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O Centro da Aviação Marítima de Macau foi criado pelo Diploma Executivo n. 22 de 14-06-1928 (publicado no Boletim Oficial  da Colónia de Macau, n.º 24 de 16-06-1928),  após autorização de Lisboa da passagem dos Serviços da Aviação da Marinha de Guerra (1) para a Marinha Privativa da Colónia, do material, pessoal e equipamento do anterior centro, em 1 de Maio de 1928,
O chefe dos Serviços de Marinha em 1928, apetrechou o Centro com dois aviões (Fairey equipados com motor Rolls Royce) (2) e metralhadoras antiquadas) e um quadro de pessoal europeu que nunca ultrapassou a meai dúzia (o diploma no seu artigo 3, estipulava um quadro de 8 elementos)  um piloto (o primeiro-tenente, José Cabral) (3) dois sargentos (um deles, o ajudante  de carpinteiro Joaquim Carpeita), dois cabos e um Havia ainda ao serviço, seis loucanes e um guarda africano, um cavalo e algumas cabras que quando em liberdade, insistiam em destruir as árvores e plantas do jardim da Taipa perante o desespero e indignação do comandante da Aviação Naval.(4)

A leste da Taipa Grande, onde é hoje a Avenida da Praia, esteve até 1940, estabelecida a base da aviação naval da Colónia.

(1) Em 1927, havia apenas três centros de Aviação naval dependentes do Chefe dos Serviços de Marinha de Guerra: Lisboa, Aveiro e Macau.
(2) Em abril de 1927, por necessidade de vigilância das águas territoriais, face à pirataria e às contingências da guerra civil na China, foi estabelecida uma Secção da Aviação Naval em Macau sob o comando de José Cabral, com ao três hidroaviões Fairey (um deles era o “Santa Cruz”, o F – 17 que fez a travessia do Atlântico Sul, com Gago Coutinho e Sacadura Cabral) baseados na Ilha da Taipa.O avião “Santa Cruz” regressou a Portugal em 1928. A extinção dessa unidade aviação-naval foi em Abril de 1933.

Fairey IIID

(3) José Cabral, primeiro-tenente, ex-combatente da I Grande Guerra, de “valentia indispensável para ser o único que só tinha aviões decrépitos que nunca caíram.”, em Macau de 1928 a 1931, (4)  esteve integrado inicialmente num projecto inicial de Sacadura Cabral, de viagem aérea à volta do mundo, que retomado em 1926 pelo major Sarmento de Beires (travessia aérea Lisboa-Macau, em 1924) (5)  viria a transformar-se na 1ª travessia nocturna do Atlântico Sul, mas por ter sido colocado em Macau, foi substituído pelo capitão Dovalle Portugal.
(4) , Luís Andrade de – Aviação em Macau, um século de aventuras, 1990.
(5) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-m-sarmento-beires/
Outras referências ao Centro de Aviação Naval
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/centro-de-aviacao-naval/

