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Foi inaugurada a 9 de Novembro de 2017 (e esteve até 7 Janeiro 2018), no Museu do Oriente, em Lisboa, a exposição “Macau, Cem Anos de Fotografia”, com a coordenação geral de Maria Manuela d´Oliveira Martins e comissariado por Rogério Beltrão Coelho. (1) Retiro do site do Museu o seguinte texto de apresentação: (2)

“Macau. 100 Anos de Fotografia é uma viagem pela história social e política daquele território, que esteve sob administração portuguesa durante 450 anos. Como em muitos outros domínios, Macau esteve à frente do seu tempo também na fotografia, datando de 1844 os daguerreótipos do fotógrafo amador Jules Itier, que são as mais antigas imagens da região que se conhecem. A obra fotográfica produzida ao longo de cem anos por amadores e profissionais sobre a temática Macau anda dispersa pelo mundo, integrando colecções particulares para além dos espólios de museus e instituições. Nesta colecção de imagens, que fazem parte do vasto acervo fotográfico do Museu do Oriente, viajamos pelo passado histórico de Macau: edifícios e bairros entretanto desaparecidos ou profundamente alterados, os grandes acontecimentos locais e nacionais e as vivências quotidianas das comunidades macaenses, as suas tradições e costumes. Um século de imagens em que se recorda a passagem por Macau de figuras políticas, como Henrique Galvão e o general Gomes da Costa, ou do cinema, como Orson Welles e Clark Gable. São ainda lembrados acontecimentos como as celebrações do IV Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia [1898], as primeiras travessias aéreas de Lisboa a Macau [1924 e 1931], a trágica explosão do paiol da Flora, [1931], e o bombardeamento do hangar da aviação civil, pelos americanos, durante a Guerra do Pacífico [1945].”

Durante a exposição foi exibido ainda o curto documentário, com pouco mais de 6 minutos, “Macau: Cidade Progressiva e Monumental”, realizado por Manuel Antunes Amor. (3)

CAPA
CONTRACAPA

Desta exposição foi publicado o catálogo ”MACAU 100 anos de fotografia / MACAU 100 years of photography” ” (em português e inglês) com edição de Dulce Afonso e textos de Rogério Beltrão Coelho. O texto introdutório na  p. 3, é de Carlos Augusto Pulido Valente Monjardino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Oriente.

de A capa apresenta um dos primeiros daguerreótipos de Macau- a Praia Grande em 1844 feito por Jules Itier (3)

São 35 páginas com textos de R. Beltrão Coelho divididas em:

1- Macau: cem anos de fotografia, 1844- … (pp. 7-8)

2 – Macau na origem das primeiras fotos da China (pp. 9-13)

3 – Os fotógrafos profissionais de Macau (pp. 14-16)

4 – Os fotógrafos amadores (pp. 17-19)

Seguem-se 44 fotografias a preto e branco.

LOMBADA

(1) https://hojemacau.com.mo/2017/11/08/exposicao-macau-cem-anos-de-fotografia-inaugura-amanha-no-museu-do-oriente/

(2) http://www.museudooriente.pt/3073/macau-100-anos-de-fotografia.htm#.X4tdMtBKj3Y

(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/manuel-antunes-amor/

NOTA: esta mesma exposição “Macau: 100 Anos de Fotografia” esteve presente em Macau, na Casa Garden “ de 24 de Julho a 21 de Setembro de 2019.

Uma garrafa de alumínio da “Coca-Cola”, de 125 ml,, manufacturada por “Shanghai Shen-Mei Beverage & Food Co. Ltd.” (Shanghai), saída em 2019, para comemorar os 70 anos (1949-2019) de permanência desta empresa “Macau Coca-Cola Beverage Co. Ltd´”, em Macau (actualmente na Estrada Marginal da Ilha Verde, n.º 780).
Logotipo da Coca-Cola (imagem de marca bem como a designação de “Coke” e o desenho da garrafa) e desenho com as fachadas dos principais monumentos/templos património cultural de Macau (Leal Senado, Farol da Guia, Ruínas de S. Paulo, Templo de Á Má)
Referências anteriores em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/coca-cola-%E5%8F%AF-%E5%8F%A3-%E5%8F%AF-%E4%B9%90/

Pequena lembrança de barro, circular, de 9 m de diâmetro superior e de 10 cm na base, com uma embalagem exterior de cartolina (10,5 cm x 10,5 cm) como recordação do 20.º aniversário do estabelecimento da R.A.E.M.

Sem indicação do autor e editor. Emissão de 2019.

