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Uma pequena monografia de Macau, escrita em inglês por Jack Maria Braga, editada pelo “Information and Tourism Department, Macao – 1963.” (1)

Macau a Short Handbook 1963 CAPA

Esta monografia foi reeditada (revista e aumentada), em 1968 (2).
Como curiosidade, na capa, a denominação em inglês de “MACAO” foi corrigida, em 1968, para “MACAU

Essa monografia é muito semelhante àquela que, em 1965, foi editada pela Agência Geral do Ultramar “MACAU PEQUENA MONOGRAFIA ” (3) quer na capa (variando somente nas cores) quer na estrutura e composição do livro (excepto nas fotografias: na edição em inglês de 1968 apresenta somente uma fotografia entre as páginas 52-53: “Dragon Dance”,  (4) enquanto que na edição em português, de 1965, apresenta 23 fotografias). Assim sendo, embora não conste na versão portuguesa, o nome do autor (nos catálogos dos alfarrabistas é atribuída a José de Azevedo e Silva) creio tratar-se, em certos temas, da tradução do livro de Jack M. Braga.

Macau a Short Handbook 1968 CAPA
A edição em inglês de 1968 tem referenciada 45 temas no Índice enquanto que no português, edição de 1965, 21 temas.

 NOTA : sobre Jack M. Braga, consultar artigo de António Aresta no Jornal Tribuna de Macau de 14-04-2011
http://www.jtm.com.mo/view.asp?dT=372802001
(1) BRAGA, J. M. – MACAO A Short Handbook. Information and Tourism Department, Macao, 1963, 64 p., 22 cm x 16 cm. Printed by The Governments Printing Press, Macao.
(2) BRAGA, J. M. – MACAO A Short Handbook. Information and Tourism Department, Macao, 1983, 72 p + 1 mapa, 22 cm x 16 cm. Printed by The Governments Printing Press, Macao.
(3) MACAU Pequena Monografia – Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1965, 71 p., 22 cm x 15,5 cm. Ver:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2011/12/30/livro-macau-pequena-monografia/
Além desta edições, surgiu ainda uma outra edição, em 1970, em português, com 74 páginas , 22 cm x 15,5 cm.
(4) Ver:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/05/12/macau-e-o-dragao-xxvii-postal-de-1968/

Postal -década de 60 PALÁCIO DO GOVERNO

Fotografia da Agência-Geral do Ultramar

Macau Cidade do Nome de Deus na China CAPA

As primeiras páginas do livro (pp. 11-22), (1) o autor, Eduardo Brazão (2), na introdução, dedica o livro a “A Sua Excelência  Reverendísssima o Senhor D. João de Deus Ramalho S.J” (3) que foi seu companheiro de viagem, em 1954, de Lisboa às Filipinas num quadrimotor americano da Pan American, com escalas na  Ilha de Santa Maria, Gandara (Terra Nova), Nova York (três dias), Chicago, Montanhas Rochosas, S. Francisco, Honolulu, , Midway, Guam e Manila. Eduardo Brazão não quis seguir o conselho do Bispo para continuarem a viagem para Hong Kong num velho avião chinês, em que “a fuselagem sem bancos em que os passageiros se acocoravam em redor, colocando ao centro a bagagem” (pp.19-20). Ficou por Manila três dias e partiu para Hong Kong num “barco de carga como o nome indiano – chamava-se Benarés”  (p. 20)

Macau Cidade do Nome de Deus na China 1.ª Página

O livro tem como “Índice Geral”:
Apontamentos para uma monografia de Macau
I – Macau nos seus inícios
II – Macau e o nascimento de Hong Kong
III – Macau até ao tratado de 1887.
Como “Apêndice”: apontamentos geográficos sobre Macau, alguns elementos para a iconografia de Macau. No final do livro traz um resumo do “Apêndice” em francês e em inglês.

Entre as pp. 90-91 encontra-se uma gravura, desenho de George Chinnery (4)

Macau Cidade do Nome de Deus na China CHINNERY Rua de MacauUMA RUA DE MACAU – GEORGE CHINNERY

