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Continuação da apresentação da colecção de 12 postais (18,5 cm x 12,7 cm) com fotografias do fotógrafo Lei Iok Tin, editada pela Fundação Macau e Centro UNESCO de Macau (1)

AS últimas duas desta colecção, datadas de 1964 e 1978

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/lei-iok-tin/

Continuação da apresentação da colecção de 12 postais (18,5 cm x 12,7 cm) com fotografias do fotógrafo Lei Iok Tin, editada pela Fundação Macau e Centro UNESCO de Macau (1)

Mais duas fotografias, datadas de 1958 e 1960

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/lei-iok-tin/

O aniversário do nascimento da deusa «Neong Ma», (1) que se comemora no 23.º dia da 3.ª Lua, (este ano no dia 23 de Abril), é para os marítimos, em Macau, a mais importante festividade religiosa do calendário chinês.

Em Macau, essa festividade celebra-se sobretudo no Pagode da Barra (2) onde ganha foros de acontecimento extraordinário. Todos os marítimos, e muitos outros devotos, ocorrem nesse dia, ao santuário da «Rainha do Céu», levando os mais abastados, valiosas ofertas e os outros a gratidão de seus corações reconhecidos. Colocando no altar da deusa os seus presentes, agradecem a proteção concedida nos últimos doze meses e pedem, na faina que vai recomeçar, ventos favoráveis e que se encham de peixe as redes largas. (3)

Templo de Ma Kok – desenho de R. Von Decker (1860) Litografia colorida de W. Korn & Co (4)

(1) São obscuras as origens da deusa “Neong Ma», também conhecida por «Tin Hau» (Rainha do Céu) e, por isso, muitos historiadores chineses a identificam com a deusa budista Maritch e com a tão popular «Kun Iam», deusas dos taoistas. Em muitos templos, as deusas «Neong Ma» e «Kun Iam» ocupam o mesmo santuário para que os devotos possam dirigir as suas preces àquela que é mais da sua devoção. «Neong Ma» é, no entanto, a deusa por excelência da gente do mar. Em cada embarcação tem ela um altar, no coração de cada marítimo, uma crença inabalável, e em todas as localidades onde haja pescadores um templo que se distingue pela religiosidade dos seus devotos. (3)

(2) Estendendo-se em anfiteatro pela Colina da Barra, virada ao porto interior. O Pagode de Ma-Kok-Miu é uma nota de exotismo que vai morrer nas velas plácidas das lorchas, e na vida íntima dos tancás e sampanas que deslizam nas águas do rio. O Pagode da Barra ou Templo de Ma-Kok-Miu é o recinto sagrado onde a gente do mar rende à deusa «Neong Ma» um culto fervente que a tradição mantém e a crença alimenta e fortifica. (3)

(3) Extraído do artigo não assinado de «MBI», ano III, n.º 67 de 15 de Maio de 1956, pp. 8-10

(4) The Ma Kok Temple, Macao de R.Von Decker (1860) https://artsandculture.google.com/asset/the-ma-kok-temple-macao/TQH3GZ_m3zx3bA

Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», I- 22 de 18 de Fevereiro de 1873, p. 2

Dr. Júlio Ferreira Pinto Basto, Procurador dos Negócios Sínicos, eleito deputado pelo Círculo de Macau em 1-3-1874 e pela segunda vez em 8 de Julho de 1874.

O 2.º tenente Vicente Silveira Maciel foi nomeado comandante interino da Policia do Porto de Macau em 11 de maio de 1871, exercendo esse posto até 15 de Janeiro de 1872. Foi comandante da lorcha Amazona e em 1873 nomeado comandante da escuna “ Príncipe D.Carlos”. (1) Em 21 de Agosto de 1873, o mesmo 1.º tenente Maciel, na escuna “Príncipe D. Carlos”, (2) atacou e aprisionou uma lorcha de piratas, esta escuna era a “Salamandra” que fora construída em 1866 na Inglaterra e veio substituir a “Amazona” que ficou no Porto Interior a servir de aquartelamento da Policia de Mar. (3) Em 20 de Novembro de 1873, já como 1.º tenente, foi interveniente no episódio (4) de 20 de Novembro de 1873 quando caiu ao mar mas foi salvo por um marinheiro agarrando-se ambos a um bambu (5) (6)

(1) A escuna “Príncipe D. Carlos” (1866-1874) — Escuna de vapor construída em Inglaterra e que foi adquirida pelo governo de Macau em 1866. Armou com quatro bocas de fogo.Em 1874, em Macau, perdeu-se por encalhe, devido a um tufão.

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/08/21/noticia-de-21-de-agosto-de-1873-escuna-principe-carlos/amp

(3) (TEIXEIRA, Mons. Manuel – Marinheiros Ilustres Relacionados com Macau, 1988, p. 111).

