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Extraído de «BGM», VI-28 de 20 de Junho de 1860
Extraído de «BPMT», Vol. XXII, n.º 23 de 3 de Junho de 1876, p. 92

Continuação da apresentação da colecção de 12 postais (18,5 cm x 12,7 cm) com fotografias do fotógrafo Lei Iok Tin, editada pela Fundação Macau e Centro UNESCO de Macau (1)

Hoje, 13 de Maio, apresento uma foto de 1953, da «Procissão de N. Senhora de Fátima» no Largo do Senado.

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e outra, dos estaleiros na Avenida do Almirante Sérgio, de 1954.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/lei-iok-tin/

“N´estes últimos dias celebraram-se com a devida pompa e decência as festas religiosas da Semana Santa. Na quinta-feira maior os templos estavam adornados com singeleza e gosto,e muito concorridos pelo povo christão.

Na sexta-feira teve logar na igreja de S. Domingos o descimento da cruz, seguindo-se a procissão do enterro, que recolheu á Sé Cathedral.

Hontem sahiu d´este ultimo templo a procissão da resurreição.” (1)

(1) «BGM», XI-16 de 17 de Abril de 1865 (segunda-feira), p. 65

Continuação das anteriores postagens, (1) (2) referentes às comemorações do tricentenário da proclamação da Imaculada Conceição como Padroeira de Portugal, com a consagração de Portugal à Virgem Maria, Mãe de Deus. Em Macau no dia 25 de Março de 1946, realizou-se a coroação da imagem da Imaculada Virgem de Fátima no Largo da Sé (2) , seguida da procissão.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2022/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1946-tricentenario-da-proclamacao-da-imaculada-conceicao-1646-1946-em-macau-coroacao-da-imagem-da-imaculada-virgem-de-fatima-i/

(2)https://nenotavaiconta.wordpress.com/2022/03/26/tricentenario-da-proclamacao-da-imaculada-conceicao-1646-1946-em-macau-coroacao-da-imagem-da-imaculada-virgem-de-fatima-ii/

Continuação da publicação da reportagem e das fotografias da Procissão do Senhor dos Passos de 1974, já postadas em (1) (2)

“A Procissão do Senhor dos Passos marca a entrada da Quaresma, o tempo da penitência, de introspeção consciente e do ajustamento do viver à doutrina “ (3)

A Verónica – uma das figuras centrais da Procissão do Senhor dos Passos que polariza as atenções e resume na sua voz dorida o drama implacável da Paixão.

“Nesta estação dolorosa (esta em frente do antigo Hospital de S. Rafael), parou a banda, fez-se silêncio, silêncio pesado, enquanto o Padre reza uns versículos que sublinham os passos dolorosos que vão avançando, vagarosamente, a caminho do fim, do Calvário.

À Verónica repete o seu canto, mostrando o Santo Sudário aos fiéis, uma face  coberta de sangue, que nos parece palpitar de fresco realismo, como se nesse momento tivesse borbulhado da face austera da vítima. Ao cântico atribulado da Verónica responde o povo, no mesmo acento; «parce, domine, parce populo tuo, ne in eternum irascaris nobis», com o rosto inclinado para terra, essa terra que bebeu o sangue do Mestre, porque Ele era coerente com a doutrina que pregava.” (3)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/04/noticias-de-4-e-5-de-marco-de-2017-tradicoes-que-se-continuam-a-procissao-do-senhor-dos-passos-i-fotos-de-1974/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1708-tradicoes-que-se-continuam-ii-a-procissao-dos-senhor-dos-passos-ou-senhor-da-cruz-as-costas/

(3) Texto não assinado e fotos publicados em «MACAU Bol. Inf. e Tur.», Vol. X Nos. 1 e 2 Março/Abril , 1974, pp.30-35.

Neste dia de Natal, mais um poéma de José dos Santos Ferreira, (1) publicado no jornal «O Clarim» de 25 de Dezembro de 1954.

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1967, pp. 63-64

Extraído de «O Independente», I-44 de 2 de Julho de 1869, p. 386

Ver referências à data de «24 de Junho» em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/festividades-24-de-junho/

Extraído de «O Independente»,  I-40 de 4 de Junho de 1869, p. 344

A festividade “Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo” mais conhecida como “Corpus Christi” (“Corpo de Cristo”) que este ano de 2021, se celebra a 3 de Junho (Quinta-feira) é uma comemoração religiosa celebrada sempre numa quinta-feira, pois é celebrada 60 dias depois da Páscoa, sempre na segunda quinta-feira depois do Domingo de Pentecostes. Terá começado no século XIII, mais precisamente em 1264.