Archives for posts with tag: Ruínas de S. Paulo

Retirado (disponível na net) em:
The Directory & Chronicle for China, Japan, Corea, Indo-China, Straits … , 1904, p. 492

Artigo publicado no «Notícias de Macau» por Luís G. Gomes (1)
(1) Reproduzida depois no «Boletim Geral das Colónias», Ano XXIV, Maio de 1948, n.º 275 pp. 216-218.

bgc-vii-81-mar1932-novos-melhoramentos-ibgc-vii-81-mar1932-novos-melhoramentos-iiRetirado do B. G. C., 1932.

Mais dois “slides” digitalizados da colecção “MACAU COLOR SLIDES – KODAK EASTMAN COLOR ”comprados na década de 60 (século XX), se não me engano, na Foto PRINCESA (1)

macau-color-slides-vii-ruinas-de-s-pauloRUÍNAS DE S. PAULO
macau-color-slides-viii-ruinas-de-s-paulo-vista-do-monteRUÍNAS DE S. PAULO VISTA DA FORTALEZA DO MONTE

Anteriores slides desta colecção em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/12/07/slides-coloridos-de-macau-turistico-das-decadas-de-60-e-70-seculo-xx-i-correios/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/12/18/slides-coloridos-de-macau-turistico-das-decadas-de-60-e-70-seculo-xx-ii-fortaleza-da-guia/https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/01/20/slides-coloridos-de-macau-turistico-da-decada-de-60-e-70-seculo-xx-iii-panorami-cas/

a-vistors-handbook-to-romantic-macao-capaFolheto turístico em inglês (41 páginas), “ A Visitor´s Hanbook to Romantic Macao”, publicado em 1928, pelo “The Publicity Office Port Works Department, Macao”. Impresso no “N. T. Fernandes e Filhos” (1). Este folheto de 1928 é da 2.ª edição (a 1.ª edição foi em 1927)
PREFACE TO SECOND EDITION
The active demand for this booklet has proved the need for such a publication, and the complete exhaustion of the first edition in less than two weeks has prompted the issue of a second edition, considerably added to with new sections and much further useful information.
The additionod a Bibliography as an appendix was suggested by that in the recently publishedResumo da Historia de Macauby Eudore de Colomban and Captain Jacinto N. Moura, and it is to be hoped that visitors will find Macao sufficiently interesting to make full use of the works enumerated in the short list to gain a better knowledge of “ Romantic Macao”
                                                                           THE PUBLISHERS
                                                                      Macao, 4th February, 1928

a-vistors-handbook-to-romantic-macao-1-a-pagina1-ª Página

Tópicos abordados: “The Charm of Old Macao”; “Topographical”; “Clmate”; “Historical”; “A Suggeste Itenerary”; “ Beautiful Macao”; “General Information”; “Harbour Works”; “Shipping”; “ Banking”; “ Hotels, & C.”; “Transport”; “ Commerce and Enterprise”; “ Industry and Crade”; “Buyers Guide”; “ Public Services”; “Bibliography”.

a-vistors-handbook-to-romantic-macao-mapa-1928MAPA DE MACAU E ILHA DA TAIPA (escala 1:80.000)

Na página 12, uma interessante sugestão de um percurso a pé por Macau pelos pontos turísticos principais, com a romanização para o inglês dos caracteres chineses desses locais.

a-vistors-handbook-to-romantic-macao-sugestao-de-itenerarioComeça na Avenida Almeida Ribeiro, passando pelo Jardim de São Francisco e Jardim de Vasco da Gama; subindo para a Colina da Guia, descendo para Flora, passando pela Montanha Russa e a Praia da Areia Preta (inexistente actualmente) até à Porta do Cerco. Depois, o Hipódromo (inexistente hoje) e o Templo Lin Fong. A seguir o Cemitério Protestante (antigo),  a Gruta de Camões e as Ruínas de S. Paulo. Depois a Sé Catedral e o Colégio de S. José, subindo para a Penha. Descida para a Santa Sancha e seguindo pela Avenida da República até ao Templo de Á Má, terminando o percurso pelo Porto Interior até à Avenida Almeida Ribeiro.

