Archives for posts with tag: Cónego António Maria de Morais Sarmento

Extraído de «BGC», XXVI – 295, Janeiro de 1950, pp. 183-1888

O governador, o prelado de Macau e o comandante militar da colónia à chegada ao campo
Aspecto da missa campal
Os novos barcos alinhados, antes da bênção
O prelado de Macau no acto da bênção dos novos barcos do Centro Náutico da Mocidade Portuguesa
A menina Norma Ruth de Oliveira «baptiza» duas embarcações

NOTA – Ver anterior referência ao clube náutico em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/12/01/noticia-de-1-de-dezembro-de-1949-inaugura-cao-do-centro-nautico/

Hoje realiza-se a Procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos em Macau. A propósito desta festividade, recordamos a mesma, no ano de 1955, numa notícia publicada no «BGU» (1)

A procissão ao sair da Sé Catedral

A procissão do Senhor dos Passos ao chegar ao Largo do Senado, vendo-se, sob o pálio o Bispo de Macau e à frente o cónego Morais Sarmento, na altura, decano dos missionários portugueses de Macau

A menina Judite Colaço com o Santo Sudário

(1) Extraído de «BGU» XXXI – 357, 1955.
Anteriores referências a esta festividade em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1708-tradicoes-que-se-continuam-ii-a-procissao-dos-senhor-dos-passos-ou-senhor-da-cruz-as-costas/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/04/noticias-de-4-e-5-de-marco-de-2017-tradicoes-que-se-continuam-a-procissao-do-senhor-dos-passos-i-fotos-de-1974/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/03/07/noticia-de-7-de-marco-de-1954-a-grande-devocao-ao-senhor-dos-passos-em-macau/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/

 Notícias de Macau do dia 5 de Maio de 1950, publicado na imprensa portuguesa (BGC), em Julho desse ano, acerca da «Semana da Marinha» iniciada a 1 de Maio com uma missa de sufrágio pelos antigos mareantes, na Ermida de Nossa Senhora da Penha.

Os avisos «Pedro Nunes» e «João de Lisboa» iluminados em arco
Macau à noite,  vista da colina da Penha
Desfile dos marinheiros

A tribuna de honra durante o desafio entre as selecções do Exército e Marinha, vendo-se o governador da Colónia
O tenente Dr. Ruben Lavoura proferindo a alocução junto da memória às vítimas da explosão da fragata «D. Maria II»

Antes do Baptizado das praças indígenas

Realizou-se na Gruta de Nossa Senhora de Fátima do Aquartelamento de Mong-Há, no Dia de Reis, o baptizado de algumas praças indígenas de Angola e da Guiné em serviço na guarnição militar e Macau. Neste dia de 6 de Janeiro de 1951, 24 praças de Angola e 16 da Guiné tornaram-se cristãs . A cerimónia foi presidida pelo Bispo, D. João de Deus Ramalho (1) e foi coadjudado pelos Padres: Cónego Morais Sarmento, Cónego Fernando Maciel, Capitão Capelão João Abranches (Chefe dos Serviços Religiosos da Guarnição), Pe. António Gonçalves, Pe. Benjamim Videira Pires e Pe. Juvenal.

Durante a cerimónia

A vasta parada do Aquartelamento de Artilharia de Mong Há encontrava.se repleta, assistindo grande quantidade de povo, além das deputações de todas as Unidades da Guarnição.

Outro aspecto da cerimónia

Foi depois servido, no quartel da Companhia Indígena de Caçadores da Guiné, (2) um «copo de água», oferecido pelo Comandante e Oficiais desta Unidade tendo-se trocado discursos entre o Comandante da zona de Aquartelamentos Major José J. da Silva e Costa e o Bispo D. Joaõ de Deus Ramalho. (3)