Neste livro estão também reproduzidas vinte e oito gravuras de Macau, Cantão, Whampoa e Juncos chineses, da colecção Duarte de Sousa (5)
Há uma “Nota Final” no livro (p. 199) onde o autor agradece às pessoas que o auxiliaram na realização do trabalho. Entre eles o Sr. Francisco de Carvalho e Rego, erudito da História de Macau, sobre o qual publicou já alguns interessantes volumes, e que me ajudou na identificação de certos locais da Cidade do Nome de Deus apresentados nas gravuras que acompanham este trabalho.
(1) BRAZÃO, Eduardo – Macau: cidade do nome de Deus na China, não há outra mais leal.  Agência Geral do Ultramar, Divisão de Publicações e Biblioteca, 1957, 267 p. 23,5 cm x 16,5 cm (Colecção Monografias dos Territórios do Ultramar)
(2) Eduardo Brazão (1907 – 1987), diplomata e académico da Academia Portuguesa da História. Foi cônsul em Hong Kong durante cinco anos (1945-1950), no rescaldo da guerra.
Pode-se ver a sua extensa biografia (principalmente o trabalho meritório que realizou em Hong Kong) e bibliografia produzida, num artigo de Ana de Lael Faria em:
http://idi.mne.pt/images/docs/eduardo_brazao.pdf
(3) D. João de Deus Ramalho (1890-1958), Bispo de Macau de 1942 – 1954. Foi nomeado Bispo de Macau a 26-09-1942, sendo sagrado em Shui-Heng a 06-11-1942, dia em que tomou posse da diocese por procuração. Chegou a Macau a 23-12-1943. Resignou em 1954.
Refere Eduardo Brazão que enquanto esteve em Hong Kong, sempre que visitava Macau, “ não faltava nunca uma longa conversa com o Bispo no seu Paço”. (p. 21)
(4) Este desenho era da colecção do autor.
(5) António Alberto Marinho Duarte de Sousa (1896-1950) tinha uma livraria cujo espólio foi adquirido pelo Estado Português em 1951 e depositada, como património nacional, na Biblioteca do Palácio Foz (actualmente inactiva). A colecção foi posteriormente transferida  para a Biblioteca Nacional.  http://www.gmcs.pt/palaciofoz/pt/biblioteca)

Uma publicação da Agência-Geral do Ultramar, de 1959, em que Manuel Gonçalves Monteiro, na altura, Inspector Superior das Alfândegas do Ultramar, relatou as suas “Impressões duma Visita a Macau”. (1)

Trata-se da transcrição duma palestra proferida  pelo autor, na sessão do dia 22 de Julho de 1958 no Rotary Clube de Lisboa e que foi repetida no do Porto em 28 do mesmo ano.

O autor esteve de visita a Macau durante três semanas, em missão de serviço oficial.

Impressões duma Visita a Macau

Conforme o autor:
… Dividem-se os assuntos que hoje vou tratar aqui em duas partes distintas, versando-se na primeira, os de carácter meramente histórico, através duma digressão feita à volta dos monumentos existentes na província, focando-se na segunda os aspectos que apresentam actualmente algumas das actividades económicas de Macau… (…)
… Devo ao comandante militar da província, senhor general Portugal da Silveira, a gentileza de me ter permitido visitar os diversos monumentos militares de Macau, visita que foi efectuada na companhia do senhor major Acácio Cabreira Henriques, por ele designado para esse fim, tendo este oficial levado a sua amabilidade até ao ponto não só de me explicar detalhadamente os factos de natureza histórica ligados a cada um deles, como também de de me oferecer uma interessante monografia (2) sobre os mesmos….(…)
… Em Macau encontram-se instaladas pequenas indústrias, a maior parte delas em condições que deixam muito a desejar; e afigura-se que não terá muita viabilidade a instalação lá de grandes indústrias não só porque não existe água em quantidade suficiente para algumas que exigem para a sua laboração grandes quantidades daquele líquido e ainda por se não poder dispor de energia barata, pois só existe energia térmica produzida à base de óleos combustíveis ou de carburantes, a qual fica muito cara… (…)
(1) MONTEIRO, Manuel Gonçalves – Impressões duma Visita a Macau. Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1958, 30 p.
(2) Trata-se da monografia
HENRIQUES, Acácio Cabreira – Monumentos Nacionais Existentes na Província de Macau. Círculo Cultural de Macau, 1956, 58 p.

3º. Ciclo de Conferências CCM CAPANão possuo esta monografia mas é o mesmo que foi publicado em:
HENRIQUES, Acácio Cabreira – Monumentos Nacionais Existentes na Província de Macau in pp. 107 – 153 de 3.º Ciclo de Conferências, proferidas no Salão Nobre do Leal Senado na Câmara no Ano de 1955. Círculo Cultural de Macau, 1956, 155 p.

