Archives for category: Cinemas de Macau
Marcação de lugar S13

Bilhete de cinema (12,5 cm x 7,7 cm) do Teatro Apollo, n.º 000026, 2.ª Classe ($1.20), para o dia 29 de Setembro de 1964, sessão das 2.30 horas (14h30). Filme: “The Great Escape”

Verso do bilhete – carimbo do “SELO DE VERBA – PROVÍNCIA DE MACAU”

“A Grande Evasão”, filme de 1963 da «United Artists», produzido e realizado por John Sturges, com um vasto elenco de actores conhecidos nomeadamente Steve McQueen, James Garner, Richard Attenborough, James Donald, Charles Bronson, Donald Pleasence, James Coburn, Hannes Messemer, David McCallum, Gordon Jackson, John Leyton e Angus Lennie

Baseado no livro de Paul Brickhill de 1950 sobre a fuga dos prisioneiros de guerra dos Aliados dum campo de concentração em Sagan (hoje, Zagan), na Polónia. https://en.wikipedia.org/wiki/The_Great_Escape_(film)

Trailers: https://www.youtube.com/watch?v=r9Q_WESQUVw https://www.youtube.com/watch?v=xkwmIDx9RwQ

Bilhete de cinema (12,3 cm x 7,7 cm) do Teatro Império, N.º 000488, 2.ª Classe ($1.10), para o dia 18 de Agosto de 1965, sessão das 14.30 horas. Filme: “In Harms Way”. No canto superior direito – metade do selo de verba (1)

“In Harm’s Way”, filme de “guerra” (o envolvimento da marinha Americana no início da II guerra mundial, em 1941) de 1965, produzido e dirigido por Otto Preminger com os actores principais John Wayne, (2) Kirk Douglas e Patricia Neal. Produzido com o sistema “Panavision gear”, é um dos últimos filmes de “guerra”a «preto e branco». Argumento de Wendell Mayes, baseado no livro de 1962 de James Bassett. https://en.wikipedia.org/wiki/In_Harm%27s_Way

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/selo-de-verba/

(2) John Wayne (1907 –1979), em Setembro de 1964, após conclusão das filmagens deste filme, foi lhe diagnosticado cancro do pulmão tendo sido operado (extracção do pulmão esquerdo e duas costelas).

Trailers do filme: https://www.youtube.com/watch?v=Nnaf9Nneb7A https://www.youtube.com/watch?v=nc_IXNH5nA8 https://www.youtube.com/watch?v=yXzNQHNsQHk

Bilhete de cinema (12,2 cm x 7,5 cm) do Teatro Império, n.º 000116, 1.ª Classe ($1.70), para o dia 8 de Julho de 1966, sessão das 17.30 horas. Filme: “The Sound of Music

Filme musical de grande êxito mundial que, em Macau, terá batido o record de permanência em cartaz, mais de um mês, com 4 sessões diárias. Que eu me recordo, em Macau, habitualmente os filmes em estreia permaneciam somente dois a quatro dias (sempre em fins de semana, sábado e domingo ou de sexta a segunda feira quando o filme era  mais popular)

Verso do bilhete

The Sound of Music” – “Música no Coração”, filme americano, mais musical que drama, de 1965, dirigido e produzido por Robert Wise, argumento de Ernest Lehman com os actores principais: Julie Andrews, Christopher Plummer, Richard Haydn, Peggy Wood, Charmian Carr, and Eleanor Parker.

O filme é uma adaptação da peça teatral musical (adaptado para o teatro musical por Lindsay and Crouse), do mesmo nome, do ano de 1959, composto por Richard Rodgers e letras de Oscar Hammerstein II. Baseado num livro de 1949 “The Story of the Trapp Family Singers” de Maria von Trapp.

