Archives for posts with tag: Polícia de Segurança Pública

Neste dia 25 de Março de 1982, início do lançamento de cartazes, afixados na cidade, com apelo do Comandante das Forças de Segurança, coronel Amaral de Freitas incitando os antigos residentes de Macau que se encontram indocumentados para regularizarem a sua situação nos Serviços de Identificação da PSP.  

«Trata-se de pessoas que vivem há muitos anos em Macau e que, por uma ou outra razão, não se documentaram e que devem fazê-lo agora» – acrescenta o coronel Amaral de Freitas. O comandante das Forças de Segurança declara que este esforço para a legalização dos antigos residentes não pode confundir-se com qualquer processo de amnistia que – frisa – o Governo não tem intenção de conceder.

Salienta a propósito que, só no mês de Março, a PSP entregou `República Popular da China 1671 imigrantes ilegais e, em Fevereiro, 906. Não há qualquer abrandamento no controlo da imigração ilegal que continuará a ser combatida – diz.

A acção que o Comando das Forças de Segurança agora lança visa, apenas a legalização de pessoas que há muitos anos a podiam ter conseguido, mas não o fizeram, na maioria dos casos por, em seu entender, o não necessitarem.

Extraído de «Macau82 jornal do ano», GCS, 1982, pp. 68-69

Parada das Forças Policiais em frente do “Jockey Clube de Macau”, na Taipa

Ver https://www.fsm.gov.mo/psp/cht/revista%20da%20psp/pdf/09.pdf

Regressou de Hong Kong, no dia 5 de Março de 1956, o Grupo Desportivo da Polícia que ali disputou dois desafios de futebol – um contra o Grupo Desportivo da Polícia de Hong Kong, e outro, formando um misto coma Polícia daquela cidade, contra o forte agrupamento «Eastern».

A embaixada de Macau foi chefiada pelo tenente Henrique da Conceição Fontes, oficial subalterno da P. S. P. e orientador daquele grupo de futebol.

Extraído do «Macau Boletim Informativo», Ano III, n.º 63. 15-03-1956, p. 13.

Assalto à mão armada no dia 3 de Dezembro de 1955. Foram louvados pelo Governo da Província o seguinte  pessoal de Corpo de Polícia de Segurança Pública desta província: o subchefe de esquadra Jaime Aiala de Guerra Junqueiro Madeira; os guardas portugueses de 1.ª, 2.ª e 3.ª classe, respetivamente, Alexandre José Airosa, Luís Henriques Almeida de Carvalho, Laurindo dos Santos e Gustavo Alberto Ritchie; e o guarda estrangeiro de 3.ª classe Vong Veng pelas qualidades evidenciadas na perseguição de criminosos, a quando do assalto à mão armada no dia 3 de Dezembro do ano findo. (1)

(1) B.O. n.º 5 de 04-02-1956, p. 86

As Forças Militares e Militarizadas da Província ofereceram ao Governador Nobre de Carvalho, as estrelas de general, posto supremo da hierarquia militar a que recentemente foi promovido.

O Comandante Militar, coronel Póvoas Janeiro, entrega ao Governador, general Nobre de Carvalho, um artístico estojo com as estrelas de General.

A cerimónia que se realizou no dia 14 de Novembro de 1970, na sala verde do Palácio da Praia Grande caracterizou-se pela entrega das estrelas que se encontravam dentro dum artístico estojo, com uma inscrição alusiva ao acontecimento. Em nome de todos usou da palavra, o Comandante Militar, coronel Póvoas Janeiro, que proferiu um discurso apresentando um extracto da brilhante folha de serviços prestados pelo novo general e as distinções honoríficas com que os mesmos foram assinalados pelo Governo ou pelos competentes superiores hierárquicos. Em resposta à homenagem que lhe era prestada com a oferta das estrelas de general, o Governador proferiu um breve discurso.