 (4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/11/20/noticia-de-20-de-novembro-de-1873-tragico-acidente-nas-aguas-do-porto-interior/

(5) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, p. 207.

(6) Segundo outras fontes ??? que não consegui confirmar, o 1.º tenente Vicente Silveira Maciel viria a morrer em 21 de Novembro deste  “Trágico Acidente nas águas do Porto Interior” talvez por vingança dos piratas, pela acção da escuna Príncipe Carlos no combate à pirataria) (4)

Foi construída esta fortaleza em 1740. (1) Na actualidade tem trinta e duas peças de artilheria, sendo três de bronze e as mais de ferro. Oito estão apeadas, e todas as outras montadas. O oficial comandante do destacamento, que a guarnece, e que é rendido todos os mezes, é também o comandante interino da fortaleza” (2) (3)

Fortaleza de S. Tiago da Barra – entrada do Porto Interior (aguarela sobre papel; Marciano Baptista c. 1875-80; Martyn Gregory Gallery

Esta fortaleza (edificada no local de uma anterior bateria de canhões), está situada na ponta Sul da Península de Macau, como fortificação costeira das margens da colina da Barra, à entrada da barra do Porto Interior.

(1) A Fortaleza (Forte da Barra) não foi construída em 1740. Foi construída de 1616 a 1629 ; em 1740 foi construída a Capela de S. Tiago, no interior do forte, aquando da ampliação e reforço do forte. (TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Vol II. ICM, 560 p. )

(2) «Almanach Luso Chinez de Macau para o anno de 1866», pp. 42-43

(3) Entre 1846-1851, foi comandante da Fortaleza da Barra, em Macau,  José Manuel de Carvalho e Sousa. Natural de Goa, foi ajudante às ordens do Governador Geral da Índia, Barão de Sabroso, em 1838, depois secretário do Governador de Macau, Adrião Acácio Silveira Pinto. Após o comando da Barra regressou à India. Escreveu três capítulos da sua História de Macau, editada em Macau na Tipografia de Silva e Sousa. A obra não teve muitaa ceitação pelo que , planeada para publicação mensal e subscrição pública, ficou incompleta (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, pp. 102-103.

Entre 18-03-1861 a 31-01-1867, foi comandante do forte Jerónimo Pereira Leite, major da Guarnição da província de Macau e Timor.

Anteriores referências a este forte e o pintor em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/capela-de-s-tiago-barra/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/fortaleza-de-s-tiago-ou-da-barra/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/marciano-antonio-baptista/

A propósito da data de nascimento (5 de Junho de 1826) do que é considerado o pintor macaense nascido em Macau, Marciano António Baptista (já referenciado em anterior postagem) (1) saliento uma exposição evocativa da vida e obra deste pintor oitocentista., inaugurada a 21 de Abril de 1990 (esteve patente ao público até 10 de Junho desse ano), na Galeria do Leal Senado (2)

Vista do Porto Interior (aguarela sobre papel) Marciano Baptista c. de 1875-80; Martyn Gregory Gallery

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/06/05/noticia-de-5-de-junho-de-1826-marciano-antonio-baptista/

Outras referências deste pintor que se fixou residência em Hong Kong em finais de 1840 (ou durante a década seguinte) e faleceu na sua residência na ilha de Hong Kong, em Caine Road a 18 de Dezembro de 1896: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/marciano-antonio-baptista/

(2) «RC», n.ºs 11/12 de 1990, p. 217

“01-12-1779 – O Capitão James Cook, que em 1770 se assenhoreou da Austrália, tem certa relação com Macau, onde vieram aportar dois dos seus navios. Havia em Macau cópias de quadros dum membro da última expedição de Cook, o artista suíco John Webber (1750-1793). (1) Hoje ninguém em Macau sabe onde eles se encontram ou o que é feito deles. Os dois navios da expedição «Resolution» e «Discovery» ancoraram no porto de Macau em 1 de Dezembro de 1779, no seu regresso a Inglaterra, depois do Capitão Cook ter sido morto em Hawai. Weber, cujo interesse era desenhar panoramas célebres pintou, pelo menos dois quadros de Macau.

O quadro “View in Macao, including the residence of Camoens, when he wrote his Lusiad está incluído no Vol. 3, do capítulo XI do livro publicado pelo artista John Webber c. 1779-1788.

Um deles, foi num local, mesmo a noroeste da Fortaleza do Monte, mostrando o Porto Interior e as serras distantes da China, com a Igreja de S. Paulo e uma casa da família Pereira.

