Archives for posts with tag: Ruínas de S. Paulo
Dimensões da capa (fechada): 15,7 cm x 11 cm

Uma colecção de 6 postais com a temática “Ruínas de S. Paulo”, uma edição da Direcção dos Serviços de Turismo de Macau. Sem indicação da data e da autoria das fotos.

Dimensão: 15,6 cm x 8,4 cm

Indicação do local da compra: Livraria Portuguesa / Instituto Cultural de Macau, em meados da década de 80 (século XX).

Hoje publico dois desses postais.

Dimensão: 15,2 cm x 10,2 cm
Dimensão: 15,2 cm x 10,2 cm

No dia 26 de Maio de 1955, realizou-se no Salão Nobre do Leal Senado a 5.ª e última sessão cultural, promovida pelo Círculo Cultural de Macau, sob o alto patrocínio e orientação do Governador, Almirante Joaquim Marques Esparteiro. (1)

Foi conferente o oficial superior do Exército, Major Acácio Cabreira Henriques (2) que proferiu uma conferencia subordinada ao tema «Monumentos Nacionais existentes na Província de Macau»

Referente ao tema da sua conferência, na sua primeira parte: I- Monumentos Religiosos referiu o seguinte:

Postal da colecção “Ruínas de S. Paulo” (3)

“Nestes monumentos se encontram as melhores relíquias legadas pelos nossos antepassados e que são o verdadeiro testemunho dum povo que sempre tem vivido da crença e tradição religiosa”. Em primeiro lugar à maior e mais veneranda relíquia desta cidade do «Nome de Deus», as «Ruínas da Igreja da Madre de Deus (vulgo S. Paulo)», cuja história se encontra ligada à da Companhia de Jesus. Os primeiros jesuítas que aqui se estabeleceram foram os padres Francisco Peres e Manuel Teixeira que, acompanhados do irmão André Pinto, chegaram a Macau em 26 de Julho de 1562, os quais, ao que parece, foram encarregados se erigir o primeiro hospício e igreja fundados em 1565, junto da Ermida de Santo António, mas que um incêndio destruiu em 1594. Pensou.se então em construir uma nova igreja segundo um projecto de que foi autor um jesuíta genovês, o Beato Carlos Spínola, martirizado no Japão, em 10 de Setembro de 1623, sendo o projecto executado pelos cristãos japoneses refugiados em Macau. O projecto não incluía a fachada, pois esta foi baseada, talvez na fachada da igreja dos jesuítas, na Bélgica, e existente na cidade de Anvers.

Começada provavelmente em 1602, como o atesta uma lápide existente no cunhal da direita da fachada, esta nova igreja, cuja fachada foi completada em 1637, ficou com o título de Imaculada Conceição, conforme decretou em 1646 o Rei D. João IV. Da destruição do incêndio de 26 de Janeiro de 1835, apenas se salvou a fachada que ainda hoje representa o monumento de maior valor artístico da Província.” (4)

Postal da colecção “Ruínas de S. Paulo” (3)

Depois de uma breve descrição arquitectónica das actuais Ruínas, o orador afirmou:

“Pena é que a Igreja da Madre de Deus, um edifício de tanta grandiosidade, não seja reconstruído, dentro das suas primitivas linhas, para que a cidade contemple, de novo, o sumptuoso templo, levantado à honra da sua protectora, testemunho da ardente fé e devoção dos filhos de Macau. Felizmente, porém, a Providência tem servido de sentinela, velando pela conservação da fachada, a mais preciosa jóia da cidade do Nome de Deus», permitindo que há mais de três séculos venha resistindo às inúmeras tempestades, principalmente, aos tufões que têm assolado a cidade” (4)

(1) Esta conferência seria publicada integralmente pelas Edições “Circulo Cultural de Macau”, em 1956. HENRIQUES, Major Acácio Cabreira Henriques – Monumentos Nacionais Existentes na Província de Macau. Edições “Círculo Cultural de Macau”, 1956, 58 p. (23, 5 cm x17,3 cm). Ver em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/05/26/noticia-de-26-de-maio-de-1955-iii-ciclo-de-conferencias-culturais-monumentos-nacionais-existentes-na-provincia-de-macau/

