Archives for category: Saúde e Assistência Social

Notícia de 9 de Janeiro de 1982, publicada no “Macau 82 – jornal do ano” (1):

“O Governo vai mandar proceder a um estudo global de reaproveitamento das actuais instalações do Hospital de São Januário de forma a debelar algumas carências que afectam um melhor funcionamento daquela unidade hospitalar. A decisão é anunciada no final de uma visita ao Hospital efectuada hoje pelos Secretários- Adjuntos para o Ordenamento, Equipamento Físico e Infra-Estruturas e para os Assuntos Sociais, respectivamente eng. Almeida Viana e dr. Roque Martins.

Hospital Central Conde de S. Januário

Na ocasião, o Dr. José da Paz (director dos Serviços de Saúde) salienta que a capacidade de internamento do hospital é «manifestamente insuficiente para a procura que se verifica», adiantando que, por exemplo, a maternidade – com 40 camas – está superlotada, enquanto os quartos individuais estão permanentemente lotados. O alargamento dos quartos da maternidade, embora provisório (prevê-se a construção de uma nova maternidade) «impõe-se face às solicitações»; ao mesmo tempo que outras obras vão avançando, como é o caso da nova cozinha, praticamente pronta.”

(1) «Macau 82 jornal do ano», primeiro semestre, 1982, p. 8. https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/macau82-jornal-do-ano/

Continuação da postagem anterior com a apresentação de outros dois postais, duma colecção de 4 postais (17,7 cm x 12 cm), intitulados: Assistência, Cordialidade, Dedicação e Profissionalismo.

Autorização da Direcção dos Serviços de Correios n.º 016/2004 (BPX016) – Dedicação e n.º 017/2004 (BPX017) – Profissionalismo

BPX016 –Dedicação – Esforço em melhorar, servindo de exemplo para a comunidade

BPX017 – Profissionalismo – Serviço Profissional, Cuidados de Saúde Humanizados

Verso do postal BPX016 – Dedicação

Verso do postal BPX017 – Profissionalismo

Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hospital-militar-de-sam-januario/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/centro-hospitalar-conde-s-januario/

Na comemoração do 130.º Aniversário do Centro Hospitalar Conde de São Januário, foi impresso com autorização da Direcção dos Serviços de Correios, uma colecção de 4 postais (17,7 cm x 12 cm), intitulados: Assistência, Cordialidade, Dedicação e Profissionalismo.

Cinta de papel (12,2 cm x 4 cm) para envolver os quatro postais com o logo no centro (3,6 cm x 4 cm)

Apresento os dois primeiros postais (autorização da Direcção dos Serviços de Correios n.º 014/2004 (BPX014)- Assistência  e n.º 015/2004 (BPX015) – Cordialidade.

BPX014 – Assistência – Conjuntamente prestamos a maior atenção aos doentes

BPX015 – Cordialidade – Tratamento com Cortesia, Compreensão do Público

Verso do postal BPX014 – Assistência

Verso do postal BPX015 – Cordialidade

NOTA: “06-01-1874 – O Hospital Militar de S. Januário, delineado pelo ilustre macaense António Alexandrino de Melo, Barão do Cercal., foi benzido pelo Governador do Bispado Pe. António Luís de Carvalho e solenemente inaugurado pelo Governador, Visconde de S. Januário, com luzida cerimónia e a presença das autoridades e representantes nacionais e estrangeiras.” GOMES, Luís G. – Efemérides da História de Macau, 1954). Ver anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hospital-militar-de-sam-januario/ https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/centro-hospitalar-conde-s-januario/

O Bispo D. Alexande Pedrosa Guimarães (1) comunicava, em 28 de Dezembro de 1774, ao Rei que os Governadores de Macau agiam arbitrariamente, convindo que não dessem licença aos médicos (2) para se retirar:

Aqui os Governadores, nestas distâncias, fazem absolutamente o que não podem e o que, não devem, contra as leis, alvarás, provisões, sentenças ou sem sentenças e por isso muito facilmente lhe darão licença para irem viajar ou mesmo retirarem-se …(…) Todos quantos aqui chegam degregados ou corridos de fortuna, se fazem fidalgos  e não querem trabalhar por suas artes e ofícios”. (3)

(1) 1774-1779 – D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães – Bispo de Macau, nomeado em 1772, confirmado e sagrado em 1773, chegou a Macau em 1774. Marcou o seu governo a política mais pombalina do que episcopal frente aos jesuítas que ainda encontrou em Macau. Foi Governador (1777-1778), exactamente na mudança de D. José I para D. Maria I. Chamado à Corte (1779) saiu de Macau em 1780, ofereceu a renúncia em 1782, sendo ela aceite em 1789. (SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume IV, 2015, p. 35.

