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Porta-Moedas oferecida pela ourivesaria «Tin Seng», situada na Rua das Estalagens n.ºs 41-43 (TEL: 572280 – 577542)

LADO A
LADO B 

A ourivesaria foi inaugurada em 1919 (na mesma família, neste momento, a 3.ª geração) e é presentemente uma das mais antigas ourivesarias em funcionamento em Macau.

Pormenor do LADO A
Pormenor do LADO B
LADO A
LADO B

Pesquisando nas páginas amarelas “Macau Yellow Pages”, (1), a ourivesaria Tin Seng Hap Kei –  天盛金舖 permanece na mesma morada, “Rua das Estalagens n.º 41-45 r/c; tel: 28921919 (2)
Tem actualmente a uma outra loja com o mesmo nome na Avenida de Horta e Costa 90 – A,  r/c; tel: 28921919
(1) https://en.yp.mo/business/Ourivesaria_Tin_Seng.html
(2) 天盛合記金行 – Tin Seng Gold Jewelry Shop – 澳門草堆街41-45號地下 ——28921919 是
https://macaulifestyle.com/city-guide/tin-seng-gold-jewellery-shop/

Envelope (22 cm x 15,5 cm)
Envelope – verso

Dentro do envelope (22 cm x 15,5 cm), um postal (19,7cm x 15 cm) e um marcador de livro (19,7 cm 6 cm) com a mesma temática: quadro – aguarela sobre papel (9“ x 11“) – retrato de Cecília Yvanovich, pintado por George Smirnoff, em Macau, 1945. Emissão do Instituto Internacional de Macau em 2010.

Postal (19,7cm x 15 cm)
Postal – verso

Cecilia Yvanovich pintura de George Smirnoff
Exílios diferentes provocaram o encontro entre George Smirnoff e Cecilia Yvanovich, em 1945, em Macau. Desse acaso, e das mãos do pintor, saiu um dos poucos retratos produzidos poe ele, mais conhecido pelas aguarelas de cenas e paisagens de Macau. Retrato que a jovem modelo oferece, 66 anos depois a Macau, para que possa juntar às outras obras do mestre, no Território” (português, chinês e inglês)

Marcador (19,7 cm 6 cm)
Marcador -verso

(1) Nascido em Vladisvostock (Rússia) a 27 de Outubro de 1903, devido à revolução russa, vai com a mãe e uma tia, aos 12 anos, para Harbin (Manchúria) onde se forma, e trabalha como arquitecto-engenheiro, e onde projecta cerca de 200 casas e uma grande igreja. Continuava a pintar sendo autodidata e consegue sobreviver vendendo alguns quadros. Casamento em 1934 e em 1937, vai com a família para Tsingtao (Qingdao) norte de Shanghai, e em 1939, devido à ocupação japonesa, foge com a família para Hong Kong, onde retoma a sua profissão sobrevivendo com a pintura e fotografia. Em Dezembro de 1941 devido à invasão japonesa a Hong Kong, consegue em 1944 refugiar-se em Macau e aqui sobrevive dedicando-se à pintura, quer em aguarelas quer em desenhos de cenários para peças de teatrais, e ao ensino.

Grémio Militar e Quartel-General de S. Francisco, aguarela, 1945
http://www.icm.gov.mo/rc/viewer/30026/1863

O Governo de Macau através de Pedro José Lobo encomenda-lhe uma série de 63 aguarelas de cenas e paisagens de Macau. Fez a primeira exposição em Macau em Dezembro de 1945 no Colégio de S. Luís na Rua da Praia Grande, juntamente com os seus alunos. Após a guerra, regressou a Hong Kong onde se suicidou, por precipitação, em 1947. Está sepultado no Cemitério de Happy Valley. (2)
(2) Informações retiradas de SMIRNOFF, Irene – Biografia no Catálogo de Exposição “George Vitalievich Smirnoff”, edição do Leal Senado de Macau em Junho de 1985.

