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É publicado em B.O. de Macau, n.º 25 de 19 de Junho de 1915 um ofício da Direcção Geral das Colónias esclarecendo que os naturais chineses de Macau não são abrangidos na definição de indígenas feita no Decreto n.º 951 de 14 de Outubro de 1914 para outras colónias portuguesas.  (1)
BO 25 - 19JUN1915 - INDIGENASO decreto n.º 951 (2) codificava a legislação dispersa produzida desde Maio de 1911 relativa ao Trabalho Indígena. Neste decreto há uma distinção entre contratos para prestação de serviços na colónia de origem ou fora dela. Mantém-se o trabalho compelido, muito embora se tenha procurado evitar abusos e crueldades. Os patrões continuam a gozar das vantagens estabelecidas quanto aos poderes para fazer cumprir os contratos. O salário era pago adiantadamente e a repatriação não era obrigatória. As autoridades auxiliam o recrutamento mas não tem uma intervenção directa, passando esta para as sociedades recrutadoras. O transporte foi objecto de numerosas disposições e há um cuidado em estipular o tratamento dos serviçais.
BO 25 - 19JUN1915 - INDIGENAS IINOTA: relacionado com este Regulamento geral do trabalho dos indígenas nas colónias portuguesas, aconselho aleitura de
ZAMPARONI, Valdemir – Da escravatura ao trabalho forçado: teorias e práticas in
http://www.africanos.eu/ceaup/uploads/AS07_299.pdf
(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 4.
DL 951 de 14OUT1914 INDÍGENAS(2) Regulamento geral do trabalho dos indígenas nas colónias portuguesas publicado em 14-10-1914 (187/14 SÉRIE I), Decreto n.º 951 emanado do Ministério do Fomento – Direcção Geral do Comércio e Indústria/Repartição do Trabalho Industrial.

A notícia de 7 de Janeiro de 1918 era a venda de um cavalo, julgando incapaz para o serviço de incêndios (1)

Nesse ano, os serviços de extinção de incêndios estavam a cargo da Inspecção de Incêndios (reorganizada pela P.P. n.º 93, de 10-VIII-1883) e eram executados por um corpo de bombeiros comandados pelo Inspector dos Incêndios (2) nomeado pelo Governador. O Corpo de Bombeiros de Macau como uma força militarizada, institucionalizada, só viria a ser concretizada em 26 de Abril de 1919 (Portaria n.º 80 – aprovação da publicação do regulamento orgânico).
Em relação à utilização dos cavalos na Inspecção de Incêndios, duas notícias em anos anteriores são conhecidas.
Uma, notícia de 21 de Janeiro de 1916, sobre um  pedido do seu inspector, Major João Carlos Craveiro Lopes (3) para a aquisição de mais cavalos para o Serviço de Inspecção dos Incêndios.
E outra, de Outubro de 1915 quando foi aprovada a construção de manjedouras nas estações de S. Domingos, Bazar e Horta e Costa, para o Serviço de Incêndios e publicação de um edital do Leal Senado com vista ao ensino de parelhas de cavalos de tracção das viaturas de incêndio.

(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 4.
(2) O comandante da Inspeção de Incêndios tinha para habitação, o «Chalet da Flora», junto ao quartel do mesmo nome e pertença do Estado desde 14 de Junho de 1917, data da sua cedência e adaptação para residência. A residência foi destruída na sequência da explosão do Paiol da Flora em 13 de Agosto de 1931.
João Carlos Craveiro Lopes(3) João Carlos Craveiro Lopes (1871-1945) militar que atingiu o posto de general-de-divisão do Exército Português, foi quando era major,  na sequência do incidente que ficou conhecido como “Movimento das Espadas” (ocorrido a 22 de Janeiro de 1915), penalizado e transferido para Macau onde permaneceu de 1915 até ser exonerado a 13-03-1916, para regressar à Metrópole.Posteriormente foi comandante de brigada do Corpo Expedicionário Português na Primeira Guerra Mundial tendo ficado prisioneiro na batalha de La Lys (1918). Apoiante do Golpe de 28 de Maio de 1926, foi Governador –geral da Índia Portuguesa (1929-1936).
Pai de Francisco Higino Craveiro Lopes, décimo segundo Presidente da República (terceiro do Estado Novo)
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Carlos_Craveiro_Lopes

