Archives for posts with tag: Luís Gonzaga Gomes

TCH´OU KU LÂM䓍菰冧  (1)  –   Cogumelo

É um termo vulgar que se emprega para designar o órgão genital das criancinhas do sexo masculino

TCH´OU P´ENG醋瓶 (2) – Frasco de vinagre

É termo que se emprega para se referir a um indivíduo invejoso e ciumento, pois o seu corpo é comparado a um frasco de vinagre, supondo-se que nele circula este líquido ácido em vez de sangue.

TCH´OU TCHÜ 槽猪 (3) – Porco alimentado a farelo

Este termo é usado para se referir a um dorminhoco.

(1)    –  mandarim pīnyīn: hǎn gū lin ; cantonense jyutping:  ?   gu1 lam1

(2) 醋瓶 mandarim pīnyīn: cù píng; cantonense jyutping cou3 peng4

(3) 槽猪mandarim pīnyīn: cáo zhū; – cantonense jyutping: cou4 zyu1

Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-27/28 de Novembro/Dezembro de 1952, p. 145

TÁN FÁ T´ÓNG – 蛋花湯 (1) – Calda de ovos

Pelo facto deste caldo não conter pedaços de carne, o termo tán fá t´ông é empregado para se referir a um indivíduo balofo que não tem cultura nem conhecimentos

TÁN TÁT – 蛋撻 (2) – Pasteis de nata

Os janotas que se vestem à europeia e no rigor da moda mas exageradamente são comparados aos pastéis de nata.

TÁN LIU T´ÔNG POU – 單料銅㷛 (3) – Caçarola de cobre de uma só chapa

As caçarolas feitas com uma chapa de cobre delgada embora fervam rapidamente a água são no entanto mais frágeis que as de chapa reforçada, isto é, as séong liu t´ông pou 雙料銅㷛. (4) Este termo é empregado para se referir ao indivíduo que facilmente se torna íntimo dos outros mas cuja amizade não é resistente, estalando logo que surja a mais pequena contrariedade.

(1) 蛋花湯 mandarim pīnyīn: dàn huā tāng  ;  cantonense jyutping: daan2 faa1 tong1 (2) 蛋撻 – mandarim pīnyīn: dàn tà;  cantonense jyutping: daan2 taat3 (3) 單料銅㷛mandarim pīnyīn: dān liào tóng bou ;  cantonense jyutping: daan1 liu2 tung4 bou1 (4) 雙料銅㷛 – mandarim pīnyīn: shuāng liào tóng bou ;  cantonense jyutping: soeng1liu2 tung4 bou1

Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-27/28 de Novembro/Dezembro de 1952, p. 136

 Neste dia, 12 de Agosto de 1732, chega a Macau o navio «Corsário» trazendo o novo governador desta cidade, o Moço-Fidalgo António de Amaral e Meneses, (1) que tomaria posse do Governo a 18 de Agosto de 1731. Veio render a António Moniz Barreto.(2)

Ephemerides da semana” in «BGM», XII- 34, 20 de Agosto de 1866, p.137

(1) “18-08-1732 – Toma posse e exerce o cargo de Governador e Capitão-Geral de Macau, António de Amaral Meneses. Chegara a 12 do mês no navio Corsário. Já o pai, Belchior Amaral Meneses ocupara o mesmo cargo de 1682 a 1685. Natural de Goa, além de militar, era tanador-mor (3) com provas dadas. Teve que resolver problemas internos que foi encontrar em Macau e sentiu-se espartilhado pelos “Privilégios” concedidos ao Senado por D. Rodrigo da Costa, que o impediam de exercer autoridade junto dos Vereadores, com quem teve, assim como com o Ouvidor, várias discórdias. Em 1733 pede ao Vice-Rei da Índia que o substitua, por demais desgostoso com o governo. O pedido foi aceite em 1734 (Janeiro), data em que, não tendo sido nomeado substituto, foram abertas vias de sucessão. O governo ficou entregue ao Bispo de Macau, D João de Cazal (4) (5)

(2) António Moniz Barreto, natural de Angra de Heroísmo, Açores, filho de Guilherme Moniz Barreto. Conflitos com o Ouvidor, António Moreira de Sousa, a quem mandou prender. Levou um mandato de seis e não de três anos, (de 11 de Agosto de 1727 a 1731) como habitual, e teve sempre o apoio de Goa. (5)

O Moço Fidalgo António Moniz Barreto tomou posse do Governo de Macau, tendo sido um mau governador, segundo o Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses. Mandou prender o Ouvidor António Moreira de Sousa com grilhões, numa fortaleza, mas conseguiu não só governar durante todo o seu triénio como dois anos mais.” (GOMES, Luís G. –Efemérides da História de Macau, 1954)

