Archives for category: Forças Militarizadas

Extraído de «BGC» XXVI – 307, Janeiro de 1951
Anteriores referências a este  Comandante Militar de Macau, de 15 de Novembro de 1950 a Junho de 1952, coronel de infantaria (seria depois promovido a brigadeiro a 15 de Março de 1951) Paulo Bénard Guedes (1892 – 1960) em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/paulo-benard-guedes/

Foi depois promovido a General e governador-geral da Índia entre 1952 e 1958 (já em 1945 e 1946 ocupara o cargo de Governador –Geral interino)

Conta o Padre Teixeira, um episódio passado com o este Comandante:
Paulo Benard Guedes, comandante militar lembrou-se de acrescentar mais um andar ao edifício do Grémio Militar (Clube Militar). Pediu autorização ao Ministério, mas foi-lhe negada. Quando posteriormente ele soube que o Grémio (que serviu de alojamento aos refugiados de Hong Kong na II Guerra e ocupado irregularmente pelo Governo em 1945, instalando aí a repartição de Fazenda do Conselho)   era propriedade particular, disse: «-Ainda bem que me negaram a licença.». (TEIXEIRA, P. Manuel – Os Militares em Macau, 1975. p. 498
No entanto deve-se a este comandante militar o auxílio e as facilidades concedidas para a restauro do Grémio que passou a denominar-se Clube Militar em 1952, (re)inaugurado pelo Ministro do Ultramar aquando da sua visita ao Território.

Extraído do «BGC» XXVI n.º 307,  1951
NOTA: Esta mesma festividade noticiada por outra fonte –revista “Mosaico” de Macau- foi publicada em postagem anterior de 13/11/2014:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/11/13/noticia-de-13-de-novembro-de-1950-gruta-de-nossa-senhora-de-fatima-no-aquartelamento-de-mong-ha/

Esboço Critico da Civilização Chineza” pelo Dr. J. António Filippe de Moraes Palha (1) publicado em Macau, em 1912 com 120 páginas em que 54 páginas são preenchidas pelo PREFÁCIO do “Exmo. Sr. Dr. CAMILLO PESSANHA”. Tem uma pequena introdução de 5 páginas, datado de “Macau, maio de 1912” e assinado por “Moraes Palha” e 64 páginas descritas pelo autor como folheto.

Encadernação com lombada e no frontispício uma bonita impressão de um junco e um pagode com lombada

Dessa “Introdução”, retiro:
O pequeno folheto, que venho submeter à apreciação do publico, não é senão um produto de circumstancias fortuitas. Não revela da minha parte nem o prurido de avolumar a literatura portugueza, nem a vaidade de contribuir com um trabalho original para o estudo da complexa civilização chineza. … (…)
Foi a primorosa conferencia do sr. Dr. Camillo Pessanha sobre “A Arte chineza” que me orientou o espirito, no mare magnum dos assumptos sobre coisas chinesas.
Era evidente, que, emquanto o formoso genio do poeta descobria na arte d´este povo as mais maravilhosas manifestações do bello, e desvendava nos symbolos, conceitos e máximas chinesas as mais sublimes concepções philosophicas, a mim, obreiro, embora modesto e obscuro, do positivismo, competia-me naturalmente a tarefa de patentear a realidade, na sua nudez singela e austera, pura ou impura, formosa ou hedionda, perfumada ou fétida…. (…)

Capa do livro, com algum uso, com manchas, marcas de fitas na lombada e reparação de partes superiores.

