Archives for posts with tag: Henrique Valdez

MACAU E SEU PORTO ARTIFICIAL - CapaPublicação de 1922, coordenada e autorizada pelo Vice-almirante Hugo de Lacerda, Director das Obras do Porto, com a colaboração artística e fotográfica de Barbosa Pires. (1) Hugo de Lacerda nos “Preliminares” (p. 3) refere o seguinte:
Tratando-se de organizar tão eficazmente quanto possível a propaganda tal como parece necessária a Macau, nas novas condições que muito especialmente vão sendo creadas com o estabelecimento do porto para navios, foi elaborada uma relação de questões a atender n´este genero de trabalho; são alguns pormenores d´essa lista de questões que figuram em primeiro logar no presente folheto…”
MACAU E SEU PORTO ARTIFICIAL - 1.º PáginaOs artigos desta publicação são:
I parte, em português:
1 – Apontamentos servindo de base aos trabalhos necessarios à propaganda de Macau e do seu futuro porto – vice almirante Hugo C. Lacerda, pp. 4 – 13.
2 – Resumo do que tem sido feito relativamente às obras dos portos desde Abril de 1919, até ao fim de 1921, – sem indicação de autor, pp. 14-16.
3 – Publicações referentes ao porto que convem consultar – p. 17.
4 – Porto de Macau ( do Anuário de Macau de 1921) – Hugo C. de Lacerda, pp. 18 – 23.
5 – Porto de Macau – Do periódico “O Liberal” de 2-2-22 pp. 24-36.
6 – O caminho de Ferro Macau Kong-mun – ex-Senador Henrique Valdez, pp. 27 – 41.
7 – O porto que nos convem – Henrique Valdez,  pp. 42 – 44.
8 – Em torno do Porto e do Caminho de Ferro (Do periódico “O Liberal” de 8-6-922) – H. Lacerda, pp. 45-50.

MACAU RENASCENTE - Dragando a bacia Norte do PataneMACAU RENASCENTE – OBRAS DO PORTO – Dragando a bacia Norte do Patane

II parte, em inglês – Macao and Its Harbour
1 – Informations given to Messrs. Koppel Ltd. – pp. 52-53.
2 – Macao Harbour Projects – An expenditure of about ten million dollars involved- Work already in progress – From ” The Hong Kong Week´s Press & China Overland Trade Report” the 20 th. November 1920), pp. 54-61.
3 – What is said in the important – Review “Pacific Ports”, p. 62.
4 – Macao , pp.63-65.
5 – Macao by R. Hurley, pp. 66-67.
6 – Camões pp.68-73.
7 – Macao by Viscount Northcliffe in “The London Times”, pp. 74-75.
8 – Macao by J. arnold, pp.76-80.
9 – Portuguese in the Far East  by J. B Pires, pp. 81-84.

MACAU RENASCENTE - Construcção da doca de Macau SiacMACAU RENASCENTE – OBRAS DO PORTO – Construção da doca de Macau-Siac

O livro traz três mapas desdobráveis:
1 – 31 cm x 28,5 cm – Planta de Macau e Territorios Visinhos com a indicação do projecto de obras na Peninsula e ilha da Taipa; escala 1/80,000
2 – 27,5 cm x 24,5 cm – Plano Geral das Obras do Porto Artificial de Macau; escala 1/20,000
3 – 20 cm x 15,5 cm – Mapa Chorografico de Macau e Regiões Circunvisinhas; escala 1/14,285 (?)

MACAU E SEU PORTO ARTIFICIAL - Mapa Chorográfico“Mapa Chorografico de Macau e Regiões Circunvisinhas

(1) Macau e o seu porto artificial. Publicação coordenada e autorizada pelo Vice-almirante Hugo de Lacerda, Director das Obras do Porto (colaboração artística e fotográfica de Barbosa Pires).  Macau, 1922, Tip: Mercantil – N. T. Fernandes e Filhos. Rua Central Nos. 26 e 28, 84 p. + 16 p. anúncios, 23,5 cm x 15 cm.
Anteriores referências a Hugo C. de Lacerda e ao Porto de Macau
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/05/27/leitura-a-necessaria-morigera-cao-dos-costumes/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2012/04/27/o-projecto-do-porto-de-macau-em-1925/
Do periódico “O Liberal” ver em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/08/10/anuncio-jornal-o-liberal/

O “semanário de propaganda e defeza das colonias” a «Gazeta das Colonias», N.º 19, 12 de Fevereiro de 1925 apresentava no frontispício como “FOMENTO COLONIAL“, uma fotografia de Macau.

GAZETA COLÓNIAS I-19 12-02-1925 - Fomento ColonialMACAU – Vista parcial das oficinas do arsenal (lado sul)

As oficinas do arsenal ou da Capitania dos Portos de Macau existiam pelo menos desde 1902 e com a designação de «Officinas Navaes» desde 1907.
Nesse número apresentava um artigo do Comandante Henrique Valdêz, (1) que no Senado representou Macau, com o título ” O Problema da Instrução: Liceu Central ou Nacional“. Em números anteriores e um posterior, a mesma revista apresentou opiniões de individualidades sobre a questão, então muito premente, da necessidade dum Liceu Central ou Nacional, em Macau.
“O Liceu foi Nacional de 1894 a 1898 com o curso completo; continuou com a designação de Nacional, mas sem a 6.ª e a 7.ª classes, de 1898 a 1918; foi Central, readquirindo essas classes, de 1918 a 1933; foi Nacional de 1933 a 1936, em que foi classificado com Provincial; voltou a ser Nacional em 1937.” (2)
GAZETA COLÓNIAS I-19 12-02-1925 - Liceu Central ou Nacional… Macau não pode deixar de ter um Liceu e um Liceu completo sob o ponto de vista pedagógico, abundante em material didáctico, bem provido de professores competentes e capaz de ministrar aos alunos toda a instrução secundaria que é lei do país A sua reduzida frequência resulta apenas de não se ter feiro em volta dele a necessária propaganda e ainda de não se ter dado ao curso um aspecto pratico e útil que atraísse ou obrigasse á matricula os filhos da Colónia
(1) Henrique Maria Travassos Valdez (1884-1953), bisneto do conde de Bonfim, oficial de marinha, foi eleito Senador pelo Círculo de Macau a 25-07-1919, pelo Partido Reconstituinte (Partido Republicano da Reconstituição Nacional). Fundou em Macau, em 1919, com os seus correlegionários, o Centro Republicano Eleitoral. Saiu de Macau em 1925. Foi destituído da Marinha, no tempo do Estado Novo. Readmitido ao serviço da armada, como 1.° tenente reformado, depois do 25 de Abril, à sua filha Maria Luísa Lapa Travassos Valdez foi concedida uma pensão (Decreto do Governo 27/85 : concede pensões a 19 cidadãos portugueses que se distinguiram por méritos excepcionais na defesa da liberdade e da democracia)
Foto do então 1.º tenente da Marinha, h«Henrique Valdez  em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/05/07/noticia-sarau-dos-marinheiros-do-patria/
(2) TEIXEIRA, Monsenhor Manuel – Liceu de Macau, 1986