(3) No dicionário de Língua Portuguesa de Cândido de Figueiredo, não existe a palavra tanador mas sim tanadar – funcionário português que, na Índia, arrecadava as rendas das gancarias (assembleia de gancares – cultivadores de terras bravias na Índia Portuguesa)

(4) Um novo governador só é nomeado a 22 de Abril de 1738, tenho tomado posse a 25 de Agosto de 1738, Manuel Pereira Coutinho, natural de Goa. Não teve alterações notáveis no desempenho do seu mandato em Macau, deixando o cargo em 1743 e a cidade em 1744. (5)

Ephemerides da Semana” in «B.G.M.», XII-35, 27de Agosto de 1866, p. 142

(5) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Vol I, 3.ª edição, 2015.

Como forma de regularizar o sistema de transporte – jerinxás/riquexós (1), (2) o governo, optou pela concessão em regime de monopólio mas surgiram nos últimos anos do século 19 várias greves. Para tentar revolver o problema, surgiu a hipótese de municipalizar este serviço, isto é, ficar o Leal Senado com o exclusivo dos serviços de transporte, mas não foi concretizado. (3)

Mas em 7 de Julho de 1909, nova greve de serviço de carros – «jerinxás» – promovida pelos cules. (4)

(1) O primeiro regulamento deste meio de transporte data de 1883, tendo sido alterado em 1888. Incluía questões relacionadas com a sinalização, estacionamento, circulação e preços do respectivo aluguer. Em 27-08-1883, após Sessão da Câmara, o Leal Senado de Macau apresenta ao Conselho da Província um projecto de Postura sobre a circulação, vigilância e preços dos carros chamados «Jin-rik-shás» (riquexós); o projecto é aprovado em 26-09-1883 e publicado integralmente no Boletim N.º 42 de 20 de Outubro.

.

Extraído de «BPMT», XXIX-42 de 20 de Outubro de 1883, pp. 370-371

(2) O Jerinxá ou riquexó é um pequeno carrinho, muito leve, de rodas raiadas de arame de aço e guarnecidas de arcos de borracha, com assento para uma pessoa. Possui capota para o sol ou para a chuva, dois delicados varais entre os quais se coloca o cule a puxar; e como se tratasse de qualquer outra carruagem, tinha uma campainha ou guizo e as respectivas lanternas. O jerinxá teve origem no Japão jin-riki-gá (homem-força-carro) os ingleses adoptaram o termo para jin-riki-shá e simplificaram depois para rick-shaw. A grafia “riquexó” terá surgido, pela primeira vez, num texto do escritor macanese contemporâneo Luís Gonzaga Gomes” (informação de CAVALHEIRO, Jorge in “Da Sampana ao Jactoplanador, Da Cadeirinha ao Automóvel”, pp. 42-44)

jin-riki-gá, Japão, c. 1897 (https://en.wikipedia.org/wiki/Rickshaw)

(3) Há uma notícia surgida no semanário luso-chinez «Echo Macaense» (1893-1898) de 3 de Janeiro de 1895 que refere “Estão em greve os conductores dos carros jinrickshas [riquexós]. É a segunda vez que isto acontece. Já estava previsto que o regime de monopolio traria por repetidas vezes estas semsaborias. O monopolista não pode explorar o público, porque não pode alterar a tabella dos preços, visto que se obrigou por contrato a respeitá-la. Resta-lhe portanto explorar o trabalho insano dos pobres conductores…”

(4) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 38

Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/riquexos/

 O Batalhão de Infantaria de Macau (força militar de 1.ª linha de Macau) criado em 28 de Fevereiro de 1857, por decreto desta data, ficou composta em 1 de Julho de 1857, por uma unidade denominada BATALHÃO DE MACAU, com estado maior e menor, uma companhia de artilharia e três de infantaria, no total de 440 homens (e 3 cavalos). O pessoal utilizava uniforme igual ao de infantaria do exército de Portugal, sendo a gola, canhão, e vivos encarnados, e tendo a Companhia de Artilharia uma granada na gola. (1)

Nesta data teve execução a Portaria Régia de 28 de Fevereiro, conforme OFA n.º 6, de 17 de Junho, publicada no «BGM», n.º 35, p. 137

…….continua

Assinado pelo Visconde de Sá de Bandeira, Par do Reino, e Secretário d´Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar em 28 de Fevereiro de 1857.

