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Continuação dos rótulos de embalagem de panchões da Fábrica Iec Long, da Taipa (1) (2)
Rótulo de embalagem de panchões da marca «Flying Wheel» manufacturados para exportação pela Fábrica de Panchões Iec Long (utilizado pela primeira vez no final de 1940)

Verso do Ex-libris anterior

Rótulo embalagem de panchões da marca «Children» manufacturados pela Fábrica de Panchões Iec Long (marca consolidada em 1946)

Verso do Ex-libris anterior

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/07/03/rotulos-de-embalagem-de-panchoes-da-fabrica-iec-long-i/ 
(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/07/06/rotulos-de-embalagem-de-panchoes-da-fabrica-iec-long-ii/ 

Extraído de BGC XXII AGOSTO DE 1946, n.º 254/255, pp. 169-170

Publicado na revista «Mundo Gráfico» (1), no dia 15 de Abril de 1946, (p. 19) um pequeno artigo sobre “«Hong-Kong» Escala Exótica”
Hong Kong, a grande cidade inglêsa do oriente, vizinha da nossa Macau, retomou a sua fisionomia habitual. Uma das ruas mais características, com a sua mescla humana, de asiatismo e europeísmo.
Vendem-se, também, cães no meio da rua, mas não o famoso chow-chow, oriundo da China. São foxes e pelos de arame.
Os chineses são mais industriosos e bons negociantes. Eis o que se pode classificar de bar ao ar livre.
Gulodices para crianças. Tem um sabor especial, a bétele, alcaçuz, e também de especiarias
(1) “Mundo Gráfico” revista portuguesa quinzenal de “actualidades nacionais e internacionais” publicada entre 15 de Outubro de 1940 a Fevereiro de 1948. Foi o seu primeiro director  Artur Portela (1901-1959).
“Mundo Gráfico , n.º 132, 15ABR 1946, p. 19

Uma nota oficial, distribuída à imprensa constava o seguinte:
No dia 19 de Dezembro de 1954, vindo de Cantão, chegou o capitão Álvaro Marques de Andrade Salgado, antigo Comandante da Polícia de Segurança Pública desta província, que se encontrava ausente na China desde 22 de Março de 1952“.
Embora a notícia oficial local não mencionasse mais pormenores, o relatório sobre a sua situação no Comando Militar de Macau, mencionava-o como desertor.
Na tarde do dia 22 de Março de 1952, o capitão de infantaria Álvaro Marques de Andrade Salgado, antigo comandante da Polícia de Segurança Pública (comandante do corpo da PSP entre 27 de Junho de 1946 e 1 de Janeiro de 1948) (1) e que nessa ocasião exercia o cargo de chefe de serviços de informações do comando da guarnição militar, foi capturado pela Armada do Exército Popular de Libertação (EPL) quando velejava entre a península de Macau e a ilha da Taipa. Aparentemente a “pequena embarcação … descaiu, aproximando-se da ilha de D. João (Sio-Vong-Cam/ Xiaohengqin), (2) sendo detido pelos chineses” (3),
Só seria libertado a 19 de Dezembro de 1954. Esteve em cativeiro em Cantão, 31 meses.
O período em causa (1952-1954) decorreu o conflito entre Macau e a China, o chamado “Incidentes das Portas do Cerco” (que se vinham “avolumando desde há meses e se intensificaram no mês de Maio com confrontos ligeiros nos dias 1,12 16, 19, 21, 28 de Maio e no dia 2 de Junho entre as sentinelas chinesas e os militares portugueses – guarnição da portas do Cerco com praças moçambicanas) e terminando no dia 23 de Agosto de 1954, com o pedido formal de desculpas ao general Li Zuopeng, chefe de Estado-Maior do distrito militar de Guangdong, por Pedro José Lobo, na qualidade de representante da administração portuguesa de Macau. (3) (4)

(1) Referência anterior
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/07/07/%EF%BB%BFnoticia-de-7-de-julho-de-1951-arraial-no-tenis-militar-e-naval/
(2) Ilha de D. João (Sio-Vong-Cam/ Xiaohengqin) – actualmente a Ilha de D. João e a Ilha de Montanha (Tai-Vông-Kâm / Dahengqin ) estão ligadas por aterros formando a Ilha de Hengqin /横琴
(3) FERNANDES, Moisés Silva – Os Incidentes das Portas do Cerco de 1952: o conflito entre os compromissos internacionais e os condicionalismos locais – Working Papers do Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa, 2005
Disponível para leitura em:
href=”http://www.ics.ul.pt/publicacoes/workingpapers/wp2005/wp2005_2.pdf”>http://www.ics.ul.pt/publicacoes/workingpapers/wp2005/wp2005_2.pdf
Imagem retirada de
http://www.fsm.gov.mo/psp/por/psp_org_9.html
(4) A comissão da negociação foi presidida por Pedro José Lobo e integrava Ho Yin (He Xian) (um dos principais dirigentes da comunidade comercial chinesa do território) que foi o intermediário na libertação do capitão Salgado.