Ver  anteriores referências em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/d-alexandre-da-silva-pedrosa-guimaraes/

(2) 28-12-1771 – Carta do Bispo, D. Alexandre da Silva Pedrosa a El-Rei D. José, acerca das dificuldades no preenchimento do lugar de físico ou cirurgião da cidade (SOARES, José Caetano – Macau e a Assistência, pp. 85)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume I, 2015, p. 297.

Capa + contracapa

Pequeno folheto sobre “Noções básicas sobre higiene alimentar” (em chinês) editado pela “Associação de Investigação Médica de Macau” (com o apoio da “Fundação Oriente “ e “Leal Senado de Macau”), sem indicação do ano de publicação (28 páginas).

Capa: 14,7cm x 20,9 cm
病從囗人 (1) . p. 1

Na 2.ª página, prefácio do Dr. João Baptista Lam (na altura director do Centro Hospitalar Conde de S. Januário; depois Director dos Serviços de Saúde)

(1)病從囗人: mandarim pīnyīn: bìng cóng wéi rén; cantonense jyutping: beng6 cung4 wai4 jan4

Realizaram-se de 4 a 6 de Dezembro de 1995, no auditório da Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Macau no Centro Hospitalar Conde de S. Januário (C.H.C.S.J), em Macau, as “1.ªs Jornadas Internacionais de Anestesiologia e Cuidados Intensivos de Macau” e o “XVIII Curso Internacional de Anestesiologia e Cuidados Intensivos do Hospital Geral de St.º António-Porto”, organizados em conjunto pelos Serviços de Anestesiologia do C.H.C.S.J. e do Hospital Geral de St. António-Porto.

Programa capa+contracapa

Páginas interiores

Comissões organizadora  e de honra; Patrocínio

Programas social e científico (dia 4)

Programa científico (dias 5 e 6)

«O Correio de Macau», Vol I, n.º 13 de 7 de Janeiro de 1883, p. 51

Muito possivelmente, o anúncio será do Dr. Francisco da Silva Magalhães nascido em Tomar (Portugal) e formado em medicina na Universidade de Coimbra que chegou a Macau a 18 de Agosto de 1870, vindo como facultativo de 2.ª classe e professor do Seminário de S. José. Foi ele o primeiro médico que em Macau usou o clorofórmio nas operações. Em Macau fundou o jornal “O Oriente” em que, segundo Padre Teixeira (1):

eivado de preconceitos anti-religiosos, atacava os jesuítas, (2)  pondo a ridículo o ensino por eles ministrados no Seminário; atacou o projecto da fundação da Escola Comercial, insinuando que a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses «não tinha por fim a instrução dos macaenses, mas um motivo meramente político» e censurou o Governador Visconde de S. Januário por ter readmitido em Macau as Irmãs de Caridade Francesas.

Metido em Conselho de investigação, foi preso por na sua qualidade de facultativo militar ter censurado a autoridade governativa, sendo desterrado para Timor Foi exonerado, a seu pedido, por decreto de 7-9-1874. Em Timor, o Dr. Magalhães foi delegado da Junta de Saúde.

Regressou de Timor a Macau: daqui passou a Manila, onde exerceu clínica durante sete anos. Regressou a Macau em finais de 1882. No ano lectivo de 1883-84 foi professor do Seminário de S. José, voltando a Portugal, faleceu em Tomar a 8 de Março de 1886.

(1) TEIXEIRA, Pe. Manuel – A Medicina em Macau, Volumes III-IV, 1998, pp. 162-163.

(2) Em defesa dos jesuítas e da causa da instrução dos macaenses, publicaram-se dois opúsculos: “Um brado pela Verdade ou a questão dos Professores jesuítas e a “Instrução dos Macaenses em Macau” de Leôncio Ferreira, Macau, 1872, e “A verdade Reivindicada ou a Questão dos Jesuítas,” por E. J. de Couto, Shanghae, 1872. a

Nos dias 27 e 28 de Novembro, realizaram-se no auditório da Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Macau, as «3.ªs Jornadas do Médico Interno», reunião científica organizada pela Direcção dos Internatos Médicos (DIM) dos Serviços de Saúde de Macau, com um jantar de encerramento no dia 29 de Novembro.