É uma das películas que maiores receitas teve em toda a história do cinema. Teve 10 nomeações para o Oscar e obteve cinco estatuetas. https://en.wikipedia.org/wiki/The_Sound_of_Music_(film)

No dia 1 de Junho de 1982, iniciou a sua actividade, o «Cineteatro Macau» com 3 ecrans, remodelação do antigo Teatro/Auditório Diocesano, (1) junto ao Colégio de Santa Rosa de Lima, com a exibição do filme «Somewhere in time», (2) de produção britânica. Na sessão inaugural teve a presença do governador Almeida e Costa e de numerosos convidados.  

O« Cineteatro Macau» passou a ter três sessões diárias, com mais uma sessão aos sábados e domingos, dedicada aos estudantes e com preços reduzidos. Teve, ainda, sessões gratuitas no primeiro domingo de cada mês, com exibição de filmes do grupo «A», para todos, dedicadas aos estudantes. (3)   

(1) 1974 – Macau possui um teatro (D. Pedro V) com 360 lugares; 8 Cineteatros com um total de 8 934 luares e uma sala de espectáculos recente, o Auditório diocesano com 1200 lugares.

O Auditório Diocesano junto ao Colégio de Santa Rosa de Lima foi inaugurada a 1 de Novembro de 1972, tendo a lápide inaugural do Auditório Diocesano sido descerrada pelo Adjunto Particular do Secretário das Nações Unidas para os assuntos de emigração, Sr. Francis Kellog, A Diocese de Macau dispôs para o efeito de um subsídio de US $ 6 000 da «Catholic Relief Services» (3)

 (2) «Somewhere in time», filme romântico, de 1980, dirigido por Jeannot Szwarc com argumento de Richard Matheson (baseado no seu romance de 1975,“Bid Time Return”) e com os actores: Christopher Reeve, Jane Seymour, e Christopher Plummer. O filme é conhecido pela partitura musical composta por John Barry, (4) tocada pelo pianista Roger Williams. (https://en.wikipedia.org/wiki/Somewhere_in_Time)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, pp. 383, 388 e 432) e «Macau82 Jornal do ano primeiro semestre». GCS, 1982, P. 129

(4) John Barry (1933 – 2011), compositor britânico e director de orquestra (maestro). Compôs para mais de 100 películas e programas televisivos e mais conhecido pelos 11 filmes da série de James Bond: «Dr. No»,« From Russia with Love», «Goldfinger», «Thunderball», «You Only Live Twice», «On Her Majesty’s Secret Service», «Diamonds Are Forever», «The Man with the Golden Gun», «Moonraker», «Octopussy», «A View to a Kill«, e «The Living Daylights».

Trailers: https://www.youtube.com/watch?v=o36EXzADXWc https://www.youtube.com/watch?v=egsrQ_ZkqRg

Bilhete de cinema (12,9 cm x 7, 3 cm) do Teatro Nam Van, fundo amarelo, letra a castanho, para a sessão da tarde (2.30 Horas) do dia 23 de Março de 1965, com o n.º 0719. Preço: $ 0.90.

Este filme “It´s a Mad, Mad, Mad, Mad World” estreou-se neste cinema a 19 de Março de 1965 – ver anterior postagem com o folheto de cinema. (1) A lápis azul, marcação de lugar “Y28”

Verso do bilhete – selo de verba (2)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/03/19/noticia-de-19-de-marco-de-1965-folheto-de-cinema-teatro-nam-van-xxii-its-a-mad-mad-mad-mad-world/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/selo-de-verba/

Anúncio datado de 1 de Março de 1867, publicado no Boletim da Província,  da “Paderia Nacional”, (1) que a 20 de Agosto de 1866 mudou para “as cazas n.º 2, pertencentes às recolhidas de Santa Roza de Lima”, (2) no “Bêcco do Senado”(3) , n.º 2,.