Não obstante o aparecimento dos ónibus, com carreiras regulares, ter resolvido em grande parte o problema dos transportes, continuavam os automóveis que faziam serviço na praça a exigir, com sucesso, tarefas exageradíssimas. (1)
Em face disso e havendo várias pessoas interessadas no serviço de automóveis com taxímetros, resolveu o Leal Senado igualmente abrir praça para a concessão do exclusivo desse serviço, tendo em sua sessão ordinária, de 10 de Março de 1948, feito a adjudicação a Companhia de Táxis “Oriente”, (2) pelo prazo de 2 anos. A escritura foi assinada em 30 desse mês e antes de findar o mês seguinte, já a nova Companhia punha 10 viaturas em serviço, número esse que em 1950, era de 14.

companhia-de-taxis-orienteUm automóvel de passageiros da Companhia de Táxis «Oriente», com uma inovação : taxímetro.

Este serviço teve o condão mágico de imediatamente fazer descer, para aproximadamente um terço, os preços pedidos pelos automóveis de praça. Não contentes com isso, os proprietários destes foram reduzindo os seus preços ao ponto de elas serem em 1950 inferiores à tarifa dos táxis o que causa grande prejuízo a estes, cerceando-lhes o seu desenvolvimento.
A seguir a relação dos veículos automóveis em circulação em Macau (excluídos as viaturas pertencentes aos Serviços Militares) nos anos 1946 a 1948.

1946 1947 1948
Automóveis ligeiros 125 163 282
Automóveis pesados 46 60 179
Motocicletas simples 16 12 29
Motocicletas com carro lateral 7 7 4
TOTAL 194 242 494

Dados retirados do Anuário de Macau, 1950.
(1) É de salientar que o meio de transporte naquela época, em Macau, mais popular e mais barato era ainda o riquexó ou jerinxá. (3) Em 1950 estavam registados na cidade de Macau, 25 empresas ou locadores deste tipo de veículos.
(2) A Companhia de táxis «Oriente» tinha a sua sede na Rua dos Mercadores n.ºs 108-110
(3) Ver anteriores referências em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/riquexos/

Os serviços de incêndios de Macau foram, em tempos remotos prestados pelos seus próprios habitantes e com material adquirido por particulares.
Até ao ano de 1882, (1) não havia estações de bombeiros, mas apenas postos para a armazenagem do material sendo todo o pessoal constituído por empregados das lojas comerciais, fabricas e outros moradores.
Datam de 1883 os primeiros «Serviços de Incêndios», sob a administração da Fazenda Pública. (2)  Mais tarde, esses serviços passaram à administração da Direcção das Obras Públicas, cujo director desempenhava as funções de Inspector de Incêndios. (3)
Esses serviços, até 1914, (4) eram rudimentares e insuficientes para a cidade, cujo desenvolvimento populacional aumentava em ritmo acelerado.
No ano de 1914, (5) o sr. Henrique Nolasco da Silva pôs à disposição dos Serviços de Incêndios  a sua viatura automóvel, um das poucas existentes em Macau, que ao alarme de fogo, ou de outro sinistro, acorria sem perda de tempo, ao Quartel de S. Francisco, a fim de transportar o Inspector de Incêndios e os bombeiros auxiliares (militares).
Em face deste evidente atraso, o então major de Infantaria, João Carlos Craveiro Lopes, (6) já pela generosidade que era seu timbre, já pelo que em Portugal fizera (2.º comandante dos Bombeiros Municipais de Lisboa) e pelo que vira no estrangeiro, resolveu dotar esta Cidade de Nome de Deus com um serviço de incêndios, a que tinha indiscutível direito, pelo que seu crescente desenvolvimento comercial e industrial, pela expansão das suas artérias e pela sua categoria de grande centro do Sul da China.
E assim se criou, em 30 de Outubro do ano de 1915, a «Inspecção de Incêndios», tendo por seu 1.º Inspector Comandante o detentor da medalha «Torre e Espada», ganha honrosamente ao célebre incêndio da «Madalena», o major João Carlos Craveiro Lopes. (7)
A técnica a empregar na extinção de fogos, posta em vigor em 1915, foi ensinada por este Grande Bombeiro, saudoso pai do actual Presidente da República Portuguesa.
Igualmente a Corporação lhe deve o ter sido apetrechado com material e ferramentas apropriados para os serviços de prevenção e ataque, além das melhores bombas a vapor, conduzidas por tracção animal.
Foi em 1917 adaptada a 1.ª viatura automóvel em «Pronto-Socorro», cedida pelos «Serviços dos Correios de Macau» à «Inspecção de Incêndios».
Em 1919, passou a «Inspecção de Incêndios» a designar-se «Corpo de Bombeiros» a cargo da Câmara, para efeitos de administração. (8)
Em 1922, a Corporação começou a ser equipada com apropriadas viaturas motorizadas das mais completas, da Casa Merryweather. (9)
Em 1923, a Corporação passou a denominar-se «Corpo de Salvação Pública, voltando à administração directa do Governo da Província subordinado à Secretaria Geral do Governo. (10)
Em 1936, coube à Repartição Técnica de Obras Públicas a administração do mesmo. (11)
Nos termos do § 1.º do art. 12.º do Decreto n.º 31:714 do Ministério das Colónias, conjugado com o art. 47.º do D. L. n.º 908, do Governo da Província de Macau, o Corpo de Salvação Pública com o seu pessoal e material transitou para o Leal Senado, a partir de 1 de Janeiro de 1946. (12)
A Corporação, passou então a denominar-se «Corpo de Bombeiros Municipais», de acordo com a Organização dos Serviços do Leal Senado da Câmara de Macau.

