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Em visita oficial ao Governador, Comandante Joaquim Marques Esparteiro, esteve em Macau no dia 16 de Abril de 1952, o comandante das Forças Armadas de Hong Kong, tenente-general Sir Terence Airey. (1)

O Comandante das forças armadas de Hong Kong, tenente general Sir Terence Airey, acompanhado do comandante militar, brigadeiro Paulo Bénard Guedes, passando em revista a guarda de honra.
O Governador de Macau, Comandante  Joaquim Marques Esparteiro e o Tenente-General Sir Terence Airey.
O brigadeiro Paulo Bénard Guedes brindando à saúde dos ilustres visitantes, num almoço no Hotel Riviera.
Sir Terence Airey falando no almoço que lhe foi oferecido pelo Comandante Militar da guarnição de Macau. Extraído de «MOSAICO», IV-21/22 de Maio e Junho de 1952

(1) Tenente-General Sir Terence Sydney Airey (1900 – 1983) oficial das Forças Armadas britânicas, com uma carreira militar de 1919 a 1954 (incluindo participação na II Guerra Mundial), foi nomeado comandante das Forças Armadas em Hong Kong (1952-1954) (seu último posto militar). Aposentou- se em 1954,mantendo o cargo de Coronel Honorário do “Regiment of the Durham Light Infantry” até 1956. https://en.wikipedia.org/wiki/Terence_Airey

Nasceu em 15 de Abril de 1912, em Freixo de Espada à Cinta, o Padre Manuel Teixeira que ingressou no Seminário de S. José, de Macau, em 1924. Regressou a Portugal em 16 de Maio de 2001, e faleceu em Chaves a 15 de Setembro de 2003 (91 anos).

Em 15 de Abril de 1982, marcando o septuagésimo aniversário do Padre Manuel Teixeira, realizou-se uma homenagem pública no Arquivo Histórico de Macau com a abertura de uma exposição bibliográfica. A homenagem foi organizada pelas Direcções dos Serviços de Educação e Cultura e de Turismo,

Macau82 jornal do ano» 1.º semestre- GCS, 1982, p. 8

Presidida pelo Governador Almeida e Costa e com a presença do Presidente da Assembleia, dos Secretários-Adjuntos, Bispo da Diocese e muitos dos amigos do Padre Teixeira, a exposição apresentou “cerca de uma centena de obras do missionário e historiador que começou a escrever há 46 anos e prossegue a sua produção literária como mesmo vigor, o mesmo ritmo e a mesma determinação de servir este território. A sua força de vontade, o labor incansável e uma pesquisa constante da História de Macau, bem como o apoio que tem dado a todos quantos o procuram, são entre outras qualidades, acentuadas pelo Governador Almeida e Costa e pelo Director dos Serviços de Educação e Cultura, nas breves mensagens de louvor feitas, na ocasião, ao homenageado. (1)

O Padre Teixeira agradeceu ao mesmo tempo que recordou ser essa a sua primeira homenagem pública em Macau. O Governador ofereceu ao Padre Teixeira, em nome do Governo, uma salva de prata alusiva à data. A cerimónia terminou com um bolo de aniversário e o «parabéns a você» cantado por todos…

(1) Artigo não assinado em «Macau82 jornal do ano» 1.º semestre- GCS, 1982, p. 8

Anteriores referências ao Padre Manuel Teixeira em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/padre-manuel-teixeira/

D. Lígia Pinto Ribeiro cantando no Teatro D. Pedro V

Realizou-se na noite de 14 de Abril de 1952, um concerto, no Teatro D. Pedro V, em benefício do Colégio D. Bosco de Artes e Ofícios, promovido pela senhora Lígia Pinto Ribeiro, (1) esposa do Dr. Aires Pinto Ribeiro, ilustre Chefe de Serviços de Saúde. (2) Acompanhou-a ao piano, o professor Harry Ore. (3)

O professor Harry Ore, na execução de um dos números do seu programa

A Sra. D. Lígia Pinto Ribeiro recebendo cestos e ramalhetes de flores das mãos dos alunos do Colégio D. Bosco

