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Hoje dia 18 de Novembro do ano de 1934, aterrou cerca das 16.30 horas, no hipódromo da Areia Preta, o tenente-aviador Humberto da Cruz que, com o seu mecânico, 1.º Sargento Gonçalves Lobato, efectuaram o voo Lisboa- Dili.” (1)

Fotos da chegada dos aviadores do fotógrafo José Neves Catela publicadas no «Directório de Macau de 1936» (2)

O avião “Dilly” que tripulado pelo aviador Humberto Cruz e mecânico Lobato, no hipódromo da Areia Preta
Um aspecto da chegada a Macau dos heroicos tripulantes do avião “ Dilly”

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/11/18/leitura-a-viagem-do-dilly-i/

(2) Sobre este fotógrafo, ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

Continuação da leitura do artigo “Resenha Histórica do Hóquei Clube de Macau”, que José dos Santos Ferreira (Adé) publicou em 1972, na revista «MACAU, Boletim de Informação e Turismo» (1) (2)

“… O primeiro «interport» contra Hong Kong efectuou-se em 1934, tendo terminado com um empate 1-1. A série dos «interports» anuais entre as selecções de Macau e Hong Kong prosseguiu, ininterruptamente até 1941, ano em que romperam as hostilidades no Pacífico. Entretanto, em 1939, o tenente Filipe O´Costa havia regressado à Metrópole. Porém, em Macau, ficaram bem vincados, entre os adeptos de várias modalidades desportivas, e quiçá para sempre, o seu nome e a sua obra, aliados à noção mais viva dos princípios do desportivismo, amor e dedicação ao desporto. É que Filipe O´Costa pugnou sempre, não apenas pela modalidade e clube que aqui havia criado, mas também pelo desenvolvimento de outras actividades desportivas nomeadamente o ténis e o atletismo.

Por ironia das circunstâncias, nunca o desporto em Macau teve tantos adeptos e tão vasta actividade como nos anos cruciantes da guerra no Pacífico. O hóquei, como não podia deixar de ser, teve o seu grande quinhão de benefício. Longe de se manter inerte, bem pelo contrário a actividade que se desenvolveu no seu único campo – o da Caixa Escolar – foi extraordinariamente intensa e profícua. Toda a promoção em prol do hóquei foi possível na medida em que os numerosos hoquistas de Hong Kong aqui refugiados quiseram e bem souberam cooperar com os elementos locais no prosseguimento da prática e tradição da modalidade.

Disputaram-se, então, torneios e campeonatos, uns após outros com a participação de dez grupos, no mínimo, de homens, e de outros tantos de meninas e de estudantes. A febre do hóquei só abrandou quando terminada a guerra, os milhares de refugiados regressaram às suas terras.

O Hóquei Clube de Macau adquiriu personalidade jurídica em 1944, com a publicação dos seus estatutos, aprovados pela Portaria n.º 3: 658 de 21 de Outubro desse mesmo ano. A série dos «interports» com Hong Kong retomou o seu prosseguimento em 1949, com a realização do 9.º encontro anual e não mais sofreu interrupção até ao ano presente (1972), em que os seleccionados de Macau, tendo-se deslocado a Hong Kong, dali regressaram com a vitória de 1 a 0. “.

A representação do País em certamente internacional foi, desde há muito, «sonho doirado» do Hóquei Clube de Macau. O clube macaense tudo fizera para estar presente nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, e de 1956, em representação de Portugal. Mas circunstâncias adversas impediram que tão grande aspiração e honrosa representação se transformassem em realidade.” (1)

(1) FERREIRA, José dos Santos – «MBIT», VIII-3/4 de Maio/Junho de 1972, pp.2-3

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2021/09/11/leitura-resenha-historica-do-hoquei-clube-de-macau-i/

Outras fotografias de José Neves Catela (tiradas entre 1934 e 1936) publicadas e legendadas em português, inglês e chinês no «Directório de Macau de 1936». 

Liceu Central de Macau – O Ginásio

NOTA I: “1933 – Foi determinado que o Liceu Central de Macau passe à categoria de Nacional (Boletim Geral das Colónias, Ano IX, Dezembro 1933, n.º 102 pp. 222)

Nos anos lectivos 1933/34 e 1934/35, o professor (interino) de Educação Física era Artur António Tristão Borges. No ano lectivo 1935/36, o professor era Firmino José Miranda da Costa e no ano lectivo seguinte encontrava-se vago.