Parte do texto já por mim referido em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/major-acacio-cabreira-henriques/

Vista da Baía da Praia Grande AGUFotografia tirada da Colina da Penha – vista da baía  Praia Grande, colina da Guia, aterros da Praia Grande com a estátua equestre, em bronze, do governador Ferreira do Amaral (inaugurada em 1940, por ocasião das festas comemorativas do duplo centenário  – oferta do Leal Senado e “apeado” em 1993) e o antigo Liceu Nacional Infante D. Henrique (inaugurado a 2 de Outubro de 1958 e demolido em 1986)

 Fotografia da Agência-Geral do Ultramar

Colina da Penha AGU

Fotografia da Agência-Geral do Ultramar

Do caderno de exercícios da Colecção Editora, do ano lectivo 1968-69, referente ao 1.º ciclo – Língua e História Pátria, (1) encontrei um texto adaptado de Camilo Pessanha que vem referenciado como retirado da revista “Mundo Português”, n.º 17 – Maio de 1935. (2)

Exercício Escolar I

O texto foi retirado de “Macau e a Gruta de Camões” que foi publicado no semanário «A Pátria», de Macau, em 7 de Junho de 1924 e depois inserido no livro “China (Estudos e Traduções)”, publicado pela Agência Geral das Colónias (3).

Parte do texto:
Assim é Macau a única terra do ultramar português em que as estações são as mesmas da Metrópole e sincrónicas com estas. É a única em que a Missa do galo é celebrada em uma noite frígida de Inverno; em que a exultação da aleluia nas almas religiosas coincide com o alvoroço da Primavera – Páscoa florida com a alegria das aves novas ensaiando os seus primeiros voos; em que a comemoração dos mortos queridos se realiza no Outono.”

A fotografia inserida nesta folha, da Agência-Geral do Ultramar, é da Rua da Felicidade. A mesma fotografia que anteriormente foi publicada neste blogue (4) tinha sido retirada do opúsculo: Macau, Portugal no Oriente. Agência-Geral do Ultramar, 1964, 32 p,  16,5 cm x 12 cm.

Exercício Escolar II

Após leitura do texto, interrogo-me quantos dos actuais alunos de 12 anos (que corresponderiam ao antigo 1.º Ciclo) conseguiriam interpretar e responder correctamente às perguntas do exercício.

(1)   Exercício n.º 7 da Colecção Editora (1.º ciclo; 1968-69) – Exercício de Língua e História Pátria. Porto Editora Lda.
(2)    A revista “O Mundo Português” foi publicada entre 1934 e 1947, e era uma edição conjunta da Agência Geral das Colónias e do Secretariado da Propaganda Nacional (SPN; a partir de 1944, SNI).
(3)   PESSANHA, Camilo – China (Estudos e Traduções). Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1944, 131 p.
(4)   https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/rua-da-felicidade/

Notícia no Boletim da  Agência Geral do Ultramar, de Abril de 1952, a recente inauguração da emissora «Vila Verde» (1).

“Após longo período experimental, foi finalmente, inaugurada em Macau a Emissora Vila Verde, que tem o designativo de CR9XL e é propriedade do Chefe da Repartição dos Serviços Económicos, Sr. Dr. Pedro José Lobo.
            Na cerimónia de inauguração falaram o director dos Correios Telégrafos e Telefones , Sr. António de Magalhães Coutinho, que encareceu o valor deste novo melhoramento para a Província, embora de carácter particular, e o proprietário da emissora, que agradeceu às entidades que lhe proporcionaram as facilidades para a sua instalação e funcionamento, bem como a todas as pessoas que se têm interessado pelo seu desenvolvimento.
            O programa de inauguração, que durou mais de três horas, foi quase totalmente preenchido por composições musicais da autoria do Sr. Dr. Pedro José Lobo e executadas pela sua orquestra privativa. A senhorinha Conchita Borges cantou a «Saudação Angélica» e a soprano chinesa Dora Chi o tango «Shining Eyes», a valsa «Pearl River Charms» e o intermezzo «Butterfly», composições estas também da autoria do proprietário da emissora.
            A nova estação, cujo estúdio e casa de transmissão se encontram equipados e montados com o material mais moderno, goza por este motivo, de grande popularidade entre os apreciadores de música do género.
            Funciona na frequência de 1.037 quilociclos e no comprimento de onda de 289 metros”

O apogeu da emissora «Vila Verde»  foi nos anos 50 e 60 (século XX), conseguindo ultrapassar o Rádio Clube de Macau surgido em 1941 (e que daria lugar em 1962 à Emissora de Radiofusão de Macau)  em termos de audiências e música. Após a morte de Pedro José Lobo, em 1965, a emissora «Vila Verde» começou a declinar, tendo suspendido a sua actividade em 1994. Depois de ser adquirida pela Sociedade de Turismo e Diversões de Macau, a Rádio Vila Verde retomou as suas emissões em cantonense em 2002. (2)

(1) Datas diversas nos diversos documentos consultados (desde 1948 a 1952). A Dra. Beatriz Basto da Silva indica 1951 (Cronologia da História de Macau, 5.º Volume). Alberto Alecrim (Macau n.º 5, 1987)  indica 6 de Março de 1952.
Em 1952 surge a Rádio Vila Verde, propriedade de Pedro José Lobo, com estúdios num edifício privado, emitia sob as designações CR9XL e CR9XM, em cantonense e português. Suspendeu a sua actividade em 1994, tendo retomado as suas emissões em 2002.”
http://macao.communications.museum/por/exhibition/secondfloor/moreinfo/2_9_3_RadioMacau.html
(2) http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%B5es_em_Macau

