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Revista, 33,5 cm x 22,8 cm, número único, edição da “Provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Macau”, 28 p., aquando do IV Centenário da Santa Casa de Misericórdia de Macau 1569 – 1969. (1)

SUMÁRIO
CAPA e CONTRACAPA
SUMÁRIO
Versos de Garcia de Resende – Século XV, p. 2

A 14 de Julho de 1969, o Presidente da República conferiu à Santa Casa de Misericórdia de Macau o título de Membro Honorário da Ordem de Benemerência.

Contra-capa – EX LIBRIS DA IMPRENSA NACIONAL DE MACAU

(1) Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/10/16/noticia-de-16-de-outubro-de-1969-1-o-dia-de-circulacao-iv-centenario-da-fundacao-da-santa-casa-da-misericordi-a-de-macau/

De 1-07-1823 a 23-09-1823, a cidade de Macau foi governada exclusivamente pelo Senado. A 23 de Setembro de 1823 foi dado posse, em substituição do senado, de um conselho presidido pelo Bispo D. Fr. Francisco de Nossa Senhora da Luz Chacim, dele fazendo também parte o tenente-coronel João Cabral d´Estefique e um vereador do mês do Leal Senado que durou até 1825. Em 25 de Julho de 1825 foi nomeado novo governador Joaquim Mourão Garcez Palha (até 1827). (1) (2)

Segundo os liberais do Senado, a fragata Salamandra que chegou a Macau a 23 de Setembro de 1823, era o centro do alegado movimento despótico e anticonstitucional que ameaçava Macau. Era comandada pelo futuro Governador Joaquim Mourão Garcez Palha, e trazia uma força de 200 marinheiros e oficiais vindos de Goa ocupando as fortalezas e impondo um Conselho do Governo. (1)

Extraído de «A Abelha da China», LVI-11 de Outubro de 1823

NOTA: No dia 28 de Agosto de 1823, foi judicialmente queimado às portas da Ouvidoria o virulento número desta data de «A Abelha da China» (o 1.º jornal de Macau). O editor Fr. Gonçalo Amarante deste jornal (órgão do partido constitucional) fundado pelos dominicanos, com a queda do Governo Constitucional, em 23 de Setembro de 1823, refugiou-se em Cantão com os liberais Domingos José Gomes e João Nepomuceno Maher. No dia 27 de Setembro reapareceu, jornal agora editado por António José da Rocha mas o último número (n.º 67) foi a 27-12-1823. (1)

(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, pp. 38 e 39.

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/joaquim-mourao-garces-palha/

Extraído de «BPMT», XIV-38 de 21 de Setembro de 1868, p. 179

Governador de Macau –António Sérgio de Souza (3-08-1968 / 22-03-1872) Governador do Bispado (1866-1870) – Padre Jorge António Lopes da Silva (natural de Macau) nomeado em 1866, pelo Arcebispo de Goa. Era Mestre Escola, e pároco de S. Lourenço antes da nomeação.

A Igreja paroquial de S. Lázaro é dedicada Nossa Senhora da Esperança cuja estatua se vê no altar-mor; dos dois lados da nave ficam os altares do Sagrado Coração e de S. José. No cruzeiro, ergue-se uma cruz de granito, em cuja base se lê: «Cruz da Esperança, Ano 1637». Contíguo à igreja, fica o Asilo de S. José, construído por ocasião da epidemia de 1895 e que hoje é o albergue. A jurisdição espiritual da Paróquia de S. Lázaro não é local, mas pessoal, abrangendo toda a população chinesa de Macau, sendo por isso a maior e mais populosa freguesia da cidade.” (TEIXEIRA, P. Manuel – Macau e a sua Diocese I, 1940, p.171.)

Anteriores referências a esta Igreja: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/igreja-de-s-lazaro-n-sra-da-esperanca/

Na capela-mor da igreja de S. Domingos, na parede lateral da esquerda, há um a lápide que ostenta, em alto relevo, uma mitra e um báculo e diz: (1)

Extraído de TEIXEIRA, P. Manuel – A Voz das Pedras de Macau, 1980, p. 73.

D. Tomás Badia (O.P.), nascido em 1807, professando nos Dominicanos a 7 de Outubro de 1826, foi enviado à China em 1833 onde sofreu a perseguição de 1836-37. Em fins de 1842 passou a Macau indo receber em Penang (2) a sagração em 1843 como coadjutor de D. José Segui, Arcebispo de Manila. Regressou à sua missão de Fukien, (3)   na China; ali contraiu uma doença que o forçou a vir a Macau, onde faleceu a 1 de Setembro de 1844, antes de poder sagrar o novo bispo de Macau D. Nicolau Rodrigues Pereira de Borja, (4) como este lhe havia pedido. Este faleceu a 29 de Março de 1845 antes de ser sagrado. O corpo de Badia foi depois transladado para Manila. Em 1958, a lápide sepulcral da Badia foi removida do centro da capela-mor e fixada na parede ocidental”. (1)

(1) TEIXEIRA, P. Manuel – A Voz das Pedras de Macau, 1980, pp. 73-74.