(2) Em Macau, foi Comandante do Agrupamento Misto das Forças da Guarnição, chefe da secção de Justiça, Presidente da Comissão de Compras e Presidente do Conselho Administrativo do Comando Militar de Macau. Foi louvado quatro vezes pelos desempenhos das suas funções em Macau, como Chefe da Seção de Justiça, Presidente da Comissão de Compras e Presidente do Conselho Administrativo do Quartel General e ainda, pelas suas qualidades de bom senso, lealdade e camaradagem demonstradas nas inspecções por ele realizadas aos diversos materiais pertencentes ao Comando Militar da Província. https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/acacio-cabreira-henriques/

(3) Uma colecção de 6 postais com a temática “Ruínas de S. Paulo”, uma edição da Direcção dos Serviços de Turismo de Macau (para publicar em postagens posteriores)

(4) Informações do «MBI», ANO II, n.º 47, pp. 6-7

Programa da “Sessão Solene que Assinala a Transferência da Soberania do Território de Macau” realizada no Palácio de S. Bento (Lisboa) no dia 14 de Dezembro de 1999, promovida pela Assembleia da República  (Portugal).

Capa (29,8 cm x 21 cm x 0,5 cm)

Editor: Assembleia da República / Garepi

Iniciativa: Gabinete de Relações Públicas e Internacionais

Capa + Contracapa
Lombada (0,5 cm)

Folha interior da capa – Planta de Macau da autoria de Pedro Barreto de Resende , reproduzido no Livro de António Bocarro, de 1635 denominado “Plantas de todas as Fortalezas, Cidades e Povoações doestado da Índia Oriental”.

Capa – Baía da Praia Grande, Macau.
Escola Chinesa, Séc. XIX – Autor desconhecido
.
Macau – Ruínas da Igreja de S. Paulo.
Escola Chinesa Séc. XX (2.ª metade)

Macau – Ruínas da Igreja de S. Paulo.
Desenho de Lui Shou-Kwan (1919-1975), aguarela 74 cm x 53,5 cm

Além do programa da cerimónia, contém as intervenções dos representantes dos partidos representados na Assembleia, do primeiro-ministro, Engenheiro António Guterres, do Presidente da Assembleia, Dr. António de Almeida Santos e do Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.

A Calçada de S. Francisco Xavier (1) recorda-nos os tempos em que todo Macau em peso com o governador e o Senado acorria à festa e procissão de S. Francisco Xavier, um dos padreiros da cidade, que se celebrava em S. Paulo no dia 10 de Dezembro, visto no dia 3 desse mês (3-12-1552 – data do falecimento do Santo em Sanchoão) se estar celebrando na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos do Convento de S. Francisco a novena da Imaculada Conceição, padroeira de Portugal. 

O Padre José Montanha, S.J. (2) escrevia de Macau em 1742 sobre esta festa nomeadamente na Ordem da Procissão:

«Faz-se nesta Cidade em dez de Dezembro hindo na Procissaõ o Gouv.ºr e atraz do Palio com afua vella na maõ ; e entaõ o Prefeito da Congregaçaõ vay atraz da cherola do braço do Santo, e naõ hindo o G.ºr vay entaõ atraz do Palio cõ sua vella de cera na maõ.

Diante de toda a Procissaõ  vaya Cruz grande que leva hum Irmaõ da Congregacam.

O Primeiro Guiaõ de Saõ Francisco Xavier Peregrino, e a cherolla de Saõ Joaõ Francisco Regis.

O Terceiro Guiaõ, e cherolla de Saõ Luis Gonzaga.

O Quarto Guiaõ, e cherolla de Santo Estanslao Kostka.

O Quinto Guiaõ, e cherolla dos Santos Martires de Jappam.