24-11-1934 – BOGCM N.º 2 DE 12 DE Janeiro de 1935, p. 25

NOTA II: “16-08-1937 – É escolhido e dado ao Liceu o nome de Infante D. Henrique (P.P. n.º 2366 – B. O. n.º 34, p. 560 (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 259)

Igreja do Seminário de S. José
Um dos motores “Diesel” da estação geradora da Companhia de luz eléctrica

NOTA III: “1933 – Publicado no BO n.º 46 de 18 de Novembro de 1933, a escritura de contrato de concessão do exclusivo de fornecimento de energia eléctrica à Cidade de Macau pela Melco: ”The Macao ElectrIc Lighting Company Limited” (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III,  2015, p. 239)

Sobre este fotógrafo, ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

No dia de 23 de Agosto celebra-se a festa litúrgica de Santa Rosa de Lima (1).

Recordo o papel missionário ligado ao ensino do Colégio de Santa Rosa de Lima, em Macau, nomeadamente a acção educativa das Franciscanas Missionárias de Maria transcrevendo parte dum artigo (com fotos) não assinado, publicado no Boletim de Macau (2)

As alunas numa aula prática de Físico-Química

“O Colégio de Santa Rosa de Lima ficou debaixo da direcção das Franciscanas Missionárias de Maria (F.M.M.) (3) a partir de 1903. Foi no dia de 17 de Novembro de 1903, que as Franciscanas chegaram a Macau, tendo assistido ao seu embarque a própria fundadora do seu Instituto, a Reverenda Madre Maria da Paixão. Anos antes havia ela visitado Portugal por ocasião do sétimo centenário de Santo António de Lisboa, pelo qual ela tinha grande devoção, e daí levou gratas recordações do país.

Professoras dão aulas de costura

Assim não recusou o pedido (insistente) de D. João Paulino de Azevedo e Castro, para a vinda de um grupo de Religiosas para Macau. Foram instaladas na primitiva habitação das monjas de Santa Clara (4) (5) e, transformado o mosteiro em colégio de educação feminina, com o nome de Santa Rosa de Lima. Assim decorreram anos, quando em 1910, as Religiosas se viram obrigadas a tomar outro rumo, deixando atrás de si uma obra.

Preparando-se para a vida, aprendem também dactilografia

Retomaram esse lugar, quando D. José da Costa Nunes desejando haver uma casa de educação onde fossem instruídas meninas de origem portuguesa, resolveu fazer de Santa Rosa de Lima, um centro intelectual e religioso, admitindo alunas de todas as nacionalidades, qualquer que fosse a crença que professassem. Assim em 1932 era entregue a direcção às F.M.M. este estabelecimento, que, pouco a pouco, vai ampliando e remodelando surgindo do antigo edifício, um novo que foi inaugurado no dia de 24 de Março de 1934. Posteriormente, foi construída a igreja de Santa Clara que liga o Convento com o Colégio, benzida e inaugurada no dia 25 de Outubro de 1936, festa de Cristo Rei.

As alunas escuteiras numa aula de sinalização

No ano lectivo de 1955/1956 estavam inscritas um total de 929 alunas inscritas nas três sessões de ensino, (6) respectivamente: secção portuguesa com 220; secção chinesa com 355 e secção inglesa com 354. Os Cursos Secundários das Sessões Chinesa e Inglesa estavam oficialmente reconhecidos, dando o primeiro ingresso às Universidades da Ilha Formosa e o segundo à Universidade Católica de Washington.

Os desportos fazem parte das actividades diárias das alunas

Há ainda uma escola gratuita primária, para meninas pobres, chinesas, cujas aulas eram diários das 5 h às 7h da tarde. Essas aulas eram frequentadas por 158 crianças. Ministrava-se no Colégio o ensino de línguas estrangeiras, assim como o da música, tendo muitas alunas feito os exames do «Trinity College of Music» em Hong Kong.”

Na Igreja,durante uma festa religiosa no mês de Maio

(1) Rosa de Lima (Lima, 20 de abril de 1586 – Lima, 30 de agosto de 1617), nome de baptismo de Isabel Flores y Oliva, foi uma mística da Ordem Terceira Dominicana, beatificada em15 de Abril de 1668 por Papa Clemente IX e canonizada em 2 de Abril de 1671, Roma por Papa Clemente X. Santa Rosa é a primeira santa nativa da América e padroeira do Peru.

(2) Macau, Boletim Informativo da Repartição Provincial dos Serviços de Economia e Estatística Geral, Ano III, n.º 60, de 31 de Janeiro de 1956, pp. 8-9.