Representantes dos oficiais do Exército e Marinha e elementos da P.S.P e P.M.F. que apresentaram, no Palácio da Praia Grande, cumprimentos e felicitações ao Governador
O Governador ao ser cumprimentado pelos representantes dos oficiais do Exército, Marinha e P. S. P. e agentes desta Corporação e da P. M. F

Informação e fotos extraídos de «MBIT»,VI-8/9, de Outubro/Novembro de 1970, pp. 23-24

Festejos de 28 de Maio de 1939. Parada Militar. Tribuna de honra localizada no Largo do Senado, à frente da futura estátua, inaugurada a 24 de Junho de 1940, de Vicente Nicolau de Mesquita (1818-1880), militar macaense que se notabilizou na Batalha do Passaleão, a 25 de Agosto de 1849, (1)

Festejos de 28 de Maio de 1939. Parada Militar. Secção de ciclistas da Polícia de Segurança Pública passando na Avenida Almeida Ribeiro (à frente do Teatro/Cinema Apollo) (2)

Fotos extraídos do “Anuário de Macau” de 1939, p.175.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/estatua-coronel-mesquita/

(2) Teatro Apollo (Peng On) -1935 – 1993 (58 anos) – O Teatro Apollo que ocupava uma estrutura de quatro pisos, estucada a verde, situada na Avenida Almeida Ribeiro, mesmo à frente do Edifício – Sede da Direcção dos Serviços de Correios foi inaugurado em 1935. Tinha uma capacidade de 1038 lugares e nele projectavam-se filmes americanos e chineses sobre a guerra sino-japonesa. Foi também palco de reputados espectáculos de ópera cantonense e era ali que decorriam as celebrações anuais a assinalar o nascimento da nova china. (https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/teatro-apollo/)

Continuação das anteriores postagens, (1) (2) referentes às comemorações do tricentenário da proclamação da Imaculada Conceição como Padroeira de Portugal, com a consagração de Portugal à Virgem Maria, Mãe de Deus. Em Macau no dia 25 de Março de 1946, realizou-se a coroação da imagem da Imaculada Virgem de Fátima no Largo da Sé (2) , seguida da procissão.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2022/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1946-tricentenario-da-proclamacao-da-imaculada-conceicao-1646-1946-em-macau-coroacao-da-imagem-da-imaculada-virgem-de-fatima-i/

(2)https://nenotavaiconta.wordpress.com/2022/03/26/tricentenario-da-proclamacao-da-imaculada-conceicao-1646-1946-em-macau-coroacao-da-imagem-da-imaculada-virgem-de-fatima-ii/

Extraído de «BPMT»,  XIV- 32 de 10 de Agosto de 1868, p. 152

Mato Mofino – chamava-se ao mato onde hoje se ergue o grandioso edifício do Seminário de S. José; ainda nos meados do século XVIII, se chamava Rua do Mato Mofino, à actual Rua do Seminário (começa na Rua da Alfândega, ao cimo da Calçada de Franciso António, e termina na Rua de S. José, à porta do Seminário de S. José), Jorge Miguel (ou José Miguel), grego ou arménio católico, falecido antes de 25-02-1633, doou aos jesuítas as suas casas sitas no mato Mofino; para elas se transferiram, a 23-2-1728, alguns jesuítas de S. Paulo, fundando a nova residência da Companhia, chamada de S. José.

«Hoje 23 de Fevrº de 1728 se passarão de S. Paulo os Pes. Da Vice-Província (da China) p.a esta nova casa de S. José p.r ordem do Rdo. Pe. V. Provincial João de Sá – Luiz de Sequeira Procurador da V. Província»

TEIXEIRA, Padre Manuel – Toponímia de Macau, Volume I, pp. 95-96.

Continuação da leitura o número especial dedicado ao ultramar português do “Diário Popular” em 1961 (1), (2) nomeadamente nos artigos com referência mais específica a Macau que estão nas páginas 5 a 21 da sessão “Índia, Macau e Timor “ (total 4 páginas).

Páginas 10-11 (IMT): “A assistência pública está a realizar uma obra de largo alcance social e profunda repercussão política dentro do espírito cristão.

Página 12 (IMT): “O Progresso dos C.T.T.  demonstra que a Administração Portuguesa no Extremo-Oriente é inspirada por um superior critério. Um serviço de notável eficiência e uma organização de técnica modelar”.

Página 15 (IMT): “A Polícia de Segurança Pública é uma corporação modelar com alto grau de eficiência técnica.” (continuação do mesmo artigo da página 9)

As dedicadas e importantes funções da Polícia Política

(1) Ver anteriores referências em https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/diario-popular/

(2) http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/RaridadesBibliograficas/DiarioPopularDedicadoaoUltramarPortugues/DiarioPopularDedicadoaoUltramarPortugues_master/DiarioPopular_dedicadoaoUltramar.pdf

Extraído de «O Independente», I – 12 de 20 de Novembro de 1868, p. 104