Extraído de «BPMT», XIII- 10 de 11 de Março de 1867, p. 54

“Biscoutinho adocicado de soda, a 8 libras por pataca, (em 20 de Novembro de 1866, os “biscoutinhos adocicados vendiam-se a “15 avos ou 140 sapecas por cate), (4) além de pão branco salobre de quatro differentes feitios e pezo, a 12 libras por pataca, sempre de genuina farinha de trigo d´America, tudo trabalhado com maior aceio e esmero possível e levedado com ingredientes não deletérios à saúde, como se levedão em todas as paderias europêas. “Havendo contrato por um ou mais anos certos, pôde-se também fornecer pão de igual maneira trabalhado e levedado, de genuína farinha somênos de trigo d´America, a 22 libras por pataca; e biscouto de marinheiro, de igual farinha trabalhado à maquina, a 3,5 (?) avos de pataca por libra. “

 (1) Há referências da sua existência, nesta morada, desde 1 de Agosto de 1865. Não encontrei informação da data de encerramento. Houve, no entanto, com o mesmo nome, “Paderia Nacional”, em 1857, noutra morada – ver anterior referência em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/04/06/anuncio-de-6-de-abril-de-1868-paderia-nacional/

.(2)

Extraído de «BGM», XII- n.º 35 de 27 de Agosto de 1866, p. 142.

(3) Beco do Senado – pequena ruela estreita e curta, à direita do edifício, antigo “Leal Senado” que vai do parque de estacionamento conhecido antigamente pelo Auto-Silo do Leal Senado (edifício Pak Lane) à Avenida Almeida Ribeiro.

No cimo desta rua, á esquerda havia uma porta que dava acesso, após umas escadas, ao gabinete de projecção de cinema do Teatro Apollo (Peng On), cuja entrada principal era onde está (na foto) a loja “ESPRIT”. O Teatro Apollo ocupava uma estrutura de quatro pisos, estucada a verde, situada na Avenida Almeida Ribeiro, mesmo à frente do edificio dos Serviços de Correios. Inaugurado em 1935, tinha uma capacidade de 1038 lugares e nele projectavam-se filmes americanos e chineses sobre a guerra sino-japonesa. Foi também palco de reputados espectáculos de ópera cantonense e era ali que decorriam as celebrações anuais a assinalar o nascimento da nova china. Quando o teatro encerrou, em 1 de Fevereiro de 1993, o piso térreo foi transformado em espaço comercial e o piso superior passou a albergar a sede da Associação de Empregados da Indústria Hoteleira de Macau e a Associação de Juventude de Macau (“As Ruas Antigas de Macau”, p. 30/31)

(4)

Extraído de «BGM», XII-n.º 49 de 3 de Dezembro de 1866, p. 200.

Bilhete de cinema do “Teatro Apollo”, n.º 00596 (11,5 cm x 9,2 cm) para o filme “My Fair Lady”, sessão às 19.00 horas, do dia 18 de Fevereiro de 1967, para a 2.ª Galeria. Preço: $ 1.80. O filme foi estreado em Macau no dia 16 de Fevereiro de 1967– ver folheto de cinema do filme, publicado em anterior postagem (1)

No verso, a data é de 19 de Fevereiro de 1967 (engano?) com o “selo de verba” (2) e a marcação do lugar de assento.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/16/noticia-de-16-de-fevereiro-de-1967-folheto-de-cinema-teatro-apollo-xxiv-my-fair-lady/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/selo-de-verba/

“O cinema brilha em Janeiro de 1934. O filme escolhido no Capitol, para o dia 1°, é o famoso “King Kong“, com os actores Fay Wray, Robert Armstrong e Bruce Cabot. Nos anúncios, o filme figura como a “oitava maravilha do mundo”. A bilheteira esgota-se durante os dias de exibição, porque todos querem admirar a odisseia do macaco gigante. Nunca havemos de esquecer as exclamações “uá” dos espectadores chineses, perante o macaco em fúria, a caminhar pelas ruas de Nova Iorque e a subir o «Empire State Building», onde encontrará a morte, perante as balas duma esquadrilha de aviões. O filme deixou uma memória perdurável que a segunda versão, feita há dois anos, e recentemente exibida entre nós, não apagou nem diminuiu. O primeiro “King Kong”, dentro do capítulo do filme de aventuras, é um clássico.

