Archives for posts with tag: Correios de Macau / C. T. T.

Envelope (32 cm x 22,5 cm) do Instituto Cultural do Governo da R.A.E. de Macau a propósito de:

 澳門 世界遺 MACAU  PATRIMÓNIO MUNDIAL – MACAO  WORLD HERITAGE

Envelope
Verso do envelope

No seu interior, com a mesma temática, pagela (29,5 cm x 21 cm) dos Correios de Macau (PGL 074) emitida no dia 16 de Julho de 2005, data do lançamento /1.º dia de circulação de 4 selos, um bloco filatélico, um sobrescrito de 1.º dia formato C6 (16,2 cm x 11,4 cm) e 4 bilhetes postais. (1)

Capa + Contracapa

“Baseada no tema “O Centro Histórico de Macau”, esta colecção de selos foi concebida para ilustrar a identidade oriental-ocidental única de Macau. Fazendo uso da representação em banda desenhada de personagens portuguesas e chinesas, no contexto de monumentos históricos selecionados que incluem as Ruínas de S. Paulo, o Templo de A-Má, a Casa do mandarim, o Teatro D. Pedro V e a Igreja de S. José, estas ilustrações reflectem a história de Macau.

De um pequeno porto mercantil chinês nos seus primórdios, Macau tornou-se num povoado de raiz portuguesa, onde duas civilizações se encontraram e coexistiram durante mais de quatro séculos. Este encontro histórico marcou igualmente o início do intercâmbio cultural Oriente- Ocidente, patente nas crenças religiosas, nos estilos de vida e até as técnicas de construção, reflexos nítidos da coexistência harmoniosa das culturas ocidental e oriental num período de intercâmbio e simbiose. Esta tolerância e respeito pelo intercâmbio cultural consubstanciam o que tornou Macau e o seu património cultural tão único e precioso.” (2)

Interiores da capa e contracapa
Capa
Contracapa

Dados Técnicos – Design: Instituto Cultural (Victor Marreiros, Leong Chi Hang)

(1)

BO n.º 29 de 18-07-2995, p. 792

(2) Instituto Cultural do Governo da R.A.E. de Macau.

Envelope/sobrescrito (16 cm x 11,5 cm) do primeiro dia de circulação, e selo com o mesmo motivo, no valor de 1 pataca, (1) com as obliterações de 1.º dia, alusivos à emissão extraordinária “PROTECÇÃO AO AMBIENTE”,  emitido pelos “Correios de Macau”, em 5 de Junho de 1993.

Carimbo comemorativo do “PROTECÇÃO AO AMBIENTE,” sobre o selo de 1 pataca com o mesmo motivo.

Envelope CTT verso

Portaria n.º 141/93/M, Emite e põe em circulação selos postais alusivos à emissão «Protecção do Ambiente».

Extraído de «BOM», n.º 20 de 17-05-1993, p. 2616

(1) Há uma discrepância entre o valor do selo (1 pataca) e o valor apresentado pela Portaria  n.º 141/93/M, que refere “taxa de $1,50

Catálogo de uma exposição de Aguarelas de Didier Rafael Bayle, (1) “ATÉ SEMPRE MACAU” que esteve exposta na Missão de Macau em Lisboa de 28 de Maio a 7 de Junho de 1991. (2)

Estiveram expostas 50 obras do autor de 1989-1990.

Esta exposição foi uma iniciativa da Fundação Oriente e da Missão de Macau em Lisboa.

A CAPA reproduz uma das obras do autor intitulada “VIELA VERMELHA” (1990), 36x55cm
CONTRA-CAPA – assinatura do autor

FICHA TÉCNICA: Design e Montagem da Exposição: Delfim Sardo e José Fabião; Design Gráfico: Guilherme Ung Vai Meng  e Cristina Mio U Kit; Fotografia: Agnelo Vieira  Impressão: Espaço Dois Gráfico.

