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Continuação da reportagem já postada em anos anteriores (1) (2) de Adam M´Cay publicado no jornal “The Sun”. (3)  

The Sun, Vol. VI, Issue 1774, 21 October 1919», p. 6.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/10/21/noticia-de-21-de-outubro-de-1919-imperial-portugal-colony-of-macao-i/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/10/21/noticia-de-21-de-outubro-de-1919-imperial-portugal-colony-of-macao-ii/

(3) M´CAY, Adam – “The Sun”, Vol. VI, Issue 1774, 21 October 1919, p. 6

Extraído da Revista “As Colónias Portuguesas” ANNO VII – n.º 19, de 20 de Outubro 1889, p. 151

Anteriores referências ao engenheiro Adolfo Loureiro: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/adolfo-loureiro/

Em Outubro, de 19 a 25 de 1996, Macau foi palco, uma vez mais, de um Encontro das Comunidades Macaenses espalhadas pelo mundo, durante o qual foi possível o reencontro de velhas amizades e o estreitamento de laços familiares, para além da oportunidade para um conhecimento da nova realidade física e social de que se revestia o Território. (1) Mais de um milhar de pessoas participou neste encontro, número consideravelmente superior ao do I Encontro, realizado em 1993. O II Encontro das Comunidades Macaenses partiu de uma iniciativa do governo do Território, que contou com apoio da Fundação Oriente, STDM, Leal Senado, Instituto Cultural de Macau, Serviços de Turismo e das Casas de Macau espalhadas pelo mundo.

Membros da Assembleia Municipal (1993-1997) com os macaenses residentes no Canadá

(1) Fotos e texto extraído de «Leal Senado, uma Experiência Municipal (1989-1997)», Leal Senado, 1997, p.72

A começar em 18 de Outubro de 1959, no Teatro Vitória, com as sessões diárias habituais, o filme “The Restless Years”:

Slogan: The story of a town with a dirty mind!

O folheto está rasurado: carimbo datado “19OCT1959

“The Restless Years” é um filme americano de 1958, drama/crime/”film noir”, (1) dirigido por Helmut Käutner, argumento de Edward Anhalt (baseado numa peça teatral de Patricia Joudry,  “Teach Me to  Cry”) e produzido por Ross Hunter para a “Universal Pictures“ https://en.wikipedia.org/wiki/The_Restless_Years_(film)

PRÓXIMA MUDANÇA: “The Hanging Tree”, filme americano de 1959, um western dirigido por Delmer Daves, baseado na novela “The Hanging Tree” de Dorothy M. Johnson publicada em 1957. Actores: Gary Cooper, Maria Schell, George C. Scott e Karl Malden. O filme é conhecido pela canção título “The Hanging Tree” uma balada cantada por Marty Robbins  e escrita por Mack David e Jerry Livingston, que foi nomeada  para melhor canção na 32.ª sessão da Academia – Óscar de 1960. https://en.wikipedia.org/wiki/The_Hanging_Tree https://kxrb.com/country-music-legend-marty-robbins-sang-the-theme-song-for-the-1959-classic-film-the-hanging-tree/

(1) “Film noir” (‘filme negro’) – um subgênero de filme policial, derivado do romance de suspense influenciada pelo expressionismo alemão, o qual teve o seu ápice nos Estados Unidos entre os anos 1939 e 1950. https://pt.wikipedia.org/wiki/Film_noir

Revista, 33,5 cm x 22,8 cm, número único, edição da “Provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Macau”, 28 p., aquando do IV Centenário da Santa Casa de Misericórdia de Macau 1569 – 1969. (1)

SUMÁRIO
CAPA e CONTRACAPA
SUMÁRIO
Versos de Garcia de Resende – Século XV, p. 2

A 14 de Julho de 1969, o Presidente da República conferiu à Santa Casa de Misericórdia de Macau o título de Membro Honorário da Ordem de Benemerência.

Contra-capa – EX LIBRIS DA IMPRENSA NACIONAL DE MACAU

(1) Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/10/16/noticia-de-16-de-outubro-de-1969-1-o-dia-de-circulacao-iv-centenario-da-fundacao-da-santa-casa-da-misericordi-a-de-macau/

Extraído de «TSYK», 3.º Ano, n.º 5 de 3 de Novembro de 1865, p. 18

NOTA I: “26-04-1866 – Após 134 números, cessou a publicação do hebdomadário Ta Ssi Yang Kuo, importante repositório de numerosos artigos de grande interesse para a História de Macau. Principiou a publicar-se em 8 de Outubro de 1863.” (BBS Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, p. 177)

NOTA II: O comandante da Fortaleza do Monte nesse ano de 1865 era o capitão do batalhão de Macau, José António da Costa, nomeado (interino) em 27-10-1864. Foi exonerado a 2 de Abril de 1866.