Sobre a “história” (resumida) do Corpo de Bombeiros de Macau, aconselho leitura em:
http://caderno-do-oriente.blogspot.pt/2011/02/o-corpo-de-bombeiros-de-macau.html

Roteiro do Ultramar Av. Alm. RibeiroAvenida Almeida Ribeiro, em Macau

 “Começa na Rua da Praia Grande, em frente da Avenida Infante D. Henrique e termina na Rua do Visconde de Paço de Arcos, em frente da ponte cais n.º 16. Esta avenida foi rasgada em 1915 pelo Eng. Director das Obras Públicas, António Pinto de Miranda Guedes. Porque tem esse nome? Pura e simplesmente porque esse homem quando ministro das colónias (1913-1914) sancionou a verba para a expropriação das casas para a abertura da avenida.” (1)
Os chineses chamam à Avenida, San Má Lou (新馬路) e por vezes, Tai Má Lou (大馬路) (2)

Roteiro do Ultramar Hotel Kuoc ChaiModerno Hotel «Grand» em Macau

 O hotel «Grand» ou Grande Hotel, mais conhecido por Hotel Kuok Chai. Ver referências em anterior “post”:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-kuok-chai-grande-hotel/

Roteiro do Ultramar Baía da Praia Grande “Baía da Praia Grande, em Macau”

 A Praia, ao norte, terminava no Forte de S. Francisco. Com a construção do porto, fizeram-se grandes aterros, que engoliram o pedaço de mar desde o sopé das colinas de S. Januário e da Guia e de D. Maria até à marginal do Porto; e desde o Clube Militar e do Jardim de S. Francisco até à Esplanada em frente do Liceu (nesta foto ainda não existente).  A única coisa que nos resta são as árvores seculares do Jardim de S. Francisco, que, com as da Praia Grande (as centenárias árvores do pagode – «banyan trees») continuam a agitar os seus braços possantes e a murmurar entre si os seus segredos e a afagar-nos coma sua sombra maternal.” (3)
Fotogravuras do livro de
GONÇALVES, Manuel Henriques – Roteiro do Ultramar. Lisboa, 1958, 131 p.
(1) TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume II. ICM, 1997, 560 p
(2) 新馬路mandarim pinyin: xin ma lù; cantonense jyutping: san1 maa5 lou6) tradução literal – avenida/rua nova para cavalos.
大馬路mandarim pinyin: dà ma lù; cantonense jyutping: daai6 maa5 lou6) – tradução literal- grande avenida para cavalos.
(3) TEIXEIRA,  P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume I. ICM, 1997, 667 p.

Notícia curiosa neste dia 12 de Junho de 1915:

“Ligação dos mictórios públicos com a canalização geral de água salgada.” (1)

Há notícias da arrematação da construção de um reservatório de água salgada na Colina da Guia a 13 de Janeiro de 1912 e do fim do prazo de entrega, em 30 de Julho de 1912, das propostas para fornecimento e instalação de máquinas elevatórias de água e canalizadas desde a praia da Vila Leitão aos reservatórios da Guia . A água era salgada servia para rega das estradas (2) e combate a incêndios. (3) Foi a primeira rede de águas de Macau.

Recorda-se que o grande reservatório de água potável (ainda existente) abastecido a partir da China, construída na antiga praia de Cacilhas, foi somente em 1939.