As aguarelas expostas são criações dos dois anos (1989-1990) e nelas se pode facilmente notar o progresso artístico de Rafael Bayle. Uma maior certeza no uso da cor e na composição da pintura para recriar o ambiente favorito do artista. Também se nota, sobretudo nas suas panorâmicas da Praia Grande, nas suas vista da tradicional praça de «Fonte de Lilau», na belíssima vista do templo de «Tin- Háu», na ilha da Taipa, nas aprazíveis cenas no «Hotel Bela Vista» (local preferência do pintor) e outras, uma maior capacidade para recriar um beleza e serenidade internas.” (César Guillén-Nunez –“O Macau Pitoresco de Rafael Bayle”, pp.3-4 do Catálogo)

(1) Didier Rafael Bayle nasceu em Grenoble em 1955 sob o signo dos Gémeos. Estudou História e Belas Artes em Aix-en-Provence e, depois, no Instituto de Arte de Paris , onde  obteve, em 1976 o Certificado de Ensino das Artes Plásticas. Efectuou numerosas viagens na Europa, na América Central e do Sul e em 1982 estabeleceu-se em Hong Kong onde ensinou desenho na “French International School”. Percorreu o sudoeste asiático, registando em aguarelas as paisagens e cenas por que se apaixona. Fez várias exposições em Macau (Fevereiro de 1989, na Galeria da Livraria Portuguesa «MACAU») e em Hong Kong (1883-1985; 1987-1990). (dados retirados do Catálogo, pp. 5-7)

(2) BAYLE, Didier Rafael – Até sempre Macau. Catálogo de exposição de aguarelas-, Lisboa: Missão de Macau em Lisboa, 1991, 38 p.: il.; 25 cm x 24 cm.

NOTA: Foi posta em circulação pelos CTT em 1998, uma emissão extraordinária de selos designada «Macau vista por … Didier Rafael Bayle»

Poderá ver a biografia e algumas aguarelas deste pintor em: http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30034/2013 http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/20036/1336

A Direcção dos Serviços de Correios, (1) pôs em circulação, a partir do dia 1 de Março de 2004, cumulativamente com as que estavam em vigor, uma emissão extraordinária de selos designada «I Ching, Pa Kua IV» (2) constituída por 8 selos (formato hexagonal) , todos com a taxa de 2 patacas e um bloco filatélico com a legenda “Vigor e Vitalidade) com selo de 8,00 patacas. (2)           

Folha Miniatura série de 8 selos com o n.º 212834
Bloco Filatélico, contendo 1 selo de 8 patacas, com o n.º 031017.

Dados Técnicos

(1) Despacho do Chefe de Executivo n.º 300/2003 de 23 de Dezembro de 2003, publicado no n.º 52 de 29-12-2003, Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau, Iª série-suplemento.

Despacho do Chefe do Executivo n.º 300/2003

(2) Álbum Selos de Macau: Carteira Anual 2004, p. 2.

NOTA: Os Correios de Macau lançaram, entre 2001 e 2010, sete emissões da série temática “I Ching, Pa Kua”. A oitava e última emissão desta colecção, é composta por oito selos representando os hexagramas Pi, Cui, Jin, Yu, Guan, Bi, Bo e Kun, e foi lançada em 1 de Março de 2012. Os Correios de Macau ainda lançaram no dia 9 de Outubro de 2014, uma elegante filatélica que reúniu numa colecção os produtos filatélicos da série “I Ching, Pa Kua”, da autoria do designer Chan Chi Wai.

Envelope/sobrescrito (16,3 cm x 11,5 cm) do primeiro dia de circulação, e selo com o mesmo motivo, com as obliterações de 1.º dia, alusivos à emissão extraordinária comemorativa do “ANO LUNAR DO CÃO”, (1) emitido pelos “Correios de Macau”, (2) em 3 de Fevereiro de 1994.

No canto superior direito do envelope, sobre o selo de 5,00 patacas, o carimbo temático.

(1) Ano Lunar do Cão, no ano de 1994 (CÃO/ MADEIRA), iniciou-se a 10 de Fevereiro.

(2) Portaria n.º 1/94/M, (BOM I-3 de 17-01-1994) – Emite e põe em circulação selos postais e carteiras alusivos à emissão extraordinária «Ano Lunar do Cão».