obras-e-melhoramentos-1947-1950-pronto-socorro-cbmO novo pronto-socorro do Corpo de Bombeiros Municipais. em 1955

O edifício situado na Estrada Coelho do Amaral serve de «Quartel dos Bombeiros» e tinha 14 divisões: parque para viaturas, casernas, central telefónica, comando, secretaria, arquivo, porto médico, arrecadação, casa-escola, cantina, sala recreativa, sala de aulas, barbearia e campo desportivo.
Em 1951, foi instalado um «Posto de Incêndios» para a protecção do Bairro e moradores das Casas de Madeira da Ilha Verde.
Em 1955, a corporação era constituída por 75 elementos incluindo o Comandante, Manuel Dimas Pina e seu ajudante, Napoleão da Guia de Assis. Tinha ao seu serviço o seguinte efectivo de viaturas:
1) 2 Pronto-Socorros (Ford V-8)
2) 1 Pronto -Socorro (Ford)
3) 1 Auto-Bomba (Dennis)
4) 1 Ambulância (Ford V-8)
5) 1 Ambulância (Austin)
6) 1 Camioneta (Ford)
7) 1 Carro-de-Comando (Willy´s Overland)
8) 2 Moto-Bombas (Merryweather)
9) 1 Moto-Bomba (Pfalaz)

obras-e-melhoramentos-1947-1950-ambulancia-cbmA nova ambulância do Corpo de Bombeiros Municipais, em 1955

(1) “18-03-1867 – Foram aprovadas, provisoriamente, por portaria régia, algumas providências do governo de Macau sobre o serviço de incêndios.” (13)
(2) “25-09-1875 – Nomeado pela Portaria n.º 79 o Major de Engenharia do exercito de Portugal, Augusto César Supico, para o cargo de Inspector de Incêndios. Exonerado em 20-01-1879“. (14)
(3) “20-01-1879 – Exonerado o Major Eng.º Augusto Cesar Supico do cargo de Inspector dos incêndios e nomeado o Major Raymundo José de Quintanilha , Director das Obras Públicas , para exercer o mesmo cargo“. (14)
(4) “28-04-1912 – Nomeação de Simeal José Gregório Madeira, sota da Inspecção dos Incêndios de Macau”. (15)
(5) “1914 – Henrique Nolasco da Silva pôs à disposição dos Serviços de Incêndio o seu automóvel, um dos primeiros que existiram em Macau a fim de acorrer com mais presteza aos sinistros. O pessoal de incêndios, na maioria militares, estava aquartelado em S. Francisco”.(15)
(6) “09-10-1915 – Louvado o Major de Infantaria João Carlos Craveiro Lopes, comandante do Corpo da Polícia (mais tarde General e Governador do Estado da Índia e pai do Marechal Craveiro Lopes, Presidente da República) por se ter oferecido para ministrar instrução de bombeiros a um núcleo de praças do Corpo de Bombeiros Voluntários que satisfaça às exigências da cidade de Macau.(15)
(7) “1-11-1915 – Nomeado para interina e cumulativamente exercer o cargo de Inspector de Incêndios o Major de Infantaria João Carlos Craveiro Lopes (P.P. n.º 253). Exonerado a 13-03-1916″ (15)
(8) “26-04-1919 – A Inspecção de Incêndios de Macau é extinta e criado em sua substituição o «Corpo de Bombeiros». Nesta data pela Portaria n. 80, B. O. n.º 17 é aprovada a organização do Corpo de Bombeiros de Macau, extinguindo a Inspecção de Incêndios . A  2-09-1919, este passa para o Leal Senado”.(15)
(9) “1922 – O Corpo de Bombeiros de Macau recebe equipamento e viaturas modernos. (15)
(10) “01-09-1923 – O corpo de Bombeiros volta para o Governo da Província e passa a denominar-se Corpo de Salvação Pública. (15)
(11)  “7-03-1936  – O Corpo de Salvação Pública de Macau – os «Soldados da Paz», até aí vinculado à Secretaria Geral do Governo, passa a estar ligado às Obras Públicas (15).
(12)  “01-01-1945 – O Corpo de Salvação Pública transita para o Leal Senado, passando a Corpo de Bombeiros Municipais”. (15)
(13) GOMES, Luís G. – Efemérides da História de Macau, 1954.
(14) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau , Vol. 3, 1995
(15) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau,  Vol. 4, 1997