O Sexto Guiaõ, e cherolla de Saõ Francisco Borja.

O Septimo Guiaõ, e cherolla de Nosso Padre Santo Ignacio de Loyolla, Fundador da Companhia.

O Oitavo Guiaõ, e cherollas das Santas Onze mil Virgens.

O Nono Guiaõ, e cherollas de Saõ Miguel Arcanjo.

O Decimo Guiaõ, e cherolla de JESUS, segue-se a sua Cruz, e confraria, e os Irmaons em ordem com as suas capas brancas, e tochas nas maons, e o Perfeito com a fua vara de prata na maõ, esta confraria lhe pafsou a Bulla o Papa Sixto Quinto.

O Undecimo Guiaõ, e cherolla da Senhora da Annunciada com a fua Cruz, e os Irmaons estudantes com suas vellas nas maons.

O Duodecimo Guiaõ de Sam Francisco Xavier, e cherolla com fua Reliquia do braço do santo, que levão quatro Religiozos da Companhia naõ Sacerdotes.

Ultimamente se segue a Commonidade com a sua Cruz. Depois o Palio.

E atraz huma Companhia de soldados formados com seus oficiais»

(1) A calçada de S. Francisco Xavier começa na Rua de S. Paulo, entre o Pátio do Sol e o prédio n.º 35 desta rua, e termina junto do muro da vedação das ruínas de São Paulo, ao cimo da Rua da Ressurreição e junto da entrada para o Pátio do Espinho.

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/padre-jose-montanha/

TEIXEIRA, Padre Manuel – Toponímia de Macau, Volume II, pp. 13-14

Dois postais, com as mesmas dimensões: 17,8 cm x 12,5 cm, impressos em Macau, de 1994, com fotografias de Ho Kuok Man. Propriedade: Mercearia Tin Fu – Rua dos Mercadores 54 Macau – Tel: 322930

N. º 100 – Ruins of St. Paul 澳門牌坊 (1) 澳門 Printed in Macau 1994 – MACAU
N. º 113 – Ruins of St. Paul Macau 排坊旅車 (2)  澳門 Printed in Macau 1994 – MACAU

(1) 澳門牌坊  – mandarim pīnyīn: ào mén pái fāng,; cantonense jyutping: ou3 mun4 paai4 fong1 (2) 排坊旅車 mandarim pīnyīn: pái fang lǚ chē; cantonense jyutping:  paai4  fong1   leoi5 ce1

Mais algumas fotografias de José Neves Catela (tiradas entre 1934 e 1936) (1) publicadas e legendadas em português, inglês e chinês no «Directório de Macau de 1936». 

Ruínas de S. Paulo
Um pormenor das Ruínas de S. Paulo
Um trecho do Pagode da Barra
Embarcação chinesa gravada numa pedra no Pagode da Barra.

(1) Sobre este fotógrafo, ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-neves-catela/

Catálogo de uma exposição de Aguarelas de Didier Rafael Bayle, (1) “ATÉ SEMPRE MACAU” que esteve exposta na Missão de Macau em Lisboa de 28 de Maio a 7 de Junho de 1991. (2)

Estiveram expostas 50 obras do autor de 1989-1990.

Esta exposição foi uma iniciativa da Fundação Oriente e da Missão de Macau em Lisboa.

A CAPA reproduz uma das obras do autor intitulada “VIELA VERMELHA” (1990), 36x55cm
CONTRA-CAPA – assinatura do autor

FICHA TÉCNICA: Design e Montagem da Exposição: Delfim Sardo e José Fabião; Design Gráfico: Guilherme Ung Vai Meng  e Cristina Mio U Kit; Fotografia: Agnelo Vieira  Impressão: Espaço Dois Gráfico.