Cartão de Boas Festas (21 cm x 10 cm), dos Correios e Telecomunicações de Macau, contendo no seu interior, um selo de 2,5 Patacas da colecção “Varandas de Macau” que foi lançada em 1997. (1)

Os CTT de Macau desejam um Bom Natal e um Feliz Ano Novo

CAPA e CONTRACAPA

(1) Portaria n.º 172/97/M, de 21 de Julho – emite e põe em circulação selos postais alusivos à emissão extraordinária «Varandas de Macau». Foram emitidos seis selos: $0,50; $1,00; $1,50; “2,00; $2,50; $3,00.

Em comemoração do 5.º Aniversário do estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau, os “correios de Macau”, (1) lançaram no dia 20 de Dezembro de 2004, quatro selos de formato: 40.28 x 30 mm, (1.50 ptcs, 2.00 ptcs, 2.50 ptcs, 3.00 ptcs), um bloco filatélico de formato: 138 x 90 mm (contendo 1 selo – 49,28 x 30 mm – de 10.00 patacas) e um sobrescrito de 1.º dia (163mm x 229 mm). (2) Autor: Kuan Chon Kit

Bloco Filatélico n.º 0283917

(1) Despacho do Chefe do Executivo n.º 245/2004

(2) Álbum Selos de Macau: Carteira Anual 2004, p. 11.

Um dos lados do folheto, anuncia o lançamento da brochura sobre a “PRESENÇA PORTUGUESA NO ORIENTE” (1) baseada na História de Macau e a sua relação com Malaca, Tailândia, Goa, Japão e China, com textos originais da Dr.ª Beatriz Basto da Silva, em 50 páginas ilustradas com fotografia e produtos filatélicos, no dia 17 de Novembro de 1989., no valor de MOP $ 100,00 ou ESC. 2 340$00. Uma edição rigorosamente limitada, numerada e autenticada pelos CTT de Macau.

No verso deste folheto, O «CTT de Macau» anuncia a venda das carteiras anuais e temáticas de selos, sendo 7 as carteiras lançadas anualmente entre 1983 a 1989 e 3 as carteiras temáticas: Barcos, Arte do Museu Camões e Meios de Transporte Tradicionais.

Ver Carteira anual de 1985 em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/01/11/folheto-selos-de-macau-1985/

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/11/17/noticia-de-17-de-novembro-de-1989-filatelia-brochura-sobre-a-presenca-portuguesa-no-oriente/

CTT de Macau pôs em circulação em 7 de Novembro de 1994, selos postais alusivos à emissão extraordinária «Símbolos de Sorte» (1)

Hoje publico a pagela n.º 91 com os três selos – dimensões: 3 cm x 4 cm) (3 patacas, 3,5 patacas e 4,5 patacas) e as obliterações do 1.º dia.

Os desenhos são de Poon Kam Ling

SÍMBOLOS DE SORTE – “Para os chineses são aspirações de vida, a prosperidades e a felicidade, sendo marcantes os seus símbolos na ideologia do povo chinês ao ponto de se notar a presença desses símbolos em toda a vivência da comunidade chinesa. Originários nas tribos primitivas, os símbolos de sorte foram sendo desenvolvidos e aperfeiçoados, quer na sua forma de apresentação, quer no seu conteúdo, ao longo das dinastias “Shang” , “Zhou”, “Qin” e “Han”. Finalmente, na dinastia “Song”, os símbolos de sorte adquiriram a sua própria índole artística, graças ao desenvolvimento sócio-económico registado naquela época. Durante milhares de anos, os símbolos de sorte eram vulgarmente aproveitados para fins diferentes pelos chineses, desde a classe nobre à plebeia, tendo os mesmos sidos introduzidos, acolhidos e apreciados, na Coreia, no Japão e noutros países asiáticos.

