Archives for category: Relação Macau-Japão

Capa: no canto superior direito: oferta em nome do autor, assinatura (?) de oferta – posterior tentativa de apagamento.

“A Aclamação del Rei D. João IV em Goa e em Macau” (1) – Relações Contemporaneas Reeditadas e Anotadas” por C. R. Boxer, (2) publicado em Lisboa em 1934, (23,5 cm x 15,5 cm x 0,6 cm), 74 páginas.

Capa e Contracapa
Frontispício
Fac-simile do opúsculo

Relaçam do que socedeo na Cidade de Goa, e em todas as mais cidades & fortalezas do estado da India, na felice aclamação del Rey Do João IIII de Portugal Nosso Senhor. (…)”. Por Manoel Jacome de Misquita morador na Cidade de Goa (Armas do Reino). Impresso no Collegio de S. Paulo Novo (Goa) Anno de 1643

Opúsculo onde “além de contar miudamente o modo de proceder do Vice-rei, o Conde de Aveiras, ao proclamar el Rei D. João IV em Goa, faculta-nos valiosos subsídios para a historia da aclamação do mesmo Rei em Macau … (…) e contém, valiosos extractos das cartas do Conde de Aveiras e do Capitão-Geral de Macau, além duma valiosa referencia a uma embaixada ao Japão… (…). Do citado estudo do Sr. Frazão de Vasconcelos ficaram bem claros os grandes serviços que António Fialho Ferreira (3) tinha prestado ao seu Rei e à sua Pátria, em conseguir que os cidadãos da Cidade do Santo nome de Deus seguissem o nobre exemplo do povo de Lisboa e Goa.” (BOXER– preambulo, pp. 5-10)

Página 40
Página 41
Contracapa

(1) Com o título “A ACLAMAÇÃO DEL REI D. JOÃO IV EM MACAU (SUBSÍDIOS HISTÓRICOS E BIOGRÁFICOS) ”, ver trabalho de Frazão de Vasconcelos publicado na separata do n.º 53 do «Boletim da Agência Geral das Colónias», de 1929, já referido neste blogue em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jose-frazao-de-vasconcelos/

(2) Anteriores referências a este autor em: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/charles-r-boxer/

(3) António Fialho Ferreira, cavaleiro da Ordem de Cristo, natural de Macau, Capitão-mor dos mares da Índia, prestou elevados serviços nos mares das Ilhas Filipinas e na Embaixada destinada ao Japão em 1644-47. Estava em Portugal, aquando da restauração da independência em 1 de Dezembro de 1640. Foi o portador das cartas e alvarás do Reino, de D. João IV e do vice-rei da India, Conde de Oeiras, para os moradores de Macau, endereçados ao Capitão-Geral e Senado, que receberam em Maio de 1642. É dele o livro “Relaçam da viagem, que por ordem de S. Mgde. fez Antonio Fialho Ferreira, deste Reyno à Cidade de Macao na China: e felicissima acclamaçam de S. M. ElRey Nosso Senhor Dom Ioaõ o IV. que Deos guarde, na mesma cidade, & partes do Sul. – [Lisboa] : na officina de Domingos Lopes Rosa, 1643. – [6] f. ; 4º (19 cm)” disponível para leitura em: https://purl.pt/26194/4/968110_PDF/968110_PDF_24-C-R0150/968110_0000_1-12_t24-C-R0150.pdf

No dia 6 de Agosto de 1882, regressou do Japão o Governador e Ministro Plenipotenciário junto à corte da China, Japão e Sião, Joaquim José da Graça. O «Boletim da Província de Macau e Timor» de 5 de Agosto de 1882 (suplemento ao n.º 30) publicou o programa de recepção.

