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Extraído de «BPMT»,  XXXV-39 de 26 de Set de 1889, p. 303/304
D. Carlos I entre 1890-1900 (1)

D. Carlos I, nasceu em Lisboa no dia 28 de Setembro de 1863, filho do rei Luís I de Portugal e de sua esposa a princesa Maria Pia de Saboia. Foi Rei de Portugal e Algarves desde 1889 (aclamação em 28 de Dezembro) a 1 de Fevereiro de 1908, dia do assassinato (regicídio de 1908), em que também faleceu o seu herdeiro Luís Filipe, na Praça do Comércio,

D. Carlos I entre 1890-1900 (1)

Cerimónia de aclamação de El-Rei D. Carlos, em 28 de dezembro de 1889 (1)

(1) https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal

Mais dois postais com fotos, mal datadas, de c. 1908, da colecção (10 postais), intitulada “MACAU ANTIGA, ETERNA”  – fotografias das primeiras décadas do século XX – com legendas em três línguas, publicada pelo Instituto Cultural do Governo da R. A. E. M / Arquivo Histórico de Macau, em 2015. (1)

POSTAL – Jardim de S. Francisco c. 1908
POSTAL – Jardim de S. Francisco c. 1908 -verso

NOTA: Data errada, a mesma foto, foi publicada em postal pelo editor, M. Sternberg de Hong Kong e datada de “cerca de 1900”.

Recorda-se que o jardim de S. Francisco que fora murado em c. de 1860, constituindo um belíssimo campo de lazer, com três portões e uma porta pequena em frente do Convento de St. Clara, foi no ano de 1899,  sujeito a um projecto de construção de um muro-cais na Praia Grande, defronte do Grémio Militar e do Jardim de S. Francisco , em 27 de Janeiro, e  o aforamento do mesmo jardim em 7 de Setembro. O coreto do jardim onde a Banda Municipal dava concertos aos sábados, domingos e feriados, foi demolido em 1935. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015 pp . 333-334)

LOUREIRO, João – Postais Antigos de Macau, 2.ª edição, 1997, p. 50
POSTAL – Ruínas de S. Paulo, c. 1908.
POSTAL – Ruínas de S. Paulo, c. 1908 – verso

NOTA: Data errada, a mesma foto, foi publicada em postal pelo editor, M. Sternberg de Hong Kong e datada de “cerca de 1900

LOUREIRO, João – Postais Antigos de Macau, 2.ª edição, 1997, p. 82

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/09/25/postais-coleccao-macau-antiga-eterna-i/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/10/07/postais-coleccao-macau-antiga-eterna-ii/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/11/15/postais-coleccao-macau-antiga-eterna-iii/

Artigo intitulado “QUESTÃO DE MACAU”, publicado na “Revista Portugueza Colonial e Marítima”, de 1908, (pp. 114-117) assinado por E. de V. (possivelmente: Ernesto Júlio de Carvalho e Vasconcellos, director da revista) (1)
(1) Livraria Ferin, Lisboa (ed.); Ernesto Júlio de Carvalho e Vasconcellos (dir.), Vol. XVIII – 135, 1908, 45 pags. (pp. 114 – 117)

Exemplar com encadernação de época – lombada em pele e papel

Livro intitulado «南指話教 (1) Texto Chinez da Bussola do Dialecto Cantonense adaptado para as Escolas Portuguezas de Macau» por Pedro Nolasco da Silva, (2) de 1912, impresso por “Guedes & Co., Ld., Printers”, (21 cm x 12,5 cm). São 75 textos em chinês como lições, para a aprendizagem do chinês (cantonense). São 130 folhas (páginas com texto num só lado)
A tradução portuguesa do texto foi publicada em volume separado.
Prólogo (2 páginas) datado 1 de Janeiro de 1912 e assinado 伯 多禄 (2)( nome chinês de Pedro Nolasco da Silva
(1) 南指話教mandarim pīnyīn: nán zhǐ  huà  jiāo ;  cantonense jyutping: naam4 zi2 waa2 gauu1
(2) Pedro Nolasco da Silva -1908

伯 多禄- mandarim pīnyīn: bǎi duō lù; cantonense jyutping:  baa3  do1 luk6

Ver anteriores referências em:
https://www.google.com/search?q=nenotavaiconta+pedro+Nolasco+da+Silva&oq=nenotavaiconta+pedro+Nolasco+da+Silva&aqs=chrome..69i57j69i64.10614j1j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

“Plan de la ville et des environs de Macao” – 1846
MAPA de Paul François Dupont (1796-1879)
Bibliothèque Nationale de France (1)

