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Um folheto de 68 páginas “MACAU e o seu Porto Artificial atravez a IMPRENSA PORTUGUESA (VOLUME I)”, impresso na Tipografia Mercantil de N. T. Fernandes e Filhos, em 1924, (24 cm x 16 cm x 0,5 cm) (1)

O folheto apresenta uma assinatura de posse “Armando Zuzarte Cortesão 1925” (2)

Contém uma colectânea de artigos publicados até então na imprensa portuguesa sobre o porto artificial. O prefácio é do Hugo de Lacerda “Macau como Porto Marítimo e Testa de Navegação Fluvial e de Viação Acelerada”) (3) (pp.3-4)

Outros artigos:

1-O Renascimento de MacauUma riquíssima possessão, cheia de vida e com um grande futuro – Lopo Vaz de Sampayo e Mello (Do jornal “A ÉPOCA”) (pp. 5-10)

2-Portugal no Oriente. Macau serve mais alguma coisa do que para converter umas centenas de patacas numas dezenas de contos – Henrique Correia da Silva (4) (De “O Diário Notícias”) (pp. 11-15)

3-Interesses Portugueses no OrienteAs obras do porto de Macau honram a engenharia portugueza e são a maior base para o engrandecimento d´esta província ultramarina – João Barbosa Pires (5) (De “O Século-1923) (pp. 16-19)

4-O Porto de Macau – Um repórter de “A Pátria” ouve o ilustre Almirante Snr. Hugo de Lacerda (P.J.M.L. do jornal “A PÁTRIA” de Macau, 1924) (pp. 20-36)

5-A exploração do porto artificial de MacauO que a República fez e o que precisa fazer ainda – Henrique Valdez (6) (De “O Século” – 1924) (pp. 37-40)

6-Problemas NacionaisPortugal no Extremo-Oriente –Thomé Pires (Do periódico “A PÁTRIA”-1924 (pp. 14-62.

7-Sobre as obras do porto de Macau – O que sobre elas diz o seu ilustre Director o sr. Almirante Hugo de Lacerda (pp.63-68)

(1) “ Por ordem superior do Conselho de Administração das Obras nos Portos de Macau, fez a Secção de Propaganda publicar este folheto acabado de imprimir aos trinta de Novembro de 1924. “ (p. 1)

(2) “ O mais importante historiador português da cartografia antiga do século XX, como também de um dos raros especialistas de projecção internacional que ensaiaram uma análise historiográfica geral deste campo de estudos que emergiu com uma identidade disciplinar e uma actividade prática próprias a partir da década de 1930”. (Oliveira, Francisco Roque de – Armando Zuzarte Cortesão (1891-1977): vida, exílio e mapas. Academia de Marinha, 2019 In: Matos, A. T. de (coord.). Homenagem aos Fundadores da Academia de Marinha (pp. 70-105). Lisboa: Academia de Marinha. ISBN: 978-972-781-150-2.) https://repositorio.ul.pt/handle/10451/43173

(3) O Engenheiro hidráulico Almirante Hugo de Lacerda Castelo Branco foi governador interino de Macau de 1-08-1926 a 8-12-1926. Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hugo-lacerda-castelo-branco/

(4) O Capitão-tenente Henrique Monteiro Correia da Silva, foi governador de Macau de 23-08-1919 a 20-05-1922.

(5) João Barbosa Pires, jornalista vereador substituto do Leal Senado da Câmara de Macau

(6) Capitão-tenente Henrique Valdez, jornalista, senador https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/01/27/leitura-macau-e-seu-futuro-porto-1922/

No dia 6 de Fevereiro passado, comemorou-se os 70 anos de reinado da rainha do Reino Unido, Isabel II (1926-), mais tarde coroada a 2 de Junho de 1953. Nada mais oportuno, apresentar um folheto de cinema do Teatro Apollo, para os dias 14 e 15 de Março de 1956, dum filme, intitulado “The Royal Tour” ou “The Royal Tour of Queen Elizabeth and Philip””Flight of the White Heron

