Esteve três dias em exibição no Teatro Capitol, a começar em 22 de Maio de 1957, o filme “Four Girls In Town” (Quatro beldades na cidade).
Filme (drama) de 1957,em “CinemaScope Technicolor”, argumento e direcção de Jack Sher.
As quatro beldades de diferentes nacionalidades candidatas a actriz são : Julie Adams, Marianne Cook, Elsa Martinelli e Gia Scala.
Julie Adams (1926 -) – americana
Marianne Koch (1931-) – alemã
Elsa Martinelli (1935-2017) – italiana
Gia Scala (1934-1972) – britânica (1)
Os actores mais conhecidos são: George Nader, Sidney Chaplin e John Gavin.

Duas músicas conhecidas do filme: “Rhapsody for Four Girls” de Alex North.e “Cha Cha Cha for Gia” de Henry Mancini,
PRÓXIMA MUDANÇA: O filme “The Brave One” estreou no dia 25 de Maio de 1957. Filme norte-americano de 1956, dirigido por Irving Rapper, rodado no México.
(1) Gia Scala (1934-1972) –  actriz e modelo;  faleceu aos 38 anos, vítima de overdose de drogas e álcool.

 

Extraído do «BGC» XXVI-300, 1950.

 

Mais um filme dos “Três Pacóvios”, como eram conhecidos em Macau (em Portugal, os “Três Estarolas”). Este filme de 1963, dirigido por Norman Maurer pertence à fase final da carreira deste grupo, como o anterior filme que publiquei em (1).
Parodiando “A Volta ao Mundo em 80 dias”, de Júlio Verne,  o bisneto de Phileas Fogg , o Phileas Fogg III (interpretado por Jay Sheffield), aceita a aposta para fazer o mesmo percurso à volta do mundo do seu bisavô, sem contudo levar algum dinheiro ou aceitar qualquer trabalho remunerado. Os seus ajudantes são os “3 Pacóvios”. A “princesa” indiana salva é interpretada pela actriz joan Freeman.
Com mais interesse, é o filme que está no verso deste folheto como “PRÓXIMA MUDANÇA”
Um filme para a juventude da época, de 1964  “Get Yourself a College Girl” uma comédia com música cantada por grupos ou cantores conhecidos (“beach party movie”)  dirigido por Sidney Miller, que já descrevi em anterior postagem (2)
(1) Anterior filme dos “Três Pacóvios” neste blogue em
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/12/folheto-de-cinema-teatro-apollo-xxiii-the-three-stooges-in-orbit/
(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/05/14/noticia-de-14-de-maio-de-1965-folheto-de-cinema-teatro-vitoria-xxii/   
Trailers do filme:
https://www.youtube.com/watch?v=8clXTN607ys
https://www.youtube.com/watch?v=Zex9mfiE_vE
https://www.dailymotion.com/video/x5ei93w
http://www.tcm.com/mediaroom/video/212866/Three-Stooges-Go-Around-The-World-In-A-Daze-The-Original-Trailer-.html

Nos arquivos de Macau consta o Processo n.º 247 – Série L de 21 de Maio de 1913 em que era concedida a licença a Victor Tambis para expor publicamente uma criança com quatro pés.
(Arquivos de Macau – Boletim A.H.M. Tomo I, 1985, p.73)

O Boletim Oficial n.º 20 de 14 de Maio de 1898, publicava o Programa dos festejos de gala para celebração do IV Centenário do Descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia. O Programa, que foi formulado em 1897, fora autorizado pelo governo.
Os festejos iniciou a 17 de Abril, pelas 17H00 com Te-Deum solene na Sé Catedral.

Catedral de Macau Desenho de Nogueira da Silva.
Semanário Ilustrado “Archivo Pittoresco”, n.º 3, 1857.

No dia seguinte (18 de Maio) distribuição de bôdo a 200 pobres, por meio de senhas, na Santa casa da Misericórdia. No dia 19 pelas 17H00, colocação da coroa no busto de Camões e no dia dia 20 – ponto alto das comemorações – feriado, inauguração solene da  Avenida Vasco da Gama e lançamento da 1.ª pedra para o seu monumento no Jardim do mesmo nome.
Além das cerimónias, foi publicado um jornal ilustrado ( «Jornal Único» que é hoje uma raridade bibliográfica), lançamentos de salvas e iluminações “do estilo”. (1)
A Comissão executiva da celebração chamava a atenção para o estado sanitário irregular da província pelo que se deveria muito escrupulosamente evitar os sérios prejuízos que nesta cidade deveria causar a vinda de forasteiros das povoações vizinhos (“cujo estado sanitário é reconhecido mau”), evitando-se aglomerações dos habitantes de Macau com estrangeiros e nacionais de outras povoações vizinhas.
(1) “20-05-1898 – Publicou-se um Jornal Único com optima apresentação e interessante colaboração, em comemoração do 4.º Centenário do descobrimento do caminho marítimo para a Índia” (GOMES. Luís G.- Efemérides da História de Macau, 1954)

Folheto turístico “BEM VINDO A MACAU” emitido pela Direcção dos Serviços de Turismo em Maio de 1998, composto por três partes dobráveis (cada uma com cerca de 21 cm x 30 cm), muito semelhante quer na grafia quer no conteúdo ao folheto turístico do ano anterior (ver postagem de 28-04-2018) (1)
A diferença está na actualização dos dados estatísticos referentes ao ano de 1997, nomeadamente ao que se refere ao Aeroporto Internacional de Macau:
“ Em 1996 e 1997 o Aeroporto Internacional de Macau foi distinguido com a classificação do terceiro melhor aeroporto da Ásia. A pontuação mais alta incidiu rapidez e eficiência da assistência ao check-in e à bagagem, e ainda à adequação do desenho e imagem do Aeroporto. A pontuação mais fraca foi atribuída às facilidades das lojas francas que desde então sofreram uma considerável melhoria com introdução de novas lojas, quiosques da especialidade (de diversas marcas de renome mundial) e preços competitivos.
Em 1998 o Aeroporto Internacional de Macau continuou a melhorar a qualidade dos seus serviços prestando aos passageiros um atendimento ainda mais requintado”
(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/04/28/folheto-turistico-da-direccao-dos-servicos-de-turismo-de-1997/

Livro de Artur Levy Gomes, “Esboço da História de Macau 1511-1849”, editado pela Repartição Provincial dos Serviços de Economia e Estatística Geral (Secção da Propaganda e Turismo) de Macau, em 1975. Foi composto e impresso na Tipografia “Soi Sang Printing Press
Conforme o título sugere é um esboço cronológico da história de Macau, por anos desde 1511 a 1849. Este último, 1849, ano do assassinato do Governador Ferreira do Amaral e o episódio da tomada do forte de Passaleão.
No prólogo, o autor alerta “Ao leitor”:
O título que escolhemos para este pequeno trabalho, pobre de literatura e despido de erudição, mostra bem que não pretendemos fazer a História de Macau, para que não nos achamos com fôlego, mas simplesmente divulgar alguns dos episódios da acidentada vida desta nossa tão longínqua, quão encantadora província ultramarina.
Não espere, portanto, o leitor encontrar aqui um trabalho completo, mas queira resignar-se a ver nele apenas um sintético esboço dessa História, desculpando-nos, benevolamente, as lacunas que encontrar
GOMES, Artur Levy – Esboço da História de Macau 1511-1849. Repartição Provincial dos Serviços de Economia e Estatística Geral (Secção da Propaganda e Turismo), 1957, 409 p. |10| p. , 22 cm x 16 cm.