As folhas soltas, com a entrada de anno de 1911, fechava-se o cyclo das conferencias em Macau.
As folhas solta do manuscripto, não tendo já razão de existência, ficariam jazendo no derradeiro somno do esquecimento, se não fôra a amavel interferencia do Dr. C. Pessanha, que, com as suas encantadoras palestras, mais uma vez me incutia o gosto por assumptos chinezes.
Não se limitou a isto a valiosa intervenção do meu bom amigo. Accedendo ao meu tibio pedido, prontificou-se a apadrinhar o trabalho com o seu magistral prefacio, que, comquanto não exprima da sua parte para comigo mais do que mera deferência pessoal, generosa e captivante, de certo, a mim enche-me de profunda satisfação e intimo orgulho por ter conseguido assim arrancar á sua obstinada nacção uma das maiores glorias das letras nacionais… (…)

2.ª folha com assinatura de posse (não identificada), Macau, 1922.

José António Filipe de Morais Palha (1872 – faleceu em Macau em 1935), licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa, como alferes (desde 22-07-1898) chegou a Macau a 3-03-1900, sendo nomeado facultativo de 3.ª classe do quadro de saúde da província
Esteve em comissão de serviço em Timor (1902-1905; 1908; 1913-1914). Promovido a capitão-médico em 1915.
Foi professor de língua alemã do Liceu (1900-1901); professor interino do 6.º grupo do liceu (1912- 1914; 1918) professor do 7.º grupo 1917. Promovido a major-médico em 1918 e a tenente coronel em 1920 e coronel-médico em 1924. Chefe dos Serviços de Saúde de Macau, em 1922.
1922- Vogal do Conselho Consultivo 1923; 1926. Encarregado do Governo (na ausência do governador Maia Magalhães) em 1926. Reformou-se a 31-05-1926.
Dados recolhidos de TEIXEIRA, Padre Manuel – A Medicina em Macau, Volumes III-IV, 1998. Foto retirado de “Fundadores do Instituto (Macau)” em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/04/24/macau-e-a-gruta-de-camoes-xxi-instituto-macau-1920/
(1) PALLA, J. António Filippe de Moraes Palha – Esboço Crítico da Civilização Chinesa. Macau, Typ: Mercantil de N. T. Fernandes e Filhos, 1912, 120 p. 20 cm x 13 cm

No dia 1 de Novembro de 1849, o Governador-Geral do Estado da Índia, José Ferreira Pestana, (1) satisfazendo a requisição do Conselho do Governo da Província de Macau, Timor e Solor, dum oficial com qualidade de mando e direcção, no ramo militar, nomeou o seu ajudante às ordens, Capitão do Exército de Portugal, António Pedro Buys, (2) para servir na colónia de Macau e enviou, igualmente, a pedido do mesmo Conselho, uma força de 105 homens, para reforçar a guarnição, em vista dos graves acontecimentos que se seguiram ao assassinato do Governador, o Conselheiro e Capitão de Mar e Guerra, João Maria Ferreira do Amaral. (3) (4)
Essa força expedicionária (Força Auxiliar de Goa) com 5 oficiais e 100 praças, chegou a Macau em Dezembro de 1849.
Ainda em Outubro de 1849 é referido que o armamento é velho, toda a artilharia de bronze está incapaz e de campanha poucas peças existem; as armas de infantaria estão quase todas arruinadas, há pouca pólvora, sendo pedidos soldados e armas, pois o perigo está a um tiro de canhão. O batalhão de Artilharia dispunha de 285 militares, existindo também o batalhão Provisório, de 2.ª linha .” (5)
(1) José Ferreira Pestana (1795 — 1885) foi um militar, político e administrador colonial madeirense, professor da Universidade de Coimbra. Deputado às Cortes e Par do Reino, foi governador civil do Distrito de Vila Real (1835-1836) e do Distrito de Coimbra (1836) e exerceu por duas vezes o cargo de Governador do Estado da Índia (1844-1851 e 1864-1870). Exerceu também as funções Ministro da Marinha e do Ultramar (1841-1842) e de Ministro do Reino (1851). Aconselho a leitura da biografia em:
href=”https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ferreira_Pestana”>https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ferreira_Pestana
(2) António Pedro Buys é da família Buys, (grafada também Buiz, Buis ou Buyz). descendentes de Jan Pieter Buys, holandês, e de D. Maria Theresia, espanhola de Huelva (Espanha).  Jan Pieter, grafado João Pedro nos documentos, veio da cidade holandesa de Hoorn (a norte de Amesterdão) para Portugal, assentando raízes em Faro, no reino do Algarve.
http://lecor.blogspot.pt/p/geneologia.html
Há uma referência de um António Pedro Buys, Capitão Director do Trem de Artilheria do Algarve em Faro em Agosto de 1826 («Gazeta de Lisboa» Edições 152-307)
Luís Gonzaga Gomes dá uma referência datada de 29-06-1853 – “Uma comissão composta por João Maria de Sequeira Pinto, António Pedro Buys, José Vivente Jorge, Lourenço Marques e António José de Miranda organizou uma quermesse, no Salão do Leal Senado, em benefício da Escola Principal de Instrução Primária.” (3)
(3) GOMES, L. G. – Efemérides da História de Macau, 1954
(4) Sobre o assassinato do governador Ferreira do Amaral, ver anteriores referências em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/joao-m-ferreira-do-amaral/
(5) Retirado de CAÇÃO, Armando António Azenha – Unidades Militares de Macau, 1999,p.20.