O bispo D. João de Deus Ramalho, baptizando um dos praças

Este evento foi também noticiado no «Boletim Geral das Colónias» de Março de 1951 (4)
(1) O Bispo da Diocese era D. João de Deus Ramalho – 罗若 (1890-1958). bispado de 1942-1954; Bispo Emérito de Macau entre 1954 e a data da sua morte. Jesuíta, chegou a Macau em 1924, tendo sido colocado em 1926 como missionário de Shui-Hing (Zhaoqing) – 肇庆 tendo chegado a Superior e Vigário Geral da missão em 1940 Nomeado Bispo de Macau em 1942, foi importante a sua acção missionária durante a Guerra do Pacífico, acolhendo, ajudando e alojando (comprou casas para o acolhimento dos refugiados) os refugiados entre os quais se encontravam missionários que estavam nos territórios vizinhos.
Ver anteriores referências a este Bispo em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-joao-de-deus-ramalho/
(2) A 1.ª Companhia Indígena de Caçadores Expedicionária da Guiné desembarcou a 9 de Abril de 1949 em Macau e foi colocada na Taipa sob o comando do capitão de Infantaria Manuel Maria Pimentel de Bastos. (5) Em 7 de Abril de 1950 recolheu da Taipa e fixou-se nas Barracas metálicas de Mong Há e depois no Asilo de Mong Há até ser extinta em 28 de Junho de 1951, por embarque no N/M Rovuma (1 oficial, 2 cabos e 200 praças indígenas)
O Batalhão de Caçadores n.º 1 e n.º 2 destacado de Angola chegaram a 13 de Setembro de 1949, no navio Colonial.
As várias Companhias integrantes do Batalhão n.º 1 ficaram nas Ilhas: Coloane e Taipa (após a saída da 1. ª Companhia Indígena de Caçadores Expedicionária da Guiné). Algumas Companhias terá mudado para Macau. Foi extinta em 28 de Junho de 1951, por embarque no N/M Rovuma (5 oficiais, 6 sargentos, 9 cabos e 650 praças indígenas).
As Companhias do Batalhão n.º 2 ficaram em Macau (aquartelamentos de San Kiu, Porta do Cerco, Mong Há). Uma Companhia que estava em Mong Há mudou-se para Coloane. Foi também extinta em 28 de Junho de 1951, por embarque no N/M Rovuma ( 8 oficiais, 12 sargentos, 17 cabos e 683 praças indígenas) (CAÇÃO. Armando A. A. – Unidades Militares de Macau, 1999)
(3) Extraído texto e fotos de «Mosaico» Vol I-6, Fevereiro 1951.
(4) «BGC» XXVI-309 MAR1951 p. 167
(5) Manuel Maria Pimentel de Bastos, capitão de infantaria, poeta, enquanto expedicionário em Macau, teve uma intervenção cultural significativa no território. Foi o primeiro Vice-Presidente da Direcção para o ano de 1950 (e um dos fundadores) do “Círculo Cultural de Macau”.
Referências anteriores em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/manuel-m-pimentel-bastos/

Aspecto da procissão de S. João (1)
O andor de S. João entrando na Sé Catedral

Todos os anos, em cumprimento da promessa de proclamar S. João Baptista como Patrono de Macau, o dia de 24 de Junho, dia de S. João Baptista era condignamente festejado, com cerimónias religiosas. Assim foi, também no dia 23 de Junho de 1954. Pelas 18.00 horas, Iniciaram-se na Sé Catedral as festividades religiosas em honra de S. João Baptista, Padroeiro da cidade.
O Administrador Apostólico de Diocese presidiu às cerimónias que constaram de Vésperas solenes e de sermão proferido pelo Chantre Morais Sarmento, aludindo ao significado histórico e religioso da data. Foi também lembrada a vitória que os portugueses alcançaram sobre os holandeses nesse inolvidável dia 24 de Junho de 1622.
A procissão saiu cerca das 19.00 horas percorrendo o itinerário do costume. Os rapazes do Orfanato de Imaculada Conceição e do Colégio D. Bosco abriram alas à frente destacando-se os guiões e estandartes dos Padres Salesianos.
O andor do santo Padroeiro completa e artisticamente enfeitado com flores naturais, era conduzido pelos fiscais municipais, ladeado por uma deputação de bombeiros municipais, vendo-se à frente algumas crianças vestidas de anjos. Seguia após o elemento eclesiástico, onde se viam os alunos do Seminário de S. José, membro do clero secular e regular e o Cabido Diocesano. O Prelado da Diocese levava, sob o pálio, o Santo Lenho seguindo atrás as entidades oficiais. Um grande acompanhamento de fiéis fechava o cortejo sendo de notar, a par da grande multidão de civis, uma larga representação  elemento militar.  Banda dos Salesianos tocou durante o percurso.
No dia 24, às 10.30 horas foi celebrada Missa Solene na Sé Catedral com a presença da Vereação Municipal e de entidades civis e militares.
Na noite do mesmo dia, em continuação dos festejos em honra dos Santos Populares, promovidos pelo Leal Senado e patrocinados pela Esposa do Governador, D. Laurinda Marques Esparteiro, houve arraial à portuguesa no amplo terraço do mercado de S. Domingos. A festa dessa noite, como nos anteriores iniciadas pelo Santo António e as dedicadas depois a S. Pedro teve carácter beneficente, sendo as receitas inteiramente destinadas às obras de assistência.
Além da música de «pick up», o recinto foi abrilhantado por música de «jazz», pelos Grupos «Esperança» e «Negro-Rubro», música instrumental pela banda da Polícia e por fados, guitarradas e canções portuguesas em que alguns elementos dos soldados expedicionários se revelaram amadores competentes. (2)
(1) Foto de BGU XXX- 35, 1954.
2) Reportagem e fotos (infelizmente mal impressas) retirados de «MACAU B. I.» I-22, 1954.