Nesse ano, em 30 de Agosto de 1857, chegou um contingente de 300 soldados portugueses na barca Adamastor («BGM» III-47 de 12 de Setembro de 1857, p 185)

Mapa de receitas e despesas de 2-04-1845 a 1879 in BPMT Supl. 40 de 8 de Outubro de 1879, p. 244

A 1 de Julho de 1873, foi inaugurado, na Fortaleza do Monte, o quartel de artilharia. Esta fortaleza encontrava-se artilhada com 51 peças dos quais 7 eram de bronze. (2) Tratava-se da inauguração, nesse dia, das novas instalações do quartel, na Fortaleza do Monte onde estava o Batalhão (de Infantaria) de Macau (3), para uma bataria construídas pelo Governador Visconde S. Januário (1)

O Tenente- Coronel Vicente Nicolau Mesquita (o herói de Passaleão) era o comandante da Fortaleza do Monte, depois de o ter sido da Fortaleza de S. Tiago e a 27 de Novembro de 1873, foi reformado no posto de Coronel por contar mais de 35 anos de serviço (2)

OFA n. º 7 (art. 4. º) de 17-06-1857, BGM», n. º 35, p. 138

 (1) Informações retiradas de CAÇÃO, Armando A. A. – Unidades Militares de Macau, 1999, pp. 33-34, 40-41

(2) GOMES, L.G. – Efemérides da História de Macau, 1954

(3) O Batalhão de Artilharia de 1.ª linha substituiu o Batalhão Principal Regente em 13 de Novembro de 1845 e passou a 1.ª Companhia de Artilharia do Batalhão de Macau em 1 de Julho de 1857, por execução do Decreto Régio de 28 de Fevereiro

LOU KÔI T´ÓNG UN老舉湯丸 (1) – Massa em calda de prostitutas

São umas bolazinhas feitas com farinha de arroz glutinoso servidas em caldo doce, muito brancas, luzidias e escorregadias e de muito agrado das prostitutas. Por isso este termo é empregado para se referir a guapos moços, muito branquinhos e bonitinhos que servem de chulos às mulheres de má vida. (2 )

LOU FU HÁI老 虎 蟹 (3) – Caranguejo-tigre

Esta espécie de crustáceo não se encontra na fauna local.

Diz a lenda chinesa que é na Samatra que existe tal animal cujot amanho é igual ao duma larga cesta com a carapaça malhada, tendo boca e nariz, portanto, muito semelhante à cabeça de um tigre não sendo, porém um animal carnívoro. A carne deste animal é extremamente desagradável ao paladar, sendo  de cor verde, quando crua, e amarela, depois de cozida.

Quanto ao termo lou-fu-hái, na acepção com que é empregado na gíria teve a sua origem em Cantão, no tempo da dinastia Tch´eng, 淸 (4) quando as autoridades podiam exercer livre e impunemente o seu despotismo, extorquindo o que bem quisessem dos indefesos cidadãos, sendo, portanto, empregado para designar um indivíduo autoritário, déspota e de génio irrascível. (2)

(1) 老舉湯丸mandarim pīnyīn: lǎo jǔ tāng wán ;  cantonense jyutping: lou5 geoi2 tong1jyun2

(2) Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-21/22 de Maio e Junho de 1952, p. 170

(3) 老虎蟹mandarim pīnyīn: lǎo hǔ xiè;  cantonense jyutping: lou5 fu2 haai5

(4) mandarim pīnyīn: qīng; cantonense jyutping: cing1

Dinastia Qing (oficialmente 大清 – Grande Qing) (1636-1912) – última dinastia imperial chinesa depois da dinastia Ming e antes da Republica Chinesa.

NGÂU NÁI LÈONG KOU牛奶涼糕 (1) – Gelatina de elite

Expressão usada para se referir a uma rapariga branca e gorducha (2)

NGÂU TCH´Ó HÓ牛炒河 (3) – Vaca virada ao lume com massa de farinha

A hó-fan (4) é uma massa feita com farinha de arroz cortada às tiras. A expressão ngâu-tch´âu-hó traduzida literalmente significa “o boi virado ao lume com massa de farinha”. Portanto, nos restaurantes não convém pedir aos criados ngâu-tch`âu-hó, mas sim tch´ói-tch`âu-hó   菜炒河 (5) a fim de os mesmos não julgarem que os estão insultando, chamando-lhes bois. (2)

(1) 奶涼糕mandarim pīnyīn: niú nǎi liáng gāo ; cantonense jyutping: ngau4 naai1 loeng4 gou1

(2)Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-27/28 de Novembro e Dezembro de 1952, pp. 474-475

(3) 牛炒河mandarim pīnyīn: niú chǎo hé; cantonense jyutping: ngau4 caau2 ho4 

(4) 河粉mandarim pīnyīn: hé fěn; cantonense jyutping: ho4 fan2.