No istmo que liga Macau à ilha de Heong Shan havia um destacamento português no Forte de Passaleão, (2) que o Governador Carlos Eugénio Correia da Silva (governo de 1875 a 1879) ali colocara para evitar as malfeitorias praticadas pelos chinas, mas em princípios de Janeiro de 1879, o vice-rei de Cantão exigiu que os soldados fossem retirados desse posto de COSAC (fora das Portas de Cerco), o que o governador cumpriu em 18 de Janeiro de 1879 (2)

Pormenor do mapa anterior – Istmo da Porta do Cerco

No Relatório de 31 de Agosto de 1908, o Governador Pedro Azevedo Coutinho (governo de 1907 a 1908) (3) refere que «o destacamento militar durante muitos anos, a partir de 1849, ocupava o forte de Passaleão, que algum tempo depois foi abandonada por o terreno compreendido entre esse forte e a Porta do Cerco considerado como zona neutra»
Oficialmente, “ O Destacamento em Cosac retira em consequência da “insalubridade do logar (4)
(1) http://lunamap.must.edu.mo/luna/servlet/detail/MUST~2~2~1121~1376:Plan-de-la-ville-et-des-environs-de?embedded=true&widgetType=detail&widgetFormat=javascript  

(2) TEIXEIRA, Pe. Manuel – Macau e a sua Diocese I, 1940.
(3) CAÇÃO, Armando A. A. – Unidades Militares de Macau, 1999
(4) Ordem n.º 2 do Quartel General no Governo da Província de Macau e Timor de 18 de Janeiro de 1879 – Ordem à Força Armada publicado no “Boletim da Província de Macau e Timor” XXV-n.º 3.

Três fotografias antigas de Macau, provavelmente do princípio do século XX, extraídas do “Boletim de Geografia de Lisboa” (1)

Porta do Cerco em Macau, s.d.
Jogadores de Fantan em Macau, s.d.
Antigo palácio do governador de Macau, c. 1908

(1) http://www.socgeografialisboa.pt/wp/wp-content/uploads/2017/11/SGL-Boletim-133-Ano-2015.pdf 

Mais dois “slides” digitalizados da colecção  “MACAU COLOR SLIDES  – KODAK EASTMAN COLOR)”comprado na década de 60 (século XX), se não me engano , na Foto PRINCESA (1)

Miradouro de Nossa Senhora da Penha

 O Miradouro está situado no término da Estrada de D. João Paulino, à entrada da Ermida da Penha e da Residência Episcopal, quase no vértice da Colina da Penha, voltado ao Sul. (2)

Ermida de Nossa Senhora da Penha de França

“Campeia no topo da colina a Ermida de N. Sra. da Penha de França e, mais em baixo, a Gruta de N. Sra. de Lourdes. A Gruta foi construída em 1908, por iniciativa de D. João Paulino de Azevedo e Castro, bispo de Macau (1903-1918), que ali foi sepultado.
Segundo se lê numa lápide, na parede da direita da Igreja da Penha, esta Igreja foi construída em 1934-1935 em substituição da primitiva capela edificada em 1622 e reedificada em 1837. Parece que foi a ermida construída em 1622, que deu o nome de Penha à colina, que antes se chamava de Nilau.” (4)
Existia antigamente uma fortificação no alto da Penha
Na relação do italiano Marco d´Avalo em 1638, escreveu acerca deste forte: «Chama-se o segundo dos fortes Nostra Seignora de la Penna de Francia, porque tem dentro uma ermida com este nome. Está guarnecido com «6 pequenas peças, de 6 a 8 libras de balla» (4)
«Desta Hermida descobre o mar da parte de Oeste, e tem hua peça de bronze de seis libras invocada N. Snr.ª de Penha, e correndo a ilha da parte de sudoeste a largo de tiro de peça está a Fortaleza da Barra» (5)
1) Ver anteriores slides desta colecção em
https://nenotavaiconta.wordpress.com/category/artes/
(2) Ver anteriores fotografias deste miradouro:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/11/23/postais-do-miradouro-da-penha-1940-e-1950/
(3)  Ver anteriores referências em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/ermida-da-penha/
(4) TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume I, 1997.
(5) Ta-Ssi-Yang-Kuo, Série I – Vols. I e II, pp. 418,421

A ponte das Nove Curvas no jardim Lou Lim Ioc em 1973

No dia 28 de Dezembro de 1974, (1) abriu as portas como Jardim Público, o único jardim de estilo chinês que pertenceu em tempos a Lou Lim Ioc e que o Governo adquiriu em 12 de Maio de 1973 (assinatura da compra e venda) (2) ao seu mais recente proprietário, «Sociedade de Fomento Predial Sei Iek Lda.», cujo gerente geral era o Ho Yin. Recuperado foi entregue ao Leal Senado para gestão deste este espaço de grande beleza e serenidade. (3)