Sobre a história da água potável em Macau aconselho a leitura de
AFONSO, José da Conceição – Macau, contributos para a história do abastecimento de água potável, Administração n.º 75, vol. XX, 2007-1º, 281-299, consultável em:
http://www.safp.gov.mo/safppt/download/WCM_004505 

(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XX, Volume 4. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, 2.ª Edição, Macau, 1997, 454 p (ISBN 972-8091-11-7)
(2) “25-01-1918 – Aquisição de carros-cisterna para o serviço de regas da cidade” (1)
(3) Mas um nota do Comando do Corpo de Bombeiros de 26-04-1921 revelava que a quantidade de água salgada fornecida pelas máquinas elevatórias da Guia não era suficiente para a necessidade de serviço (1)

Neste dia, Camilo Pessanha proferiu no Grémio Militar (actualmente, Clube Militar) uma conferência sobre «Literatura Chinesa» (1)

Esta conferência intitulada «Sôbre a Literatura Chinesa» (2) foi posteriormente publicada no livro “China (Estudos e traduções)”, Capítulo VII (pp. 1103 a 112). (3)

CHINA de Camilo Pessanha 1944

“Exemplificando, desenhou o conferente, no quadro preto, três desses caracteres, traduzindo ideias abstractas em cuja composição entra o elemento ideográficoi, ou radical, , significando cavalo. O primeiro – – significa dirigir, governar, regrar, moderar; o segundo – ts´ân – significa espontâneo, maleável, fluente (v. g., o estilo de um escritor); o terceiro – p´eng – significa companheiros, parceiros, camaradas. Mostrou como essas ideias, quando transmitidas ao espírito por esses caracteres (de outros muito dispõe a escrita chinesa para representá-klos, em diversíssimas modalidades), surgem ali concretizadas em imagens – melhor, em grupos plásticos – de que um ou mais cavalos são a principal componente: – um auriga segura na mão as longas rédeas de uma fila de cavalos fogosos, cujo ímpeto selvagem e dispersivo coordena sem esforço, para fazer voar, ao longo da pista, o seu veículo ligeiro; o estilista, senhor da língua em que escreve, e que, a seu talante, a faz curvetear, como o bom cavaleiro ao cavalo fino; finalmente, os dois camaradas, arrastando pela vida fora um destino comum, como duas azêmolas atreladas à mesma carroça.”

O livro reúne algumas obras de Camilo Pessanha que tinham sido anteriormente publicadas em jornais e revistas, nomeadamente:
I –«Introdução a um estudo sôbre a civilização chinesa»,  que serviu de prefácio a um livro do médico, José António Filipe de Morais Palha, “Esbôço Crítico da Civilização Chinesa”, publicado em Macau,  em Maio de 1912.
II – «Macau e a Gruta de Camões», publicado no semanário “A Pátria”, em 7 de Junho de 1924.
III -« Literatura Chinesa (Prefácio à tradução das Elegias)». Publicada no jornal “O Progresso”, em Macau, de 13 de Setembro de 1914.
IV –  «Oito Elegias Chinesas (tradução e notas)», publicadas, pela primeira vez, no semanário “O Progresso”, de Macau, de 13  e 20 de Setembro e 4 e 18 de Outubro de 1914  e depois republicadas (com notas explicativas e eruditas)  no n.º 1 da revista “Descobrimentos” (1931 – Director: João de Castro Osório).
V – «Vozes de Outono (tradução do chinês – Dinastia Tang)», publicada ne revista “Atlântida” (ano III, n.º 27, de 15 de Janeiro de 1918.
VI – Legenda Budista (tradução do chinês).
VIII – «Sôbre Estética Chines ( Conferência) », publicada no jornal “A Verdade” de 2 de Junho de 1910.