(2) Penang –ilha localizada na costa peninsular da Malásia.

(3)福建 – Fujian (romanizado para Fukien) ou Hokkien

(4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-nicolau-r-pereira-de-borja/

Anterior referência a D. Tomás Badia  em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/08/05/noticia-de-5-de-agosto-de-1835-tufao-e-os-estragos-na-se-catedral/

Disponível para leitura uma “Carta del P. Tomás Badía al Prior Provincial Fr. Rafael Masoliver, Fogan, 24 de febrero de 1838”, com notícias de Macau em: https://www.upf.edu/asia/projectes/che/s19/av1838.htm

Outras fotografias de José Neves Catela (tiradas entre 1934 e 1936) publicadas e legendadas em português, inglês e chinês no «Directório de Macau de 1936». 

Liceu Central de Macau – O Ginásio

NOTA I: “1933 – Foi determinado que o Liceu Central de Macau passe à categoria de Nacional (Boletim Geral das Colónias, Ano IX, Dezembro 1933, n.º 102 pp. 222)

Nos anos lectivos 1933/34 e 1934/35, o professor (interino) de Educação Física era Artur António Tristão Borges. No ano lectivo 1935/36, o professor era Firmino José Miranda da Costa e no ano lectivo seguinte encontrava-se vago.

24-11-1934 – BOGCM N.º 2 DE 12 DE Janeiro de 1935, p. 25

NOTA II: “16-08-1937 – É escolhido e dado ao Liceu o nome de Infante D. Henrique (P.P. n.º 2366 – B. O. n.º 34, p. 560 (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 259)

Igreja do Seminário de S. José
Um dos motores “Diesel” da estação geradora da Companhia de luz eléctrica

NOTA III: “1933 – Publicado no BO n.º 46 de 18 de Novembro de 1933, a escritura de contrato de concessão do exclusivo de fornecimento de energia eléctrica à Cidade de Macau pela Melco: ”The Macao ElectrIc Lighting Company Limited” (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III,  2015, p. 239)

Sobre este fotógrafo, ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

No dia de 23 de Agosto celebra-se a festa litúrgica de Santa Rosa de Lima (1).

Recordo o papel missionário ligado ao ensino do Colégio de Santa Rosa de Lima, em Macau, nomeadamente a acção educativa das Franciscanas Missionárias de Maria transcrevendo parte dum artigo (com fotos) não assinado, publicado no Boletim de Macau (2)

As alunas numa aula prática de Físico-Química

“O Colégio de Santa Rosa de Lima ficou debaixo da direcção das Franciscanas Missionárias de Maria (F.M.M.) (3) a partir de 1903. Foi no dia de 17 de Novembro de 1903, que as Franciscanas chegaram a Macau, tendo assistido ao seu embarque a própria fundadora do seu Instituto, a Reverenda Madre Maria da Paixão. Anos antes havia ela visitado Portugal por ocasião do sétimo centenário de Santo António de Lisboa, pelo qual ela tinha grande devoção, e daí levou gratas recordações do país.

Professoras dão aulas de costura

Assim não recusou o pedido (insistente) de D. João Paulino de Azevedo e Castro, para a vinda de um grupo de Religiosas para Macau. Foram instaladas na primitiva habitação das monjas de Santa Clara (4) (5) e, transformado o mosteiro em colégio de educação feminina, com o nome de Santa Rosa de Lima. Assim decorreram anos, quando em 1910, as Religiosas se viram obrigadas a tomar outro rumo, deixando atrás de si uma obra.

Preparando-se para a vida, aprendem também dactilografia

Retomaram esse lugar, quando D. José da Costa Nunes desejando haver uma casa de educação onde fossem instruídas meninas de origem portuguesa, resolveu fazer de Santa Rosa de Lima, um centro intelectual e religioso, admitindo alunas de todas as nacionalidades, qualquer que fosse a crença que professassem. Assim em 1932 era entregue a direcção às F.M.M. este estabelecimento, que, pouco a pouco, vai ampliando e remodelando surgindo do antigo edifício, um novo que foi inaugurado no dia de 24 de Março de 1934. Posteriormente, foi construída a igreja de Santa Clara que liga o Convento com o Colégio, benzida e inaugurada no dia 25 de Outubro de 1936, festa de Cristo Rei.