Retirado do artigo “Corpo de Bombeiros Municipais de Macau“, publicado no «Anuário de Macau, 1953-55»,

Realizou-se, no dia 7 de Julho de 1951, um animado arraial, promovido por uma comissão da presidência da senhora D. Lígia Pinto Ribeiro, esposa do Encarregado do Governo, no Ténis Militar e Naval, (1) em benefício do Colégio D. Bosco de Artes e Ofícios.
Esta festa popular esteve muito animada e foi muito concorrida (2)

MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar IO Encarregado do Governo, Dr. Aires Pinto Ribeiro, (3) o General Pinto Monteiro, (4)  o Brigadeiro Benard Guedes (5) e esposa, o Capitão Álvaro Salgado (6) junto a uma mesa interessantemente ornamentada
MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar IIA barraca do “pão com chouriço”
MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar IIIDanças regionais
MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar IVO Grupo Musical Esperança que animou a festa
MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar VA barraca da comida chinesa
MOSAICO II-12 AGO1951 - Arraial no Ténis Militar VIA barraca da comida indiana

(1) O Ténis Militar e Naval de Macau foi constituído em 1932 (estatutos aprovados a 13 de Abril de 1932)  pela fusão dos antigos “Ténis Militar” e “Ténis Naval”, que foram extintos a partir dessa data (CAÇÃO, Armando A. A. – Unidades Militares de Macau, 1999).
(2) Informações e fotos de «MOSAICO», 1951.
(3) O governador Comandante Albano Rodrigues de Oliveira (governo entre 1947-1951) regressou a Lisboa no dia 18 de Abril de 1951, ficando encarregado do Governo o Dr. Aires Pinto Ribeiro, até 23 de Novembro de 1951, data da tomada de posse de Joaquim Marques Esparteiro.  Ver em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/aires-pinto-ribeiro/
(4) O General Joaquim Pinto Monteiro, Inspector Militar às forças portuguesas do Extremo-Oriente, esteve em  Macau de 2 de Julho a 4 de Agosto de 1951, tendo partido neste dia para Timor.
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/07/02/noticia-de-2-de-julho-de-1951-inspeccao-as-tropas-portugue-sas-em-macau/
(5) O Brigadeiro Paulo Bénard Guedes (1892 – 1960) foi Comandante Militar de Macau de 15 de Novembro de 1950 a Junho de 1952. Foi depois  promovido a General e governador-geral da Índia entre 1952 e 1958.
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/07/02/noticia-de-2-de-julho-de-1951-inspeccao-as-tropas-portugue-sas-em-macau/
(6) O Capitão de Infantaria  Álvaro Marques de Andrade Salgado era o comandante da Companhia de engenhos expedicionária que desembarcou em 9 de Abril de 1949  e extinta em 1 de Agosto de 1951 (ver NOTA POSTERIOR do post de 22-04-2013) (7). Foi preso pelas autoridades chinesas (segundo estas,  encontrava-se em água territoriais chinesas) em 1952 quando velejava em Coloane e levado para Cantão. onde esteve cativeiro durante 31 meses. Somente foi libertado em 19 de Dezembro de 1954.
O Relatório sobre a sua situação do Comando Militar de Macau, tratava-o como desertor.
Anteriormente já tinha estado em Macau como tenente durante a guerra do Pacífico e  depois como capitão, Comandante do Corpo de Polícia de Segurança de Macau de 27 de Junho de 1946 a 1 de Janeiro de 1948.
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/08/19/noticia-de-19-de-agosto-de-1943-episodio-relatado-por-um-militar-no-quartel-da-guia-aquando-do-assalto-ao-vapor-sai-on-ii/
(7)https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/04/22/noticia-da-chegada-das-tropas-expedicionarias-em-1949/
NOTA: sobre o Colégio D. Bosco ver em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/colegio-d-bosco/