Trata-se dum filme, documentário (1 hora e 36 minutos) de 1954 em “CinemaScope” e “Eastman Colour”da viagem real da rainha Isabel e marido, Filipe, duque de Edimburgo (mais tarde para o fim da viagem juntaram-se o príncipe Carlos e a princesa Ana) (no total cerca de 50.000 milhas) de Novembro de 1953 a Maio de 1954. O documentário abrangeu as visitas às Ilhas Fiji, Tongo, ilhas de Cocos, Ceilão, Africa, Nova Zelândia e Austrália. (1) (https://www.imdb.com/title/tt0360938/)

Como curiosidade a sessão das 14.30 horas, o filme era para maiores de 6 anos, mas as sessões das 19.30 e 21.30 horas eram para maiores de 13 anos. Excepcionalmente foram impressas 1500 exemplares deste folheto (impressão e composição na Tipografia “San Chong Trading & Co”) quando normalmente eram impressos 1000 exemplares.

(1) Esta viagem real tinha sido planeada para ser iniciada em 1949 para o rei Jorge VI (pai da Isabel) – visita a Austrália e Nova Zelândia, mas foi cancelada em Outubro 1951 devido ao estado de saúde do rei. Foi numa viagem anterior, que a princesa Isabel e marido quando estavam num safari no Quénia, a caminho da Austrália, em 1952, tiveram conhecimento da morte do rei e por isso cancelada nesse ano a viagem a Austrália.

Trailers da visita a Nova Zelândia e Austrália https://www.youtube.com/watch?v=V8qXQWFfk2U https://www.youtube.com/watch?v=9Xn8uuUgAPM https://www.youtube.com/watch?v=8tz-9DJX9Lw

Good Morning, Miss Dove”, filme de 1955, “DeLuxe Color e CinemaScope”, uma história sentimental duma professora. Dirigido por Henry Koster com os actores Jennifer Jones, Robert Stack, Kipp Hamilton, Robert Douglas e Peggy Knudsen. Argumento adaptado por Eleanore Griffin da novela de 1954, “Good Morning, Miss Dove”, de Frances Gray Patton.

https://en.wikipedia.org/wiki/Good_Morning,_Miss_Dove https://www.youtube.com/watch?v=W4WLhQo5umQ

Publicação periódica (duas vezes por mês/ quinzenal), iniciada a 8 de Dezembro de 1921, dirigida pelo cónego António Maria de Morais Sarmento. (1) A Redação estava situada na Rua Central n.º 79 e era impressa na Tipografia do Orfanato (Rua Central n.º 79). O último número (n.º 23) saiu em 1923. Cada edição estava dividido em 4 colunas num total de 4 páginas. 1.ª coluna – Catecismo – doutrina católica e acção dos missionários; a 2.ª coluna – Arte – focava temas como arte e literatura; a 3.ª coluna – Científico – assuntos científicos e a 4.ª coluna – Telegrama – publicava notícias das agências internacionais francesas e britânicas. (2)

(1) Alguns dados de António Maria de Morais Sarmento (Cónego Missionário). Secretário particular do Bispo D. João Paulino d´Azevedo e Castro em 1912.

01-09-1925 – Início do «Diário de Macau», o primeiro quotidiano publicado em Macau, com o subtítulo «Jornal Noticioso, Literário e de Divulgação Histórica». Este periódico, publicado às sextas-feiras, era  dirigido pelo conhecido Cónego A. Moraes Sarmento foi substituído após a publicação do seu 65.º número, em 29 de Novembro de 1925,  pelo jornal «A Pátria» (de 1979 – 1981, há outro jornal com o título de Diário de Macau) (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume III, 2015, p. 173)

Em Janeiro de 1941, saiu a  2.ª Série, Vol. I da Revista Arquivos de Macau. Mensal, sob a responsabilidade e direcção do Cónego Morais Sarmento. Este volume tem dois preciosos índices e a Série foi interrompida por falta de papel. (Cfr. 1964, 4 de Fevereiro – Início da 3.ª série ) . (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia de História de Macau, Volume III, 2015, p 271)