As alunas escuteiras numa aula de sinalização

No ano lectivo de 1955/1956 estavam inscritas um total de 929 alunas inscritas nas três sessões de ensino, (6) respectivamente: secção portuguesa com 220; secção chinesa com 355 e secção inglesa com 354. Os Cursos Secundários das Sessões Chinesa e Inglesa estavam oficialmente reconhecidos, dando o primeiro ingresso às Universidades da Ilha Formosa e o segundo à Universidade Católica de Washington.

Os desportos fazem parte das actividades diárias das alunas

Há ainda uma escola gratuita primária, para meninas pobres, chinesas, cujas aulas eram diários das 5 h às 7h da tarde. Essas aulas eram frequentadas por 158 crianças. Ministrava-se no Colégio o ensino de línguas estrangeiras, assim como o da música, tendo muitas alunas feito os exames do «Trinity College of Music» em Hong Kong.”

Na Igreja,durante uma festa religiosa no mês de Maio

(1) Rosa de Lima (Lima, 20 de abril de 1586 – Lima, 30 de agosto de 1617), nome de baptismo de Isabel Flores y Oliva, foi uma mística da Ordem Terceira Dominicana, beatificada em15 de Abril de 1668 por Papa Clemente IX e canonizada em 2 de Abril de 1671, Roma por Papa Clemente X. Santa Rosa é a primeira santa nativa da América e padroeira do Peru.

(2) Macau, Boletim Informativo da Repartição Provincial dos Serviços de Economia e Estatística Geral, Ano III, n.º 60, de 31 de Janeiro de 1956, pp. 8-9.

(3) 4-10-1903 – Partiram para Macau, vindas da Europa, (chegaram a 17-11-1903), as religiosas Missionárias Franciscanas de Maria, para dirigirem o Colégio de Sta. Rosa de Lima (iniciativa de D. João Paulino de Azevedo e Castro (1902-1918) para educação de pensionistas, e órfãs, esta gratuitamente). Acolhia, como internas, raparigas de vários pontos do Extremo Oriente – incluindo Tailândia. Depois de um interregno (1916-1932), voltaram, já em tempo de D. José da Costa Nunes. Em 1933 abriu a secção chinesa. Em 1936 é inaugurado o novo Colégio-Sede, resultante de ampliação. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 17)

 (4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/convento-de-santa-clara/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/igreja-de-santa-clara/

 (5) Até 1903, era dirigido pelas Filhas Canossianas da Caridade desde 1889. Antes das canossianas, o colégio, naquela altura chamado de recolhimento, albergou as clarissas, cujo convento foi destruído por um incêndio em 1824. As irmãs foram albergadas no Recolhimento de Santa Rosa de Lima. Com o falecimento da última clarissa em 1875, o recolhimento passou a chamar-se de Colégio de Santa Rosa de Lima.

(6) As línguas de ensino do colégio foram o português, o Inglês e o cantonense. O ano lectivo 1992-1993 foi o último ano do ensino em português do Colégio Santa Rosa Lima. 

Extraído de «BPMT», XIII-34 de 26 de Agosto de 1867, p. 199

… continua

NOTA: O Governador era José Maria da Ponte e Horta (26 Outubro de 1866 a 1868). A 18 de Agosto de 1867 foi eleito Deputado às Cortes por Macau, o anterior governador, o Conselheiro José Rodrigues Coelho do Amaral que governou Macau de 22-06-1863 a 1866.

Em 11 de Julho de 1754, o novo Bispo D. Bartolomeu Manuel Mendes dos Reis (1720-1799; bispo de Macau de 1752 a 1772) embarcou com o seu vigário-geral (Dr. Custódio Fernando Gil) na nau N. Sr.ª do Bom Despacho, aportando a Macau nos primeiros dias de Agosto de 1754; hospedou-se no Seminário de S. José, regido pelos jesuítas; a 11 desse mês, Domingo, fez a sua entrada solene na Catedral, tendo como convidados para este acto todos os Superiores Religiosos da Cidade. Foi então viver no Paço Episcopal. (1) (2) (3)

D. Bartolomeu foi elevado ao episcopado aos 32 anos de idade sendo nomeado para Sé de Macau em 29 de Novembro de 1752, confirmado em 22 de Janeiro de 1753 e sagrado em 25 de Junho de 1753, na igreja de S. Roque, em Lisboa; a sagração foi feita pelo Arcebispo de Lacedemónia, sendo assistido pelo bispo resignatário de Macau, D. Frei Hilário de Santa Rosa, e pelo bispo de Cristina (2)

Retirou-se da Diocese de Macau, nos princípios de 1765, e não mais voltou pois foi transferido em 1772 para Mariana, Brasil. Deixou como Governador do Bispado o Padre Francisco Vaz, chantre da Sé que administrou a diocese até chegada do novo bispo, nomeado em 13 de Junho ou Julho de 1772, D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães.