O jardim de Lou Lim Ioc em 2017

A abastada família de artistas e letrados de apelido Lou/Lu, de Chiun Lin (distrito de San Wui/ Xinhui/Sunwui), na província de Cantão (Guangdong), cujo chefe de família era Lu Cheok Chin, também conhecido por Lou Kau, ou Lu Cao, um letrado de fino gosto artístico, veio para Macau, em 1870, fixando-se no Largo da Sé. (4) Adquiriu para recreio e “casa de campo” um terreno nas húmidas e pantanosas várzeas do Tap Seac. Contratou em Cantão os serviços de dois artistas, Lau Kat Lok e Lei Tat Chun para construírem um jardim chinês, ao estilo do século XIV, em Sou Chou (Suzhou)

O jardim de Lou Lim Ioc em 2017

O «Jardim das Delícias» ou «Yu Yun» ficou conhecido por «Jardim de Lou Kao» ou de «Lou Lim Ioc». O nome de Lou Lim Ioc (5) deriva do seu filho mais velho, que herdou parte da propriedade e o gosto do pai em receber com fausto as grandes figuras da cidade. O outro irmão, vivendo entre académicos, já que herdara do pai o pendor intelectual e literário, desinteressou-se da metade que lhe cabia na propriedade. (3)

Jardim do Lu-cau (vista interior onde se vê os viveiros, área hoje urbanizada) – “Ilustração Portugueza”, 1908.

Cercado de altos muros, tem hoje, a sua entrada pela Estrada Adolfo Loureiro, ocupando uma área de 1, 23 hectares (inicialmente registada com uma área de mais de 20 000 m2) mas reduzida por sucessíveis desanexações (por exemplo, a área ocupada actualmente pelas escolas Pui Cheng e Leng Nam). Dispondo das duas portas típicas dos jardins chineses, a “porta da lua” e a “porta da jarra”, encerra um grande lago de margens irregulares, bordejado por uma cortina de bambus e de salgueiros. Sobre o lago o célebre Pavilhão da Relva Primaveril que fica perto da montanha artificial, da qual de desprende uma cascata, e da famosa Ponte das Nove Curvas. (6)
Dentro do jardim havia um coreto inaugurado em 1928, onde, no início, o dono do jardim realizava espectáculos de ópera chinesa, de que era grande apreciador. Este coreto encontrava-se em lugar diferente do actual, visto que a porta dava para a Av. Conselheiro Ferreira de Almeida, e foi um dos edifícios destruídos pela explosão no Paiol da Flora em 13 de Agosto de 1931. (7)
Anteriores referências a este jardim em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jardim-lou-lim-ieoc/

A ponte das Nove Curvas no jardim Lou Lim Ioc em 2017

(1) Esta data vem referenciada na obra da Dra. Beatriz Basto da Silva (3). No entanto em muitos artigos e livros, vem referido como data de  abertura do jardim ao público o dia 28 de Setembro de 1974 – como por exemplo em «Jardins e Parques de Macau », p. 20. (6)
(2) Iniciativa do governador José Manuel Nobre de Carvalho. Foi adquirido com todas as benfeitorias existentes pela quantia de 2, 7 milhões de patacas. Após a assinatura da escritura foi feito o pagamento de $ 1 000 000,00, o restante foi feito no prazo de 18 meses a contar da data da celebração do contrato. Para o pagamento da primeira prestação foi utilizada importância de $ 1 000 000,00, referida no parágrafo segundo da 16.ª cláusula do contrato com a S. T. D. M. e destinada a obras de fomento. Dado que a despesa total excedia a importância fixada na regra 23.ª do artigo 15.º do E. P. A. da província foi necessário obter a autorização ministerial. (Macau B.I.T., 1973)
(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 3 (1995) e Volume III (3.ª edição reformulada, 2015).
(4) Lou Cheok Chin ou Lu Cheok Chi ou Lu Cao (1837 – 1906) foi naturalizado português por Carta Régia de 11-05-1886.Teve 29 filhos das suas 10 mulheres. O mais velho e mais célebre foi Lou Lim Ioc.
(5) Lou Lim Ioc (1877 -1927), milionário, letrado, diplomata entre a China e Portugal, membro do Conselho Legislativo de Macau, foi agraciado com a comenda da Ordem de Cristo a 13 de Abril de 1925. Faleceu no dia 15 de Julho de 1927 e o funeral realizou-se com grande pompa e aparato no dia 31 de Julho de 1927. (7)
(6) ESTÁCIO, António Júlio Emerenciano; SARAIVA, António Manuel de Paula – Jardins e Parques de Macau. IPO, 1993
(7) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 4, 1997.
NOTA: Conta-me o meu amigo Fernando Guerra, então alferes em comissão de serviço em Macau e aquartelado na Ilha Verde, onde estavam 90 militares – soldados europeus e macaenses (após a fase de recruta ; vigorava o serviço militar obrigatório) que em 1973 (após a compra pelo Governo do jardim), por ordem superior, foram os militares “encarregados” de limpar a área do jardim que estava em bastante estado de degradação e abandono. Mas entre os chineses e macaenses constava-se que a área (bem como a família) estava amaldiçoada e por isso havia “fantasmas” a circular por lá, pelo que os soldados macaenses recusaram participar na tarefa. Foram os soldados europeus a executar o trabalho.