Extraído do «BPMT», Suplemento ao n.º 30 de 5 de Agosto de 1882

Joaquim José da Graça (1825 -1889), governador de Macau, então major de infantaria, nomeado a 04-09-1879 (1) com tomada de posse em 28-11-1879 até 23-04-1883 (data de posse de Thomaz de Sousa Roza). Foi exonerado a 24-03-1883. (2)

 “A principal questão que tem pela frente é ainda e sempre ligada com as alfândegas chinesas, em torno de Macau. Como os dois antecessores também este governador visitou o Vice Rei dos dois Kuangs, de Cantão (regressou a 17-01-1881) mas, se isso é possível, a situação final foi ainda menos favorável. As indefinições eram muitas: que alfândegas, que que linhas marítimas de separação, que assinatura s de quem… realmente a conseguir-se algo consistente tinha que ser entre as primeiras autoridades de Portugal e da China. “  (3)

(1) “21-08-1879 – Data dos Decretos de exoneração de Governador do Visconde de Paço d´Arcos; e nomeação para Governador do Coronel do estado Maior Filippe Joaquim de Sousa Quintella; este último Decreto foi anulado e foi nomeado o Major de Infantaria Joaquim José da Graça em 04-08-1879.”(3)

(2) “24-03-1883 – O conselheiro Joaquim José da Graça , exonerado por Decreto de 29 de Dezembro de 1882, entregou o governo ao Conselho Governativo, para regressar ao reino em 27 de Março de 1883.” (3)

(3) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume II, 2015 pp. 244, 299, 233 e 246.

Anteriores referências neste blogue a este governador: https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/joaquim-jose-da-graca/

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“22-06-1600 – Faleceu em Macau o P. Duarte Sande, S.J., (1) tradutor de uma das primeiras obras em latim, impressas em Macau – De Missione Legatorum Japonensium ad Romanam Curiam … Dialogus, Macau, 1589.” (2) Embora não seja consensual a data da sua morte, não quis deixar de salientar a importância da obra (3) que relata o Itinerário de quatro Príncipes japoneses, (4) mandados ao Papa Gregorio XIII, e de tudo quanto lhes sucedeu até se restituírem às suas terras

(1) O jesuíta Duarte de Sande,um dos primeiros missionários a introduzir as novas leis de adaptação à cultura, usos e costumes, bem como à língua chinesa, nasceu em 1547, na vila, hoje, cidade de Guimarães. Estudou Filosofia e Teologia no Colégio de Coimbra, e mais tarde ensinou Latim e Retórica, também nessa cidade, como era costume. Professou na Casa de S. Roque de Lisboa em 1562. Duarte de Sande segue para a Índia, em 1578, com um grupo de cinco jesuítas, a bordo da nau São Luís, precisamente onde vai uma das figuras mais emblemáticas da missionação na China, o padre Matteo Ricci (Duarte de Sande seria professor de Teologia de Matteo Ricci).   Duarte de Sande ficou sete anos na Índia. Foi reitor dos colégios da Companhia em Baçaim e o primeiro a ocupar as funções de Superior das Missões de Macau e da China (Zhaoqing) que só depois Matteo Ricci viria a ocupar. Morreu em Macau a 22 de Junho de 1600. https://www.oclarim.com.mo/todas/duarte-de-sande-jesuita-vimaranense/ http://araduca.blogspot.com/2013/02/escritores-vimaranenses-25.html

(2) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 3, 1995. Na 3.ª edição, reformulada e aumentada da Cronologia de Macau, de 2015, não contém esta entrada mas esta: “17-01-1600 – «Carta Ânua do Colégio de Macau», dá notícia da vida e morte do Pe Duarte Sande, S. J. autor de uma das primeira obras em latim, impressas em Macau…..”

(3) De Missione Legatorum Iaponensium ad Romanam Curiam, rebusque in Europa, ac totum itinere animadversus Diálogus ex ephimeride ipsorum legatorum colledus, & in sermonem latinum versus ab Eduardo de Sande, Sacerdote Societatis lesu. In Macaensi portu Sinici regnum domo in Societatis lesu. Cum facultate ordinarij & superiorum. 1590. 4.° de VIII-412 pág., e mais 24 no fim sem numeração que compreendem o índice.