Quelóra lembrá, neno fechá ano-ano,
Meo di Dizémbro, tánto alegria.
Saicó já fazê oito ano-ano.
Grandi festa pra suprá oito cera candia,
Más comida sabroso di Natal. (1)

Pát sôi,  qui sórte – fát ch´ói
Tanto ancuza china-china já falá.
Sãm oito santo-santo taoistas,
Gandi Confúcio su oito tesouros,
Sãm oito trigramas de Pakuá,
Pilares do céu sãm oito ouros,
Tudo Fong Soi já incachá.

Iou uví falá ditado china
“Oito sãm vida di macho home” (2)

Oito tamêm Neno dâ lembrança
Lembrá qui lembrá di nosotro tempo antigo:
Scola Primária Central, criançada,
Lembrá Pofessô Rosário, si nâm sabi liçãm,
Quadro pêto, giz branco, pano suzo pra apagá,
Nâm respondê céto, régua na mám.

Lembrá terra batida, recreio pra brincá,
Pátio di areia, muto joelho esfolá,
Jogá tálu,  batê kong chái chi, lança triól.
Chai feng quelê primero começá,
Jogá bola, pontapé bola, gritá Gól.

Otrung´a vànda, raparigas bonita
Jogo cinco saquinhos, atirá.
Saltá cordas, saltá tapa, bola batida
Fazê Tiu Lám, chiquia de jogá.

Tãm difrente hoze brincá.

(1) Mais uma vez os meus agradecimentos à amiga Diana pela empada, coscurões e fartes,  iguarias macaenses da quadra natalícia.
Ver anterior referência aos significados das iguarias macaenses próprios do Natal:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/12/25/merenda-e-consoada-de-natal-iguarias/
(2) A vida do homem é regido pelo número 8. Aos 8 meses obtém dentes de leite; aos 8 anos ele perde-os; aos 2×8 anos de idade torna-se um homem e aos 8×8 anos de idade torna.-se incapaz de procriação.
EBERHARD, Wolfram – A Dictionary of Chinese Symbols, 1993.

Hoje dia 13 de Setembro de 2019, celebra-se o 15.º dia do 8.º mês – Dia do Festival do Outono, mais conhecido como a Festa do «Bate-Pau» ou das «lanternas»
Do “Ta-Ssi-Yang-Kuo – Arquivos e Anais do Extremo Oriente Português” (1) (pp. 392~393), a propósito dos “Costumes e crenças da China” de Francisco Pereira Marques, retiro o seguinte:
A lua corresponde ao mez de setembro é consagrada pelos chins à festa do bate-pau ou das lanternas a que eles chamam Chung – chau e os inglezes Mid Autumn festival, por coincidir com a quadra outomnal.

Caixa contendo quatro bolos bate-pau

Dá-se o nome de bate-pau a um bolo que os chins preparam n´esta ocasião, que é arredondado e parecido com um pastelinho com crosta de farinha, recheado de doces. Há varias espécies de bolos de bate-pau: uns que que só entra feijão; outros o mungo (2); outros a semente de trate (3); e outros o gergelim, amêndoa e toucinho.
Só durante esta lua ou pouco antes é que os chins preparam estes bolos para venda e exportação.
Tambem por este tempo os chins vendem caramelos em forma de castello, embarcação, jarro, etc.; pães de farinha figurando um porco de tamanho de trez e quatro polegadas, metido n´um cesto de bambú de feitio conico; bolos de massa de farinha muito dura coma configuração de um prato com pintura a côres, representando paisagens e figuras humanas, postos n´uma caixinha de papelão de forma circular, polygonal ou oblonga, segundo o feitio do bolo, com uma rede muito fina e transparente de cassa. Este bolo só é feito para ornato e presente às creanças.