“Todos os anos a 13 de Junho, um herói da história chinesa Kwan Tai (Santo Kwan) (1) origina a organização de diversas festas em sua honra,
Em Macau, a maioria das festas é realizada por associações desportivas e de artes marciais que percorrem a cidade executando a dança do leão. Há a habitual peregrinação a lojas e outras casas comerciais e os patrões já sabem que têm de dar ao leão um lai si (um pacote vermelho contendo dinheiro), para mostrar a sua veneração a Santo Kwan.
Kwan Tai é um ídolo adorado pelos chineses e mesmo por alguns «gweilo» a viverem em Macau e em Hong Kong. Tem a particularidade de ser venerado pelas forças de segurança e pelas associações criminais secretas, por trabalhadores e capitalistas, cada um à sua maneira.
Porquê, este respeito a Kwan Tai, traduzido, aliás, no seu nome, dado por mandato imperial após a sua morte? (De realçar que a palavra «Tai» é o caracter chinês que dá nome ao imperador, o que Kwan Tai nunca foi). Kwan era o nome de família e o nome próprio era Yu ou – outro nome – Wan Cheung. Kwan Yu (1) ou Kwan Wan Cheung nasceu no final do primeiro século A. D., sendo aa data exacta desconhecida, morrendo no ano 219 de acordo com a História. Estava-se portanto na época conhecida na história da China como a dos Três Reinos.
Foi um destacado general do Reino Suk, (2) um dos três então existentes. Trabalhou lealmente para o rei Suk, Lau Bei, (2)  e ajudou-o a combater os seus inimigos (os outros dois reinos) na tentativa de unificar, ou controlar, toda a China. Guerreiro temido, era um especialista em artes marciais e sempre se salientava no campo da batalha.
Era também conhecido pela sua lealdade, piedade, sentido de justiça, benevolência e coragem… (…)
Descrito com ar magestoso, Kwan foia adorado  a ponto de depois de ter sido santificado com o título honorário de Kwan Tai,  ultrapassando até a imagem de um imperador feudal.
Rapidamente ganhou fama de vencer todos os demónios e, mesmo que se saiba pouco dele, não são poucas as pessoas que colocam estatuetas ou imagens de Kwan Tai nas suas casas, lojas, ou associações como forma de esconjurar os males.
É a divindade preferida dos polícias e dos criminosos. Se os primeiros admiram-no pelo seu poder, lealdade e bravura, as associações secretas louvam-lhe a justiça e lealdade aos seus pares (Kwan e Lau Bei tratavam-se por irmãos). Os trabalhadores, ou os comerciantes, os desportistas, cada classe tem a sua razão para o adorar
Extraído (artigo e fotos) de LIO, Peter – Kwan Tai, santo das artes marciais. Nam Van, n.º 2-1 de Julho de 1984, pp. 66-68
Em Macau existem dois templos dedicados a Kwan Tai: um na Ilha da Taipa – Templo de Kuan Tai na povoação de Cheoc Ka construído ente 1662 e 1837; lado a lado com o templo Tin Hau formando um único templo e outro na península, localizado na Rua Sul do Mercado de São Domingos construído em 1750 para ser o local de reunião de comerciantes (sede da associação. Como colocaram uma imagem do santo, com o tempo foi transformado em templo como hoje conhecemos.”
Anteriores referências em
SAM KAI VUI KUN ou KWAN TAI /三街會館或關帝古廟 
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/templo-sam-kai-vui-kun-kwan-tai/
(1) Kwan Tai  關帝 ou Guan Yu 關羽 ou Guan Di/Ti 關帝 também conhecido como Kwan Kung
(2) Liu Bei 劉備– rei de Hanzhong 漢中王 e fundador do estado de Shu han no período dos Três Reinos e primeiro governante do Imperio Han,  de 221 a 223.

O Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses que chegou a Macau, na nau Nossa Senhora da Oliveira, no dia 10 de Junho de 1726, vindo do Rio de Janeiro, (1) desembarcou a 12 de Junho para ir hospedar-se na casa de Francisco Leite (2)
O embaixador de El-Rei D. João V à corte de Pequim, D. Alexandre Metelo de Sousa Meneses, partiu no dia 18 de Novembro de 1726, para Pequim pelo caminho interior, via Cantão); foi acompanhado de todos os moradores desta cidade até à Casa Branca, fazendo-se por seu respeito as maiores finezas, não se poupando a gastos ou despesa alguma. «Levou comitiva de 64 pessoas» (3) (4). Saiu de Cantão (Guangzhou) a 9 de Dezembro de 1726, com chegada à cidade de Kan-tcheu-fu a 9 de Janeiro de 1727 “onde entrou com uma comitiva de 761 pessoas” (5)
No dia 18 de Maio de 1727, a comitiva entrou oficialmente em Pequim, Aguardava-a uma receção preparada pelo imperador Yongzheng, formada por uma guarda de honra de 200 soldados.
Apesar da pompa, ostentação e magnificência da embaixada apenas a parte diplomática da missão foi bem-sucedida, mas a verdadeira missão do embaixador que era a de tentar influenciar Yongzheng no sentido de reabrir a China à missionação católica, nem foi falada.(6)
A embaixada regressou a Macau a 8 de Dezembro de 1727 e partiu para o reino no dia 17 de Janeiro de 1728 (7)
Chegou a Lisboa em 21 de Novembro de 1728 ao fim de três anos e sete meses de missão diplomática. (8)
(1) “10-06-1726Chegou a Macau, por via do Rio de Janeiro, desembarcando a 12 de Junho da nau Nossa Senhora de Oliveira, o Embaixador de El-Rei D. João V à corte de Pequim, D. Alexandre Metelo de Sousa Meneses. A seu respeito se fizeram as maiores demonstrações que foi possível e que outro algum jamais recebera nesta Cidade, além de muitas salvas em todas as fortalezas e navios, tendo a guarda à sua porta três Companhias de soldados com os seus oficiais. O diplomata trouxe como conselheiro o P.e António de Magalhães, S. J., como secretário o P.e Francisco Xavier da Rua, proto notário apostólico e advogado do número da casa da Suplicação, e por familiar o leigo secular António José Henriques. O pessoal era numeroso: além da comitiva trazia 50 soldados para a sua guarda; o comandante da nau era o capitão de mar-e-guerra Duarte Pereira. O embaixador trazia 30 caixotes de presentes em retribuição do rico presente que K´ang-hsi (Imperador Kangxi) remetera a D. João V.” (9)
(2) A casa de Francisco Leite veio a ser Palácio do Governo e depois Palácio das Repartições.(9)
(3) “10-08-1726 – O Senado ofereceu quatro mil taéis, que era quanto havia no cofre de São Paulo para as despesas da embaixada de Alexandre de Metelo de Sousa e Meneses.” (10)
14-09-1726O Senado, a muito custo, conseguiu arranjar entre os moradores mais de dez mil taéis, para o embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, importando o donativo total da cidade em 18 500 taéis; a Companhia de Jesus da Vice-Província da China, com 500 taéis; e o Senado com mais 3 000 taéis, além dos 4 000 que entregou, em 10 de Agosto“..(10)
(4) “18-11-1726Neste dia partiu o Embaixador Metelo para Pequim; foi acompanhado de todos os moradores desta cidade até à Casa Branca, fazendo-se por seu respeito as maiores finezas, não se poupando a gastos ou despesa alguma. «Levou comitiva de 64 pessoas»“. (9)
(5) “09-01-1727O embaixador Alexandre Metello de Sousa e Menezes, enviado por el-rei D. João V ao imperador Yunchiu, (imperador Yongzheng) tendo saído de Cantão em 9 de Dezembro com destino a Pekim (Beijng) pelo caminho interior, chega neste dia à cidade de Kan-tcheu-fu, onde entrou com uma comitiva de 761 pessoas. Ahi se encontrou com dois conductores que o imperador mandara a recebê-lo e eram o padre António se Magalhães e a um alto funcionário tartaro do appellido Cham” (Ephemerides da semana in B.G.M., XIII-2, 1867.
(6) “18-05-1727- Chegou a Pequim, sendo recebido na corte a 28, o embaixador Metelo de Sousa, que levava uma carta de D. João V para o Imperador, e sua comitiva. O Padre António Magalhães partira para Pequim antes do Embaixador, chegando lá a 19 de Novembro (mas veio ao encontro do nosso embaixador a mando do Imperador, como sinal de deferência); e bem necessária era a sua presença ali, pois que Yung Cheng ardia em desejos de saber se o Embaixador ia tratar de assuntos missionários. Foi logo  ao Palácio, onde o 13.º Príncipe, irmão de Yongzheng, o interrogou sobre o fim da embaixada. O Padre Magalhães respondeu apenas que o Embaixador vinha cumprimentar o Imperador, dar-lhe os pêsames pela morte de seu pai e felicitá-lo a ele pela subida ao trono e rogar-lhe que tomasse sob a sua protecção os habitantes de Macau e os outros súbditos residentes na China. Ele não ficou satisfeito e preguntou se não estaria encarregado de outra comissão importante ou não teria que tratar de algum assunto difícil ou desagradável. Encurtando razões, mais uma vez foi nulo o resultado da Embaixada. O Imperador continuou a perseguição religiosa, tornando-se Macau o refúgio de todos os missionários; para qui vieram nada menos que 40, incluindo alguns bispos. Teve ainda mais um efeito negativo: o de agravar e quase esgotar o erário público de Macau pelas grandes despesas feitas com a Embaixada.” (9)
(7) Luís Gonzaga Gomes na sua “Efemérides da História de Macau” índica a data de 24 de Novembro de 1727 para o regresso da embaixada. (10)
08-12-1727O embaixador português D. Alexandre Metelo de Sousa e Meneses regressou a Macau, vindo de Pequim, de onde saíra a 18 de Julho, sendo recebido com grandes festejos”. (9)
17-01-1728O Dr. Alexandre Metelo de Sousa e Meneses embarcou na Praia Pequena, acompanhado pelo Governador e grande número de cidadãos e moradores Com ele ainda as três companhias, guarda e pessoal do séquito da luzida embaixada que D. João V enviou à China; utilizou a mesma vistosa ponte que fora armada quando veio de Cantão, para seguir para nau Madre de Deus, que o deveria conduzir ao reino. O Senado de Macau despendeu trinta mil taeis com esta embaixada. Ao chegar a Lisboa a 21-11-1728, foi nomeado conselheiro do Conselho Ultramarino.”. (9)

Ephemerides da semana in B. G. M. XIII-3 de 21-01-1867.