Os símbolos de sorte, também conhecidos por “desenhos de boa sorte”, são a arte final que exprime fantasiosamente o interesse e a adoração dos Homens pela maravilha da Natureza e pelas personagens célebres da História. São representados por diagramas ou por desenhos, havendo centenas de tipos de símbolos de sorte, distinguindo-se os muito conhecidos e estimados pelos chineses, que aparecem nas gravuras das festividade s do Ano Lunar: o morcego, o pêssego, o velho da longevidade, a carpa, o nenúfar e as crianças, simbolizando a fortuna, a longevidade, a felicidade e a fecundidade”

Lap Lan Heng Fân (traduzido por Lo Weng Un)

Dados Técnicos

 (1) BO n.º 39, de 26 de Setembro, p.946 – Portaria n.º 208/94/M

No dia 25 de Agosto de 1985, os «Correios e Telecomunicações de Macau / CTT MACAU» emitiram e puseram em circulação,” os segundos selos postais alusivos ao tema “Meios de Transportes”, com a emissão de “Barcos de Carga”, (1) (na sequência da anterior “Barcos de Pesca”) (2). A pagela desta emissão já foi publicada na postagem de 25-10-2017. (3) Foram emitidos também, nesse dia, 4 postais ao preço de 60 avos cada (3)

Os desenhos são de Ng Wai Kin.

Os quatros selos (3 cm x 4 cm) desta emissão são nos valores de 50 avos (Tou de Kau-Kong ou – T´au); 70 avos (Junco a motor “Veng Seng Lei”); 1 pataca (Junco a motor “Tong Heng Long n.º 2; e 6 patacas (Cargueiro “Fong Vong San”).

Os selos apresentam o logotipo da exibição mundial filatélica que decorreu em Roma (Itália) de 25 de Outubro a 3 de Novembro de 1985: “Esposizione Mondiale di Filatelia

 

TOU de KAU-KONG ou SA-T´AU

Conhecido antigamente pelo Tou das sedas. Tinham uma grande vela e serviam o distrito da seda do delta do rio Oeste. Sobre a cobertura permanente encontrava-se montada uma importante bateria de peças de artilharia para defesa da sua valiosa carga e protecção dos ricos negociantes que a acompanhavam. Actualmente ainda existem alguns TOUS, embora desarmados, que se dedicam ao transporte de materiais para a construção civil.

JUNCO A MOTOR “VENG SENG LEI”

Junco de madeira construído em Macau, utilizado no transporte de carga geral, cujo modelo foi introduzido na Província de Kuangtung há cerca de 40 anos, tendo-lhe sido introduzidas algumas alterações na forma de casco e no castelo de proa, que foi elevado, dando-lhe assim possibilidade de enfrentar ondulação mais alterosa. Desloca 229 toneladas brutas com um comprimento fora a fora de 109 pés, 22,6 pés de boca máxima e 11 pés de calado máximo, e uma tripulação que oscila entre 7 e 10 homens.

JUNCO A MOTOR “TONG HENG LONG N. º 2”

Junco de madeira construído em Macau, utilizado no transporte de carga geral, do mesmo modelo que o “VENG SENG LEI”, mas com dimensões ligeiramente superiores. Desloca 306 toneladas brutas, com um comprimento fora a fora de 115 pés, 25,6 pés de boca máxima e 9 pés de calado máximo, tendo uma tripulação entre 7 e 10 homens.

CARGUEIRO “FONG VONG SAN”

Pequeno cargueiro de casco de ferro, destinado ao transporte de carga geral e também de contentores. Com um deslocamento de 337 toneladas brutas, 129 pés de boca máxima e 8 pés de calado máximo, dispõe de um motor principal de 425HP, sendo a tripulação e 13 homens.

Comandante João Manuel Nobre de Carvalho (3) – Director dos Serviços de Marinha de Macau in pagela n.º 18 de «CTT» de 25 de Outubro de 1985

(1) “Meios de Transporte Tradicionais – Barcos de carga” (emissão extraordinária) (B.O. n.º 42 de 19 de Outubro, p. 3078; Portaria n.º 205/85/M

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/10/22/noticia-de-22-de-outubro-de-1984-filatelia-barcos-de-pesca/

(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/10/25/noticia-de-25-de-outubro-de-1985-filatelia-barcos-de-carga/  https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/01/22/postais-barcos-de-carga-i/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/01/26/postais-barcos-de-carga-ii/