Os lugares de honra, no Teatro D. Pedro V, ocupados pelas altas individualidades da província

Fotos extraídos de «MOSAICO», IV-21/22 de Maio e Junho de 1952

(1) Lígia Edmunda de Morais Correia de Sá Pinto Ribeiro – ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/ligia-pinto-ribeiro/

(2) Dr. Aires Pinto Ribeiro (1899) – Formado em Medicina pela Universidade do Porto, praticou nos hospitais do Porto, nomeado em 1925 médico do Quadro de Saúde Moçambique, onde esteve em diversas funções médicas até 1948, quando foi transferido para Macau para exercer o lugar de Chefe da Repartição Central dos Serviços de Saúde (4 de Maio de 1948). Em 1950 nomeado vice-presidente do Conselho do Governo e em 1951, tomou posse do cargo de Encarregado do Governo (18 de Abril até 23 de Novembro de 1951, data da chegada do Governador Almirante Joaquim Marques Esparteiro (1951-1957). Em 15 de Abril de 1955, nomeado Inspector Superior da Saúde do Ultramar pelo que deixou a chefia da Repartição Provincial dos Serviços de Saúde e Higiene de Macau, em 31 de Julho, seguindo para Portugal a 1 de Agosto. Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/aires-pinto-ribeiro/

(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/harry-ore/

A 13 de Abril de 1783 deu-se na Rua do Bazarinho (1) a morte dum chinês, que causou grande apreensão. O Senado reuniu- se a 19 de Abril para discutir sobre a «morte feita na noite do dia treze do d.º mez, a hum china assistente em huma botica na Rua do  Bazarinho do Bairro de S. Lourenço e q. achara p. sette testemunhas compreendido e culpado na mesma morte, q. as mesmas testemunhas na devaça declarão»

Essa devassa foi feita a 14 de Abril. O governador D. Francisco de Castro, (2) não tendo a certeza de «quem fosse verdadeiramente o matador», mas que lhe parecia haver «suficiente prova para vir no conhecimento do dito matador», mandou consultar três advogados, que exerciam a sua profissão em Macau há muitos anos, estes confirmaram que a prova era suficiente para se julgar que o culpado era aquele que as testemunhas declararam na devassa.

Este termo do Leal Senado, de 19-04-1783, está assinado pelo escrivão da Câmara, Jacinto da Fonseca e Silva, e por António Gonçalves Guerra.

(1) Rua do Bazarinho que os chineses chamam de Soi-Sau-Sai-Kai (水手西街) isto é, Rua dos Marinheiros, a oeste, para distinguir doutra Rua dos Marinheiros, que ficava a sul. Chamava-se Bazarinho para o distinguir do Bazar Grande em S. Domingos. Começa na Travessa do Mata-Tigre, ao lado do Pátio da Ilusão, e termina na Calçada de Eugénio Gonçalves, quase em frente a Rua das Alabardas (hoje Rua da Alabarda). (TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume I, p. 449-450)

(2) António José da Costa, negociante (estava já em Macau desde 1730), que foi chamado a substituir em 05-01-1780 o governador João Vicente da Silva Meneses (falecido a 4 de Janeiro), em 28-08-1780, por doença de que veio a morrer em 03-02-1781, entrega o Governo ao Fidalgo Cavaleiro D. Francisco Xavier de Castro. Este era filho do ex-governador Rodrigo de Castro. Exerce funções até Agosto de 1783. A 18 de Agosto de 1783, toma posse o Capitão. Geral, Bernardo Aleixo de Lemos e Faria. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 1, 2015, pp. 304 e 308)

Folheto de cinema (letras a vermelho) do filme estreado em 12 de Abril de 1963, no Teatro Apollo, um espectáculo para maiores de 12 anos.