(4) A vinda de uma embaixada (embaixada Tensho ou Missão Tensho) de quatro jovens fidalgos japoneses, Miguel Chijiwa, Julião Nakaura, Martinho Hara e Mâncio Ito (todos entre 13 e 14 anos de idade), a vários reinos europeus no último quartel do século XVI (partiram de Nagasaqui a 20 de Fevereiro de 1582), organizada sob a égide da Companhia de Jesus, constituiu um marco histórico nas relações entre a Europa e o Japão. A passagem dos japoneses, primeiro por Portugal e Espanha e depois por várias cidades da Península Itálica, entre as quais sobressaem Veneza, Ferrara, Florença e, sobretudo, Roma, foi descrito em diário pelos próprios legados e depois traduzidos para Latim por Duarte de Sande, sacerdote da Companhia de Jesus. https://www.uc.pt/fluc/eclassicos/publicacoes/ficheiros/humanitas47/50_Costa_Ramalho.pdf http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30030/1916

Embaixada Tensho sendo recebida pelo papa Gregório XIII.
Autor desconhecido, 1655
https://pt.wikipedia.org/wiki/Embaixada_Tensh%C5%8D

Anterior citação de Duarte Sande neste blogue: https://nenotavaiconta.wordpress.com/2019/06/27/noticia-de-27-de-junho-de-1748-desaparecimento-de-dois-chineses/

No campo da cultura musical, estiveram em Macau, as crianças do “Coro Infantil da Rádio NHK de Tóquio” (grupo feminino, com um único elemento masculino) que actuaram no dia 21 de Março de 1977, no Auditório Diocesano, interpretando clássicos e canções populares e eruditas japonesas. Participou neste espectáculo, os “Pequenos Cantores” do Colégio D. Bosco.

«Coro Infantil da Rádio NHK de Tóquio» e os «Pequenos Cantores» do Colégio D. Bosco uniram-se no palco do Teatro Diocesano, na execução dum canto japonês.
O «Coro Infantil», todo trajado com o quimono regional e tradicional, apresentando ao público o único elemento masculino do seu grupo que se integrou nesta digressão, na última parte do seu programa.

Aproveitaram a estadia para uma visita aos pontos turísticos da cidade e das ilhas

Algumas elementos do coro, no varadim da Ermida da Penha
A caravana das pequenas cantoras do «Coro Infantil da Rádio NHK de Tóquio» nas Ruínas de S. Paulo.

Extraído de «MBIT», n-º 1-2, 1977.

Começa na Rua Ferreira do Amaral, à entrada da Rua de Henrique de Macedo e termina na Calçada do Paiol, em frente da Travessa do Paiol.
Quem era esse homem?
Segundo Padre Teixeira (1) não se sabe se a «Calçada do Gaio» teria sido crismada em memória de Pedro Martins Gayo (Gaio) que foi  Capitão-Geral e governador de Macau, em 1611 mas «se não foi, bem merece que o seu nome seja perpetuado numa via pública»