Inner Harbor of Macao and Ma Kok Temple, 1788. John Webber (1752-1793), Macao, China, Peabody Essex Museum 2006 Photo Sexton-Dykes https://visualizingcultures.mit.edu/rise_fall_canton_04/gallery_places/pages/cwM_1788_M10471_MaKok.html

No outro, figurava uma vista do pagode de A-Ma, na Barra, um cenário costeiro do Porto Interior, com rochas, sampanas e rampas de desembarque, com serra ao fundo. Referências a estes dois quadros encontram-se no livro de James Orange, intitulado ´The Charter Collection“. (2) (3)

(1) Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/john-webber/.

(2) ORANGE, James – The Chater Collection. Pictures relating to China, Hong Kong, Macao, 1655-1860; with Historical and Descriptive Letterpress. London. Butterworth. 1924. O negociante e coleccionador Sir Catchick Paul Chater, de origem arménia, faleceu em Hong Kong (1926) deixando a sua colecção (porcelana, pinturas, estampas, e livros) bem como sua residência (hoje,  «Admiralty House» ) à sua esposa e após esta falecer, em 1935 passou para administração do governo de Hong Kong. Infelizmente a sua colecção composta por 430 artigos (entre eles, o livro de James Orange) foi danificada e perdida enquanto da ocupação pelos japoneses, restando hoje somente 94 que estão no Museu de Arte de Hong Kong. https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Chater

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 1, 2015, p.304.

Extraído de «BGC», XXVI – 295, Janeiro de 1950, pp. 183-1888

O governador, o prelado de Macau e o comandante militar da colónia à chegada ao campo
Aspecto da missa campal
Os novos barcos alinhados, antes da bênção
O prelado de Macau no acto da bênção dos novos barcos do Centro Náutico da Mocidade Portuguesa
A menina Norma Ruth de Oliveira «baptiza» duas embarcações

NOTA – Ver anterior referência ao clube náutico em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/12/01/noticia-de-1-de-dezembro-de-1949-inaugura-cao-do-centro-nautico/

Extraído de «O Occidente» XXXIV-1186, de 10 de Dezembro de 1911, p.271
NOTA: a foto com canto inferior direito não é do biografado

Adolfo Ferreira Loureiro (1836-1911), militar, engenheiro, escritor, poeta e político, bacharel em Matemática em 1856 na Universidade de Coimbra e em Engenharia Civil em 1859. Entrou na escola do Exército, em 1858, onde seguiu carreira militar. Em 1883, foi em Comissão à Índia Britânica, a Ceilão, Singapura, China e Macau.

Veio para Macau, em 1883, como Capitão de Engenharia e Major do Estado Maior, no cumprimento da missão de assorear o porto de Macau, tendo elaborado o grande projecto dos aterros do porto interior (posteriormente o projecto foi alterado por diversas vezes). O trabalho desenvolvido em Macau foi elogiado, recebendo do Leal Senado (1884) a honra de ter o seu nome num arruamento executado entre 1882 e 1883 (1) (2)

Em Macau, desenvolveu interessantes apontamentos acerca da cultura e sociedade chinesa. Acresce que contactou e privou com várias personalidades da época, nomeadamente com Demétrio Cinatti, Capitão do Porto de Macau e, com Eduardo Marques, reputado sinólogo e intérprete da Procuratura dos Negócios Sínicos de Macau. Apoiado pelo Partido Progressista, foi eleito Deputado para Legislatura de 1890, pelo 1.° Círculo Eleitoral de Macau, de que prestou juramento a 15 de Janeiro de 1890, e, na Legislatura de 1890-1892, representou o referido Círculo Eleitoral como Deputado da Legislatura anterior, até ao dia 27 de Maio de 1890.

Foi autor de mais de duas dezenas de publicações de carácter literário e profissional, mas destacou-se com o seu diário de viagem, «No Oriente – De Nápoles à China (diário de viagem). Lisboa, 1896-1897: Imprensa Nacional, 1896. – 2 v.

Com referência a Macau, publicou: 1 – Porto de Macau. Ante-projecto para o seu melhoramento. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1884. – 286 p. 2 – Estudos sobre alguns portos commerciaes da Europa, Ásia, Africa e Oceania. Coimbra, 1885, 2 vol. 3 – Macau e o seu porto. Conferência na Sociedade de Geographia de Lisboa. Lisboa, 1896.

PLANTA da bacia geral dos rios Si-Kiang, Peh-Kiang e Han-Kiang ou rios do Oeste, Norte e de Este, desde a sua origem até desembocarem no mar da China pelos estuários de Cantão e do Broadway [Material cartográfico]: Nº 1 / Extrahida da planta da Província de Cantão, levantada por I. G. Lörcher e completada pelas cartas da China de I. Perthes e de Williams; Assumpção lith.  [Coimbra: Imprensa da Universidade, 1884]  – 1 mapa LOUREIRO, Adolfo Ferreira de, 1836-1911; ASSUNÇÃO, António José Saldanha, 1850-1900, litog. http://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?