Bolo Bate.pau embalado

O bolo de bate-pau é o symbolo da lua, e os chins chamam-n´o em dialecto mandarim Yué-ping 月餅 e em cantonense Yut—peang. Geralmente o seu peso nao atinge meia libra.
Os macaístas conhecem-n´o pelo nome de bate-pau, por ser preparado com um pau em forma de ferula, com um orifício no centro onde se mettem a massa de farinha e os recheios, carregando com a palma da mão para comprimil-o bem; e em seguida batem o pau com força, por duas ou tres vezes sobre a meza, para fazer expellir o bolo que é levado acto contínuo ao forno, a assar.
Todo este mez lunar é consagrado a esta festa, mas o decimo quinto dia da lua é o mais solemne.
As lojas, onde se fazem e vendem stes bolos, costumam ter nos seus terraços ou telhados um mastro com bandeiras e ou lanternas.”
(1) PEREIRA, J. F. Marques (“coligidos, coordenados e anotados” )- Ta-Ssi-Yang-Kuo, Archivos e annaes do Extremo-Oriente Português. 1899-1900. Série II, – Vols. III e IV. Edição S.E.C., !984.
(2) Mungo é uma espécie de feijãosinho que os chins do sul chamam Loc tau 綠豆(feijão verde) e, se não me engano, é o Phaseolus mungo, conhecido entre os ingleses pelo nome de “kidney beans”. Os chins cozem o mungo com jagra (melaço) fezes de assucar mascavado, a que chamam Wong-tong 黃糖 (assucar amarello) e vende-se em pães e se serve quente em chávenas como refrigerante, com o nome de Loc-tau-choc 綠豆粥(cozimento de mungo com jagra) e Loc-tau-sá  綠豆沙 (cozimento de mungo) , segundo o modo de o prepararem.
Quasi todos os navegantes que fazem viagens longas nas embarcações, costumam prover-se de mungo, e, quando a bordo há falta de hortaliça, os chinas borrifam agua sobre uma porção de mungo, que, ao cabo de dois ou três dias, gréla em espiga tenra.. Cozem-n´o como hervas e dão-lhe o nome de Teang-ká-choi 蛋家菜,, isto é, hortaliça dos barqueiros.
(3) Trate é uma planta aquática muito apreciada no Oriente. Os chins aproveitam toda esta planta, desde a flôr até a raiz, e denominam-na Lin-chi 蓮子… (…)
Os chins gostam muito da semente d´esta planta, que cosem com sopa e carne. Aproveitam esta semente para fazer doce e também preparam uma bebida, cosida com assucar e ovo de galinha e que servem ás chávenas, conhecida pelo nome de Lin-chi-kang 蓮子 羹 A sua raiz denominam Lin-ngan 蓮藕 e é apreciada para se cozer com carne de porco ou de vacca, e também fazem d´ella doce. Attribuem-lhe propriedades sedativas e anti-aphrosidíacas.
Anteriores referência a este festa em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/bolo-lunar-bolo-de-bate-pau-%E6%9C%88%E9%A5%BC/

Festa Chineza do Outono

Do livro de  Chrétien-Louis-Joseph de Guignes (1759-1845),  “Voyages à Peking, Manille et l’Île de France, faits dans l’intervalle des années 1784 à 1801”. 8vo. 3 vol. Avec Atlas in folio. Paris 1808
https://www.chineancienne.fr/17e-18e-s/de-guignes-voyage-%C3%A0-peking/

Faleceu no dia 1 de Julho de 2019 aos 74 anos de idade, o historiador António Manuel Hespanha (1) que publicou o seu ultimo livro em Fevereiro deste ano, “Filhos da Terra Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa” (2) com abordagem no capítulo III (As «províncias» do império sombra) a “Macau” (pp. 195-204)

O Professor Doutor António Manuel Botelho Hespanha, foi coordenador científico da área de ciências jurídico-históricas e filosóficas do Curso de Direito e da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Manteve estreita cooperação com a Faculdade de Direito da Universidade de Macau, entre 1990 e 2000, tendo desenvolvido actividades lectivas e de investigação de relevo, dando também especial atenção aos temas da formação jurídica.
Publicou, entre várias obras e artigos de relevo, com especial interesse para Macau, designadamente, a obra «Panorama da História Institucional e Jurídica de Macau», edição da Fundação Macau, em 1995, traduzido para chinês e publicado numa edição da mesma Fundação Macau, e artigos, como «O Direito e a Justiça num Contexto de Pluralismo Cultural, Linhas de força da cultura chinesa contemporânea, e Direito e poder na cultura chinesa», na Revista Administração, e ainda a obra «Feelings of Justice in the Chinese Community of Macao, An Inquiry», pela Imprensa de Ciências Sociais, em 2003,  em Lisboa, com base num inquérito junto da comunidade chinesa e apresentado em Macau em 2000, na Casa Garden.
https://www.gov.mo/pt/noticias/204912/
https://www.odireitoonline.com/faleceu-antonio-hespanha.html
Sinopse
A história da expansão portuguesa contada às avessas: não do ponto de vista da metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que partiram e se instalaram nas margens do império português.
António Hespanha, alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos – a da expansão portuguesa – revelando-nos a perspetiva que até aqui largamente ignorada s. É a perspetiva de quem deixou o país para não voltar e dos descendentes que, ao longo dos séculos, formaram as comunidades de «portugueses» no Brasil, em África e no Oriente. E é também a perspetiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão , se desviaram da rede do «Imperio formal» para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades – em África, na América, no Oriente – estes mestiços eram de facto portugueses? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros «concorrentes»?