O Directório de língua inglesa (1) de 1888 apresentava a lista dos navios portugueses que constituíam a esquadra naval portuguesa na China.
A corveta «Bartolomeu Dias» (2) foi uma corveta mista – com propulsão à vela e a vapor – ao serviço da Marinha Portuguesa, entre 1858 e 1905.
A corveta foi construída, em madeira, no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda, em 1858, sendo a primeira corveta da Marinha Portuguesa com propulsão a vapor.
Na sua viagem inaugural, foi responsável por trazer para Portugal D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, noiva do Rei D. Pedro V de Portugal. O navio foi comandado desde a sua entrada ao serviço, pelo infante D. Luís, irmão do Rei e oficial da Marinha.
A corveta Bartolomeu Dias foi incendiada em Angola, em 1905, por já não se achar em condições de utilização.
Lançamento:2 de janeiro de 1858
Período de serviço: 1858 – 1905 (desmantelado)
Deslocamento :2377 t
Propulsão: três mastros de velas redondas
Máquina a vapor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_Dias_(corveta)

Chegada a Lisboa da Rainha Dona Estefânia a bordo da corveta “Bartolomeu Dias”
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_Dias_(corveta)#/media/File:CorvetaBartolomeuDias1859.jpg


As canhoneiras Rio Lima (1875-1910), Rio Vouga (1882-1909), Rio Sado, (1875-1921) e Rio Tâmega (1875-1921) (3) fazem parte da chamada classe «Rio Lima». A canhoneira Rio Vouga foi construída no Arsenal de Marinha em Lisboa, e as restantes em Inglaterra. (4)

A canhoneira Rio Vouga (1882-1909)

Características técnicas:
Deslocamento: 645 toneladas
Dimensões: 45,4 m comp; 8,6 m boca; 3 m calado
Armamento: 2 peças de 9 libras; 2 peças de 4 libras; 1 peça de 3 libras
Propulsão: 2 mastros de velas; 1 maq. de 500 h.p.; 1 maq. 750 h.p.; 1 veio = 10 nós
Guarnição: 100 marinheiros
http://osrikinhus.blogspot.pt/2009/10/canhoneira-rio-vouga-1882-1909.html
A canhoneira Tejo (1869 – 1900) foi construída nos estaleiros do Arsenal da Marinha em Lisboa.
Wenceslau de Morais esteve em serviço nas canhoneiras Tejo (1889 até 1891) e Rio Lima (de 8-07-1888 a 31-09-1889)
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/canhoneira-tejo/

Canhoneiras “Guadiana” (1879-1892); Tejo (1869-1900) e “Faro” (1878-1912)
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2012/07/marinha-de-guerra-no-sec-xix-1.html