(3) 4-10-1903 – Partiram para Macau, vindas da Europa, (chegaram a 17-11-1903), as religiosas Missionárias Franciscanas de Maria, para dirigirem o Colégio de Sta. Rosa de Lima (iniciativa de D. João Paulino de Azevedo e Castro (1902-1918) para educação de pensionistas, e órfãs, esta gratuitamente). Acolhia, como internas, raparigas de vários pontos do Extremo Oriente – incluindo Tailândia. Depois de um interregno (1916-1932), voltaram, já em tempo de D. José da Costa Nunes. Em 1933 abriu a secção chinesa. Em 1936 é inaugurado o novo Colégio-Sede, resultante de ampliação. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 17)

 (4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/convento-de-santa-clara/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/igreja-de-santa-clara/

 (5) Até 1903, era dirigido pelas Filhas Canossianas da Caridade desde 1889. Antes das canossianas, o colégio, naquela altura chamado de recolhimento, albergou as clarissas, cujo convento foi destruído por um incêndio em 1824. As irmãs foram albergadas no Recolhimento de Santa Rosa de Lima. Com o falecimento da última clarissa em 1875, o recolhimento passou a chamar-se de Colégio de Santa Rosa de Lima.

(6) As línguas de ensino do colégio foram o português, o Inglês e o cantonense. O ano lectivo 1992-1993 foi o último ano do ensino em português do Colégio Santa Rosa Lima. 

Mais algumas fotografias de José Neves Catela (tiradas entre 1934 e 1936) (1) publicadas e legendadas em português, inglês e chinês no «Directório de Macau de 1936». 

Ruínas de S. Paulo
Um pormenor das Ruínas de S. Paulo
Um trecho do Pagode da Barra
Embarcação chinesa gravada numa pedra no Pagode da Barra.

(1) Sobre este fotógrafo, ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

Continuação da publicação das fotos de José Neves Catela, vistas aéreas de Macau no ano de 1934 (1)

Vista aérea do centro da cidade visto da ponta de Barra
Vista aérea da ponta da Barra
Vista aérea do Canídromo, fábricas de tijolos, bairro operário e à direita a Colina de Mong Há
Vista aérea do Bairro de S. Lázaro e Colina da Guia
Vista aérea dos terrenos conquistados ao mar (Porto Exterior), Porto Interior e ilha da Lapa (ao fundo)
Vista aérea da ilha Verde, Istmo da Porta do Cerco e o Fai Chi Kei (à direita)

(1)  https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

Fotos de Catela (1) publicadas em 1936, (2) mas tiradas provavelmente em 1934 quando estiveram em Macau os aviadores, capitão Humberto Cruz e o mecânico António Lobato durante 5 dias no raid Lisboa-Timor-Macau-Índia. Lisboa. O aparelho Dilly – um “De Havilland Leopard Moth”, com motora Gipsy Major de 130 cavalos – aterrou a 18 de Novembro de 1934 no hipódromo da Areia Preta. Durante a estadia, voaram sobre a cidade com o fotógrafo Catela que tirou 180 retratos aéreos da Colónia. (3)

Vista aérea da península de Macau 
Vista aérea do centro da cidade, vendo-se o Largo do Senado
Vista aérea da Avenida Vasco da Gama e Campo da Caixa Escolar
Vista aérea dos terrenos conquistados ao mar que foram cedidos à Companhia de Abastecimento de Águas para a construção de reservatório
Vista aérea do Porto Interior

(1) José Neves Catela faleceu aos 49 anos de idade, em Macau, a 1 de Fevereiro de 1951. Natural de Alpiarça, onde nasceu em 1902, encontrava-se em Macau desde 1921 sendo funcionário da Secção de Propaganda de Macau. (informação da revista MOSAICO). Sobre este fotógrafo ver referências anteriores em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

(2) Extraído de «Directório de Macau de 1936»,

(3) , Luís Andrade de – Aviação em Macau, um século de aventuras. Livros do Oriente, 1990, p.66; https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/humberto-da-cruz/

«Directório de Macau» 1934, p. 30

Ver anteriores referências da MELCO – “Macao Electric Lighting Co. Ltd” em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/melco/

Artigo de António Carvalho Brandão (1) publicado na revista ”A Terra” (2)

Depois duma primeira parte em que descreve as origens e trajectórias dos tufões da área do Mar da China, mais especificamente na área de Macau,, o autor relata com detalhes e compara entre os naufrágios e mortes causados por dois tufões que até então atingiram Macau: o tufão de 22 de Setembro de 1874 e o tufão de 20 de Agosto de 1927

Sinais precursores” (pp. 84-85): “Os primeiros sinais da proximidade dum tufão são dados pelo céu e pelo barómetro. No céu, bandos de cirrus em leque, corando-se dos mais belos tons, ao crepúsculo, do rosa pálido à viva purpura. No barómetro, alterações nas oscilações periódicas características das baixas latitudes, que se traduzem por estacionamento durante os períodos de subida (4h às l0h e 16h às 22h), ou descida mais rápida do que a normal durante os períodos de descida. Os sinais secundários que aparecem geralmente mais tarde do que aqueles, são calma, grande calor e aumento de umidade; agitação desu­sadada do mar; aparecimento de numerosos insectos, fugindo diante da tempestade. Esses sinais precursores são porém incapazes de indicar o grau de intensidade com que se sentirá o tufão. Só depois de começar soprando o vento do tufão, conjugando zs mudanças sucessivas da sua direcção com a baixa progressiva do barómetro, é possível determinar aproximadamente a direcção do centro e a sua trajectória, operação facilitada pelo uso dum simples instrumento creado pelo Padre Algué -o barociclonómetro. Mas este processo não permite deduzir com aproximação suficiente, nem a distância a que se encontra o centro nem a intensidade do tufão.

