Archives for category: Poesia

POSTAL – MACAU – Treaty Table (1)
Foto: 譚永強 Tam Weng Keong (2)

À mesa onde, em Julho de 1844, foi assinado o tratado comercial sino-americano (3)

Verso do postal, com legenda (5 línguas)

(1) Coleccão Macau – LH105; 17,5 cm x 12,5 cm. Anteriores referências a esta mesa em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/tratado-de-wanghia/

(2) 譚永強   – mandarim pīnyīn: tán yǒng qiáng; cantonense jyutping: taam4 wing5 koeng4

 (3) Macau, suplemento da revista «Via Latina», Maio 1991, p. 60

António Manuel Couto Viana, 17.07.1986 (1)

(1) In «Macau», suplemento da revista «Via Latina», Maio 1991, p. 60

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-couto-viana/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jorge-alvares/

CAPA

13 de Junho de 1888, data de nascimento do poeta e escritor Fernando Pessoa. Para recordá-lo nada melhor do que a leitura do livro de poesia “MENSAGEM”, traduzido para chinês por Jin Guo Ping, (1) edição do Instituto Cultural de Macau, “Em homenagem do 50º aniversário da morte de Fernando Pessoa e aos meus amigos que ficaram e que choraram quando eu parti.

Introdução “Elóquio” de António Manuel Couto Viana

Um dos mais conhecidos poemas do poeta:

(1) PESSOA, Fernando Pessoa – Mensagem. Tradução de Jin Guo Ping. Instituto Cultural de Macau, 1986, 133 p.

Retrato do Dr. Thomas Colledge – pintura de George Chinnery (1838?)

José Baptista de Miranda e Lima (1) dedicou um “EPIGRAMA” ao Dr. Thomas R. Colledge, por altura da partida de Macau deste médico-cirurgião, versos esses recitados pelo autor em casa do pintor George Chinnery.

Extraído de «O Macaísta Imparcial», n.º 152 (Vol. 2; n.º 47) de 23 de Maio de 1838, p. 190.
Dr. Thomas R. Colledge e o seu assistente Afun, após uma operação oftalmológica a uma chinesa, quadro pintado por George Chinnery em 1833. Quadro em “Peabody Essex Museum, Salem, MA” http://visualizingcultures.mit.edu/rise_fall_canton_02/cw_essay02.html
Extraído de «O Macaísta Imparcial», n.º 152 (Vol. 2; n.º 47) de 23 de Maio de 1838, p. 190.

A 16 de Maio de 1838 partiu de Macau para Inglaterra (via Nova York) o médico-cirurgião Dr. Thomas R. Colledge (1797 – 1879) (2) que, em 1827, fundou em Macau um “hospital” oftalmológico em Macau que funcionou de 1827/28 a 1832, totalmente financiado pelo próprio. O hospital acudia a todo o tipo de doenças, embora concentrasse em problemas oculares. Terá atendido cerca de 4000 doentes. Foi um dos primeiros médicos europeus que enquanto trabalhava para a “British East India Company”, em Guangzhou (Cantão) e em Macau, como missionário fundou o primeiro hospital de medicina ocidental, em Cantão para os doentes chineses. Na partida, deixou como responsável o cirurgião americano, Dr. Peter Parker que se tornou o primeiro médico missionário a tempo inteiro para a comunidade chinesa. Em 1837, fundou e foi o primeiro presidente da Sociedade Médica Missionária da China (até à sua morte).

NOTA: O médico casou em Macau com a americana Carolina Mary Shillaber na capela do Cemitério protestante de Macau, em 1932, e o Governador João Cabral d´Estefique foi um dos convivas. Nesse mesmo cemitério (antigo Cemitério da Companhia das Índias Orientais) estão sepultadas três crianças irmãs, filhas do casal.

(1) Anteriores referências ao poeta J. B. Miranda e Lima https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-baptista-de-miranda-e-lima/

(2) Anteriores referências ao Dr. Thomas Colledge em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1820-introducao-da-vacinacao-na-china/

Neste dia de 2 de Maio de 1954, (1) o periódico «O Clarim» festejava o seu sétimo aniversário. José dos Santos Ferreira (2) que colaborava no jornal, apresentou um poéma, «“CLARIM” FICHÁ ANO», publicado no jornal desse dia. (3).

VOCABULÁRIO DE ALGUNS TERMOS DO POÉMA: (3)

Boboriça – tolices; coisas próprias de bobos.

Bulí – mexer; meter-se; provocar.

Cholido – intrometido; diz-se da pessoa que costuma meter-se com os outros.

Diabo-cacinha – maldoso; provocador.