Mais um filme de Elvis Presley (comédia/musical), este de 1962 “Girls! Girls! Girls!” (“Raparigas! Raparigas! Raparigas!”) foi o segundo de três filmes que este cantor filmou no Hawai aplicando a mesma fórmula narrativa do anterior sucesso “Blue Hawaii”, também dirigido por Norman Taurog, produzido por Hal B. Wallis (“Hal Wallis Productions” e distribuído por  “Paramount Pictures” Foi nomeado para os “Golden Globe” de 1962 para melhor filme comédia/musical. Contracenam com o cantor as actrizes Stella Stevens e Laurel Goodwin ttps://en.wikipedia.org/wiki/Girls!_Girls!_Girls! )

Das várias cantigas (13 no toral) do álbum do filme (5.º álbum de músicas dos filmes; disco de ouro, na altura) sobressai o “Return to Sender” (autores: Winfield Scott and Otis Blackwell ) , n.º 2 da tabela Billboard dos singles de 1962, cena bem filmada com a fotografia a cores de Loyal Griggs.

“Trailers” do filme: https://www.youtube.com/watch?v=9EFBgbVx_-A https://www.youtube.com/watch?v=av_no7yfFsg

Notícia, no «Boletim do Governo de Macau» de 3 de Abril de 1861, assinada por A. Marques Pereira (com crítica á obra do autor) sobre a comédia “A Probidade” (em dois actos) (1) que teve lugar no Teatro D. Pedro V, no dia 11 de Abril de 1861

…continua (Extraído de «BGM», VII – 19 de 13 de Abril de 1861, p.75)

(1) LACERDA, Augusto César de (2) – A Probidade – comédia em dois actos e um prologo marítimo. Lisboa, Typografia do Panorama, 1859, 116 p. Peça teatral representada pela primeira vez no Teatro do Ginásio Dramático na noite do 1.º de Janeiro de 1859. Disponível para leitura em: https://books.google.pt/books?id=4YgyAQAAMAAJ&printsec=frontcover&source=gbs_atb&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false.

(2) Augusto César de Lacerda (1829-1903), actor, empresário, ensaiador e autor de múltiplas peças teatrais, abrangendo todos os géneros desde o ligeiro, à comédia, ópera e drama. Um biografia mais completa em:

http://voandonotempoblogspotcom.blogspot.com/2014/10/o-avo-cesar.html

Pequeno opúsculo individualizado de 27 páginas (22 cm x 14 cm), muito possivelmente retirado de algum livro, (Actas do Congresso)  contendo a tese “A valorização do nôvo porto de Macau como base de maior ressurgimento da colónia” apresentada pelo contra-almirante Hugo C. de Lacerda (1) no 3.º Congresso Colonial Nacional, (2)  em 9 de Abril de 1930.

As conclusões (pp. 24-27) desta tese;

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hugo-lacerda-castelo-branco/

(2) “III Congresso Colonial Nacional” realizou-se de 8 a 15 de Maio de 1930 e foi promovido pela Sociedade de Geografia de Lisboa

Sociedade de Geografia de Lisboa (onde se realizou o III Congresso Colonial em 1930

Relatos dos inícios dos festejos públicos em Macau no dia 9 de Abril de 1837, pelo casamento da Rainha D. Maria II (em segunda núpcias) com o príncipe Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, depois Rei Consorte de Portugal, como D. Fernando II, (1) realizado presencialmente na Sé Patriarcal de Lisboa em 9 de Abril de 1836 (casamento em Coburgo por procuração em 1 de janeiro de 1836). Os festejos públicos prolongaram-se até 11 de Abril, merecendo também uma notícia no mesmo jornal, (já foi postado em 11-04-2020). (2)

Extraído de «O Macaísta Imparcial», I- 87 de 10 de Abril de 1837, p. 350
Dona Maria II (1835) por John Zephaniah Bell (3)