Também conhecida por sha he fan 沙河粉

(5) 菜炒河mandarim pīnyīn: cài chǎo hé;  cantonense jyutping: coi3 caau2 ho4

“17-05-1913 – Queixa apresentada por William Farmer, (1) proprietário do «Macao Hotel», (2) contra o facto de os culis se servirem de um cais fronteiro ao seu hotel, na Praia Grande, para mictório – Providências tomadas pelo Governo.” (3)

Este episódio por mim já relatado em 17 de Fevereiro de 2017 (4), aparece também descrito por Vaudine England (jornalista correspondente da BBC,  em Hong Kong de 2006 a 2011) na página 28 do  seu livro  “The Quest of Noel Croucher: Hong Kong’s Quiet Philanthropis”, (5) bem como a carta que o proprietário do hotel, William Farmer, escreveu, queixando-se e pedindo providências, às entidades oficiais do governo – Administração civil.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/william-m-farmer/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-macao/

(3) GOMES, Luís G. – Catálogo dos M. M n.º 416.

(4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/02/17/noticia-de-17-de-fevereir

(5) ENGLAND, Vaudine – The Quest of Noel Croucher: Hong Kong’s Quiet Philanthropist. Hong Kong University Press, 1998, ISBN: 9789622094734, 436 p.

“Biography of unusual Hong Kong broker, philanthropist and curmudgeon, telling a story of Hong Kong 1900-1980”.

LÓK SÔI TCHU LÔNG落水猪籠GAIOLA DE PORCOS POR ONDE ENTRA A ÁGUA DA CHUVA

“Na China antiga, os porcos eram enviados dum sítio para outro em gaiolas tecidas com fibras de bambu e do tamanho aproximadamente exacto dos porcos que ficam dentro delas e quase sem podem fazer nenhum movimento. Quando chove os porcos ficam completamente encharcados porque a chuva enta por todas as malhas que são bastantes grandes.

Ora este termo emprega-se par se referir aos felizardos que exercem vários empregos e que por terem várias entradas recebem dinheiro por todos os lados.”(1)

Macao, Pig Market”, postal da série “MACAU POST CARD” (2)

落水猪籠mandarim pīnyīn: luò shuǐ zhū lóng; cantonense jyutping: lok6 seoi2 zyu1 lung4

(1) GOMES, Luís Gonzaga in «Mosaico», IV- 21/22,MAI/JUN p. 470, 1952.

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/09/19/postal-antigo-macau-do-seculo-xix-iii-mercado-do-porco/

 TCHI-MÁ-U – 芝蔴糊 (1) – Papa de gergelim


Os chineses (e também os macaenses) são grandes apreciadores desta papa adocicada de côr negra. O termo é empregado para se referir a uma rapariga morena mas bonita

TCHI-KU-LÁT-PU-TIN 朱古力布甸  (3) – Pudim de chocolate

Os chineses já se encontram hoje habituados à culinária e aos doces europeus, que lhes são servidos em todos os restaurantes. O termo em questão é empregado para se referir às raparigas morenas que untam a cara com muito pó.

https://fr.fanpop.com/clubs/chocolate/images/40825707/title/chocolate-pudding-wallpaper

TCH´I PÈANG杮餅 (4) – Dióspiro (5) passado

É usado para a confecção de vários petiscos chineses sendo costume cozinhá-lo com o arroz que se dá às crianças que principiam a comer, na convicção de que o dióspiro passado possui propriedades tónicas de efeitos seguros. O dióspiro seco é achatado como uma bolacha daí ao juntar-se à palavra tch´i (dióspiro) o termo pèang (bolo ou bolacha). Portanto quando se refere a qualquer objecto mole ou pastoso que tivesse ficado achatado, costuma dizer-se que se parece com um i-keng-kuó- tch´i-pèang 二亰菓杮餅 (6)

https://piggy911.pixnet.net/blog/post/36445352

(1) 芝蔴糊mandarim pīnyīn: zhī má hú ; cantonense jyutping: zi1 maa4 wu4

(2) Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-27/28 de Novembro e Dezembro de 1952, p. 141.

 (3) 朱古力布甸mandarim pīnyīn: zhū gǔ lì bù diàn; cantonense jyutping: zyu1 gu2 lik6 bou3 din1

(4) 杮餅 mandarim pīnyīn: fèi bǐng ; cantonense jyutping: ci3 beng2

(5) O dióspiro, na língu maquista é conhecido pela designação de «figo cáqui»

(6) 二亰菓杮餅 mandarim pīnyīn: èr jīng guǒ fèi bǐng;  cantonense jyutping: ji6 ging1 gwo2 ci3 beng2