Outra capa, esta de plástico para folhas A4, de 31 cm x 22 cm, emitido conjuntamente pelos Serviços de Saúde e a Comissão para a Cidade Saudável de Macau (1)

“Com exercício físico e uma alimentação
equilibrada, ganharemos mais a saúde”

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2020/02/01/capa-macau-cidade-saudavel-i/

Capa de papel grosso (papelão) para guardar folhas A4 de 32 cm x 22,5 cm, emitido pela Comissão para a Cidade Saudável de Macau (dependente da Secretaria para os Assuntos Sociais e Cultura) com o  logotipo “MACAU CIDADE SAUDÁVEL” (1) e o título de:

“Vamos juntos construir a nossa Cidade Saudável”

Capa – frente
Contracapa

(1) https://www.ssm.gov.mo/apps1/healthcity2/pt.aspx#clg8358

Porta-chaves, oferta da loja “Pérola do Oriente”, (1) de cobre, circular contendo no verso, um calendário (móvel) para 30 anos, de 1991 a 2020, com indicação do ano, mês e semana.

“MADE IN INDIA”
Diâmetro máximo: 4, 7 cm

(1) A loja “Pérola do Oriente” vendia produtos orientais, predominado artigos indianos e, se não me engano, estava (estará ainda?) no Hotel Lisboa.

Pequena lembrança de barro, circular, de 9 m de diâmetro superior e de 10 cm na base, com uma embalagem exterior de cartolina (10,5 cm x 10,5 cm) como recordação do 20.º aniversário do estabelecimento da R.A.E.M.

Sem indicação do autor e editor. Emissão de 2019.

Esferográfica de carga azul, como lembrança do Instituto de Estudos Europeus de Macau (14 cm de comprimento x 1 cm diâmetro) (1)

Institute of European Studies of Macau
澳門歐洲研究學會 (2)

(1) Instituto de Estudos Europeus de Macau
Calçada do Gaio, n°. 6, Macau
東望洋斜巷
Telefone: +853 2835 4326
Edifício classificado de interesse Arquitectónico cuja construção foi concluída em 1 de Abril de 1930. O edifício teve vários proprietários (durante a Guerra do Pacífico serviu de residência ao cônsul japonês em Macau) até ser vendido ao Governo em 1964. Serviu depois como serviços da Administração local nomeadamente Serviços de Administração Civil (onde a minha pessoa requereu o seu  1º passaporte em 1969 – data da 1.ª  saída de Macau)
Na década de 80 passou para os Serviços de Saúde, em 1986 serviu de dormitório feminino da Escola Técnica dos Serviços de Saúde e depois foi aí instalados os serviços técnicos da Saúde nomeadamente da autoridade de saúde. Em 1995, passou a ser a sede do Instituto de Estudos Europeus de Macau cdfnbhh7 cdfnbhh76un6j
http://www.culturalheritage.mo/contentfiles/attachment/201811/07/091441_4_Edif%C3%ADcio%20na%20Cal%C3%A7ada%20do%20Gaio%20no%206.pdf
NOTA: Em 1984, o edifício de cor verde à esquerda (na foto) pertencia ao 1.º sargento Augusto Coutinho, que o adquiriu em meados de 60 (século XX)  à família Nolasco da Silva. O 1.º sargento Augusto Pereira Coutinho em Dezembro de1975 sendo o militar ao serviço de Macau mais antígo nas fileiras do Comando Territorial Independente de Macau (C.T.I.M) foi escolhido para descerrar a placa comemorativa de mármore que ficou fixada no lado direito do portão de entrada do quartel General, como lembrança da cerimónia da extinção do C.T.I.M., no dia 31 de dezembro de 1975. Após a sua morte, o edifício foi vendido e demolido e posteriormente edificado um novo prédio de vários andares.
(2) 澳門歐洲研究學會 – mandarim pīnyīn: ào mén ōu zhōu yán jiū xué huì; cantonense jyutping: Ou3 Mun4 au1 zhau1 jin4 gau3 hok6 wui2