Dios – Deus.

Fólia – folha; significa também jornal.

Guelá – gritar; desatar aos gritos (provém de «goela»).

Mordecim – enfado; incómodo.

Ôlo – olho; olhos.

Parabiça – tolice; disparate; coisa sem nexo.

Quiança – criança. Quiança-quiança: crianças.

Rósca – pão.

Sapéca – moeda ínfima de cobre, usada, noutros tempos, na China. Significa também, no dialecto macaense, dinheiro.

Sium – senhor; patrão.

Tudúm – chapéu chinês, de aba muito larga, feito de verga com borda de rota. O tudúm tanto serve para resguardar do sol como da chuva.

(1) “2-05-1948 – Início do periódico O Clarim administrado pela Diocese de Macau. Semanal de 1948 a 1952.bissemanal de 1952 a 1983, semanal de novo a partir de 1983(e em curso em 1997). Teve como suplemento O Clarim, revista mensal. Foi interrompido entre Junho de 1955 e Janeiro de 1956 (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 287)

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-dos-santos-ferreira/

(3) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1967, pp. 57-58

«Contos Breves», edição do Instituto Português do Oriente, (1) n.º 1 da colecção «Contar Um Conto», de 1922, bilingue, tradução para chinês de Cui Weixiao, ilustração de Sam Keng Tan (Teresa), é uma selecção de oito pequenos contos da adolescência (18 anos incompletos) (2) de Mário de Sá Carneiro (3)

Interior da Capa
Interior da Contra-capa

(1) SÁ-CARNEIRO, Mário de – Contos Breves. Edição bilingue (tradução de Cui Weixiao) do Instituto Português do Oriente, Macau, 1992, 111 p. ISBN – 972-8013-01-9, (15 cm x 21 cm x 0,5cm). Livro comprado na Feira do Livro do Porto no Pavilhão: IPOR, em 1993

(2) Conjunto de contos escritos entre Setembro de 1908 a Fevereiro de 1909 por Mário de Sá Carneiro (Lisboa 1890- Paris, por suicídio 1916), destinados à revista semanal Azulejos, utilizando o anagrama Sircoanera onde o autor colaborava com poemas e contos.

(3) Mário de Sá-Carneiro (Lisboa, 19 de Maio de 1890 — Paris, 26 de Abril de 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal. Em 1912, estuda na Universidade de Sorbonne, em Paris. Publica os primeiros poemas, «Dispersão», em 1914, mesmo ano da novela A Confissão de Lúcio». Retorna a Portugal em 1915 e lança a revista «Orpheu» em parceria com Fernando Pessoa.

Extraído de «Boletim do Governo de Macau», VI- 17 de 31 de Março de 1860, p. 68

ANTÓNIO Feliciano MARQUES PEREIRA (1839-1881), jornalista e de folhetinista, veio para Macau em 1859. Casou em Macau (na igreja de S. Lourenço), no dia 8 de Janeiro de 1861, com Belarmina Inocência de Miranda, filha de António José Maria de Miranda, nome marcante na governação do Território neste período. É autor de uma série de “romances de acção contemporânea” publicados em vários números do Boletim do Governo de Macau (e depois publicados em separado com a denominação geral de “Esboços e Perfis”), e das “Efemérides Comemorativas a História de Macau” que foram apresentadas ao longo de vários números do Boletim e depois reunidas e publicadas em livro “Ephemerides commemorativas da história de Macau e das relações da China com os povos christãos”. (1) Ligado à publicação do semanário «Ta-Ssi-Yang-Kuo (Daxiyangguo 大西洋國)», de 1863 a 1866.

Além de outros cargos públicos foi Superintendente da Emigração Chinesa (1860-1865) (2); Procurador dos Negócios Sínicos, (1865 – 1868) (3); capitão da 1.ª Companhia do Batalhão Nacional de Macau (4); secretário da Missão Diplomática à Corte de Pekim nomeado pela Portaria de 15 de Abril de 1862 e exonerado a 11 de Setembro de 1862 (ordem n.º 34) de «BGMVIII», n.º 41 de 13 de Setembro de 1862, p. 164.

Depois da sua saída de Macau, António Feliciano Marques Pereira ocupou o posto de cônsul de Portugal no Sião (Janeiro de 1875) e Singapura (1876). Em Abril de 1881 embarcou para Bombaim, a fim de exercer as funções de cônsul-geral de Portugal na Índia Britânica, onde faleceu no dia 11 de Setembro desse ano.