Pequeno opúsculo editado pela Agência Geral do Ultramar, sem data , de 32 páginas (não numeradas), 17 cm x 12 cm,  impresso em offset – Tip. da E. N. P. ( Secção Anuário Comercial de Portugal).
Está redigida em francês “MACAO une ville portugaise” e trata-se de uma tradução do opúsculo MACAU (1) , editada pela mesma Agência-Geral do Ultramar, em 1964 – ver post anterior: FOLHETO PROPAGANDA – MACAU, PORTUGAL NO ORIENTE ( I)
Apresenta muitas fotografias do território: 13 fotos a preto-e-branco e 9 coloridas, a maioria delas idênticas à publicação referida em (1).  Nas páginas centrais (pp. 16-17), apresenta uma fotografia das Ruínas de S. Paulo (” Les ruines de S. Paul“), em vez da “Vista Geral de Macau” da publicação (1)
Está dividido em vários “capítulos” (os mesmos do original)

  • “Macao – terre de merveille” pp.2 -5
  • “Une grande ville” – pp. 6 – 11
  • “Un niveau de culture eleve” – pp. 12 – 15

“…Plus loin, dans cette pittoresque Rue de la Felicité, il y a des boutiques, toutes très propes, où l´on vend serpents, des cafards, des lésards et autres bestioles très utilisées dans la cuisine compliquée du Sud  de la Chine. Ces animaux sont vivants; le client n´a qu´à  indiquer celui qu´il désire, qui est immédiatement tué, pesé et placé dans le manier `provisions. Dans de grands aquariums s´ébattent les poissons les plus étranges

  • ” Un peu d´histoire” – pp. 18 – 22
  • “La ville de Macao” – pp. 22- 23
  • “L´Ile de Taipa” – pp. 23 – 24
  • “L´Ile de Coloane” – p. 24
  • “Moyens de comunication” – (onde se inclui “Promenades et sites dignes d´interet”; “Formalites pour l´entree ou la residence  des etrangers a Macao”; “Principaux hotels europeens”; “Principaux hotels chinois”; “Restaurants”; “Theatres, cinemas, et autres divertissements”; “manifestations annuelles”; “Fêtes religieuses”; “Fêtes populaires”; “Horaires des vapeurs du service de Hong Kong”; “Consulats”; “principales Banques” e “Tourisme”) – pp. 28-32

Na última página. apresenta esta foto da estátua de Jorge Álvares; ao fundo à esquerda, o Liceu Nacional Infante D. Henrique

(1) MACAU, edição da Agência-Geral do Ultramar, 1964, 32 p., 16,5 cm x 12 cm

Na continuação do post: FOLHETO PROPAGANDA – MACAU, PORTUGAL NO ORIENTE (I),(1), como curiosidade, nas páginas finais desse folheto encontram-se indicações de:

    • hotéis ( endereço e precário),
    • restaurantes com cozinha europeia e cozinha chinesa,
    • teatros, cinemas e outros divertimentos,
    • acontecimentos anuais,
    • festas religiosas,
    • festas profanas,
    • horário dos vapores da carreira de Hong Kong (referência ao Tak Shing, Tai Loy, Fat-Shan e Lee Hong),
    • consulados (endereços) da Grã-Bretanha, Holanda, Tailândia e Delegação do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China,
    • principais bancos (Banco Nacional Ultramarino, Banco Tai Fung, Banco Lam Tong)
    • turismo e agências de viagens, transporte e
    • casino provisório – neste item não indica o nome do casino somente a indicação de “Diversas modalidades de jogo” . Creio tratar-se do “MACAU PALACE” atracado à ponte n.º 12 B do Porto Interior

Dos hotéis referenciados (Bela Vista, Riviera, Oriental, Macau, Grand Hotel, Vila Tai Yip, Pousada de Macau, Vila Lam e Vila Sai van), já nenhum existe.Dos Cinemas existiam nessa altura: Capitol, Apolo (cinematoscópio), Vitória (cinematoscópio),Imperio (cinematoscópio), Oriental e Cheng Peng.

NOTA: Este opúsculo sendo de 1964, apresenta uma foto do Hospital “Conde S. Januário” (p. 31) que foi concluída em 1958 mas na p. 3 apresenta outra foto “Panorama de Macau” em que se “vê” ainda a construção do hospital.
(1) MACAU. Agência-Geral do Ultramar em Lisboa, 1964, 32 p., 16,5 x 12 cm