Archives for category: Transportes
Extraído de «BPMT»,  XIV-38 de 21 de Setembro de 1868, p. 179

O vapor de guerra chinês Chin-Chin, de 60 cavalos de força, montado com 6 peças de artilharia, e comandado por Mr. Bessard, de Cantão, deu entrada em 12 de Setembro. Saiu em 29 de Setembro de 1868. O vapor de guerra chinês Sai-Tsing, com 60 cavalos de força, montado com 5 peças de artilharia deu entrada no porto de Macau no dia 16 de Setembro , comandado por Mr. Steward, de Cantão. Saiu de Macau em 19 de Setembro. O vapor de guerra chinês Tien-Pó, de 60 cavalos de força, montado com 6 peças de artilharia, comandado por Mr. de Longeville, de Cantão, entrou em Macau em 16 de Setembro de 1868 e saiu em 26 de Setembro.

Extraído de «MBI», IV-75 de 15 de Setembro de 1956, p. 13-14
O Comandante do «João de Lisboa» e o Bispo de Macau trocando amistosos brindes
Aviso de 2.ª classe “João de Lisboa” – Desenho publicado no “Blogue dos navios e do marhttp://lmcshipsandthesea.blogspot.com/2016/03/nrp-joao-de-lisboa.html

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/aviso-joao-lisboa/

Extraído de «MBI», IV-75 de 15 de Setembro de 1956, p. 13-14

O Encarregado do Governo durante o jantar oferecido ao Comandante e oficiais do «João de Lisboa»

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/aviso-joao-lisboa/

Notícia já postada em 9-09-2019, publicada em vários jornais e livro (1), o de hoje é extraída de «O Portuguez na China», Vol. 2.º, n.º 3 de 17-09-1840, (2) referindo a fonte: suplemento do jornal «Canton Press» (3)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/09/09/noticia-de-9-de-setembro-de-1840-morte-de-um-marinheiro-americano/

(2) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/o-portuguez-na-china-1839-1843/

(3) “Em 12-11-1835, surgiu o semanário “The Canton Press”, editado por Franklyn e depois por E. Moller. Este periódico passou também, em 1839, a ser impresso em Macau.”https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/12/22/noticia-noticia-de-22-de-dezembro-de-1835-na-imprensa-estrangeira/

A Direcção do «Clube Militar» promoveu um baile de despedida ao Comandante e oficiais do «João de Lisboa», o qual se realizou no dia 8 de Setembro de 1956, nos salões daquele Clube. Além dos homenageados, estiveram presentes quase todos os sócios do clube acompanhados de suas respectivas famílias e muito convidados. O edifício do Clube encontrava-se artisticamente ornamentado e toda a fachada iluminada por dezenas de lâmpadas. Decorreu o baile num ambiente de alegria e camaradagem, notando-se a elegância das toilettes femininas e a distinção dos cavalheiros nas suas fardas ou trajes civis.” (1)

(1) Extraído de «MBI», IV-75 de 15 de Setembro de 1956, p. 13

Anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/aviso-joao-lisboa/

Um tufão no dia 6 para 7 de Setembro de 1867, danificou severamente a galera “Asia” que saiu de Macau no dia 21 de Agosto, com 513 passageiros chineses para Callau de Lima, tendo sido avistado no dia 14 de Setembro pelo vapor “White Cloud” (efectuava a viagem para Hong Kong) que a rebocou para a rada de Macau.

A Galera devido ao tufão ficou “raso, perdendo os escaleres e abrindo água, morrendo dois dos passageiros na ocasião do desarvoramento”. Os colonos chineses passaram para o navio português D. Pedro I, que estava na rada aguardando viagem para Peru.