NOTA: Sugiro a leitura da biografia mais pormenorizada de António Marques Pereira, publicado por António Aresta, recentemente na página 13 do «Jornal Tribuna de Macau», de 24 de Março, a evocação de «António Marques Pereira, o fundador da macaulogia» – https://jtm.com.mo/record/2021/03Mar/24-03-2021.pdf

(1) Acção filantrópica: 14-08-1868 – Doou a quantia de 104 patacas produto da publicação do livro “Ephemerides commemorativas da história de Macau e das relações da China com os povos christãos” à Santa Casa da Misericórdia

(2) Elaborou um relatório sobre a emigração chinesa a partir do porto de Macau. “Relatório da Emigração Chinesa em Macau”, que entregou ao governador em 31 de Julho de 1861 e é hoje considerado um texto fundamental no estudo da questão dos cules. Tem outro livro de interesse “As Alfândegas Chinesas de Macau. Análise do Parecer da Junta Consultiva do Ultramar Sobre Este Objecto” publicado em 1870.

(3) Elaborou o “Relatório acerca das atribuições da Procuratura dos Negócios Sínicos da Cidade de Macau”, dirigido ao Governador. Depois publicado em 1867 pela Typografia de J. da Silva.

(4) 9-01-1869 – Ordem n.º 16 – Nomeado capitão da 1.ª companhia do Batalhão Nacional de Macau («BPMT»,  XV n.º2 de 11 de Janeiro de 1869, p. 6

Anteriores referências neste blogue, em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-feliciano-marques-pereira/

Hoje, 21 de Março, é “Dia Mundial da Poesia”. Nunca é demais aproveitando a data da sua publicação, divulgar mais um “poéma maquista” do saudoso Adé dos Santos Ferreira.

Poesia de José dos Santos Ferreira, publicada no semanário «O Clarim» de 21 de Março de 1954. Posteriormente inserida no livro «Macau sã assim», do mesmo autor, de 1967, pp. 55-56.

NOTA I: este “poéma” é dedicado ao “Ministro”, alcunha carinhoso como era tratado o o empresário macaense, Alberto Dias Ferreira que viria mais tarde a fundar um grande grupo empresarial “Aldifera Grupo Empresarial“, com ligações aos meios, comercial (“Agência Comercial Aldifera“), industrial (“Aldifera Têxteis, Limitada“, uma unidade inovadora, na altura, pela tecnologia moderna aplicada) e financeiro (“Aldifera, Casa de Câmbios, Limtada”). Membro de muitas associações de carácter cívico e desportivo (creio que está ligado ao início -1953 – e depois foi seu presidente, da Associação de Futebol em Miniatura de Macau, vulgo bolinha). Foi deputado à Assembleia Legislativa, curador da Fundação Macau e nomeado Comendador. Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/alberto-dias-ferreira/

NOTA II: A data do «Dia Mundial da Poesia» foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO em 16 de Novembro de 1999.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/11/29/noticia-de-29-de-novembro-de-1953-xavier-cugat-em-macau/ (2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/01/10/noticias-de-janeiro-de-1954-espectaculos-de-variedades/

Camilo Pessanha proferiu no Grémio Militar, no dia 13 de Março de 1915, uma conferência sobre «Literatura Chinesa».

LITERATURA CHINESA (Prefácio à tradução das Elegias) (1) –

“Satisfazendo uma antiga dívida para com o ilustre director de O Progresso, entrego hoje ao mesmo semanário umas poucas dúzias de pequenas composições chinesas, (2) com cuja decifração tenho entretido os ócios dos últimos seis anos de residência em Macau – os primeiros da velhice -, tirando dêsse esforço (em boa verdade se diga) horas de um tão suave prazer espiritual que dêle o não esperava tamanho. Começarei por uma minúscula antologia de dezassete elegias da dinastia Ming – elegias pelo acento de dorida melancolia que a todas domina, porquanto a forma, incisiva e curta, é a de verdadeiros epigramas – selecionadas, de entre os inúmeros e vastos cancioneiros da referida época, por um dos mais delicados estetas do Império do Meio nos princípios do século XIX, para presente de despedida a um amigo íntimo que para longe se ausentava. O compilador e copista dessas deliciosas obras primas foi o ministro Iong-Fong-Kong, que ao tempo (no reinado de Chia-King) exercia em Pequim os mais elevados cargos de estado, inclusive o de mentor do príncipe herdeiro. O destinatário da oferta era um pupilo do mesmo alto personagem, que naquela ocasião se iniciava na vida pública, partindo a exercer o modesto lugar de sub-prefeito em qualquer burgo sertanejo da nossa vizinha província do Kuang-Tung (Cantão). Chamava-se entre os amigos Mi-Kana raíz gostosa; da dedicatória não constam o seu apelido nem o seu nome próprio – que era do estilo omitirem-se em tais frivolidades. (…) “