Programa (30 cm x 21 cm) dobrável em 3 partes

O Professor Dr. Almerindo Lessa esteve em Macau a chefiar uma missão científica internacional, destinada a estudar o Homem Asiático. Os centros de decisão desta missão em Paris determinaram que esse estudo fosse feito particularmente em Macau.

Esta deslocação surge na sequência das já realizadas em 1960 e 1974 e destina-se a completar os estudos feitos anteriormente, a pedido de vários centros de investigação europeus e americanos, nomeadamente do Colégio de França, Universidade de Folovre, Serviço de Intercâmbio Científico do Conselho da Europa e Universidades da Baía e Brasília. A missão tem, entretanto, o apoio do Colégio de França, Universidade de Évora e dos Governos Português e de Macau.

O Prof. Almerindo Lessa já contactou diversos serviços públicos que lhe podem fornecer elementos para a programação do trabalho de campo da missão e com o apoio da chefia dos Serviços de Saúde e Assistência também foi constituída uma equipa, com técnicos daqueles serviços, que passará a ser a «delegação da missão em Macau, para os trabalhos que se desenvolverão por vários meses, mas que depois de programados se podem considerar de rotina. Esta equipa deixada em Macau enviará regularmente ao prof. Almerindo Lessa os elementos colhidos (sangue e inquérito familiares) que terão o tratamento científico adequado, pelos investigadores, quer em Portugal, quer em França.

Informações retiradas de «MBIT» XII, 9-10, Nov-Dez, 1977, p. 23

António Severino Vidigal de Almeida, médico macaense, regressa a Macau em 1825 via Goa, no navio Vasco da Gama, vindo de Coimbra, onde cursou brilhantemente e foi doutorado em medicina.(1) Tomou posse do lugar de médico do Partido Municipal em 3 de Novembro deste ano, ficando Director dos Hospitais da Misericórdia e Ultramar. A ida deste rapaz, órfão, para Portugal, deve-se ao esforço do Pe. Joaquim Leite, então Reitor do Colégio de S. José, que lhe descobriu talento e ao ouvidor Miguel de Arriaga, que lutou por mandar este e outros moços de Macau, da China e de Timor, com bolsas de estudo do Leal Senado, para Coimbra e Lisboa. A ideia de que se preparassem e voltassem às suas terras para difundir conhecimentos, foi do Pe. Leite mas a insistência no projecto das Bolsas de Estudo deve-se a Arriaga. As áreas privilegiadas eram medicina, farmácia, matemática e geometria, estas duas “com vistas numa eventual escola náutica” (2) (3)

(1) Código de referência da Universidade de Coimbra – PT/AUC/ELU/UC-AUC/B/001-001/A/002079 – Título: António Severino Vidigal de Almeida – Datas de produção:1816-10-26 a 1819-10-11 – Naturalidade: Macau, China – Âmbito e conteúdo – Faculdade: Matemática – Matrícula (s): 1816/10/30 (obrigado) – Filosofia: 1816/10/26 (obrigado) – Medicina: 1819/10/11 – Instituto: Bacharel:- Formatura: Licenciado: Doutor (outras informações: http://pesquisa.auc.uc.pt/details?id=142119&ht=)

(2) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015, p. 41.

(3) in SANTOS, Isaú – Macau e o Oriente no Arquivo Histórico Ultramarino (Volume II). ICM 1996, ISBN 972-35-D230-5 (obra completa) ISBN 972-35-0252-6 (vol. II):

1799 – A.H.U. – MACAU, ex. 37, doe. N.° 57 Ofício 1814110113 Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, António de Araújo de Azevedo], sobre a necessidade de médicos em Macau e sobre o envio para Coimbra do órfão António Severino Vidigal para estudar medicina. Obs.: Ofício n° 11. Há 2″ via (p. 61).

Anexo: [1815 I 04/ 09] Ofício (minuta) do [secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, António de Araújo de Azevedo], ao [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, sobre as providências para o alojamento do órfão António Severino Vidigal em Coimbra. (p. 62) 

1912 – 1913 – 1914 – 1815/12/19 Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, António de Araújo de Azevedo], que envia a correspondência e agradecimentos. Obs.: Ofício n° 1. Há 2• via. A.H.U. – MACAU, ex. 39, doe. n° 11 Ofício 1815/ 12/19 Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, António de Araújo de Azevedo], sobre a entrada de dois rapazes de Macau em colégios no Reino: António Severino Vidigal, no Colégio da Intendência, em Coimbra, e Lourenço José Rodrigues Gonçalves, no Colégio Militar. (p. 93)