(1) D. Maria II, em 1836 casou em segunda núpcias com o príncipe Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, baptizado Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gotha e Koháry, nascido em Viena em 29 de Outubro de 1816 e falecido em Lisboa a 15 de Dezembro de 1885, no Paço Real das Necessidades, estando sepultado no mosteiro de São Vicente de Fora. O contrato matrimonial foi assinado no fim de 1835. Meses depois, chegou o marido. Haviam casado em Coburgo por procuração em 1 de janeiro de 1836 e, em Lisboa, em pessoa, na Sé Patriarcal em 9 de Abril de 1836. O casamento formal deu origem à Casa Real de Bragança-Saxe-Coburgo-Gotha e o príncipe alemão passou a Rei Consorte de Portugal, como D. Fernando II, em 16 de setembro de 1837, após o nascimento de um filho varão. Regente do reino (entre 1853 e 1855) durante a menoridade do filho D. Pedro V e, depois da morte deste, até à chegada a Portugal do filho D. Luís I. Tiveram 11 filhos. https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_II_de_Portugal

D. Fernando II, Rei Consorte de Portugal, em 1861. (4)

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/04/11/noticia-de-11-de-abril-de-1837-festejos-pelo-consorcio-da-rainha/

(3) Por Joannes Paulus – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=63969447

(4) https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_II_de_Portugal

D. Alexandre Pedrosa Guimarães (1) publica uma Pastoral contra o traje feminino usado em Macau desde 1557: “ … He a primeira que as mulheres de qualquer condição, e estado nunca mais tornem a entrar nos templos com condes, que são estes trapos sujos e porcos, que amarrão na testa …”

Senhora macaense (e outras figuras) com saraça e bioco (2) armado Pena sobre papel – Esboço de George Chinnery (1825-1852)

No dia 8 de Abril, o povo de Macau protesta contra esta Pastoral e a 30 de Junho de 1780, os pais e mães de família de Macau, apresentam apresenta ao vigário-geral do Bispado, uma exposição de mais de 100 páginas, cujo resumo, segundo Mons. Teixeira, é o seguinte: (3)

“I. Em Goa as mulheres usam o sari, que se envolve pela cabeça e é diferente do trajo português.

II. Idem, em Diu e Damão.

III. As mulheres usam também os seus trajos tradicionais em Bombaim, Ceilão S. Tomé, Costa de Coromandel e Bengala.

IV. Nos domínios portugueses da América as mulheres envolvem-se numas toalhas, cobrindo a cabeça com um pano.

V. Na Europa, incluindo Lamego, Coimbra e Porto, usam mantilhas. (4)

Este uso é legítimo e necessário:

1.º Por ser denominado conde (5) forrado de papel, fingindo um bró (6) de fronte agudo de altura de três dedos sobre que se amarra um pano branco de três pontas para segurar a tal forma de bró de fronte, e nele se possa segurar o pano ou saraça (7) com uma fita. 2.º Também porque este uso é imemorial de dois para três séculos sem contradição nem ter havido no dito uso escândalo nem ocasião de pecado.

3.º E sim porque o Exmo. Sr. D. Bartolomeu, Bispo (8) que foi desta cidade mais de dez anos e que nela teve geral aprovação por suas pias e virtuosas demonstrações de muita caridade; e com a mesma repartia as mulheres pobres os panos de segurar os denominados condes para que as mesmas pudessem ir às Igrejas gozar os ofícios e Santos Sacramentos.

4.º Logo, porque pela proibição feita por Sr. D. Alexandre, Bispo desta Cidade, se tem seguido escandalosas murmurações, procedimentos irregulares, descomposturas pelos adros das Igrejas, e muitas tem deixado de frequentar os Santos Sacramentos pelo pejo e vergonha de não irem compostas conforme a sua criação (…)” e seguia-se o protesto.

Apesar desta Pastoral, as mulheres continuaram com o seu vestido tradicional, que ainda usavam em meados do século XIX.”