BGM X-44 de 31 de Outubro de 1864, p. 175
«BGM», XII-15 de 9 de Abril de 1866 p. 58

Partida do Governador José Maria Lobo de Ávila (1) para Cantão, no dia 14 de Outubro de 1876, a bordo da canhoneira “Tejo”, comandada por Francisco Joaquim Ferreira do Amaral, (2) para visita oficial ao vice-rei dessa província.

O «BPMT», de 21 de Outubro de 1876, dia do regresso do Governador, relata essa visita.

Extraído de «BPMT», XXII-43 de 21 de Outubro de 1876, p. 174

(1) José Maria Lobo d´Àvila (1817-1889) foi nomeado a 7 de Maio de 1874 e tomou posse de Governador de Macau a 7 de Dezembro de 1874, sucedendo a Januário Correia de Almeida, Visconde de S. Januário. Mais tarde, nomeado Ministro Plenipotenciário na China, no Sião e no Japão. Terminou a 20 de Setembro de 1876, data da nomeação do novo governador, Capitão-Tenente Carlos Eugénio Corrêa da Silva (mais tarde Visconde Paço d´Arcos, em 23-01-1879), mas manteve-se no cargo até à tomada de posse de governador deste em 31 de Dezembro de 1876.

José Maria Lobo d´Àvila, filho de Joaquim Anastácio Lobo de Ávila (? – 1884), Capitão e Coronel de Infantaria, fez toda a Guerra Peninsular e foi condecorado no campo da Batalha de Albuhera, em 16 de Maio de 1811, em que os Exércitos Aliados (anglo-Luso-Espanholas) derrotaram o Marechal francês, Nicolas Jean-de-Dieu Soult.

https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-maria-lobo-davila/

(2) Francisco Joaquim Ferreira do Amaral, (1844 -1923) (reformado com o posto de Almirante), filho do Governador João Maria Ferreira do Amaral, Tinha 5 anos quando o pai foi assassinado. Foi comandante da Estação Naval de Macau de 1876 a 1878. Em 1878 levou a Bangkok na canhoneira «Tejo», o Governador de Macau Carlos Eugénio Correia da Silva, que lá foi em missão diplomática. Esta missão regressou a Macau a 20 de Março de 1878.

Ferreira do Amaral que não se dava bem com o governador Correia da Silva, recusou receber o mandarim da Província de Cantão que vinha a Macau, em Julho de 1878, pois não podia suportar a afronta à memória do pai. Na véspera entregou o Comando da canhoneira ao oficial imediato e foi para o Hong Kong. O governador vingou-se, pedindo a sua exoneração a El Rei, e Ferreira do Amaral foi exonerado do comando com regresso imediato ao reino. (TEIXEIRA, Mons. Manuel – Marinheiros Ilustres Relacionados com Macau, 1988, pp 117-118)

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/francisco-joaquim-ferreira-do-amaral/

“Largaram de Macau, no dia 10 de Outubro de 1850, diversas lorchas de guerra sob o comando do guarda-marinha João de Carvalho Ribeiro, para socorrer um navio chinês que se encontrava abandonado na enseada de Tai ho depois de ter sido atacado e saqueado por piratas chineses.

É de presumir que, tendo encontrado o navio, as nossas lorchas o tenham guarnecido e tentado pôr em estado de navegar. No dia 13 apareceu um junco de piratas provavelmente o que o tinha atacado, com o qual as lorchas se bateram durante várias horas, acabando por o obrigar a render-se. Levado para Macau, esse junco foi integrado na marinha privativa da colónia. Não diz o cronista o que aconteceu ao navio inglês. Poder-se-á supor que tenha sido entregue aos Ingleses que se achavam instalados em Hong Kong desde 1841.” (1)

MAPA DE HONG KONG com a ILHA DE LANTAU, assinalado no mapa a vermelho a ilha de Tai O (大澳) na baía de Tai Ho Wan (大蠔灣) (2)