(8) “21-11- 1728Chegou de regresso a Lisboa, o doutor Alexandre Metelo de Sousa e Menezes que durante três anos sete meses e alguns dias desempenhou o cargo de embaixador no Império da China sendo depois agraciado com a nomeação de Conselheiro do Conselho Ultramarino.“(10)
(9) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Vol.2, 1997)
(10) GOMES, Luís G. – Efemérides da História de Macau, 1954)
NOTA 1 – Sobre este assunto a RTP2 apresentou em 2017, o programa “Ensina, Rádio e Televisão de Portugal: “Os Dias da História – chegada da embaixada de D. João V a Pequim”, por Paulo Sousa Pinto, que está disponível em:
http://ensina.rtp.pt/artigo/embaixada-de-d-joao-v-chega-a-pequim/
NOTA 2 – Aconselho leitura do trabalho de Huang Qichen “A Embaixada de Alexandre Metello de Souza à China no Contexto das Relações LusoChinesas “ publicado em “Administração, n.° 40, vol. XI, 1998-2.°, 285-297”, disponível em:
file:///C:/Users/ASUS/Documents/PARA%20ELIMINAR%20-%20DOWNLOADS/A%20embaixada%20de%20Alexandre%20Metello%20de%20Souza%20e%20Menezes%20%C3%A0%20China%20no%20contexto%20das%20rela%C3%A7%C3%B5es%20Luso-Chinesas.pdf
NOTA 3: Outro trabalho, de João de Deus Ramos, publicado na “Política Internacional, n.º 2, Vol 1, Junho 1990” , “A embaixada de Alexandre Metelo de Sousa e Meneses: Negociações coma China do século XVIII”, disponível em :
http://www.ipris.org/files/2/10_A_embaixada_de_Alexandre.pdf
NOTA 4: Papeis de Alexandre Metello de Sousa e Menezes, Embaixador de D. João V ao Imperador da China] [1726-1727]. em:
http://purl.pt/32967

Capa e Contra-capa

Realizou-se no Auditório dos Serviços de Saúde de Macau (auditório localizado no edifico da Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Macau) de 9 a 11 de Junho de 1999, uma reunião científica-médica subordinada ao tema: “A Medicina Familiar ao Virar do Milénio: Formação, Investigação, Qualidade”, organizada pelas Associações Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral e dos Médicos de Clínica Geral de Macau.

PROGRAMA CIENTÍFICO e SOCIAL – 21 cm x 15 cm, 12 páginas

Um programa onde para além das indicações da parte científica e social, contém também informações sumárias sobre Macau nas áreas das saúde e assistência, história, turismo, geografia e população e tradições e festividades.

1.ª página
Páginas 2 (Comissões e Convidados) e 3 (Saudações dos Presidentes das duas Associações organizadoras);
Páginas 4 (Saúde e Assistência) e 5 (História)

A Jau

Sou a tua presença, aos pés, calada, quieta,
Ò jau, com quem me identifico tanto,
Nesta gruta onde estou e escuto o canto
Das cigarras que é, hoje, a voz do teu poeta.
António sou (tenho o teu nome)
E escravo, também, da poesia.
Para ela é que estendo, em cada dia,
A mão à minha fome.

António Manuel Couto Viana (10.6.86) (1)

Camões e Jau (2)
Theobald Reinhold Freiherr von Oer, c. 1850

NOTA: O escravo indonésio natural da ilha de Java (Jau) a quem foi dado o nome cristão de António ficou conhecido em Portugal como o criado de Camões tendo acompanhado o poeta desde a Índia.
Terá assistido à morte de Camões na Calçada de Santana, juntamente com a mãe do poeta. Desconhece-se o destino do Jau após a morte do poeta. A sua existência é  referenciado por Pedro de Mariz (c 1550 – 1615; bibliotecário, historiado e escritor)

.. viveu em tanta pobreza, que se não tivera um jau,
chamado António, que da Índia trouxe, que de noite pedia
esmola para o ajudar a sustentar, não pudera aturar a vida.
Como se viu, tanto que o jau morreu, não durará ele muitos
meses.
Pedro de Mariz

Lembro aqui a propósito de Jau, outro poeta, Eugénio de Andrade: Lamento de Luís de Camões na morte de António, seu escravo”

Marginal
Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um
– eu vi terra limpa no teu rosto,
só no teu rosto e nunca em mais nenhum.

(1) In Macau – p.59 Suplemento da Revista Latina, Maio de 1991.
Anteriores referências deste poeta em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-couto-viana/
(2) Ver outro quadro de Camões com o escravo Jau em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/08/04/macau-e-a-gruta-de-camoes-xxxi-francisco-augusto-metrass/

Do Bol do Gov de Prov. Macau, Timor e Solor, VI-34 de 12 de Julho de 1851

Nos salões do Clube Militar, realizou-se no dia 5 de Junho de 1954, um Baile de Primavera que reuniu grande número de sócios, acompanhados de suas respectivas famílias, e de muitos convidados.
Num ambiente de distinção e elegância, característica das reuniões festivas naquele clube, o baile foi animado por uma excelente orquestra e pela alegria comunicativa de todos os presentes”
Extraído de «MBI» I-21 de 15 de Junho de 1954.