(2) https://www.library.gov.mo/pt/library-collections/special-collections/ancient-texts?ancient=book_210  

Ver anteriores referências a este Cónego em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/conego-antonio-maria-de-morais-sarmento/

Poéma/letra de José dos Santos Ferreira (Adé) publicado no jornal «O Clarim» de 30 de Agosto de 1953, (1), adaptação da canção «Anniversary Song» (2) que mereceu uma nota do autor:

“Si sã querê cantá, non mestê fazê cerimónia: busca música de «Anniversary Song», chapá estunga quanto palavra”

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau sã Assi. Tipografia da Missão do Padroado, 1967, pp. 46-46

(2) «Anniversary Song» é baseado na canção/valsa de 1820, “The Waves of the Danube,” composto pelo compositor romeno Ion Ivanovici. Al Jolson e o letrista Saul Chaplin adaptaram-no para o filme “ The Jolson Story” (musical de 1946, filme biográfico do cantor e actor Al Jolson).

https://genius.com/Al-jolson-anniversary-song-lyrics https://www.youtube.com/watch?v=3VcQVNw2w78 https://www.imdb.com/title/tt0038661/

NOTA: O cantor Andy Williams no seu álbum “Call Me Irresponsible” gravou a sua versão desta canção. https://www.bellandcomusic.com/anniversary-song.html

Estreia a 28 de Setembro de 1955, no Teatro Apollo, o «emocionante filme tecnicolorido» “ULISSES” (versão inglesa), (1) com preço especial para militares sem graduação, isto é, soldados – $1.00 pataca. Foram impressos 1500 exemplares deste folheto (Tipografia “San Chong Trading & Co”).

Filme italiano (1) de aventuras, de 1954, dirigido por Mario Camerini (2) com argumento de Franco Brusati e do próprio Mario Camerini (entre outros), baseado na famosa obra de Homero, as aventuras de “Ulisses”, tem como a actores principais: Kirk Douglas (Ulisses), Silvana Mangano (desempenha dois papéis, como Penélope, a fiel esposa de Ulisses e a feiticeira Circe),  Anthony Quinn e Rossana Podesta.

Foi produzido por Dino De Laurentiis e Carlo Ponti, para a “Paramount Pictures (USA)” (3) com música de Alessandro Cicognini.

Trailers:

PRÓXIMA MUDANÇA: “I Wonder Who’s Kissing Her Now”, filme musical, biográfico do popular (na altura, princípios do século XX) compositor, produtor, actor/cantor do teatro musicado, Joseph Edgar Howard 1870 –  faleceu em 1961, no palco actuando e cantando “Let Me Call You Sweethear”) em “tecnicolorido”,  de 1947, dirigido por Lloyd Bacon, com os actores, June Haver e Mark Stevens. (4) https://en.wikipedia.org/wiki/I_Wonder_Who%27s_Kissing_Her_Now_(film)

(1) O filme foi lançado com duas versões, a italiana e a inglesa. Os actores Kirk Douglas Anthony Quinn “dobraram” as suas próprias vozes para a versão inglesa. Exteriores foram filmados nas costas do Mediterrâneo e ilhas da Grécia (era para ser na ilha de Ítaca, mas um terramoto cancelou as filmagens).

 (2) A escolha original para o diretor foi Georg Wilhelm Pabst, mas ele pediu demissão no último minuto. O diretor de fotografia do filme, Mario Bava, co-dirigiu o segmento “Polyphemus Cyclops” (não creditado)

(3) O sucesso internacional deste filme levou à produção de Hércules (1957), e depois a uma série de filmes épicos italianos conhecidos por “peplum” até meados dos anos de 1960.

Joseph Edgar Howard 1870 – 1961

4) “I Wonder Who’s Kissing Her Now” é o título de uma das canções mais conhecida de Joseph Edgar Howard embora, após o lançamento do filme, o compositor e seu colaborador Harold Orlob processou-o pela autoria tendo ganho no tribunal.