As aguarelas expostas são criações dos dois anos (1989-1990) e nelas se pode facilmente notar o progresso artístico de Rafael Bayle. Uma maior certeza no uso da cor e na composição da pintura para recriar o ambiente favorito do artista. Também se nota, sobretudo nas suas panorâmicas da Praia Grande, nas suas vista da tradicional praça de «Fonte de Lilau», na belíssima vista do templo de «Tin- Háu», na ilha da Taipa, nas aprazíveis cenas no «Hotel Bela Vista» (local preferência do pintor) e outras, uma maior capacidade para recriar um beleza e serenidade internas.” (César Guillén-Nunez –“O Macau Pitoresco de Rafael Bayle”, pp.3-4 do Catálogo)

(1) Didier Rafael Bayle nasceu em Grenoble em 1955 sob o signo dos Gémeos. Estudou História e Belas Artes em Aix-en-Provence e, depois, no Instituto de Arte de Paris , onde  obteve, em 1976 o Certificado de Ensino das Artes Plásticas. Efectuou numerosas viagens na Europa, na América Central e do Sul e em 1982 estabeleceu-se em Hong Kong onde ensinou desenho na “French International School”. Percorreu o sudoeste asiático, registando em aguarelas as paisagens e cenas por que se apaixona. Fez várias exposições em Macau (Fevereiro de 1989, na Galeria da Livraria Portuguesa «MACAU») e em Hong Kong (1883-1985; 1987-1990). (dados retirados do Catálogo, pp. 5-7)

(2) BAYLE, Didier Rafael – Até sempre Macau. Catálogo de exposição de aguarelas-, Lisboa: Missão de Macau em Lisboa, 1991, 38 p.: il.; 25 cm x 24 cm.

NOTA: Foi posta em circulação pelos CTT em 1998, uma emissão extraordinária de selos designada «Macau vista por … Didier Rafael Bayle»

Poderá ver a biografia e algumas aguarelas deste pintor em: http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30034/2013 http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/20036/1336

O mais antigo sino em Macau é o que se acha no campanário da igreja de S. Clara, cuja inscrição diz:

Em vez de ARO deve ser ORA; e significa: «Roga por nós, bem-aventurada Madre Clara. Ano do Senhor de 1674»

Francisco Tavares deve ser filho de Manuel Tavares Bocarro, (1) o grande fundidor de sinos e canhões em Macau por um quarto de século. Frei Manuel de Madalena de Lampreia, O. F. M., natural de Macau, foi várias vezes guardião ou superior do Convento de S. Francisco e em 1674 era comissário do Convento de S. Clara (2)

Segue-se o sino de N. Sra da Guia no qual se lê:

Foto de 1998

No outro lado do mesmo sino lê-se:

D. Diogo de Pinho Teixeira foi Capitão-Geral de Macau de 1706 (posse do cargo a 5 de agosto, dia da celebração anual à Nossa Senhora das Neves, celebrada na capela de Nossa Senhora da Guia) (3) a 1710. Posteriormente nomeado para a Capitania de Diu 1716 regressando a Goa em 1719.

Domingos Pio Marques (de Noronha e Castelo Branco) nasceu em Macau, a 06-05-1783 e faleceu a 8-02-1840; sepultado no jazigo de família no Cemitério de S. Miguel) sendo filho de Domingos Marques e de Maria Ribeiro Guimarães. (4) Domingos Pio Marques, proprietário e armador, cavaleiro, comendador da Ordem de Cristo, e comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa (1825), foi ao Brasil em 1819, como representante do Leal Senado, para saudar D. João VI, que por decreto de 06-02-1818, outorgara ao Leal Senado o tratamento de «Senhoria».

D. Frei Francisco de N. Senhora da Luz Chacim, O. F. M., foi bispo de Macau de 1804 a 1828, falecendo a 31 de Janeiro de 1828. (5)

(1) Manuel Tavares Bocarro que possuía uma fundição de canhões em Macau de 1625 a 1664, informava que em 1635, o baluarte da Guia tinha 5 peças, i. é, uma colubrina, um pedreiro e 3 sagres, todas de metal; Marco d´Avalo afirmava que, em 1638, tinha 4 ou 5 peças.