O vapor Dilly (1893-1905) foi adquirido em 1891 para operar em Timor. Foi abatido ao efectivo em 1905.
Por Portaria de 17 de Dezembro de 1892 foi determinado que deveria ser considerado relativamente ao Governo de Macau e ao Comando da respectiva Divisão Naval nas mesmas circunstâncias de qualquer dos vapores da flotilha do Zambeze. Em 1899 foi entregue ao Governo do distrito autónomo de Timor.
Por Despacho Ministerial de 17 de Outubro de 1905 foi mandado abater à lista dos navios de guerra.
https://arquivohistorico.marinha.pt/details?id=5257
NOTA: Esquadra de Guerra Portuguesa em 1880:
Corveta-Couraçada: “Vasco da Gama”;
Corvetas: “Bartolomeu Dias”, “Estefânia”, “Duque da Terceira”, “Sá da Bandeira”, “Rainha de Portugal” e “Mindelo”;
Canhoneiras: “Tâmega”, “Sado”, “Rio Lima”, “Tejo”, “Douro”, “Quanza”, “Bengo”, “Mandovi”, “Rio Ave”, “Guadiana”, “Tavira”, “Faro” e “Lagos”;
Transportes à Vela: “África” e “Índia”;
Transportes a Vapor: “Guiné” e “Fulminante”;
Navios-Escola: Fragata “D. Fernando II e Glória”, Corveta “Duque de Palmela” e Corveta “Sagres”.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_navios_de_guerra_portugueses
(1) Retirado de “The Directory & Chronicle for China, Japan, Corea, Indo-China, Straits”, 1888.
https://books.google.pt/books?id=zYpEAQAAMAAJ&printsec=frontcover&hl=pt-PT#v=onepage&q&f=false
(2) Corveta – Antigo navio de guerra com três mastros; moderno navio de guerra dotado de armas antiaéreas e anti-submarinas.
Por Corveta começaram a ser designados no século XVIII os navios de guerra semelhantes às fragatas, mas de menor dimensão. Tal como as fragatas, as corvetas tinham três mastros de velame, mas, ao contrário daquelas, não dispunham de uma bateria inteira coberta de canhões.
http://salvador-nautico.blogspot.pt/2010/04/corveta_14.html
(3) O A canhoneira “Tamega” está referenciada no Directório de Macau de 1885, com a seguintde guarnição:
(4) Uma canhoneira é uma embarcação armada com um ou mais canhões. O termo é bastante genérico e foi aplicado a vários tipos de embarcações de guerra. No entanto, a partir de meados do século XIX, foi usado, sobretudo para designar as embarcações de pequeno e médio porte, usadas pelas grandes potências no policiamento naval das suas colónias.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Canhoneira

Quatro quadros fotografados por José Neves Catela (1) e publicados na revista «Mosaico» (2) São (eram?) aguarelas pintadas pelo 2.º sargento de Infantaria, Eduardo de Gouveia, que estavam expostas e a ornamentar uma das salas do Aquartelamento das Barracas Metálicas de Mong Há em 1950, na altura, comandado pelo major José Joaquim da Silva e Costa.
(1) Sobre este fotógrafo ver:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/
(2) Ver em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/mosaico-circulo-cultural-de-macau/

A bordo do novo paquete “Índia” da Companhia Nacional de Navegação, chegou no dia 22 de Setembro de 1951, um contingente composto de 527 homens, sob o comando do Tenente-coronel Acácio Vidigal das Neves e Castro, que vieram render os seus camaradas cuja comissão de serviço foi dada por finda.