(1) Informações de TEIXEIRA, Pe. Manuel – Macau e a Sua Diocese II, 1940, pp. 235-250

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/12/07/noticia-de-7-de-dezembro-de-1752-novo-bispo-de-macau-d-bartolomeu-manuel-mendes-dos-reis/

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume I, 2015, p. 277

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-bartolomeu-m-mendes-dos-reis/

A comunidade Católica Chinesa celebrou no dia 8 de Julho de 1956, a tradicional festa de S. Roque. Constou a mesma de várias cerimónias religiosas, realizadas na Igreja de S. Lázaro, paroquial daquela comunidade, e de uma concorrida procissão que percorreu o itinerário dos anos anteriores. (1)

Nesta igreja existe uma estátua do santo protector das epidemias – São Roque – cuja festa, é celebrada anualmente no segundo Domingo de Julho.

São Roque é um santo da Igreja Católica Romana, protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos, cirurgiões, e dos cães. Nasceu em Montpellier cerca de 1295, falecendo em 1327. Seu pai era o Governador dessa cidade. Diz-se que nasceu com uma cruz vermelha gravada no peito. Ficou sem pais quando tinha 20 anos de idade, distribuiu a sua fortuna pelos pobres e renunciou ao governo da cidade em favor do seu tio. Disfarçado de peregrino mendicante, partiu para a Itália, mas ao passar por Aguapendente, vendo a sua cidade atacada de peste, aí ficou ao serviço dos doentes curando muitos com o sinal da cruz, entre eles o cardeal. Seguiu para outras cidades até Roma, grassando em todas elas esse flagelo, que ficou conhecido pelo «Mal de S. Roque»; ele curava por toda a parte os empestados. Ele próprio ficou atacado do mal, em Piacenza. Sendo expulso  do hospital, retirou.se para uma cabana na floresta, onde apareceu um cão que lhe lambia as chagas. Uma vez curado, regressou a Montpellier, mas foi tomado por espião disfarçado em peregrino e preso por ordem do Governador, seu próprio tio, segundo alguns escritores. Morreu na cadeia cinco ano depois e só então foi reconhecido pela cruz vermelha no peito (2)

NOTA: Macau tem na sua toponímia, uma rua com o nome deste santo. A Rua de S. Roque começa entre a Calçada do Poço e a Rua de S. Miguel, em frente do beco da Boa Vista, e termina na Calçada da Igreja de S. Lázaro, entre a Rua Nova de S. Lázaro e a Rua de S. Miguel.

(1) «MACAU B.I.», Ano III, n.º 71, 15 JUL 1956 p. 14

(2) Segundo o Padre Teixeira, e outras fontes consultadas, a festa de S. Roque celebra-se a 16 de Agosto, data em que o Papa Urbano VIII aprovou os ofícios eclesiásticos para serem recitados no dia da sua festa. TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau; Vol. II, pp. 15-16

Anteriores referências à Igreja de S. Lázaro e a S. Roque https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/igreja-de-s-lazaro-n-sra-da-esperanca/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/07/08/noticia-de-8-de-julho-de-2018-festa-de-s-roque/

Extraído de «BPMT», XIII-27 de 8 de Julho de 1867, p. 157

José Martinho Marques (S. Lourenço 20-03-1810 – S. Lourenço 4-7-1867; sepultado no dia seguinte no Cemitério de S. Miguel) estudou no Colégio de S. José, onde se especializou em chinês, e foi aluno do Padre Joaquim Afonso Gonçalves. (1) Seguiu depois a carreira de intérprete do Governo de Macau e de várias legações estrangeiras Casou com Vicência Maria Baptista (1811-1885), em 1835. Tiveram 12 filhos. Publicou um “Tratado de Geografia” (em chinês) e “Princípios elementares da Música ao alcance de todos” (Macau, 1852), deixando inédito um “Dicionário china- portuguez”. Em prémio dos serviços prestados à legação francesa, foi condecorado com o grau de cavaleiro da Legião de Honra de França (2)

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-martinho-marques/

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/padre-joaquim-afonso-goncalves/

(2) TEIXEIRA, P. Manuel – Galeria de Macaenses Ilustres do Século Dezanove”, 1942, pp.153-156