Loureiro demonstrou ainda envergar uma postura crítica relativamente à posição política de Portugal em Macau por altura do incidente subjacente à notícia da revolta de Cantão em Setembro de 1883, sem contudo deixar de mencionar que o seu próprio país, por falta de tratado com a China, não tinha ali cônsul para proteger o macaísta envolvido. Manifestou-se face ao sistema do mandarinato revelando e reforçando a ideia da própria singularidade de Macau. A abordagem à corrupção e ao suborno é inevitável e também o sistema judicial e penal mereceu acutilantes apontamentos críticos. A questão da pirataria mereceu-lhe uma especial atenção já que a estes marginais se referiu com frequência, fazendo referência ao episódio do White Cloud, embarcação que garantia a viagem Macau – Hong Kong – Macau.” (3)

Planta da PENÍNSULA E PORTO DE MACAU com as sondagens levantadas em 1884 e com o projecto do caes interior, molhe da Taipa, docas da ilha Verde e Praia Grande, dique da Taipa e revestimento marginal entre a Ilha Verde e Pac-Siac [Material cartográfico] / [Adolfo Ferreira de Loureiro]; gr. Samora. – [Coimbra: Imprensa da Universidade, 1884]. – 1 Planta, 5 folhas com informação hidrográfica, 1 folha com perfis e alçados. LOUREIRO, Adolfo Ferreira de, 1836-1911; SAMORA, Júlio César Júdice, 1845-post. 1913, litog. http://purl.pt/17239/service/media/pdf

(1) ”Macau deu o nome de Adolfo Loureiro a uma via pública. O projecto de Loureiro ficou apenas no papel, apesar das instâncias de Macau junto do Governo Central . Assim em 1891 subiu ao Terreiro do Paço um requerimento de 951 habitantes de Macau para se executarem as Obras; mas só 6 anos mais tarde é que de lá se pensou nisso; em 08-08-1903, o Capitão de Cavalaria Carlos Alexandre Botelho de Vasconcelos foi incumbido de sondagens no porto. Então o Governo dispôs-se a executar o plano de Loureiro, mas nada feito.” TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume I, 1997, p. 408

(2) 羅利老馬路 – Estrada de Adolfo Loureiro: começa na Avenida Sidónio Pais e termina no cruzamento da Estrada de Coelho do Amaral com a Rua da Restauração. Executada em 1882/1883. CAÇÃO, Armando Azenha – Sankiu in http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30035/2019

(3) https://orientalistasdelinguaportuguesa.wordpress.com/adolfo-loureiro/

Ver Anteriores referências neste blogue de Adolfo Loureiro em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/adolfo-loureiro/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/estrada-adolfo-loureiro/

NOTA: Uma nota biográfica muito completa, em http://www.pianc.pt/pdfs/F2.pdf

Macau – Antigo Club Chinês, hoje uma residência particular

Parece-me tratar-se do actual jardim de Lou Lin Ioc, embora nos  meus apontamentos, a concessão do aforamento de um terreno situado no antigo  Campo de Long – Tin- Chun, fosse concedido a Lou Lin Ioc em 1924. (B.O.M. n.º 26  de 28 de Junho de 1924, p. 482.) Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jardim-lou-lim-ioc/

Macau – Vista da Baía da Areia Preta

Quando a baía foi aterrada posteriormente, em 1923, os terrenos da Avenida do Hipódromo e da Areia Preta, ainda não estavam concluídas. Antes do aterro, a Estrada da Areia Preta era a marginal e a zona envolvente era chamada de Praia do Bairro da Areia Preta. (c. 1920)

Macau – Vista do porto interior

Referências anteriores ao Porto Interior em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/porto-interior/

Macau – Avenida «Vasco da Gama»

Avenida «Vasco da Gama» inaugurada em 1898 (na altura chamada «Nova Avenida de Vasco da Gama») estendia-se desde o actual Jardim de Vasco da Gama até ao Jardim da Vitória

 “No mesmo jardim, entre o monumento (da Victória) e a rua que o tornea, com o centro na continuação do eixo da Avenida, acha-se implantado um vistoso lago d granito, tendo ao centro uma peça monumental de ferro formada de diferentes bacias d´onde se desprende a agua que n´ellas é lançada por meio d´um tubo central. Quatro peixes, que ficam n´um plano inferior, lançam pela bocca outros tantos jactos de agua.  Sobre a bacia superior, 3 garças simulam gozar aquella agradável frescura rematando assim este gracioso conjucto…” («Jornal Único», de 20 de Maio de 1898)

Referências anteriores em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/avenida-vasco-da-gama/