NOTA: A Direcção do «Rádio Clube de Macau, nesse ano de 1950, era presidido pelo Primeiro-tenente António Eduardo Lopes Marques.
Outros membros da Direcção:
Vice-presidente – Dr. Cassiano Carlos de Castro Fonseca
Secretário – António Ferreira Batalha
Tesoureiro – Mário de Barros Pereira
Vogais – Francisco Xavier Freire Garcia e Ho Yin
Membros da Assembleia Geral:
Presidente – Padre António Maria de Morais Sarmento
Vice-presidente – Dr. Alberto Pacheco Jorge
Vogais – Loc Tin Meng e José Maria Braga.
Membros do Conselho Fiscal:
Presidente – Francisco Xavier Monteiro
Vogais – Tenente Hernâni Anjos e José Maria de Sena Fernandes.
Extraído de BGC, XXVI – 297, Março de 1950.

directorio-1934-museu-luis-de-camoes-uma-das-galeriasMuseu Luís de Camões – Uma das galerias.

O Museu Comercial e Etnográfico Luís de Camões foi criado, na dependência da Direcção das Obras dos Portos, por P.P. n.º 221 de 5 de Novembro de 1926.
Por D. L. n.º 203 de 19 de Setembro de 1931 passou a estar dependente da Inspecção de Instrução Pública.
Instalado primitivamente no Palacete da Flora, foi removido em 1928, para as salas do edifício de Leal Senado.
No ano de 1934, data destas duas fotos, estava aberto ao público das 11 às 16 horas, todos os dias, com excepção das quartas-feiras.

directorio-1934-museu-luis-de-camoes-outra-galeriaMuseu Luís de Camões – Outro aspecto da galeria

Os seus serviços estavam distribuídos por quatro secções:

    1. Comercial;
    2. Sacra;
    3. Etnográfica e Artística;
    4. Biblioteca

A Direcção era composta por:
Um Presidente nato, o Inspector de Instrução Pública: Dr. João Pereira Barbosa.
Um Director da Secção Comercial: Cónego António Maria de Morais Sarmento.
Um Director das Secções Etnográfica e Artística e Biblioteca: Dr. Horácio Pais Laranjeira.
Tinha ainda como Pessoal assalariado:
Um fiel: Margarida da Rocha Xavier;
Um guarda: Tomé d´Assunção;
Um servente: Seac Lai I.

O catálogo da empresa portuguesa do turismo “Pinto Lopes Viagem” de 2016, apresenta nas pp. 62/63,  para 14-15 de Maio, uma viagem literária pela “Vila Mais Manuelina de Portugal“. O roteiro denominado  “Caminhos de Guerra Junqueiro” é apresentado da seguinte maneira:

Caminhos de Guerra Junqueiro IIFreixo de Espada à Cinta, terra onde panos de pura seda saem dos teares manobrados  por mãos laboriosas. Aqui nasceu Guerra Junqueiro, poeta, escritor, deputado, antiquário, coleccionador e ministro plenipotenciário do governo português na Suíça. A Igreja matriz (MN), a Torre do Galo  e o casario envolvente deram-lhe o título de Vila Mais Manuelina de Portugal, orgulhosa por ser  terra de navegadores e de missionários do Oriente. Foi berço de Jorge Álvares, capitão de Afonso de Albuquerque no Extremo oriente, Morais Sarmento, missionário e fundador do Arquivo Histórico de Macau e Manuel Teixeira, monsenhor e historiador do Oriente. Torrão valioso e fértil, daqui saem uvas que hão-de-encher pipas de Vinho do Porto…(…)
Caminhos de Guerra Junqueiro IO negrito é da minha autoria, para sublinhar três nomes tão importantes para a História de Macau.

4JUL54 Chegada do Bispo I MACAU BI II-23 15-07-54

“O Revmo. Bispo, acompanhado do seu secretário, desembarcando na Ponte cais n.º 16”

Cerca das 18.40 horas do dia 4 de Julho de 1951, o barco “Tai Loy” atracava na ponte cais trazendo o novo bispo de Macau, D. Policarpo da Costa Vaz e o seu secretário particular Revdo. Pe. José Ferreira de Almeida. Teve uma recepção entusiasta, desde o Governador da Província, Almirante Joaquim Marques Esparteiro, elementos militares chefiados pelo Capitão-tenente Freitas Ribeiro, elementos eclesiásticos com o Revdo. Chantre Morais Sarmento, a banda salesiana, os internados das instituições de caridade assim como vários conhecidos capitalistas além numerosos dos católicos portugueses, chineses e estrangeiros de todas as categorias sociais.