De recordar que o poeta português traduziu, com a ajuda, embora de um letrado chinês, as «Elegias Chinesas de Uang-Shau-Jon» (1472-1528), (3) também conhecido por Uang-po-an e por Uang-iang-ming e cognominado Uan-ch´éng, um notável estadista, general, filósofo e poeta. (4)

“ (…)  Finalmente, nada confiando dos recursos próprios – imperfeitas noções de simples estudioso amador, adquiridas ao acaso das horas vagas -, submeti o trabalho à censura do meu velho amigo e querido mestre Sr. José Vicente Jorge, que tão distintamente dirige em Macau os serviços do expediente sínico. O ilustre sinólogo não só me fêz o favor de emendar em alguns pontos a tradução, aproximando-a mais da intenção original, mas forneceu-me ainda, espontaneamente, grande cópia de notas elucidativas, as mais valiosas de entre as que acompanham cada composição, e sem as quais, como o leitor verificará, por exacta que fôsse a versão, a inteligência dos textos (mesmo sob o ponto de vista puramente estético) ficaria deficiente. (…) “ (1)

Uma das elegias traduzidas, de Uang-l´ing-hsiang, (5) 

(1) PESSANHA, Camilo – China (Estudos e traduções). Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1944, pp. 67-72; 77; 84-85

(2) Destas “poucas dúzias de pequenas composições” só oito (e só essas se conhecem) foram publicadas: «Oito Elegias Chinesas (tradução e notas)», pela primeira vez, no semanário “O Progresso”, de Macau, de 13 e 20 de Setembro e 4 e 18 de Outubro de 1914 e depois republicadas (com notas explicativas e eruditas) no n.º 1 da revista “Descobrimentos”, em 1931 – Director: João de Castro Osório.

(3) Ver anteriores elegias já postadas em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/04/07/poesia-vii-elegia-chinesa-de-camilo-pessanha/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/03/02/poesia-vi-elegia-chinesa-de-camilo-pessanha/

(4) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 82

(5) Uang-l`ing-hsiang, também conhecido por Uang-tsz-heng.  Alcançou o grau de Ching-shih no reinado de Huang-chih – 1487-1505. Foi presidente do Ministério da Guerra e mentor do herdeiro presuntivo do trono (1)

(6) O “terraço do rei de Iueh”, denominação erudita do Pagode dos Cinco andares, em Cantão, sobre a muralha de Norte. Durante a ocupação europeia, de 1857 a 1861, serviu de quartel às forças aliadas. Foi construído em 1368, no reinado de T´ai-tsu.1.º Imperador da dinastia Ming. (1)

(7) “Os três rios”. Assim se designavam o Yang-tsz-kinag (rio Azul dos europeus) e dois afluentes deste, no antigo reino de Iang. Para o poeta que se encontrava no Kuang-Tung, simbolizavam o Norte, e onde ele procedia pois era natural de Chun-ch`uan, no Shan-hsi, a província mais setentrional do império. (1)

(8) A forma Kuang emprega-se mais para significar o Kuang-Tung e Kuang-hsi, ao passo que Iueh designa de ordinário os antigos principados (1)

(9) P´ang-lai-hsien-kuan – o mosteiro taoista de P´ang-lai – em Hoang-sha, a Oeste, de Cantão, do outro do rio. P´ang-lai – as sarcas revoltas – é uma das trê ilhas mitológicas, onduladas de colinas e umbrosas de bosques, habitadas pelos Imortais. (1)

Extraído da p. 8 do semanário “A Província“ de Montijo I-3 de de 17 de Março de 1955 (1)

Álvaro Borges Leitão”, autor de dois livros publicados em Macau: “Se Até o Fumo Sobe”, e “Passagem”, expedicionário (tenente) adaptou-se bem à vida de Macau, tornando-se um animador do movimento literário da geração de 50. “ (2)

Sócio fundador do «Círculo Cultural de Macau», e membro vogal do Conselho Fiscal, participou no dia 16 de Setembro de 1950, no Teatro D. Pedro V, numa conferência-recital, integrada no plano de conferências para a 1.ª temporada. (3) Colaborador da revista «Mosaico»

Uma das “Três Canções” da sua autoria, publicada no «Mosaico» Vol I – n.º 5 Janeiro de 1951 pp.562 e no «O Clarim» em 1951.

(1)

(2) REIS, João C. – Trovas Macaenses, 1992, pp. 269 e 276

(3) nenotavaiconta.wordpress.com/tag/alvaro-leitao/