MARCADOR – 14 cm x 6 cm

(1) Licenciado em Direito e Doutor em História Institucional e Política com a tese (publicado em livro, 1986) “As Vésperas do Leviathan”, sobre o sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias. Professor catedrático jubilado da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e investigador do instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutor honoris causa pelas Faculdades de Direito da Universidade de Lucerna (Suíça) e da Universidade Federal do Paraná (Brasil)
Autor de duas dezenas de livros e de mais de centena e meia de artigos científicos, sobretudo nas áreas da História, História do Direito e teoria do Direito.
(2) HESPANHA, António Manuel – Filhos da Terra. Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa. Lisboa, Tinta da China, 2019, 166 p. , 154 x 233 x 22 mm, ISBN 978-989-671-476-5.
Disponível para visualização, o lançamento do livro «Filhos da Terra», na FNAC do Chiado, no dia 25 de Fevereiro de 2019, com apresentação de Rosa Maria Perez e Francisco Belard.
https://www.youtube.com/watch?v=cVQuo5_mZnM
Aconselho leitura de “Observador” de 17 de Março de 2019 por José Carlos Fernandes https://observador.pt/especiais/filhos-da-terra-o-que-aconteceu-nas-margens-do-imperio-portugues/
Ler entrevista a César Avó a propósito do livro no “Diário de Notícias” de 21 de Fevereiro de 2019
“Dizia-se que os portugueses enfraqueceram no Oriente porque o sangue se abastardou
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/16-fev-2019/interior/dizia-se-que-os-portugueses-enfraqueceram-no-oriente-porque-o-sangue-se-abastardou-10582575.html

Celebra-se, hoje, quinta-feira, o dia do Corpo de Deus, feriado nacional religioso em Portugal.
Aqui relembro a Procissão do Corpo de Deus realizado no dia 10 de Junho de 1852, cujo programa foi publicado no Boletim de Macau (1)
(1)  «BGPMTS» VII- 12 de 3 de Junho de 1852, pp.45-46
NOTA: as duas fotos foram tiradas hoje, em Castelo de Paiva, antes da Procissão do Corpo de Deus. O percurso estava “atapetado” por pétalas de flores formando desenhos.

Hoje realiza-se a Procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos em Macau. A propósito desta festividade, recordamos a mesma, no ano de 1955, numa notícia publicada no «BGU» (1)

A procissão ao sair da Sé Catedral

A procissão do Senhor dos Passos ao chegar ao Largo do Senado, vendo-se, sob o pálio o Bispo de Macau e à frente o cónego Morais Sarmento, na altura, decano dos missionários portugueses de Macau

A menina Judite Colaço com o Santo Sudário

(1) Extraído de «BGU» XXXI – 357, 1955.
Anteriores referências a esta festividade em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1708-tradicoes-que-se-continuam-ii-a-procissao-dos-senhor-dos-passos-ou-senhor-da-cruz-as-costas/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/04/noticias-de-4-e-5-de-marco-de-2017-tradicoes-que-se-continuam-a-procissao-do-senhor-dos-passos-i-fotos-de-1974/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/03/07/noticia-de-7-de-marco-de-1954-a-grande-devocao-ao-senhor-dos-passos-em-macau/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/

恭喜發財
Kung Hei Fat Choi
Gōng Xǐ Fā Cái

新春快樂
FELIZ ANO NOVO CHINÊS
HAPPY LUNAR NEW YEAR

LAI SI PARA ESTE ANO DO PORCO

Este novo ano chinês, que se inicia hoje 5 de Fevereiro, ANO DO PORCO / TERRA / CASTANHO / FEMININO é o último do ciclo lunar de doze animais que compareceram ao chamamento do Buda.
O PORCO foi o último a chegar.
Apresento o Bloco Filatélico (formato: 18 cm x 21,7 cm; custo: 18 patacas) que o “CTT MACAU” lançou em 1995, contendo doze selos do CICLO LUNAR, todos com a mesma franquia (1,50 patacas), cada um representando os doze animais do signo zodíaco chinês, que foram lançados anualmente, iniciando-se com o RATO em 1984 (1) e terminando com o PORCO em 1995.
Por detrás, a presença do DRAGÃO – o animal do ano 1988. (2)
NOTA: Um anúncio desta edição foi já postada em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/07/03/anuncio-selos-de-macau-presenca-universal-de-valor-cultural/
(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/01/25/noticia-de-25-de-janeiro-de-1984-filatelia-1-o-dia-de-circulacao-ano-lunar-do-rato-i/
(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/05/15/macau-e-o-dragao-xx-selo-de-1988/