Estes elementos, indispensáveis para prever os seus efeitos prováveis no local, são obtidos pelo traçado das cartas sinópticas de propagação do tufão, feito repetidas vezes nos Observatórios · por meio dos telegramas meteorológicos recebidos a miudo das filipinas, Carolinas e outras ilhas próximas, assim como radiogramas de navios navegando no Mar da China e Pacífico Ocidental. Esta prática, creada em Manilla pelo Padre Algué e hoje melhorada graças à T. S. F., tem prestado inestimáveis serviços em todas as regiões atingidas pelos tufões destruidores, e salvo muitos milhares de vidas. Em Macau não se faz a concentração das observações de tufões, nem ha necessidade disso, pois que se recebem com pequenos intervalos os comunicados telegráficos do Observatório de Hong-Kong, situado a curta distância da nossa Colónia.

A comparação entre os naufrágios e mortes causados por dois tufões igualmente sentidos em Macau, um no século passado (22 de Setembro de 1874) e outro ha poucos anos (20 de Agosto de 1927, permitirá avaliar bem os benefícios da atual organização meteorológica do Mar da China.”

(1) António Carvalho Brandão, Capitão de fragata. Antigo Director do Serviço Meteorológico da Marinha. Presidente do núcleo de Lisboa da Sociedade de Meteorologia e Geofísica de Portugal

(2) Revista Portuguesa de Geofísica , n.º 14 (número colonial) , maio de 1934, pp. 83-91. – Director e Administrador: Raúl de Miranda

“O cinema brilha em Janeiro de 1934. O filme escolhido no Capitol, para o dia 1°, é o famoso “King Kong“, com os actores Fay Wray, Robert Armstrong e Bruce Cabot. Nos anúncios, o filme figura como a “oitava maravilha do mundo”. A bilheteira esgota-se durante os dias de exibição, porque todos querem admirar a odisseia do macaco gigante. Nunca havemos de esquecer as exclamações “uá” dos espectadores chineses, perante o macaco em fúria, a caminhar pelas ruas de Nova Iorque e a subir o «Empire State Building», onde encontrará a morte, perante as balas duma esquadrilha de aviões. O filme deixou uma memória perdurável que a segunda versão, feita há dois anos, e recentemente exibida entre nós, não apagou nem diminuiu. O primeiro “King Kong”, dentro do capítulo do filme de aventuras, é um clássico.

O Vitória não fica atrás da competição e em 5 de Janeiro oferece-nos um grande filme alemão de guerra “4 Infantrymen” (Os Quatro de Infantaria) (1) que ombreia com “All Quiet on the Western Front” (Nada de Novo na Frente Ocidental). Era a resposta alemã ao filme americano, mas movida pela mesma finalidade – o pacifismo, o repúdio da guerra, denunciando os seus horrores. Por ironia, a Alemanha estava nas mãos de Hitler e do Nacional-Socialismo.

Há outros filmes de lágrimas, de ternura e de pura evasão, como “The White Sister” com Clark Gable e Helen Hayes, “Smilin’ Through” de Norma Shearer e Frederich March, “Me and my Gal” de Spencer Tracy e Joan Bennett. Nomes que se fixam na mente e são preferência dos cinéfilos, todos eles no caminho ascensional da fama.

O Capitol apresenta uma série de fitas da casa alemã UFA, donde destacamos “Ronny” e o clássico “Madcheu in Uniform” (As Raparigas de Uniforme), hoje considerado um filme de antologia, com a bela actriz Dorothea Wieck.

(1) «Westfront 1918» é um filme de guerra alemão (as trincheiras da I Grande Guerra) dirigido por em 1930 por G. W. Pabst, dum argumento de Ladislaus Vajda adaptado dum romance “Vier von der Infanterie” deErnst Johannsen. https://en.wikipedia.org/wiki/Westfront_1918

(2) FERNANDES, Henrique de Senna – Cinema em Macau III (1932-36) in Revista da Cultura, n.º 23 (II Série) ABRIL/JUNHO de 1995, pp.151-152. Edição do Instituto Cultural de Macau. http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30023/1797