O Comandante Militar de Macau, Coronel de Infantaria Tirocinado (depois Brigadeiro) Paulo Bénard Guedes (1) tenho à direita o Coronel A. Cabrita e à esquerda o  Tenente -coronel  Acácio das Neves Castro.
Após o desembarque, os novos soldados formados para seguirem para os seus quartéis. (2)

Nesta data, 22 de Setembro de 1951, procedeu-se a uma remodelação dos nomes das companhias estacionadas em Macau terminando a designação de «Expedicionário»(3)
Assim:
1 – O 1.º Batalhão de Caçadores de Moçambique que desembarcou em Macau a 28 de Junho de 1951 e  ocupava nessa data os aquartelamentos da Porta do Cerco, Ilha Verde, Mong Há (Fortaleza e Asilo) e Ramal dos Mouros, passou a designar-se Batalhão de Caçadores n.º 1 (3) Comandante: Major de infantaria Mário da Costa Santos Anino (4)
2 – O 2.º Batalhão de Caçadores de Moçambique que desembarcou em Macau a 28 de Junho de 1951 e estava aquartelada em Coloane, passou a designar-se Batalhão de Caçadores n.º 2.  (3) (5) Comandante: Major de infantaria Mário Gustavo A. Barata da Cruz.(4)
3 – A Bataria Independente de Artilharia Anti-Aérea 4cm Expedicionária que estava em Mong Há, transformou-se em Bataria de Artilharia Anti-Aérea 4 cm. (3) Comandante: Capitão de artilharia Gastão M. de Lemos Lobato Faria.(4)
4 -A Bataria Independente de Artilharia Anti-Aérea Expedicionária de 7, 5 cm que estava na Flora desde o desembarque em 1949, e estava aquartelada nessa data no aquartelamento das Barracas Metálicas de Mong Há, desde Julho de 1951, transformou-se em Bataria de Artilharia Anti-Aérea de 7,5 cm. (3) Comandante: Capitão de artilharia Maurício Martins Lopes. (4)
5 – A 1.ª Bataria de Artilharia Ligeira de Moçambique transformou-se em Bataria de Artilharia Ligeira de 8.8 n.º1. (3) Comandante: Capitão de artilharia Eduardo Afonso Rodrigues Salavisa.(4)
6 – A 2.ª Bataria de Artilharia Ligeira de Moçambique transformou-se em Bataria de Artilharia Ligeira de 8,8 n.º 2.  Ficou administrativamente adida à Bataria de Artilharia Ligeira 8,8 n.º 1.  (3) Comandante: Capitão de artilharia Adriano Vitor Hugo L.  Cadima. (4)
O agrupamento de Batarias de artilharia estava sob o comando do Tenente-coronel de artilharia Acácio Vidigal das Neves e Castro.(4)
7- A Companhia de Engenharia Expedicionária, que em 1949 foi para o aquartelamento da Fábrica de Panchões (junto à Porta do Cerco), foi transferida para o aquartelamento da Flora (barracas metálicas) e passou nesta data a designar-se Companhia de Engenharia. (3) Comandante: Capitão de engenharia Henrique Pedro Daniel D. Silva P. Aranda.(4)
8 – A Companhia de Metralhadoras (no quartel de S. Francisco) foi transformada em esquadrão Motorizado sob o comando do capitão Cavalaria José Carlos Sirgado Maia. (3)
(1) Ver anteriores referencias em
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/paulo-benard-guedes/
(2) Fotos de «Mosaico» III-14, 1951.
(3) CAÇÃO, Armando António Azenha – Unidades Militares de Macau. Gabinete das Forças de Segurança de Macau, 1999.
(4) Anuário de Macau 1951-1952.
(5) Os batalhões de Moçambique que vieram substituir os de Angola saíram de Macau em Setembro de 1953 no navio «Niassa», na sequência dos incidentes na Porta do Cerco que culminaram em 25 de Julho de 1952 com a morte do soldado africano Joaquim Mundau (6) e consequente início da redução dos efectivos militares, deixando de haver mais soldados africanos em Macau.
(6) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/07/25/noticia-de-25-de-julho-de-1952-falecimento-de-jacinto-mundau/