Continuação na apresentação dos conjuntos referidos em (1): «Conjunto de 6 chávenas + pires de café – património histórico de Macau». Hoje, o referente às «Ruínas de S. Paulo”

copos-e-pires-de-cafe-ruinas-de-s-paulo-iCopo – «Ruínas de S. Paulo», na embalagem de esferovite, com plástico 
copos-e-pires-de-cafe-ruinas-de-s-paulo-iiCopo de forma cilíndrica: 5 cm de diâmetro e 5,2 cm de altura
(asa lateral: 2 cm)
copos-e-pires-de-cafe-ruinas-de-s-paulo-iiiPires – diâmetro 12, 5 cm
(base: 7, 5 cm)

THE RUIN OF ST. PAUL´s, as seen from the barbou ror any of the points on the ridge to the south of the colony, is the most striking object in the view of Macao.
The celebrated Church of St. Paul dedicated to Our Lady the Mother of God – “Nossa Senhora, Mãe de Deus” erected (1594-1602) by the Jesuit Fathers, whose Seminary of St. Paul, during the 17 th century, earned a well-deserved reputation as a celebrated seat of learning and political influence, – was built entirely by Portuguese aassisted by japanese Roman Catholic converts who, exiled from their country were conveyed to macao for safety. The corner stone bears the following inscription: «Virgini Magnae Matri Civitas Macensis Libens Posuit na 1602»
(Dedicated with love to the Great Mother by the City of Macao)
In 1835 the whole building was destroyed by fire, and in 1838 the side wall, though of great thickness, was considered unsafe and cut down to a ehight of 25 feet, and later razed altogether. The flight of granite steps leading uo to the entrance is very imposing, and legend states that beneath them exist vaults containing treasure. These subterranean passages are said to connect with the Monte Fort. (Retirado do panfleto turístico – “A Visitors´Handbook to Romantic Macao”, editado pela Direcção das Obras dos Portos, Macau, em 1928, 2.ª edição, 40 p.)
copos-e-pires-de-cafe-ruinas-de-s-paulo-iv(1)  https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/01/04/conjunto-de-6-chavenas-pires-de-cafe-patrimonio-historico-de-macau/

A construção do Colégio de S. Paulo (1594) ao qual dentro em breve (1602) seria acrescentada a majestosa Igreja a Madre de Deus, de que restam imponentes ruínas, partiu da ideia do Padre Visitador Vaglinani que na sua construção foi eficientemente auxiliado pelo padre Reitor Manuel Dias e a ultimaram com dispêndio de larga soma.
Na construção, uma das secções, logo lá individualizada, foi a da enfermaria, que aparece referida, pelo menos depois do acrescente «da varanda nova, com vistas para o rio» (porto interior),na verdade, a exposição recomendável (…)
Anexa à enfermaria estava a indispensável botica, a cargo de Irmão especializado e sempre proficiente.

postal-ruinas-de-s-paulo-dst-1986POSTAL – RUÍNAS DE S. PAULO
Colecção «MACAU DST»  s/data
(Provavelmente de 1986)

Eis uma carta escrita por um desses Irmãos boticários dirigida ao Padre Visitador Jerónimo Rodrigues em 21 de Dezembro de 1625 e cópia da mesma, ao Rev.mo Padre Geral no ano de 1626.
Por vezes tenho falado a V. Rev.ma dando-lhe várias razões para que haja por bem que eu não vá para fora da Casa curar nenhum enfermo e, também, por via do meu confessor o fiz saber a V. Rev.ma.
Mas como foram dadas, por várias vezes e de palavra, pareceu-me ajustá-las por escrito, as quais são as seguintes:
Primeiramente, tenho dificuldade de curar fora desta Casa, por não ser médico, porque um médico tem necessidade de saber muito bem latim, curso e medicinas e como V. Rev.ma sabe, das duas não sei nada e de latim sei muito pouco.
Vai em 6 anos que estou em Macau e todas as vezes que os Superiores me mandam fazer alguma cura, me escusei, vendo a minha insuficiência e, assim, sempre fui forçado, mais por lhes dar gosto e satisfazer o seu mandado, que para outro nenhum fim.
Ainda que algumas curas me sucederam bem, fiz muitos erros por não saber e alguns deles graves, de que fiquei com muitos escrúpulos, particularmente, de 3 de que fiz sabedor V. Rev.ma.
Não se pode dizer que há extrema necessidade, coo por vezes, me disseram alguns Superiores e alguns particulares, porque até Março passado estiveram (aqui) Estêvão Jorge e Diogo Marin, os quais curaram esta cidade 40 (?) anos.. Contudo, em seu tempo, me mandaram muitas vezes fora e agora têm aqui Luís de Azevedo que, ainda que não é médico de profissão, é muito bom latino e bom boticário e tem livros por onde estude. Sem nenhum encarecimento me atrevo a dizer que pode ser meu mestre, assim na medicina como na botica, afora outros mais que há na terra, ainda que, senão tão bons, também ajudam nas necessidades…”
… continua
SOARES, José Caetano – Macau e a Assistência. Agência Geral das Colónias, 1950.pp.28-32.