Dimensões: 16,5 cm x 9 cm

Envelope vermelho – Lai si (1) da Tipografia Martinho, (2) que está situada na Rua Central, n.º 13, da década de 90 (século XX), na altura com os telefones n.ºs 562828 e 562829.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/envelopes-vermelhos-%E5%88%A9%E6%98%AF-%E5%88%A9%E5%B8%82-%E5%88%A9%E4%BA%8B/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/tipografia-martinho/

Livro de José dos Santos Ferreira publicado em 1967, (1) composto e impresso na Tipografia da Missão do Padroado (2), com versos (Laia-laia rabusénga) e prosas no dialecto macaense e breve vocabulário de alguns termos utilizados. A maioria dos versos foram publicados anteriormente no jornal «O Clarim», de 1953 a 1955 e depois na «Gazeta Macaense» de 1963. Inclui ainda uma comédia em 1 acto “Mui-mui Sua Neto” e uma opereta em 2 actos (para rir) “Cabo Tamêm Sã Gente”. A ilustração é de Leonel A. S. Barros.

Retiro da Introdução (pp. 9-11) , o seguinte: “O dialecto macaense, como muito bem ensinou João Feliciano Marques Pereira, (3) não se apresenta sob uma única forma, mas sem debaixo de três pelo menos, que é conveniente distinguir: a) o macaísta cerrado ou macaísta puro (se assim se pode chamar) e que é o mais interessante; era falado principalmente pelas classes humildes; b) o macaísta modificado pela tendência a aproximar-se do português corrente, era usado pela gente mais polida e que estava mais em contacto com o elemento metropolitano; c) o macaísta falado pelos chineses. Das duas primeiras formas, sobretudo a primeira, se aproximam mais os escritos contidos neste volume. Sob a última, vem publicado um original, em simples monólogo – MERENDA AI! – que o autor põe na boca de um conhecido chinês de Macau.

Desenho de Leonel A. S. Barros (pág. 7)

MERENDA AI! “Iou sã Merenda Ai!. Tudo gente na Macau, assi chamá pa iou, Seléa nóme nunca muto agradá. Masqui geniado, tamêm pacéncia… Qui cuza pôde fazê, si ilôtro querê batizá iou com estunga nóme? Merenda Ai tamêm sã nóme cristám… Iou sã Macau-filo. Quelê-modo iou sã Macau-filo ? Iuo sã já nacê na Macau, j´olá? Têm tanto ano-iá … Mamã fica na Básso-mónti, quelóra larga iou vêm fora. Cavá crecê, Mamã já ensiná iou fazê merenda, pa ganhá sapéca. Sã assi que iou nuncassá vai escola, j´olá? “…. (continua)

(1) Na última página “Acabou de se imprimir este livro aos 2 de Janeiro de 1968

(2) Trata-se do primeiro livro impresso de Adé Santos Ferreira em “língu maquista” (patuá). Anteriormente, publicou o 1.º, um relato de viagens “Escandinávia, Região de Encantos Mil, em 1960, FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi. Macau, 1967, 138 p + Índice., 20, 5 cm x 14 cm x 0,7 cm.

(3) Pequeno trecho de João Feliciano Marques Pereira assinalado na capa (interior)

CAPA
Programa (27,5 cm x 14,5 cm) foi impresso na Tipografia Welfare Co. – Macau

Actuou em Macau de 4 a 8 de Maio de 1984, o Grupo Acrobático de Guangdong (Cantão) – 中國廣東 雜技團,(1) fundada em 1951, a convite do Sr. Chiu Iu. Creio que os espectáculos foram no Teatro Alegria. Era a 3.ª vez que o Grupo se deslocava a Macau sendo as anteriores actuações nos anos de 1959 e 1960

(1) 中國廣東 雜技團mandarim pīnyīn: zhōng guó guǎng dōng zá jì tuán; cantonense jyutping: zung1 gwok3 qwong2 dung1 zaap6 gei6 tyun4

Folheto de cinema do Teatro Capitol (composto e impresso na Tipografia “San Chong Trading & Co”; 1000 exemplares) do dia 19 de Abril de 1957, do “espectaculoso filme tecnicolorido” “Friendly Persuasion” (“Persuação Amigável”; em Portugal: ”Sublime Tentação”). Preços: $ 0.60, $ 0.80, $ 1.10, $1.50, $ 1.80.

