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Extraído de «O Independente», I-29 de 19 de Março de 1869, p.254

O Governador de Macau, vice almirante António Sérgio e Sousa (1) foi convidado a assistir ao baile dado pelo Governador de Hong Kong, Sir Richard Graves MacDonnell (2) no seu palácio, pelo que se deslocou a essa colónia no dia 15 de Fevereiro de 1869, tendo estado até 18 de Fevereiro, após ter assistido às corridas dos cavalos.

Extraído do semanário “O Independente” I- 26 de 26 de Fevereiro de 1869, p . 229

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-sergio-de-sousa/page/2/

(2) Sir Richard Graves MacDonnell (麥當奴), governador de Hong Kong de 11 de Março 1866 a 16 de Abril 1872 https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/sir-richard-g-macdonell-1814-1881

Extraído de «O Independente», Vol. I, n.º 15 de 11 de Dezembro de 1868, p. 129

A travessa do “Cortela” foi denominada depois por “Travessa Inácio Baptista” em homenagem a Inácio Baptista Cortela (1750- 1827), filho primogénito de Lourenço Baptista Cortela e de Esmeralda Soares. A Travessa desemboca na Rua de S. Lourenço, mesmo em frente da Residêncial Paroquial de S. Lourenço.

Existe também a Rua de Inácio Baptista (1) que começa na Rua de S. Lourenço, à entrada da Travessa do Hospital dos Gatos e termina na Calçada do Januário, entre as Ruas do Barão e das Alabardas. (2)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/rua-de-inacio-baptista/

(2) TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume II, 1997, pp. 327-328. TEIXEIRA, P. Manuel – Galeria de Macaenses Ilustres do Século XIX, 1942, pp. 160

Extraído de «O Independente», Vol I, n.º 15 de 11 de Dezembro de 1868, p. 129
Extraído de «O Independente», Vol. I – n.º 15 de 11 de Dezembro de 1868 p. 131.

 Deu-se o nome de Rua dos Prazeres à “travessa desde a Porta de Mello até à escada piquena de S. Lourenço” – relatório do Senado de 14 de Abril de 1847. (1)

 A Rua dos Prazeres, em 28-01-1954, passou a designar-se Rua da Imprensa Nacional (2) porque nesta via pública, nesse dia, foi inaugurado o edifício da Imprensa Nacional de Macau. A rua começa na Rua Central, ao cimo da Travessa do Paiva e termina na Rua de S Lourenço, ao cimo de Rua de Prata.

NOTA: M. Ullman, terá sido Miguel João Ullman, baptizado em 26-02-1810, filho do sueco católico Jacob Gahritl (falecido em 1837) e de Rosa Minas (falecida em 1821) (1)

(1) TEIXEIRA,P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume I, ICM. 1997, pp. 24, 282, 343 e 353.

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/01/28/noticias-de-28-de-janeiro-de-1954-inuagura-cao-do-edificio-da-imprensa-nacional/

Extraído de «O Independente», I – 12 de 20 de Novembro de 1868, p. 104

Extraído de «O Independente»,  XVII,  de 31 de Outubro de 1897 p. 4

No dia 25 de Agosto de 1868,  jantar em família,  dado pelo governador, António Sérgio de Sousa (tomou posse a 3 de Agosto desse ano) comemorativo do aniversário da tomada do forte de Passaleão, estando presentes alguns chefes de repartições e Vicente Nicolau de Mesquita.

Extraído do jornal “O Independente” Vol I -1, 1868.

25 DE AGOSTO DE 1910 – SOLENAS EXÉQUIAS DE VICENTE NICOLAU DE MESQUITA
A reabilitação do coronel Mesquita (falecido a 20 de Março de 1880) no foro eclesiástico (o coronel Mesquita nos derradeiros da sua vida, praticou os crimes de homicídio à sua mulher e filha e suicídio) fez-se em 1910 por decisão de D. João Paulino d´Azevedo e Castro, Bispo de Macau (Sentença proferida a 25 de Junho de 1910) que reabilitou a memória do coronel julgando-o irresponsável pela tragédia de 20 de Março.
“Promovidas pela comissão Mausoléu a Mesquita celebraram-se com muita pompa na Sé Catedral desta cidade em 25 de Agosto (de 1910) as solenes exéquias por alma do coronel Vicente Nicolau Mesquita, o heroico defensor de Macau e ilustre filho desta terra que há mais de trinta anos se achava privado dos sufrágios da Igreja.”
(TEIXEIRA, P.e Manuel Teixeira – Vicente Nicolau de Mesquita, 1958 p. 64)
No dia 28 de Agosto de 1910 realizou-se a transladação dos restos mortais do coronel Mesquita, da Sé Catedral de Macau (onde estava desde o dia 25 de Agosto após as solenes exéquias por alma do coronel, reabilitado pela igreja, nesse ano de 1910) para o Cemitério de S. Miguel.
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/08/28/noticia-de-28-de-agosto-de-1910-transladacao-dos-restos-morais-do-coronel-mesquita/

Extraído de «O Independente», I-1, 18 de Setembro de 1869, p. 6

Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/antonio-feliciano-marques-pereira/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/joao-rodrigues-goncalves/

Extraído de «O Independente», I- 45 de 9 de Julho de 1869, p. 397

Este espectáculo teatral foi uma repetição da peça dramática “ D. Afonso III” ou “O Valido do Rei” que foi representada pelos mesmos amadores (europeus e macaenses em que os papeis das damas foram também feitos por mancebos macaenses), nesse mesmo teatro, em 20 de Junho de 1869. A comédia intitulada “De noite todos os gatos são pardos” representada no dia 20 de Junho, foi substituída no dia 3 de Julho, por outra, um quadro de costumes em um acto intitulado “As Creadas”.

Extraído de «O Independente», I- 43 de 25 de Junho de 1869, p . 37