O Vitória não fica atrás da competição e em 5 de Janeiro oferece-nos um grande filme alemão de guerra “4 Infantrymen” (Os Quatro de Infantaria) (1) que ombreia com “All Quiet on the Western Front” (Nada de Novo na Frente Ocidental). Era a resposta alemã ao filme americano, mas movida pela mesma finalidade – o pacifismo, o repúdio da guerra, denunciando os seus horrores. Por ironia, a Alemanha estava nas mãos de Hitler e do Nacional-Socialismo.

Há outros filmes de lágrimas, de ternura e de pura evasão, como “The White Sister” com Clark Gable e Helen Hayes, “Smilin’ Through” de Norma Shearer e Frederich March, “Me and my Gal” de Spencer Tracy e Joan Bennett. Nomes que se fixam na mente e são preferência dos cinéfilos, todos eles no caminho ascensional da fama.

O Capitol apresenta uma série de fitas da casa alemã UFA, donde destacamos “Ronny” e o clássico “Madcheu in Uniform” (As Raparigas de Uniforme), hoje considerado um filme de antologia, com a bela actriz Dorothea Wieck.

(1) «Westfront 1918» é um filme de guerra alemão (as trincheiras da I Grande Guerra) dirigido por em 1930 por G. W. Pabst, dum argumento de Ladislaus Vajda adaptado dum romance “Vier von der Infanterie” deErnst Johannsen. https://en.wikipedia.org/wiki/Westfront_1918

(2) FERNANDES, Henrique de Senna – Cinema em Macau III (1932-36) in Revista da Cultura, n.º 23 (II Série) ABRIL/JUNHO de 1995, pp.151-152. Edição do Instituto Cultural de Macau. http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30023/1797

Em 12 de Janeiro de 1774, o governador Saldanha (1) sugere ao Vice Rei da Índia que se renova a cadeia do terreiro de St.º Agostinho, para junto do Senado e dá a razão: o tronco ou cadeia está em lugar solitário, tendo apenas em frente uma casa com janelas para outra parte e o Convento de S.to Agostinho, que tem apenas uma pequena janela de coro que dá para a cadeia; esta «não tem capacidade, nem fortaleza nem segurança». Mas junto ao Senado há uma casa do estado que se pode transformar em cadeia segura. O Vice-rei (D. José Pedro da Câmara) remeteu cópia desta carta ao Senado, a 4 de Maio de 1775, preguntando se havia algum inconveniente; como o Senado respondesse que havia grande despesa e dificuldades, o Vice-rei, a 30-04-1776, determinou «que não faça inovação alguma».

Para a cadeia que ficava anexa ao Senado, foram transferidos, pouco depois de 1776, os presos do tronco que ficava no Largo de Santo Agostinho, e que deu o nome à Calçada do Tronco Velho. (2) A casa onde antes estava era dos jesuítas, alugadas ao Senado; a nova, do Estado. A nova cadeia deu o nome “Rua da Cadeia,” (3) que em 1937 recebeu o nome de Rua Dr. Soares, em homenagem ao Dr. José Caetano Soares. (4) A 5 de Setembro de 1909, os presos passaram para a Cadeia Pública na Colina de S- Miguel e em 1990 para Coloane. (5) (6)