Um filme de 1956, do gênero faroeste/drama, durante a guerra civil americana, ambientado em 1862 na família Birdweel, uma família de quakers (pacifistas) , no estado de Indiana.

 Um filme de ““Allied Artists Pictures Corporation”, dirigido por William Wyler, (1) com os actores Gary Cooper  (Jess Birdwell), Dorothy McGuire (Eliza Birdwell) e a estreia no cinema de Anthony Perkins (Josh Birdwell) (2) (3)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Friendly_Persuasion

O filme é uma adaptação de um romance de 1945, de Jessamyn West que colaborou no argumento de Michael Wilson. (4)

O filme “O Belo Sexo” (The Oposite Sex)”, estrearia neste cinema a 1 de Junho de 1957

(1) O produtor e diretor William Wyler ao fim de oito anos conseguiu que o seu projeto fosse aprovado, tendo a  “Allied Artists Pictures Corporation” (anteriormente conhecido como Monogram Pictures Corporation) concordado para um orçamento de US $ 1,5 milhões. Foi o primeiro filme de William Wyler na cor para um estúdio comercial, custando no final mais de US $ 3 milhões, pelo que “Allied” vendeu os direitos de distribuição estrangeira para MGM para levantar mais fundos. O filme arrecadou US $ 4 milhões nas bilheterias norte-americanas em 1956.

 (2) Foi o segundo filme de Anthony Perkins (19321992) (imortalizado por seu papel como Norman Bates no filme Psycho (1960) de Alfred Hitchcock) depois de sua estréia no filme de 1953, “The Actress”. Anthony Perkins ganhou um Globo do Ouro (1957)  por este filme, como melhor actor promissor

NOTA: O compositor e orquestrador Dimitri Tiomkin compôs as músicas para o filmecom letras de Paul Francis Webster. A canção título “Friendly Persuasion (Thee I Love)” foi gravado por Pat Boone e tornou-se a canção mais comercial desse ano (1956.)  

(3) Na 29ª edição do oscar (1957) o filme foi nomeado para 6 Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor (William Wyler), Melhor Ator Secundário (Anthony Perkins), Melhor Música – Canção (Dimitri Tiomkin e Paul Francis Webster), Melhor Argumento adaptado (sem nome) (4), e Melhor Gravação de Som ( Gordon R. Glennan e Gordon E. Sawyer ). O filme ganhou o “Palme d’Or” (Palma de Ouro) no Festival de Cannes, 1957 .

(4) Michael Wilson (1914-1978) não aparece nos créditos do filme pois nessa época o argumentista fazia parte da lista negra de personalidades de Hollywood, consideradas comunistas. Somente na década de 1990 (1996) é que o nome de Michael Wilson foi acrescentado nos créditos da película. Uma semana antes de indicações ao Oscar do ano, a AMPAS Conselho de Governadores introduziu uma regra negando um Oscar para quem se recusou a falar com um comitê do Congresso dos Estados Unidos, tendo a “Writers Guild of America” protestado contra a nova regra sem sucesso. Eles deram a Michael Wilson um “Writers Guild of America Award” para “Melhor Drama Escrito americano”. Michael Wilson, entre muitos argumentos seus ou colaborando com outros, escreveu “The Bridge on the River Kwai” (1957), “Lawrence of Arabia” (1962), “The Sandpiper” (1965), “Planet of the Apes” (1968), e “Che!” (1969).

Trailers do filme:

Extraído de «BPMT», XXX-15, 12 de Abril de 1884.

Anteriores referências àTipografia Mercantil de N. T. Fernandes e Filhos em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/tipografia-mercantil-de-n-t-fernandes-filhos/