Senhora de Macau com saraça, com o seu criado Pena sobre papel – Esboço de George Chinnery (1825-1852)

(1) D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães (1727-1799) foi eleito Bispo de Macau a 13 de Julho de 1772. Chegou a Macau a 23-08-1774, tomando posse a 04-09-1774. Tomou posse do cargo de Governador e capitão-Geral de Macau, interinamente, a 25-06-1777. Adepto incondicional da política pombalina, e acérrimo inimigo dos jesuítas, deixou de ser governador a 1 de Agosto de 1778, (3) com a queda do Marquês de Pombal, e falecimento do Rei D. José em 1777. https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-alexandre-da-silva-pedrosa-guimaraes/

(2) Bioco – Véu, rodeandoo rosto, em forma de coca (do castelhano, espécie de capuz). De tradição mourisca (9)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume I, 2015, p. 303.

(4) Mantilha – espécie de manto de seda, ou de outro tecido, com que as mulheres cobrem a cabeça e parte do corpo geralmente até um pouco abaixo da cintura (9)

(5) Condê (do tâmul) – penteado que consiste em repuxar o cabelo e armá-lo em grande nó que se prende na nuca com ganchos geralmente de prata. Em Macau usou-se o termo para designar o pano branco com que se armava e prendia a saraça que servia de véu (9)

(6) Bró – palavra usada no Brasil para designar o penteado feminino constituído por um monte de cabelo repuxado e arrumado no alto da cabeça. (9)

(7) “Da análise do documento em estudo parece poder-se concluir que este nome era atribuído ao véu ou espécie de Mantilha com que as mulheres cobriam a cabeça e o busto. Supomos que, neste caso, se trate, apenas de ambiguidade no uso dos termos uma vez que as mulheres usariam além do baju ou do quimão, duas saraças ou panos-saraças: um para servir de saia e outro para mantilha – iguais, ou muito parecidos, nas dimensões e nos desenhos. Estes panos podiam ser de algodão estampado (provavelmente batik) ou em seda, por vezes bordada ou pintada, trazidas da Índia e, ao que parece, mais tarde também de Manila” (9)

Saraça (do malaio sarásah) – tecido de cor, geralmente de algodão, com que se enrolam da cintura para baixo as malaias e algumas índias cristãs (DALGADO, Sebastião R.  – Glossário Luso-Asiático , 1919, Vol. II, p. 293).

A saraça era um vestido fino de algodão que se usava por cima do baju ou quimão. Nos pés usavam chinelas, pouco dispendiosas, mas, com o manto, seria necessário calçar sapatos com as respectivas fivelas. (3) (9)

(8) D. Bartolomeu Manuel Mendes dos Reis (1720 – 1799), doutorado em Teologia pela Universidade de Coimbra em 29 de Novembro de 1752, foi nomeado Bispo de Macau, em Dezembro de 1752 (confirmado em 29 de Janeiro de 1753), tendo chegado a Macau e tomado posse em 1754. Durante o seu episcopado, por causa da perseguição promovida pelo Marquês de Pombal e supressão da Companhia de Jesus, em Portugal, os jesuítas foram expulsos de Macau e sequestrados os bens, ficando a Diocese de Macau gravemente prejudicada. O bispo, desgostoso com a expulsão dos jesuítas, partiu para Portugal em 1765. (3)

(9) AMARO, Ana Maria – O Traje da Mulher Macaense, 1989, pp. 124, 181, 183 e 185)

CAPA

Nas comemorações da “Semana Verde” de 1982, associado à plantação de árvores na Praia de Hac Sá (1), os Serviços Florestais e Agrícolas de Macau, publicaram em Abril de 1982, um pequeno opúsculo (biligue: português e chinês) de 4 folhas (8 páginas) (29,5 cm x 20,5 cm) com o título: “A ÁRVORE 樹”, texto de António Estácio (2)  e desenhos de Leonel Barros.(3)

1.ª página
2.ª página
3.ª página
4.ª página
5.ª página
6.ª página
7.ª página
8.ª página
Contracapa

mandarim pīnyīn: shù; cantonense jyutping: syu6

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/03/21/noticia-de-21-de-marco-de-1978-dia-mundial-da-arvore/ Outras referências relacionadas ao Dia Mundial da Floresta/Dia Mundial da Árvore, neste blogue: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/gabinete-tecnico-do-ambiente/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-estacio/

(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/leonel-barros/