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Folheto de cinema do Teatro Apollo, (impresso só dum lado) anunciando o filme “Camelot”, a começar em 19 de Julho de 1968

Camelot”, filme de 1967, musical, dirigido por Joshua Logan com os actores Richard Harris (como Rei Artur), Vanessa Redgrave (como Guinevere) e Franco Nero (como Lancelote). O filme que tem argumento de Alan Lerner. é uma adaptação dum musical representado  com grande exito na Boadway (estreia em 1960, com Richard Burton e Julie Andrews) da dupla Alan Jay Lerner e Frederick Loewe. Narram-se os amores da rainha Guinevere com Sir Lancelote e a guerra provocada entre este e o rei Artur pelas maquinações do pérfido Sir Mondred. O filme recebeu cinco nomeações para o 40.º prémio da Academia Americana, em 1967, tendo ganho três: melhor banda sonora (adaptada), melhor design de produção, e melhor figurino.

https://en.wikipedia.org/wiki/Camelot_(film)

Continuação dos versos no dialecto macaense de José dos Santos Ferreira a acompanhar o vocabulário/abecedário que está anexo ao livro “Macau Sá Assi” (1) 

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1968, 138 p.

Continuação do versos no dialecto macaense de José dos Santos Ferreira a acompanhar o vocabulário/abecedário que está anexo ao livro “Macau Sá Assi” (1) 

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1968, 138 p.

Versos no dialecto macaense de José dos Santos Ferreira a acompanhar o vocabulário/abecedário que está anexo ao livro “Macau Sá Assi” (1)

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1968, 138 p.

Artigo do jornal “ Notícias de Macau” de 9 de Outubro de 1968, reproduzido no «Boletim Geral do Ultramar» (1)

(1) «BGU» ANO XLIV, 521/522, NOV/DEZ de 1968, pp. 222-224

Na sequência da anterior “NOTA DO DIA” (1) sobre o desenvolvimento das ilhas da Taipa e Coloane mais um artigo publicado pelo «Notícias de Macau» em 9 de Março de 1968 e republicado no «BGU» XLIV 515, Maio de 1968, p. 154.

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/02/24/noticia-de-24-de-fevereiro-de-1968-nota-do-dia/

Na noite de sábado, 24 de Janeiro de 1968, houve no Clube de Macau – Teatro D. Pedro V, um animado baile, com grande concorrência dos sócios, notando-se entre os presentes, o Governador e Esposa e o secretário-geral e esposa.
A decoração original dos salões do Clube harmonizava com os costumes envergados por parte da assistência e contrastava com a distinção do «smoking» dalguns cavalheiros e dos vestidos de noite das senhoras.
A festiva reunião abrilhantada pela Tuna privativa do Clube, pela orquestra do Estoril e pelos conjuntos musicais «Thunders» e «Heartbeats».
Dançou-se animadamente até alta madrugada e foi servida, na ocasião oportuna, uma magnífica ceia.
No domingo seguinte, foi a tarde infantil, dedicada aos filhos dos sócios. Foi uma festa igualmente e alegre, sobretudo para a pequenada. Houve merenda, dança e outros divertimentos.infantis, próprios da quadra.”  (1)

The Thunders (2)
https://questing.wordpress.com/category/the-thunders/

(1) TEIXEIRA, P. Manuel – O Teatro D. Pedro V, 1971
(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/09/10/musica-the-thunders-os-trovoes/

Extraído de «BGU» XLIV 521/522, NOV/DEZ 1968

Uma caixa de fósforos com 5.5 cm x 3,5 cm x1 cm de dimensões, distribuída durante o XV Grande Prémio de Macau, publicitando a cerveja “SAGRES” (em chinês 路士)

YES
SAGRES Comes first
Verso
MACAU XV GRAND PRIX
YES SAGRES COMES FIRST
沙路士係第一 (1)
SAGRES BEER
LARGE OR SMALL
SAGRES AT ALL TIMES
Distribuidor em Macau : KAN KAN
Tel. 6123
Fósforos de cabeça vermelha

(1) 路士係第一mandarim pīnyīn: shā lù shì xì dì yī; cantonense jyutping: saa1      lou6 si6 hai6 dai6 jat1
Referências anteriores ao Grande Prémio de Macau em
https://nenotavaiconta.wordpress.com/category/grande-premio-de-macau/

Uma lembrança do “antigamente” (13,5 cm x 9,5 cm): um salvo-conduto (Pass) n.º 629 do Governo de Macau, emitido pelos Serviços de Identificação de Macau, renovado em 1998 (com validade até 27 de Fevereiro de 2001) e que permitia aos residentes em Macau, a entrada em Hong Kong, para uma estadia até 7 dias. Salvo erro em vigor desde a década de 60 até  quando passou a ser válido a entrada em Hong Kong com o Bilhete de Identificação de Residente.
O salvo-conduto contém 40 páginas

A sagração episcopal de D. Arquimínio da Costa realizou-se a 25 de Março de 1976.
A nomeação do novo bispo de Macau, na pessoa do Padre Arquimínio Rodrigues da Costa (1) pelo Papa Pauli VI, veio preencher a vaga deixada pelo falecimento de D. Paulo José Tavares. A notícia do acontecimento, foi transmitida em 21 de Janeiro de 1976, pela Rádio Vaticano e foi recebida pela população católica de Macau com manifesto regozijo, dada a simpatia que o nomeado desfrutava em Macau.

