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Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», I – 27 de 25 de Março de 1873
Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», I – 28 de 1 de Abril de 1873

NOTA: Thomas de Villa Nova Ferrari (1814 – 1873) – curso de Matemática da Real Academia de Marinha em 1931, guarda-marinha em 1833, 2.º tenente em 1843 ,em 1846 – Governador das Ilhas de Cabo Delgado, 1.º tenente em 1850, Capitão Tenente em 1859, atingiu posto máximo de Capitão-de-fragata em 1859. Embarcou em várias corvetas (entre elas, a sua última missão a Macau no «Duque de Palmela»), (1) escunas, brigues e fragatas. Maçon, iniciação antes de 1869. (2)
Anteriores referências à corveta «Duque de Palmela” (1) em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/corveta-duque-de-palmela/
(1) D. Pedro de Sousa Holstein (1781–1850), conde (1812), 1.º Marquês de Palmela (1823) e 1.º Duque do Faial (1833),  depois 1.º Duque de Palmela, concedido em vida (1833) e depois, em 1850, foi tornado de juro e herdade. Foi militar, político, diplomata e herói das Guerras Liberais. O Duque de Palmela foi o representante de Portugal na assinatura do tratado com a Inglaterra (Lord Aberdeen) sobre a abolição da escravatura, no dia 3 de Julho de 1842.
(2) VENTURA, António – A Marinha de Guerra Portuguesa e a Maçonaria. Nova Veja, Limitada,  2013, 247 p.

«BGPMTS» VII-8 de 21 de Fevereiro de 1852, p. 30

Anteriores referências:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/brigue-mondego/
NOTA : na publicação mensal “Annaes Maritimos e Coloniaes” de 1846 (disponível na net) aparece a colocação do então Guarda Marinha, de 26 anos de idade, Augusto Eduardo d´Alincourt-Braga (1820-1832)  do «Brigue Vouga» para a nau «Vasco da Gama» e no mesmo despacho , «mandado desembarcar da Nau».

Na terça feira (6 de Fevereiro de 1872) pelas onze horas da manhan sentiram-se duas detonações e á segunda um bala explosiva de calibre 40 veio cahir n´uma caza china próximo da fortaleza da barra, tendo passado pela popa da corveta Palmella” (1)

Notícia extraída de «O Oriente», I-4 de 8 de Fevereiro de 1872
PORMENOR DO MAPA- MACAU E ILHAS PRÓXIMAS
Ta-Ssi-Yang Kuo, Vol I-II, 1889-1900
A CORVETA «DUQUE DE PALMELLA» ESCOLA DE ALUNOS MARINHEIROS EM FARO
http://alernavios.blogspot.com/2016/01/

(1) Corveta “Duque de Palmela” – corveta de madeira de 15 peças e 952,671t métricas de deslocamento, lançada à água em Lisboa em 25-01-1864, esteve ao serviço na Real Marinha de Guerra Portuguesa de 1864 a 1913. Foi em 1866 para a Estação Naval de Angola para reprimir o tráfico de escravos e em 1870 seguiu para a Estação de Macau. Em 1874 desarmou e passou em 1877 a sede da Escola de Alunos Marinheiros em Lisboa, que em 1895 foi transferida para Faro na mesma corveta. Em 1913 desarmou e foi vendida no ano seguinte.
Anteriores referências à corveta “Duque da Palmela” em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/corveta-duque-de-palmela/

O governador de Macau, Januário Correia de Almeida, Visconde de S. Januário (1) partiu no dia 1 de Fevereiro de 1874 para Cantão (Guangzhou), a bordo da canhoneira Tejo, para tratar com o vice-rei dos dois Quangs, de negócios de alto interesse para o território.

Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», II-20 de 3 de Fevereiro de 1874, p.2
Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», II-21 de 10 de Fevereiro de 1874, p.2

O governador rgressou a Macau no dia 8 de Fevereiro a bordo da mesma canhoneira.

Extraído de «Gazeta de Macau e Timor», II-21 de 10 de Fevereiro de 1874, p.2


NOTA: No dia 20 de Março de 1874, terminou a publicação do semanário «Gazeta de Macau e Timor» (20-09-1872 a 20-03-1874; responsável: Francisco de Sousa Placé)  cujo principal colaborador foi o escritor Pedro Gastão Mesnier (1846-1886),  secretário particular do Governador Visconde S. Januário.
Sobre este escritor, aconselho a leitura do artigo de António Aresta no «Jornal Tribuna de Macau» em:
https://jtm.com.mo/opiniao/pedro-gastao-mesnier/
e
artigo do  «Diário Illustrado», n.º 4:685 de 12 de Maio de 1886
http://purl.pt/14328
(1) Anteriores referências:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/januario-correa-de-almeida-visconde-conde-de-s-januario/page/1/

Extraído do «Boletim da Província de Macau e Timor», XIV-13 de 20 de Janeiro de 1868
Anteriores referências à Canhoneira Camões em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/canhoneira-camoes/

Extraído do jornal «O Oriente», I-I, de 18 de Janeiro de 1872.
Referências anteriores à escuna Príncipe Carlos em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/escuna-principe-carlos/

Extraído de «O Independente», XI-1, de 17 de Janeiro de 1889.

Anteriores referências à canhoneira Tejo em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/canhoneira-tejo/