«1612 – As viagens de Macau ao Japão foram oficialmente renovadas com a chegada do capitão-mor Pedro Martins Gaio no seu galeão São Filipe e Santiago a Nagasaqui a 17 de Agosto. O galeão português fora vendido à cidade de Macau por Dom Diogo de Vasconcelos, que para ali fora destacado como Capitão-mor dos «galeões da guarda da China» , em 1610.
Diogo de Vasconcelos, fora mandado de Goa com a sua bem equipada armada de seis galeões, uma pinaça, e duas galeotas com ordens não só para proteger a navegação portuguesa no mar da China contra os ataques dos holandeses, mas também para cooperar a com os espanhóis de Manila para expulsar os holandeses das Molucas»
Diogo recusou-se a cooperar com eles. Mais: os homens da sua armada envolveram-se em questões com os cidadãos de Macau e com as autoridades chinesas, por se ter recusado a pagar os direitos d ancoragem sob o pretexto de que os galeões eram navios do Rei e portanto estavam isentos dos pagamentos exigidos aos navios mercantes.
No Tribunal de investigação que depois se abriu em Manila, uma das testemunhas declarou que o capitão-mor de Macau, Pedro Martins e « Vicente Rodrigues (seu genro) hombre de autoridade e grande  amigo de el dicho Vasconcelos le habian pedido  e rogado que viniesse com la armada e no lo queria hacer porque era el dicho Vasconcelos mercador e traya 300 000 pessos de sua quenta e los queria emplear e hacer  otros tantos mas de ganancias» . A mesma testemunha acrescentou que, tanto o Bispo de Macau , como o imediato de Dom Nuno Soutomaior o instaram para cooperar com os espanhóis” (2)
Pedro Martins Gaio levou com ele Horacio Neretti (4) (o Capitão-mor da viagem de 1600) como enviado da Cidade de Macau, com a missão de obter do Shogun a confirmação do tratado para a renovação do comércio de Macau-Nagasáqui feito por Dom Nuno de Soutomaior em 1611. (3)  O Bakufu (Governo de cortina», como era chamado a ditadura militar de Tokugawa) mostrou-se favorável e graças à dedicação de Honda Kodzuke-no-suke e Goto Shozaburo, director da casa da moeda, foi passado o selo vermelho confirmando que os Kurofume ou «Navios Negros» podiam vir a Nagasáqui e comerciar, como haviam feito antes da perda da Grande Nau de André Pessoa». (1)
Pedro Martins Gaio e sua filha Maria Gaio, bem como seu genro Vicente Rodrigues, foram grandes benfeitores da Companhia de Jesus, dos Altares do Espirito (Confraria) e S. Miguel sendo todos sepultados na Igreja de S. Paulo.
Não há documento que indique a data do falecimento de Pedro Martins Gayo, mas sabe-se que o seu cadáver ficou incorrupto durante muito tempo e foi sepultado em lugar separado «para veneração». Maria Gayo faleceu a 1 de Fevereiro de 1644 e seu marido Vicente Rodrigues a 12 de Agosto de 1638. O casamento realizou-se antes de 1612. (1)
(1) TEIXEIRA, P. Manuel- Toponímia de Macau, Volume II, 1997 pp. 21-24
(2) BOXER, Charles Ralph – O Grande Navio de Amacau, 1989, pp. 69-71
(3) Além do navio de Dom Nuno partiu de Macau para Nagasaqui um grande junco, no qual iam como passageiros vários missionários jesuítas, mas afundou-se durante uma tempestade ao largo da costa de Fukien, onde aqueles que chegaram à terra foram mortos por chineses hostis. (2)
(4) Horácio Neretti Sudrini, italiano de Florença, veio para Macau comerciar nos fins do século XVI. Em 1598 encontrava-se em Macau. Neretti fez várias viagens ao Japão, designadamente 1600 e 1612. Foi sepultado em S. Paulo. (1)
東望洋斜巷 – mandarim pīnyīn: dōng wàng yáng xié xiàng; cantonense jyutping: dung1 mong6 joeng4 ce3 hong6

O jornal «The Canton Register» de 15 de Setembro de 1831,  (1) dá notícia da saga de 14 japoneses naufragados na costa de Manila e depois enviados a Macau. Se houvesse benevolência por parte do Senado, a quem pediram ajuda, deveriam seguir por terra até Nimpo (Ninghpó, Liampo) e dali de barco para o Japão. O Procurador do Senado Floriano António Rangel, resolveu, apesar da tirania do Japão, atender à situação dos náufragos, que foram enviados para Cantão seguindo caminho para o seu país. (2)

https://babel.hathitrust.org/cgi/pt?id=mdp.39015080059747;view=1up;seq=5;size=150

(1) «The Canton Register» foi o primeiro jornal (8 de Novembro de 1827) em língua inglesa na China, fundado pelos mercadores escoceses, James Matheson e seu sobrinho Alexander junto com o americano William Wigtman Wood, que foi o primeiro editor. Publicado no início de duas em duas semanas era impresso em Cantão, mas depois transferido para Macau – de 1839 a Junho de 1843 – e a partir desta data impresso em Hong Kong. Terminou em 1936.
KING, Frank H.H.; CLARKE, Prescott (editores) – A Research Guide to China Coast Newspapers 1822 – 1911, pp. 41-44.
Um exemplar do semanário «The Canton Register», este de 1835 – Vol. 8, n.º 1, 6 de Janeiro de 1835. Editor: J. Slade.
https://babel.hathitrust.org/cgi/pt?id=mdp.39015080059747;view=1up;seq=5;size=150
Neste número, apresenta um anuncio, em português, da “Jardine, Matheson % Co. “
(2) SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, Volume 3, 1995.