Extraído de «BPMT», XIII-37 de 16 de Setembro de 1867, pp. 217-218
Extraído de «BPMT», XVII-36 de 4 de Setembro de 1871, p. 143

NOTA I: No dia 29 de Junho de 1871, entrou na barra de Macau o brigue Conceição de Maria. No dia 2 de Setembro do mesmo ano, passou pela cidade um violento tufão, afundando-se, na ponta de Ka Hó (Coloane) a barca holandesa Rolina Maria e a galera russa Vistula. A primeira perdeu 7 homens da sua tripulação de 16 homens e da segunda salvou-se toda a tripulação de 22 homens. O brigue português Conceição de Maria, pertencente a Francisco Manuel da Cunha, que saía para Yokohama, com carga de açúcar e vinho, naufragou na ponta de Kaikiao (Ponta Cabrita), salvando-se toda a sua tripulação. A corveta Duque de Palmela, do comando do Capitão-Tenente Gregório José Ribeiro, a galera D. Maria Pia e a canhoneira Camões sofreram grandes avarias, em consequência dos embates com os barcos chineses dos quais 150 ficaram danificados. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia das História de Macau, Volume II, 2015, p. 198)

NOTA II – Na lista dos navios afundados, danificados e perdidos publicados em (1) consta:

DIA 2 /Setembro de 1871 – Rolina Maria – holandês: “The barque was driven ashore in a typhoon and wrecked at Macao, China with the loss of seven of her crew.”

DIA 3/Setembro de 1871 – Vistula – El Salvador: “The ship sank in a typhoon at Hong Kong.”

 (1) https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_shipwrecks_in_September_1871

Extraído de «A Liberdade»,  I- 7 de 30 de Agosto de 1890, p. 3

Referências anteriores dos jinricshas/riquexós e às ruas de S. Lourenço e do Bazarinho, ver em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/riquexos/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/rua-de-s-lourenco/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/rua-do-bazarinho/

 Neste dia, 12 de Agosto de 1732, chega a Macau o navio «Corsário» trazendo o novo governador desta cidade, o Moço-Fidalgo António de Amaral e Meneses, (1) que tomaria posse do Governo a 18 de Agosto de 1731. Veio render a António Moniz Barreto.(2)

Ephemerides da semana” in «BGM», XII- 34, 20 de Agosto de 1866, p.137

(1) “18-08-1732 – Toma posse e exerce o cargo de Governador e Capitão-Geral de Macau, António de Amaral Meneses. Chegara a 12 do mês no navio Corsário. Já o pai, Belchior Amaral Meneses ocupara o mesmo cargo de 1682 a 1685. Natural de Goa, além de militar, era tanador-mor (3) com provas dadas. Teve que resolver problemas internos que foi encontrar em Macau e sentiu-se espartilhado pelos “Privilégios” concedidos ao Senado por D. Rodrigo da Costa, que o impediam de exercer autoridade junto dos Vereadores, com quem teve, assim como com o Ouvidor, várias discórdias. Em 1733 pede ao Vice-Rei da Índia que o substitua, por demais desgostoso com o governo. O pedido foi aceite em 1734 (Janeiro), data em que, não tendo sido nomeado substituto, foram abertas vias de sucessão. O governo ficou entregue ao Bispo de Macau, D João de Cazal (4) (5)

(2) António Moniz Barreto, natural de Angra de Heroísmo, Açores, filho de Guilherme Moniz Barreto. Conflitos com o Ouvidor, António Moreira de Sousa, a quem mandou prender. Levou um mandato de seis e não de três anos, (de 11 de Agosto de 1727 a 1731) como habitual, e teve sempre o apoio de Goa. (5)

O Moço Fidalgo António Moniz Barreto tomou posse do Governo de Macau, tendo sido um mau governador, segundo o Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses. Mandou prender o Ouvidor António Moreira de Sousa com grilhões, numa fortaleza, mas conseguiu não só governar durante todo o seu triénio como dois anos mais.” (GOMES, Luís G. –Efemérides da História de Macau, 1954)

(3) No dicionário de Língua Portuguesa de Cândido de Figueiredo, não existe a palavra tanador mas sim tanadar – funcionário português que, na Índia, arrecadava as rendas das gancarias (assembleia de gancares – cultivadores de terras bravias na Índia Portuguesa)

(4) Um novo governador só é nomeado a 22 de Abril de 1738, tenho tomado posse a 25 de Agosto de 1738, Manuel Pereira Coutinho, natural de Goa. Não teve alterações notáveis no desempenho do seu mandato em Macau, deixando o cargo em 1743 e a cidade em 1744. (5)

Ephemerides da Semana” in «B.G.M.», XII-35, 27de Agosto de 1866, p. 142

(5) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Vol I, 3.ª edição, 2015.

Etiqueta (dimensões máximas: 13 cm x 8,5 cm) para malas de viagem da «Air Macau»

VERSO