Em 1855, Os ingleses e americanos (primeira colaboração anglo-americana) travaram uma das últimas batalhas conhecida como “ Battle of Ty-ho Bay” contra uma armada de piratas chineses (36 juncos armados) (2)

Um modelo dum junco pirata armado com oito canhões  (2)

NOTA: Recorda-se que a Estação Naval de Macau, em 10-09-1850, se compunha da fragata D. Maria II, da corveta Iris e da corveta D. João, tendo os três navios 559 praças de guarnição (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, p. 122)

Outro facto de consequências trágicas ocorrido neste Mês de Outubro de 1850 (dia 29,) foi a horrível explosão que destruiu a fragata D. Maria II, ancorada na Taipa, perecendo 188 dos 224 tripulantes, incluindo o Comandante J. de Assis e Silva. Ver: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/fragata-d-maria-ii/

(1) MONTEIRO, Saturnino – Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa, Vol VIII, p. 103 Tem um mapa do local, p. 102

(2)  https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Ty-ho_Bay https://en.wikipedia.org/wiki/Tai_O

No dia 10 de Outubro de 1744, o Senado a propósito do “luxo” fez-se anunciar através dum bando (1) publicado a rufo de tambor pelas ruas da cidade, sendo lido pelo porteiro nos lugares públicos em alta voz:

“Considerando este Nobre Senado a conservação do comum, pretendeu divertir o luxo deste povo, introduzido na superfluidade do trato em que ele se pos, estando tão decadente pelo contínuo atraso do comércio – remédio único de que se mantém, e de poucos anos a esta parte a gente ordinária desta Cidade, abraçando a vaidade de  ornar com luxuosos tratamento, sem reparar no excesso das despesas que faz, gastando uns mais do que ganham e outros mais do que tem, para se sustentarem na aparência iguais e melhores, fazendo-se diferentes dos seus semelhantes. Para que mais não fosse, tomou este Nobre Senado o expediente de proibir o uso de cabeleiras e sombreiros a todos os que não fossem europeus de nação ou geração

Os naturais de Macau – “a gente ordinária desta Cidade” – recorreram ao V. Rei de Goa, alegando que durante várias gerações se achavam relacionados com portugueses pelo casamento e que eles pagavam sempre as taxas e os impostos e em todas as crises financeiras tinham socorrido a cidade; eles não eram uma raça de súbditos, pois nem eles nem os seus antepassados tinham sido subjugados pelos portugueses; acrescia que os nativos de Goa podiam usar esses adornos.

O Vice-rei (2) atendeu o protesto dos naturais de Macau e pela portaria de 13 de Maio de 1745 ordenou à Câmara que revogasse esse édito, visto ser ilógico e injusto. (3)

(1) Anúncio que se faz publicamente; proclamação.

(2) D. Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos (1688 – 1756), 3.° Conde de Assumar, 1.º Marquês de Castelo Novo e 1.° Marquês de Alorna foi o 44.º Vice-rei e Governador da Índia (vice-rei de capitão-geral do Estado da Índia) de 1744 – 1750. Foi 3.° Governador e Capitão-mor da Capitania de São Paulo e Minas do Ouro em Mariana Minas Gerais, no Brasil de 1717 a 1721. (4)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Vol. I, 2015, p 263; Vol. IV, p. 50

(4) https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Miguel_de_Almeida_Portugal_e_Vasconcelos

A Direcção dos Serviços de Correios, pôs em circulação, (1) a partir do dia 9 de Outubro de 2004 cumulativamente com as que estavam em vigor, uma emissão extraordinária de selos designada «Ciência e Tecnologia – Cosmologia XXI» constituída por 4 selos, (taxas – 1 ptc; 1.5 ptcs ; 2 pts; 3,5 ptcs) e um bloco filatélico com selo de 8,00 patacas. (2)
Autor: Daniel Dias

Dados Técnicos
Bloco filatélico n.º 069417, com um selo de 8,00 patacas, em papel com fibras ópticas
Formato: 90 x 138 mm.
4 Selos, (taxas – 1 ptc; 1.5 ptcs ; 2 pts; 3,5 ptcs)
Papel com fibras ópticas. Formato: 40 x 30 mm.


(1) Despacho do Chefe do Executivo n.º 208/2004, B.O. n.33/2004 de 16-08-2004, p. 1512

(1)Extraído de «Álbum Selos de Macau: Carteira Anual 2004» p. 9.