Este livro traz ainda no Capítulo IX – «Catálogo da colecção de arte chinesa de Camilo Pessanha, hoje no Museu de «Machado de Castro», de Coimbra.» Este catálogo da autoria do próprio Camilo Pessanha,  “ficará aqui indicando ao estudioso onde e como, tendo por guia a mesma superior sensibilidade que como escritor a descreveu e criticou, pode conhecer e sentir a velha civilização chinesa (da Nota explicativa). (3)

NOTA: tenho outra edição da “China  – Estudos e Traduções”, com prefácio de Daniel Pires, que foi publicada, em 1993 (2.ª edição), (Colecção Mnésis – Clássicos da Literatura Portuguesa) pela Vega , 126 p. (ISBN 972-699-387-3).

CHINA de Camilo Pessanha 1993 I

Neste livro que, o leitor ora tem nas mãos, China – Estudos e Traduções , todo esse devotamento a um país estranho se exprime, surpreendendo-nos de página para página. Embora sob outros ritmos, outros tons e outros brilhos, o certo é que os deparamos com o exímio autor de Clepsidra – e nos sentimos trambém irmanados, através do rigor de Pessanha de dizer só o que é, com outros mundos que existem para além da nossa casa, da nossa rua, do número da nossa porta ...” (na contracapa).

CHINA de Camilo Pessanha 1993 II

(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XX, Volume 4. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, 2.ª Edição, Macau, 1997, 454 p (ISBN 972-8091-11-7).
(2) Publicada no semanário “O Progresso”, de 21 de Março de 1915.
(3) PESSANHA, Camilo – China (Estudos e traduções). Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1944, 31 p.

FIAT Firma F. RodriguesAnúncio de 1922 do “FIAT Touring car 505“.

Anunciava ainda a venda de  outros modelos da “FIAT” nomeadamente:
MODELO 501 – «Spyder»
MODELO 501 – Limousine «Torpedo» – 10 a 15 cavalos, 4 cilindros
MODELO 505 – Torpedo de Luxo, e Landaulette de Luxe –  15 a 20 cavalos, 4 cilindros
MODELO 501 – Torpedo de Luxo,  Landaulette de Luxe, Berline e Sport – 20 a 30 cavalos, 6 cilindros.

A empresa, “Únicos Agentes no Sul da China” era a F. Rodrigues.(1)

A firma também vendia Motores Marítimos da marca “FIAT” de
MODELO 53 A – 25 cavalos, 4 cilindros e
MODELO 51 A – 10 a 12 cavalos, 4 cilindros.

NOTA: Em 1922, os automóveis “particulares” a circularem em Macau, seriam poucos pois um dos primeiros a surgir em Macau foi em 1911 do Henrique Nolasco da Silva (2) e em 1916 havia, 15 condutores profissionais de automóveis e 7 condutores «amadores». (2) O primeiro Regulamento da Circulação de Automóveis e Motocicletas é aprovado, por acórdão do Conselho de Província em 21-10-1915 (Boletim Oficial n.º 46, de 13 de Novembro). (2)
(1) Sobre Fernando Rodrigues ver anterior “post”
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/05/12/noticia-de-12-de-maio-de-1921-2/
(2) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XX, Volume 4. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, 2.ª Edição, Macau, 1997, 454 p (ISBN 972-8091-11-7)

Hoje os Correios de Macau celebram o 129 º aniversário, com actividades comemorativas

Correios de Macau- Comemoração

O serviço do correio já existia, em Macau,  antes dessa data mas foi em 1 de Março de 1884 que o chamado «Correio Marítimo» (na dependência do Leal Senado e dos Correios de Hong Kong) foi transformado em Direcção/Repartição do Correio, com a nomeação (confirmação) do Director, Ricardo de Sousa e três carteiros. Foram postos em circulação nessa data (1-03-1884), os primeiros selos (que se encontravam no território desde 1878):  9 selos com taxas de 5 a 300 réis, feitos na Casa da Moeda de Lisboa e que passaram a ser obliterados pelo carimbo- adesivo. (1)
Em 27 de Fevereiro desse ano (1884) eram estabelecidas as regras para início do funcionamento do Serviço de Correio entre Macau, Taipa e Coloane. A correspondência passaria a ser transportada diariamente excepto em dias santificados, na lancha da carreira, numa caixa com duas chaves, uma na mão do Director dos Correios de Macau, outra na do Administrador da Taipa. O serviço dos Correios na Taipa ficava no edifício inicialmente destinado a Hospital, que servia de Quartel na Taipa.