(2) TEIXEIRA, P: Manuel – A Voz das Pedras de Macau, 1980, pp. 110-111.

(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/08/05/noticia-de-5-de-agosto-festa-de-nossa-senhora-das-neves-ii/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/08/05/5-de-agosto-festa-de-nossa-senhora-das-neves-i-2/

(4) Domingos Marques (1730-1787) e sua mulher estavam sepultados na Igreja de S. Agostinho. A lápide foi removida em 1960 para as ruínas de S. Paulo onde foi partida em dois pedaços em 1967, e depois depositada  na Fortaleza do Monte. (2)

(5) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-francisco-de-n-s-da-luz-chacim/

Capa + Contra-capa

Pequeno manual turístico “Travel trade handbook MACAU”, de 1981 em inglês, editado pelo Departamento de Turismo e Informação, 75 p., 23 cm x 14, 7 cm.

Páginas 2-3 – ÍNDICE

“Macau has proudly flown Portugal´s flag even when the Motherland´s throne was occupied by a foreign King, in the 17th century. When Portuguese rule was re-established, after 60 years, the city of Macau was granted the official name of:

MAPAS
Jet Boeing

“The best time to visit Macau throughout the year is mid-week, to avoid the weekend gambling rush from Hong Kong. During daytime hydrofoils and jetfoils depart at roughly half hour intervals from both Macau and Hong Kong. Daily services start from 7.45 a.m. and finish at up to 6.30 p. m.  in summer (5.15 p. m. in winter) Night jetfoil services to and from Macau were introduced for the convenience of the travellers and have proved popular. Jetfoils take about 50 minutes for the 40-mile trip; hydrofoils, 65 to 75 minutes.

Macau Grand Prix (1980 ?)

“The Far East´s gala motrocycle and Fotmula II car racing event, the Macau Grand Prix, is held the third week each November. Visitors, drivers and machines arrive from all the world for this event”

Ruins of St. Paul

“For walkers who dont´t mind some step climbs this tour offers spectacular views from the old Jesuit fort on Monte hill overlooking the site of a college for missionaires and scholars going to China. St. Paul´s was the collegiate church, built 1602 with the help of Japanese Christian exiles and, except for the great façade, destroyed by fire in 1835”

Nighview of Bay of Praia Grande

“To reach Penha Hill, take the Praia Grande along the waterfront … yhe avenue of banyan trees was planted a century ago … to the right is the pink and whitestone Government House containing the Governor´s office and various stone government departments …next is a row of shops and the Colegio Ricci … after the Helen Liang nursery … turn right up the steep Calçada do Bom Parto …”

Horse trotting

“Horse Trotting” – The Macau Trotting Club has already opened its first harness racing track in Asia on the historical Island of Taipa. All horses purchased in Australia and New Zealand have attained a standard of 2 minutes 14 seconds for the mile. The oval-shaped track is five furlongs in length and 80 feet wide with inner and outer track. The track is 20 feet wider than tracks used overseas, thus allowing more room for overtaking. The five-storey stand has a capacity for 15,000 people with restaurants seating 1,5000. Parking facilities are available for 750 cars and 40 tour buses. Public admission tickets cost 3 patacas, On the day of the races, The Trotting Club will provide transportation to amd from the track at the bridge terminal near the Statue of Governor Ferreira do Amaral, just in front of the main entrance of Hotel Lisboa.”

NOTA: Muitas fotos deste manual foram reproduzidas posteriormente num folheto turístico de 1984 que postei em 24-07-2014 em https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/07/24/folheto-turistico-macau-de-198

Porta-chaves octógonal (1,7 cm de lado) , plastificado, de 4 cm de diâmetro exterior e 2,5 cm de diâmetro interior onde se encontra uma estilização das Ruínas de S. Paulo no centro. Argola exterior de 2,5 cm de diâmetro.

No verso: 大三巴牌坊Ruínas de S. Paulo