Archives for posts with tag: Farol da Guia

Retirado (disponível na net) em:
The Directory & Chronicle for China, Japan, Corea, Indo-China, Straits … , 1904, p. 492

Quatro “slides” do meu álbum pessoal, tiradas em 4 de Abril de 2011, na Fortaleza da Guia e agora digitalizadas (resolução 600 ppp.).

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Da embalagem referida em anterior postagem: «Conjunto de 6 chávenas + pires de café – património histórico de Macau» (1), apresento o primeiro conjunto com o desenho: «Farol da Gui

copos-e-pires-de-cafe-farol-da-guia-iCopo – «Farol da Guia», na embalagem de esferovite, com plástico
copos-e-pires-de-cafe-farol-da-guia-iiCopo de forma cilíndrica: 5 cm de diâmetro e 5,2 cm de altura
(asa lateral: 2 cm)
copos-e-pires-de-cafe-farol-da-guia-iiiPires – diâmetro 12, 5 cm
(base: 7, 5 cm)

GUIA LIGHTOUSE –  At Macau will be found the oldest lighthouse on the China coast. The lioghting installation is modern, having replaced older mechanism about twenty-five years ago, but the building is old and bespeaks its age. The fort and the chapel withinh the precincts of the lighthouse-grounds are centuries old. Around the Hill on which the lighthouse is built is a pretty little wooded park, said by many to be the pretiest in South China. (do panfleto turístico – “A Visitors´Handbook to Romantic Macao”, editado pela Direcção das Obras dos Portos, Macau, em 1928, 2.ª edição, 40 p.)
(1)  https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/01/04/conjunto-de-6-chavenas-pires-de-cafe-patrimonio-historico-de-macau/

Mais dois “slides”, estes referentes à Fortaleza de Guia / Farol da Guia / Capela de Nossa Senhora das Neves ou da Guia / Colina da Guia.

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MACAU B.I.T. XI -1 e 2, MAR-ABR 1976 - FAROL E CAPELA DA GUIAFAROL E CAPELA DA GUIA – 1976

De «MACAU B.I.T.  XI -1/2, MAR-ABR 1976»

MOSAICO I-6 FEV 1951 SALVE MACAU (II) - Ao José CatelaIn memoriam de José Neves Catela

Subi um dia à Guia, alta colina
Que deu à China o seu farol primeiro:
E abarquei dum olhar o corpo inteiro
Desta Macau formosa e peregrina.

Mas no silêncio em que a alma se ilumina
E o cérebro divaga, rotineiro,
Considerei que em espaço tão maneiro
Palpita uma metrópol´pequenina.

Macau é, sim, um mundo em miniatura
Frágil caleidoscópio pueril
Pletórico de imagens multicores…

…Mas nunca nele vi qualquer figura,
Qualquer combinação menos subtil
Dos múltiplos cambiantes dessa cores …

Hernâni Anjos

NOTA: Os sonetos de Hernãni Anjos  foram publicados no n.º 6 da Revista «Mosaico», publicada em Fevereiro de 1951. (1)   José Neves Catela (autor da foto acima – o farol e a colina da Guia vista da Estrada de S. Francisco) faleceu no dia 1 de Fevereiro e por isso, o Director da Revista, Dr. António Nolasco da Silva, dedicou este número à memória do colaborador da revista.
“O dia 1 do corrente mês ficou tristemente assinalado na história ainda tão curta do Círculo Cultural de Macau e do seu órgão de expansão, o “MOSAICO”. Foi com efeito, na manhã desse dia, que o nosso prezado consócio, José Neves Catela, se despediu de todos nós, deixando-nos mergulhados na dolorosa saudade da sua simpática e atraente personalidade.
José Catela que, aos 49 anos de idade, tinha o dinamismo, a vivacidade e o espírito de iniciativa dum rapaz de vinte anos, foi um dos mais incansáveis propagandistas do círculo Cultural e desta Revista, em cujas páginas , sobretudo naqueles em que têm publicitado alguns dos mais  curiosos aspectos fotográficos de Macau, ficou imortalizada a sua veia artística que à Fotografia dedicou uma grande parte de tão curta vida.
Além de colaborador do MOSAICO, José Catela dispendeu também a sua preciosa actividade como Administrador da nossa Revista. No Círculo Cultural dirigiu, com superior critério e brilhante entusiasmo, a Secção Fotográfica, e na Direcção daquele organismo exerceu, proficientemente, as funções de Tesoureiro-Geral …”
(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/01/31/poesia-salve-macau-seis-sonetos-de-hernani-anjos-i/
Informações anteriores de José Neves Catela em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

ULTRAMAR n.º 14 p.7 - CAPADo jornal “Ultramar”, órgão oficial da I Exposição Colonial, de 15 de Agosto de 1934, n.º 14 , retirei a notícia referente a “A representação de Macau
ULTRAMAR n.º 14 p.7 - A representação de Macau IULTRAMAR n.º 14 p.7 - A representação de Macau IIRetiraram em 13 do corrente (13 de Agosto de 1934) para Marselha, de onde seguirão para Macau os nativos que constituíram a representação étnica de Macau – José Maria de Noronha, chefe; Chang-Hong, Lau-Lau, Ho-Heng. Chan-Cheong, Loi-Fu, Lon-Sap e Joel José Choi…”

ULTRAMAR n.º 14 ultima p. Farol da GuiaO «Farol da Guia» “construído” no jardim do Palácio de Cristal

A 1.ª Exposição Colonial Portuguesa foi inaugurada em 16 de Junho de 1934, na cidade do Porto, no Palácio de Cristal. O regime sob a presidência de António Óscar Fragoso Carmona, pretendia tal como nas exposições congéneres doutros países coloniais, Marselha (1922), Antuérpia (1930) e Paris (1931) mostrar o seu vasto império pluricontinental  e pluriétnico. Henrique Galvão (futuro dissidente do regime) foi então nomeado director técnico da exposição.
Ver anterior referência da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/08/30/30-de-agosto-de-1934-dia-de-macau-e-a-1-a-exposicao-colonial-portuguesa/