(1) Carta do Governador de Macau Diogo Fernandes Salema de Saldanha, datada de 12-01-1774: “O tronco desta Cidade está situado em hum lugar tão desamparado de cazas, que não tem mais que humas, q´ ficão de fronte delle com janelas para outra parte, e o convento de S. Agostinho, que não tem para parte delle mais que huma piquena janela do seo coro. Tambem não tem capacidade nem fortaleza, nem segurança para prezos recomendáveis; e como junto a caza do Senado, que hé o mais publico lugar há humas cazas pertencentes a Fazenda Real da Administração do Adjunto desta mesma Cidade, as quaes tem capacidade para nella se fazer huma cadeya segura, e com commodos suficientes, e fortes p.ª nella se prenderem os prezoz … Supplico a V. Exa. determine que trocando-se estas do actual tronco pelas outras junto do Sennado; nestas se estaleca a cadeya publica.» Ver anterior referência em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/diogo-fernandes-salema-e-saldanha/

(2) Calçada do Tronco Velho começa no Largo de Santo Agostinho, ao cimo da Calçada do Gamboa, e termina entre a Rua do Dr. Soares (outrora Rua da Cadeia) e a Rua dos Cules, em frente do Beco da Cadeia. Em chinês chamava-se 监牢斜巷 Kam Lou Ch´é Hóng, (7)  i. é, Calçada ou Encosta do Tronco Velho. O tronco ficava no Largo de S. Agostinho, passando depois para junto do Senado. (6)

(3) Rua da Cadeia começa na Rua dos Cules e acaba no Largo do Senado (hoje, Avenida Almeida Ribeiro) («Cadastro das Vias Públicas de 1874») Existe ao Beco da Cadeia que está junto da Rua dos Cules, tendo a entrada entre esta rua e a Rua do Dr. Soares, em frente da Calçada do Tronco Velho (6)

(4) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/rua-da-cadeiarua-dr-soares/

(5) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume I, 2015, p.277.

(6) TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, volume I, 1997, p. 331-332

(7)监牢斜巷mandarim pīnyīn: jiān lóu xié hàng; cantonense jyutping: gaam1 lou4 ce3 hong6. Hoje o nome chinês é 東方斜巷 mandarim pīnyīn: dōng fāng xié hàng; cantonense jyutping: dung1 fong2 gaam1 lou4 ; calçada oriental, referindo-se ao hoje inexistente Cine-Teatro Oriental (東方戲院) que esteva nessa calçada, desde 1950 a 1973.

Bilhete de cinema do Teatro Imperio, n.º 000555, canto superior esquerdo rasgado (12cm x 7,5 cm)

Bilhete de cinema do Teatro Império n.º 555, para o dia 4 de Janeiro de 1963, da 3.ª classe ($ 0,90) para a sessão das 14.30 horas. O filme do dia foi “Cleópatra”

Bilhete de cinema – verso

Filme americano de 1963 sobre a rainha egípcia Cleópatra dirigido (argumento adaptado pelo próprio com Ranald MacDougall e Sidney Buchman) (1) por Joseph L. Mankiewicz e produzido por Walter Wanger para a “Twentieth Century-Fox Film Corporation”. Actores principais: Elizabeth Taylor (Cleopatra); Richard Burton (Marco António); Rex Harrison (Júlio César); Martin Landau (Rufio) e Roddy McDowall (Octávio)

O filme em 1964, foi candidato a oito óscares; ganhou em quatro categorias: melhor cinematografia (cor); melhor direcção artística; melhor design de vestuário (2) ; melhor “efeitos especiais”.  https://en.wikipedia.org/wiki/Cleopatra_(1963_film)

 (1) Adaptação de um livro “The Life and Times of Cleopatra” de Carlo Maria Franzero, publicado em 1957.

(2) A actriz Elizabeth Taylor foi eleita por “Guinness World Record” com o título de  “Most costume changes in a film”; Taylor apresentou no filme com 65 conjunto de vestuário. Este “record” só foi batido quando em 1968, no filme “ Star”, a actriz Julie Andrews alterou o seu vestuário 125 vezes, ao longo do filme.

Trailers: https://www.imdb.com/video/vi2360911385?ref_=tt_pv_vi_aiv_1 https://www.imdb.com/video/vi3293488921?ref_=tt_pv_vi_aiv_2