2514- A.H.U. – MACAU, ex. 53, doe. n” 19 Requerimento [ant. a 1825/02/25] Requerimento de António Severino Vidigal de Almeida a [D. João VI], (rei de Portugal), que pede o passaporte para regressar a Macau. Obs.: Tem despacho a mandar passar passaporte, de 1825/03/07. Anexo: 1825/02/25 Atestado do intendente-geral da Polícia da Côrte e Reino, Simão da Silva Ferraz de Lima e Castro, (barão de Renduffe), que atesta a inexistência de qualquer impedimento para António Severino Vidigal de Almeida poder regressar a Macau.(p. 285)

2542 – A.H.U. – MACAU, ex. 54, doe. n° 24 Ofício 1825/12/10 Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre a contratação do bacharel António Severino Vidigal de Almeida, formado em medicina na Universidade de Coimbra, à custa da Fazenda Real de Macau, para médico do partido da mesma cidade. Obs.: Ofício n° 13 (2″ via). Anexos documentos comprovativos (assentos e termo do Leal Senado de Macau A-B). (p. 304)

2542 – Anexos: 1827/04/02 Aviso (cópia) do [secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar António Manuel de Noronha, ao Conselho Ultramarino, que pede parecer sobre os ofícios nº S. 13, 14 e 16 do Senado de Macau; admissão de António Severino Vidigal de Almeida como médico do partido de Macau; suspensão da consignação anual ao Mosteiro de Santa Clara e devedores à Fazenda Real. (p. 305)

1827/05/21 Informação do marechal de campo José Osório de Castro Cabral de Albuquerque a [O. Isabel Maria], (infanta de Portugal), sobre a formação de António Sequeira Vidigal de Almeida na Universidade de Coimbra por conta da Fazenda de Macau, para exercer como médico do partido em Macau. Atribuição de mil taéis anuais ao médico do partido com a cláusula de tratar todos os vassalos portugueses. Obs.: À margem parecer do procurador da Fazenda.

2542 – 1827/08/18 Provisão de O. Isabel Maria, (infanta regente de Portugal), ao ouvidor de Macau, desembargador Dr. José Filipe Pires da Costa, a pedir parecer sobre a admissão de António Severino Vidigal de Almeida como médico do partido de Macau. Obs.: Em anexo, o ofício do Senado de Macau e outra documentação. 1832/01 /16 Parecer do ouvidor de Macau, desembargador Dr. José Filipe Pires da Costa, a [0. Miguel], (rei de Portugal), sobre a criação do partido de médico em Macau; sobre a atribuição de um ordenado anual de 640 000 réis segundo resolução régia; parecer favorável à nomeação de António Severino Vidigal de Almeida para médico do partido em Macau. Obs.: Anexa vária documentação sobre o assunto. 1832/07/21 Informação do secretário do Conselho Ultramarino, João Osório de Castro Sousa Falcão, a [O. Miguel], (rei de Portugal), sobre a formação em medicina de António Severino Vidigal de Almeida por conta da Fazenda de Macau com o fim de exercer a sua actividade em Macau. O ordenado de mil taéis anuais é excessivo para o cargo de médico do partido em Macau; estabelecimento do ordenado anual de 640 000.

1832/08/08 Parecer do Conselho Ultramarino a [O. Miguel] (rei de Portugal), que informa sobre a atribuição do ordenado anual de 640000 réis ao médico do partido de Macau nas condições estipuladas na resolução régia de 1807/08/09. Obs.: Anexa a capilha de consulta com nota sobre o processo.(p. 305)

2727- A.H.U. – MACAU, ex. 57, doe. no 12 Requerimento 1827/02/28 Requerimento do médico da cidade de Macau António Severino Vidigal de Almeida a [0. Isabel Maria] (infanta regente de Portugal), que pede para ser confirmado na posse do partido do médico da cidade de Macau, com o ordenado anual de mil taéis. Obs.: Anexos vários documentos comprovativos. À margem, parecer do procurador da Fazenda. Despacho do Conselho Ultramarino para informação do ouvidor de Macau. Anexo: 1828/01 /16 Aviso do [secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar], José Freire de Andrade, ao [presidente do Conselho Ultramarino, O. Diogo de Sousa], (conde do Rio Pardo), que ordena a consulta sobre o requerimento de António Severino Vidigal de Almeida, no qual pede a confirmação do lugar de médico do partido de Macau. (p. 347)