A “Revista Colonial” (1) apresentava no seu número de Junho de 1914, na sua primeira página, um artigo sobre a “Bravura de portuguez”. É relatado a acção de valentia de dois portugueses, guardas do barco “Tai On” que fazia a carreira de Hong Kong para a China e que foi assaltado no dia 27 de Abril de 1914, no Rio Oeste, por piratas. Os guardas foram o macaense Leocádio Jorge da Silva e o antigo soldado da campanha dos cuamatos (2), António Dias.
(1) «Revista Colonial» ano II, n.º 18, 25 de Junho de 1914.
(2) Capitão José A. Alves Roçadas (1865-1926) que foi Governador de Macau (1908-1909), tendo sido nomeado governador do distrito de Huíla no Sul de Angola (1905) iniciou as operações militares de ocupação das terras do povo cuamato (no sul do distrito) onde fundou o Forte Roçadas.

Possuo uma moeda pequena (gasta pelo uso, lembrança da minha avó), de 1,8 cm de diâmetro, da Província de Cantão/Guangdong, que circulou entre 1890 e 1908. Possivelmente circulava em Macau ou trazida por algum emigrante ou refugiado.

moeda-kwang-tung-province-iKWANG-TUNG PROVINCE
7.2 CANDAREENS
No centro um dragão manchu

As especificações da moeda:
País:    China – Província de Guangdong (Kwangtung)
Anos (circulação): 1890-1908
Valor: 10 Cents (0.1)
Metal: prata
Peso: 2.7 g
Diâmetro: 18.5 mm
Espessura: 5 mm
moeda-kwang-tung-province-iiNo Verso:
Em cima (leitura da direita para a esquerda): – nome da província de Guangdong.
No centro (leitura de cima para baixo): 光 緒 -Guangxù, nome do imperador (1875 to 1908).
No centro (leitura da esquerda para a direita): – “moeda” bao yuan.
Em baixo (leitura da direita para a esquerda)   – peso da moeda: 7 “candareens” () and 2 “mace ”(). (1)

O “site” (2) publicita um exemplar de uma mesma moeda mas em muito melhor estado de conservação:
moeda-kwang-tung-province-iiimoeda-kwang-tung-province-iv mandarim pīnyīn: zào shěng dōng guǎng; cantonense jyutping: cou3 saang2 dung1 gwong2
光 緒mandarim pīnyīn:   guāng xù; cantonense jyutping: gwong1 seoi5
–  mandarim pīnyīn:   bǎo yuán; cantonense jyutping: bou2 jyun4
mandarim pīnyīn: lí  èr fēn qī píng kù  ; cantonense jyutping: hei1 ji6 fan1 cat1 peng4 fu3
(1): 7.2 candareens = 0.72 mace = 2.69 gramas (1 mace = 3,73 gramas)
http://en.numista.com/catalogue/pieces7386.html
(2) http://www.ebay.com/itm/1890-1908-China-Kwang-Tung-Province-Silver-10-Cents-old-World-Silver-Coin-/121657271649
NOTA:The coin is a 7.2 Candareens (10 Cent) piece from Kwangtung province from the famous “Reversed Pattern” series. The story behind this coin begins in 1887 when the Viceroy of Kwangtung province, Chang Chi-tung, authorized the first modern mint in China to be built in his province. With equipment from the Birmingham Mint, China created the largest mint in the world at that time. The inaugural issue, known as the “Seven Three” series, contained a greater proportion of silver than the rival Mexican dollar. Most of these pieces were promptly melted down and became quite scarce. The next series saw a slightly reduced silver content, but were essentially identical to Alan Wyon’s original engraving designs but with a few modifications.”
http://old.stacksbowers.com/NewsMedia/PressReleases/TabId/744/ArtMID/2700/ArticleID/184/Kwangtung-72-Candareens-Reversed-Pattern.aspx