Almanach Luso Chinez de Macau para o anno de 1866», p. 43

(*) Capitão José Joaquim da Silveira Xavier pertence ao exército de Portugal, onde deve regressar, finda que seja a sua comissão de seis meses. (2)

(+) Este oficial, (major Vicente Nicolau de Mesquita), em 25 de Agosto de 1849, atacou com trinta e seis soldados o forte de Passaleão além das portas do Cerco, que estava guarnecido com alguns milhares de chinas; e, tendo a felicidade de o tomar, foi por tão distinto feito premiado por sua magestade com o posto imediato ao de 2.º tenente que então tinha, e mereceu que os seus patrícios em Hong Kong lhe oferecessem uma espada com uma legenda alusiva ao feito. Esta espada foi feita na cidade do Porto, e entregue ao sr. Mesquita em o 1.º de Setembro de 1850. (2)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, p. 133.

Anteriores referências a este forte em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/fortaleza-de-d-maria-ii/

António Manuel Couto Viana, 17.07.1986 (1)

(1) In «Macau», suplemento da revista «Via Latina», Maio 1991, p. 60

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-couto-viana/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jorge-alvares/

Foi construída esta fortaleza em 1740. (1) Na actualidade tem trinta e duas peças de artilheria, sendo três de bronze e as mais de ferro. Oito estão apeadas, e todas as outras montadas. O oficial comandante do destacamento, que a guarnece, e que é rendido todos os mezes, é também o comandante interino da fortaleza” (2) (3)

Fortaleza de S. Tiago da Barra – entrada do Porto Interior (aguarela sobre papel; Marciano Baptista c. 1875-80; Martyn Gregory Gallery

Esta fortaleza (edificada no local de uma anterior bateria de canhões), está situada na ponta Sul da Península de Macau, como fortificação costeira das margens da colina da Barra, à entrada da barra do Porto Interior.

(1) A Fortaleza (Forte da Barra) não foi construída em 1740. Foi construída de 1616 a 1629 ; em 1740 foi construída a Capela de S. Tiago, no interior do forte, aquando da ampliação e reforço do forte. (TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Vol II. ICM, 560 p. )

(2) «Almanach Luso Chinez de Macau para o anno de 1866», pp. 42-43

(3) Entre 1846-1851, foi comandante da Fortaleza da Barra, em Macau,  José Manuel de Carvalho e Sousa. Natural de Goa, foi ajudante às ordens do Governador Geral da Índia, Barão de Sabroso, em 1838, depois secretário do Governador de Macau, Adrião Acácio Silveira Pinto. Após o comando da Barra regressou à India. Escreveu três capítulos da sua História de Macau, editada em Macau na Tipografia de Silva e Sousa. A obra não teve muitaa ceitação pelo que , planeada para publicação mensal e subscrição pública, ficou incompleta (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, pp. 102-103.

Entre 18-03-1861 a 31-01-1867, foi comandante do forte Jerónimo Pereira Leite, major da Guarnição da província de Macau e Timor.

Anteriores referências a este forte e o pintor em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/capela-de-s-tiago-barra/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/fortaleza-de-s-tiago-ou-da-barra/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/marciano-antonio-baptista/

Do livro de Artur Levy Gomes, “Esboço da História de Macau 1511-1849”, editado pela Repartição Provincial dos Serviços de Economia e Estatística Geral (Secção da Propaganda e Turismo) de Macau, em 1975, já postado em 18-05-2018 (1) retiro as seguintes reproduções (mesmas fotografias também publicadas por outras fontes)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/05/18/leitura-esboco-da-historia-de-macau-1511-1849/

Guia de “Macau Turístico” publicitado em 1922 , em português e inglês, de monumentos, relíquias históricas e outros lugares de interesse que podiam ser visitados.

Extraído de «Anuário de Macau», 1922, pp. 91-92
Extraído de “Leal Senado, Uma Experiência Municipal (1989-1997) ”, p. 45

O parque urbano municipal de Mong Há conhecido oficialmente como parque municipal da colina de Mong Há (1), na Avenida do Coronel Mesquita, foi inaugurado em Junho de 1997, após uma primeira fase da recuperação daquele espaço com projecto da arquitecta Maria José de Freitas. Era a concretização de um velho projecto do Leal Senado que remontava de 1991 e que viria a ser recuperado em 1994.

A primeira fase da recuperação daquele espaço (cerca de 60 mil metros quadrados) ficou com circuitos de manutenção, uma praça central com fontanário, uma estufa, um largo artificial, escadarias, parque infantil e uma casa de chá. Destaque ainda para a recuperação do antigo forte militar de Mong Há. (2)

ttps://www.iam.gov.mo/p/facility/content/garden

Posteriormente estariam programadas as segunda e terceira fases do projecto com a  colocação de uma escada rolante, uma galeria de arte na zona dos antigos estábulos e um elevador panorâmico.

(1) O Forte de Mong Há, situado na colina do mesmo nome, no lado norte de Macau, é uma fortaleza mais moderna, construída por precaução contra uma possível invasão chinesa na sequência da guerra Sino-Inglesa em 1841. Foi concluída em 1866 e manteve-se ao serviço activo até à década de 1960 quando foi desactivada. Hoje em dia toda a área foi transformada num parque com canteiros floridos, rampas relvadas e caminhos pedonais que contornam as velhas muralhas. É um agradável refúgio para os habitantes da vizinhança, com uma bela vista sobre a cidade. https://www.macaotourism.gov.mo/pt/sightseeing/gardens/mong-ha-hill-municipal-park

Anteriores referências a esta fortaleza em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/fortaleza-de-mong-ha/

(2) “Leal Senado, Uma Experiência Municipal (1989-1997) ”, p. 45

Comemoração do dia 24 de Junho, em 1936, em Macau com uma cerimónia junto ao  Monumento da Vitória, na Alameda de Vasco da Gama.

Extraído de «Boletim Geral das Colónias», Ano XII, Outubro de 1936, n.º 136, p. 204

Governador da Colónia: Bacharel João Pereira Barbosa

Bispo de Macau: D. José da Costa Nunes

Presidente do Leal Senado: Albano Rodrigues Oliveira

Foto do «Monumento da Vitória», publicada no “Anuário de Macau” de 1922 (p. 92), com a seguinte nota:

Notícia assinada por “R” e publicada no «BPMT»,  XVI-26 de 27 de Junho de 1870, (p. 113), acerca do lançamento da primeira pedra do alicerce  sobre o qual iria erguer-se o padrão comemorativo na Praça da Vitória, no dia 23 de Junho de 1870 pelas 6 horas da manhã.

Monumento Comemorativo da Vitória cerca de 1910

Anteriores referências a este monumento: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/monumento-da-vitoria/

Continuação da postagem anterior (1) sobre um suplemento de 80 páginas dedicado ao Império Colonial Português e às comemorações nas Províncias Ultramarinas dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal, nomeadamente à parte referente a Macau. (2)

MACAU – Parte sul da península macaísta, p. 63.
Macau, sentinela lusitana às portas da China, p. 64
Portugal Ultramarino 1940- MACAU – Edifício do Liceu , p. 54
Portugal Ultramarino 1940 – MACAU-Condução de hortaliças para o mercado , p. 57

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2021/05/22/leitura-o-seculo-numero-comemorativo-dos-centenarios-i/

(2) Disponível em: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/RaridadesBibliograficas/OSeculo_Imperio/OSeculo_Imperio_item1/index.html