Dois artigos surgidos na imprensa estrangeira, no jornal “The Sun” (NZ), a primeira com o título “MACAO SOLD PURCHASED BY JAPAN” (1) datado de 20 de Março de 1917, e a segunda “MACAO ISLAND. SALE TO JAPAN QUESTIONED” datado de 28 de Março de 1917, (2) ambas referentes às notícias sobre a “compra de Macau” pelos japoneses. Neste último número, surge o desmentido do Governo Português, datado de 30 de Março com o título “AN OFFICIAL DENIAL. ENEMY INTRIGUE
(1) “SUN”, Volume IV, ISSUE 971, 22 MARCH 1917, p. 7
(2) “SUN”, VOLUME IV, ISSUE 978, 30 MARCH 1917, p. 7
NOTA: O jornal “The Sun” publicou-se na Nova Zelândia (Canterbury) de 1914-1920.
https://paperspast.natlib.govt.nz/newspapers/sun

Hoje realiza-se a Procissão de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos em Macau. A propósito desta festividade, recordamos a mesma, no ano de 1955, numa notícia publicada no «BGU» (1)

A procissão ao sair da Sé Catedral

A procissão do Senhor dos Passos ao chegar ao Largo do Senado, vendo-se, sob o pálio o Bispo de Macau e à frente o cónego Morais Sarmento, na altura, decano dos missionários portugueses de Macau

A menina Judite Colaço com o Santo Sudário

(1) Extraído de «BGU» XXXI – 357, 1955.
Anteriores referências a esta festividade em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/25/noticia-de-25-de-marco-de-1708-tradicoes-que-se-continuam-ii-a-procissao-dos-senhor-dos-passos-ou-senhor-da-cruz-as-costas/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2017/03/04/noticias-de-4-e-5-de-marco-de-2017-tradicoes-que-se-continuam-a-procissao-do-senhor-dos-passos-i-fotos-de-1974/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/03/07/noticia-de-7-de-marco-de-1954-a-grande-devocao-ao-senhor-dos-passos-em-macau/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2016/02/21/a-tradicional-procissao-do-senhor-dos-passos-1973/

Continuação da leitura da conferência realizada na Sociedade de Geografia de Lisboa, em 5 de Junho de 1946, pelo tenente-coronel de engenharia Sanches da Gama e publicada no Boletim Geral das Colónias de 1946. (1) (2)……………………………………………………………..continua
(1) Ver anteriores postagens em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/06/05/noticia-de-5-de-junho-de-1946-leitura-macau-e-o-seu-porto-i/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/2018/10/24/leitura-macau-e-o-seu-porto-ii/
(2)  «BGC» XXII -253,1946.

Saco comercial de cor verde, de 40, 5 cm x 25,5 cm de dimensões, da Direcção dos Serviços de Turismo com o mesmo design em ambos os lados do saco comercial que publiquei em 30-03-2013, (1) da década de 80 (século XX) com a mensagem a preto, mas em inglês.

“MACAU
The past is present.”
Num dos lados como em (1) além da mensagem, o mapa de Macau e Ilhas englobando Hong Kong, Kowloon, parte do sul de Guangdong (Guanzhou) e o Rio das Pérolas.
No outro lado, uma impressão a preto da fachada do S. Paulo, como em (1)  com os dizeres em inglês:

In 1620  the Japanese gave us our sermon in stone.
St.Paul´s has been called a sermon in stone. I tis a moving sermon from another time. Look closely and you´ll see European saints, beside Chinese dragons and Japanese chrysanthemums carved in the the stone.
Today our great stone sermon is a symbol of the first meeting of East and West. I tis Macau.
Wander our streets, you´ll see history all around you.
Quiet cobblestone courtyards splashed with bounainvillea.
Old fortresses with silent cannon that have fired on pirate and invader. Crimson Chineses temples, pastel Portuguese churches and a sense of history you can feel.
And you can shop for antiques as old as Macau. Dine at restaurants that feature our unique cuisine with dishes from old Portugal or old China. Sample our Portuguese wines. Visit our border gate and take a day trip into China.
It takes justa na hour by jetfoil from Hong Kong to travel centuries back-in time.
Visit us soon.”
(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/03/30/saco-comercial-macau-o-passado-e-presente/