O novo prelado dá entrada na Sé Catedral

A Sé Catedral vestiu as suas melhores galas pera receber o seu novo Antístite, e os Revs. Prelados que vieram presidir à cerimónia litúrgica da sagração. Dísticos em português e chinês engalanavam o frontispício do templo e saudavam o novo prelado com o dizer evangélico: «BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR».

Arquimínio da Costa dirige, pela primeira vez, como Bispo de Diocese, a palavra aos fiéis

A assistência à cerimónia da sagração episcopal, vendo-se no primeiro plano o Governador, coronel Garcia Leandro e Sua esposa.

Nas primeiras bancadas destacava-se a presença do Governador, Coronel Garcia Leandro e esposa, Madre Maria Clemência da Costa (irmã de D. Arquimínio), os Secretários-adjuntos, o Meritíssimo Juiz da Comarca, o Cônsul-Geral da França e muitos Chefes de Serviços e suas esposas. Em lugar especial da capela-mor, via-se o Bispo Anglicano de Hong Kong, Dr. John Gilbert Baker, o Rev. Frank Lin, pastor anglicano da Igreja de S. Marcos, em Macau e esposa.

Outro aspecto da assistência, estando na primeira bancada, destacadas autoridades oficiais.

D. Arquimínio da Costa entrou na Catedral na companhia do Bispo Sagrante, D. João Baptista Wu, de Hong Kong e dos Bispos consagrantes, D Carlos Lemaire, Bispo titular de Otrus, e D. Júlio X. Labayen, Bispo da Prelatura de Infanta, Filipinas.

O Governador de Macau apresenta os seus cumprimentos de felicitações a D. Arquimínio Rodrigues da Costa

(1) D. Arquimínio Rodrigues da Costa (1924 – 2016)  高秉常, natural da Ilha do Pico (Açores), veio para Macau na companhia de Monsenhor José Machado Lourenço, com mais três companheiros, em 1938, dando ingresso no Seminário de S. José a 8 de Dezembro desse ano. Foi sempre um aluno modelar, tanto no comportamento como nos estudos, pelo que foi durante anos subprefeito da disciplina dos seminaristas (1949-1953). Terminado o Curso Teológico, foi ordenado sacerdote por D. João de Deus Ramalho, S. J., no dia 6 de Outubro de 1949, celebrando a sua missa nova três dias depois. Foi professor de várias disciplinas, entre as quais Filosofia tanto para alunos internos como externos. Ficou reitor interino do Seminário de Fevereiro a Maio de 1955, na ausência do então reitor Cónego Juvenal Alberto Garcia (gozo de licença graciosa). Em 1957 seguiu para Roma a fim de cursar Direito Canónico na Universidade Gregoriana onde se licenciou em 1959. Regressou a Macau no dia 15 de Outubro de 1960, sendo novamente nomeado prefeito da disciplina e professor do Seminário. Em 1 de Agosto de 1961, foi nomeado reitor interino e, em 30 de Novembro, reitor efectivo daquele estabelecimento. Nomeado governador do Bispado nas ausências, em Roma, de D. Paulo José Tavares, em 1963 e 1965, durante o Concílio Vaticano II. Com a transferência do curso filosófico para o Seminário do espírito Santo de Aberdeen, Hong Kong, foi nomeado professor daquele estabelecimento de ensino, a partir do ano lectivo de 1968-69, onde lecionou Filosofia e Latim e foi prefeito de estudos do Curso Filosófico.
A 14 de Junho de 1973, foi eleito pelo Cabido vigário capitular da Diocese, cargo que exerceu até ser eleito Bispo de Macau. Bispo de Macau entre 1976 e 1988. Foi o último bispo de etnia portuguesa da Diocese de Macau. Eleito Bispo emérito de Macau, em 06-10-1988, regressou à sua terra natal nos Açores.
D. Arquimínio da Costa foi o terceiro Bispo de Macau, natural da Ilha do Pico, os outros dois foram D. João Paulino de Azevedo e Castro e o Cardeal D. José da Costa Nunes. É o quinto bispo natural dos Açores, sendo os outros, o Bispo D. Manuel Bernardo de Sousa Enes, da Ilha de S. Jorge, e o falecido Bispo D. Paulo José Tavares, da Ilha de S. Miguel.
Extraído de «MBIT» N.º 1-2, 1976.