Correios de Macau- 1909O edifício dos Correios de  Macau, no princípio do século XX (c. 1909). No lado direito o “New Macao Hotel”

O correio que esteve instalado numa antiga casa da guarda, adaptada , mais ou menos no lugar onde é hoje o Hotel Metrópole, foi em 1915 demolida e mudou para o rés-do-chão do Leal Senado. Em 1926  mudou para a antiga residência do P.e Almeidinha, à Praia Grande , junto do Palácio do Governo. Esteve aí até 1931, passando nessa data para edifício próprio, o actual.

Correios de Macau- década de 70POSTAL da década de 70 (século XX) “Photo by Chi-Woon Kong – distributed by Leung Wai Yin (Macao) Tel. 571281″

(1) O Governador de Macau nessa data era Tomás de Sousa Rosa.
NOTA : uma notícia curiosa e interessante de 22-02-1878 – “É publicada no n.º 17 do Boletim do Governo o ofício n.º 14 de 22 de Fevereiro de 1878 mandando que o serviço de distribuição do correio de Macau continue a ser desempenhado pelos seus funcionários gratuitamente”

Lago do Senado (P. Teixeira)Largo do Senado (princípios da década de 70, século XX)

Foto tirada da janela do Salão Nobre do Leal Senado, onde se destacam os edifícios dos Correios e da Santa Casa da Misericórdia, e a Fonte Luminosa (que ocupa o anterior jardim e local da estátua do Coronel Vicente Nicolau de Mesquita apeado nos acontecimentos de “1,2,3” (1966) (foto retirado de TEIXEIRA, P. Manuel – O Leal Senado)

As informações deste “post” foram recolhidas da “Cronologia” da Dra. Beatriz Basto da Silva:
SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XIX, Volume 3. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, Macau, 1995, 467 p. (ISBN 972-8091-10-9)
SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XX, Volume 4. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, 2.ª Edição, Macau, 1997, 454 p. (ISBN 972-8091-11-7)

O Boletim Oficial n.º 5 publica a autorização do Congresso da República  dada ao Governo Português  para intervir militarmente ao lado da aliada Inglaterra  na Guerra Mundial (1)

A Revista “Ilustração Portuguesa“, de Março de 1915,  já publicava três fotos de Macau com o título “A favor dos feridos da guerra“.

A Favors dos feridos da guerra I“Grupo da sociedade elegante de Macau, vendo-se entre ela as senhoras que angarivam donativos a favor dos feridos da guerra”

A Favor dos feridos da guerra II“Formatura de voluntários portuguezes em Macau por ocasião do movimento patriótico em favor dos nossos soldados expedicionários(«Clichés» do fotógrafo sr. M. Mumelga, de Hong Kong)”

A Favor dos feridos da guerra III“PALÁCIO DO GOVERNO DE MACAU – Comissão de senhoras trabalhando na confecção dos artigos de agasalhos destinados aos feridos da guerra («cliché» Mumeya)” (2)

(1) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau Século XX, Volume 4. Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, 2.ª Edição, Macau, 1997, 454 p (ISBN 972-8091-11-7)
(2)  Beatriz Basto da Silva em (1), publica a mesma foto com a seguinte legenda:

“senhoras de Macau trabalhando para os feridos dos exércitos aliados, no salão de um clube”

Em referência ao mesmo assunto, a mesm autora indica em:
15-X-1915 – Ecos da guerra europeia – Quermesse para angariar fundos em Macau, para auxílio às vítimas da guerra  (1)