4JUL54 Chegada do Bispo II MACAU BI II-23 15-07-54“O cortejo da Igreja de S. Lázaro para a Sé Catedral”  

 Depois de se demorar cerca de meia hora na ponte, retribuindo os cumprimentos, dirigiu-se, na companhia do seu secretário, para a Igreja de S. Lázaro onde foi recebido à entrada pelo Padre Roque Lui e membros de Organismos Católicos Chineses. No interior do templo, a «Capela de Santa Cecília» do Seminário S. José entoou «Ecce Sacerdos Magnus». Depois de paramentado com as vestes pontificais, solenemente desfilou a procissão em que tomou parte grande massa do povo. Sob o pálio caminhava o novo e venerando Prelado com o bastão episcopal. Este costume é uma velha tradição de Macau entre quando se recebia um novo bispo.

4JUL54 Chegada do Bispo III MACAU BI II-23 15-07-54“O Governador da Província e elementos militares assistiram ao Solene «Te Deum»”

A procissão deslocou-se para a Sé Catedral, executando a banda dos Salesianos várias marchas enquanto caminhava atrás do pálio.4JUL54 Chegada do Bispo IV MACAU BI II-23 15-07-54

2O novo Bispo ora, pela primeira vez, na Sé Catedral”

Na Sé Catedral, o acto foi assinalado com todas as cerimónias litúrgicas próprias da ocasião. Seguidamente cantou-se o «Te Deum», tendo tomado parte o coro do Seminário sob a regência do Revdo. P.e Guilherme Schmid.  No final da cerimónia, o Bispo proferiu do alto do púlpito uma alocução de religiosidade e patriotismo.

4JUL54 Chegada do Bispo V MACAU BI II-23 15-07-54 “A Sé Catedral encheu-se de fiéis”

Informações e fotos de “MACAU Bol. Inf., 1954
 

A 27 de Abril de 1929, foi criada a revista «Arquivos de Macau» cujo primeiro número saiu em Junho de 1929. (1)
A notícia oficial é transmitida pela Portaria n.º 268:
«Artigo 1.º – Como dependência do Boletim Oficial da Colónia, publicar-se há (sic) mensalmente, um folheto, com o formato que fôr julgado conveniente, que irá inserindo todos os documentos de interesse histórico que forem encontrados nos arquivos da colónia.
Artigo 2.º – Da direcção dessa publicação fica encarregado, em comissão gratuita, o professor do Liceu de Macau Dr. Telo de Azevedo Gomes»
A portaria é assinada nesta data pelo Governador interino João Pereira de Magalhães.

O primeiro número da 1.ª série, Vol. I da Revista Arquivos de Macau saiu a 1 de Junho de 1929.
Esta 1.ª Série consta de 3 Volumes: o primeiro com 7 números, de Junho a Dezembro; o segundo Volume com 6 números, de Janeiro a Junho de 1930; o terceiro Volume com 4 números (o 1.º de Julho de 1930, o 2.º de Agosto de 1930, o 3.º de Abril de 1931 e o 4.º de Julho de 1931.

Arquivos de Macau 2.ªsérie Vol I n.º 3 1941Exemplar da 2.ª série – Vol. I n.º 3 de Abril-Maio de 1941

Segue-se-lhe a 2.ª Série. O Volume I, já sob a responsabilidade e direcção do Cónego Morais Sarmento, tem dois preciosos índices e a série foi interrompida por «falta de papel» (2)

Arquivos de Macau 3.ªsérie Vol II n.º 4 1964Exemplar da 3.ª Série – Vol. II n.º 4 de Outubro de 1964

A 3.ª Série é assinada a 1 de Fevereiro de 1964 pelo Governador António Lopes dos Santos. A publicação Volume I sai nesse mês, como Director (em comissão gratuita), o bibliotecário da Biblioteca Nacional, interino, Luís Gonzaga Gomes. Até ao falecimento deste, em 1975, são publicados os volumes correspondentes a cada semestre.

Arquivos de Macau 3.ªsérie Vol V n.º 2 1966Exemplar da 3.ª Série – Vol. V n.º2 de Fevereiro de 1966 

Uma 4.ª série, embora com características de Boletim do Arquivo Histórico de Macau renasce em 1981 com o Rev. Prof. Dr. Silva Rego e Dra. Beatriz Basto da Silva (a responsabilidade da edição passou a ser do Director da A. H. M.) (3)
(1) GOMES, Luís Gonzaga – Efemérides da História de Macau, 1954.
(2) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 4, 1997.
(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 5, 1998.