Archives for category: Festividades
Aviso publicado em «O Correio Macaense», Vol. V, n.º 218 de 25-11-1887, p. 4

O dia 8 de Dezembro é reservado pela Igreja Católica para celebrar a imagem da Imaculada Conceição, que é uma referência à Virgem Maria.

Extraído de «Echo Macaense», I-13 de 10-10-1893, p. 4

Celebra-se hoje o festival Chong Chau (Bolo Lunar) (1)

POSTAL de Wong Wai Hong- Mid-Autumn Festival (2)

Recordo aqui uma postagem de “dóci pápiaçam” que Carlos “Néu-Néu” Coelho deixou no seu Facebook, do dia 29 de Setembro de 2012 (dia do bolo lunar, nesse ano), e que posteriormente, em boa hora, o Instituto Internacional de Macau reuniu as melhores crónicas do autor publicando o livro “ÚI DI GALÁNTI!”, em 2018 (3)

“Na festa de bolo bate-pau tem qui di tanto canto quelóra nosôtro canta. Senti qui vosôtro jâ isquêce istunga tudo canto. Déssa iou fazê vosôtro tórna lembra unchinho.

Pã ut sap ung si chong-chau

Iao yan fai-lok iao yan sau

………………………..

Ut cóng-cóng, chiu tei-tong

Hã chai ni quai-quai fan lôk chóng …………..

Lembra di istunga quanto cánto nunca. Óji sã nádi tem gente canta.

Verso do POSTAL de Wong Wai Hong- Festival “Chong Chao” (Bolo Lunar)

(1) https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/bolo-lunar-bolo-de-bate-pau-%E6%9C%88%E9%A5%BC/

(2) Postal “Festival “Chong Chao” (Bolo Lunar)”, nº 10 duma colecção de 10 postais (dentro dum invólucro) intitulada “Festividades Orientais em Macau”, com fotografias de Wong Wai Hong, trilingue (chinês, inglês e português), edição de “Ming Shun Published in Macau” (impressos em Hong Kong), de 2008. https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/wong-wai-hong/

(3) COELHO, Carlos “Néu-Néu” Gracias – Úi di Galãnti!. Instituto Internacional de Macau, colecção «Mosaico», n.º 49, Junho de 2018, 95 páginas. ISBN 978-99965-59-18-1

Extraído de «BGU», n.ºs – 529/530, Jul/Ago, 1969, p. 196.
1 PATACA – Igreja e Convento de Nossa Senhora das Relíquias de Vidigueira

A Igreja e o Convento Carmelita de Nossa Senhora das Relíquias (Quinta do Carmo) é um dos monumentos mais importantes da vila de Vidigueira, do distrito de Beja. Foi aqui que Vasco da Gama foi condecorado como 1.º conde de Vidigueira. Os restos mortais do navegador vieram para a igreja deste convento, em 1539, e aí estiveram até à sua trasladação para o mosteiro dos Jerónimos, em 1880.

“O Convento de Nossa Senhora das Relíquias já de há muito não existe, pois foi extinto quando da abolição das ordens religiosas em 1834. Mas o edifício onde esteve instalado esse convento ainda hoje se conserva, embora adaptado a casa de habitação, e os terrenos que lhe estão adstritos constituem, já desde o século passado, a Quinta do Carmo, designação derivada do nome da ordem a que pertenciam os frades que aí tiveram residência. ” https://www.freguesiavidigueira.pt/index.php/patrimonio/antigo-convento-de-nossa-senhora-das-reliquias

Celebrou- se em Macau neste dia, 25 de Junho de 1982, a “Festividade do Duplo Cinco”, data em que assinalou a passagem do solstício de Verão.

Neste dia realizaram-se as tradicionais corridas dos barcos-dragões. Equipas da Austrália, Malásia, Singapura, Hong Kong e do vizinho distrito chinês de Zhuhai participaram nas provas realizadas em Macau, atraindo milhares de pessoas à baía da Praia Grande.

Extraído de “macau82 jornal do ano”, GCS, 1982, p. 155
Extraído de «BGM», VI-28 de 20 de Junho de 1860

Hoje celebra-se em Macau a festa de Na Cha (décimo oitavo dia do quinto mês lunar). Antes da epidemia, a festa consistiria de dois desfiles nesse dia: um a partir do Templo de Na Tcha (perto das Ruínas de São Paulo) onde seriam realizados o ritual da adoração com incenso, seguindo uma parada da estátua de Na Tcha (a liteira que carrega a estátua foi produzida em 1903) acompanhada por uma equipa de dança do leão, tambores e gongos em Macau e nas ilhas; outro desfile partiria do monte onde está o templo, acompanhado por Kam Cha (Jinzha em chinês) e Mok Cha (Muzha em chinês), bem como o dragão guardião e fadas, espalhando flores. Sendo como uma parte do Património Mundial de Monumentos do Centro Histórico de Macau, o Templo de Na Tcha ( perto das Ruínas de São Paulo) é uma perfeita apresentação das características únicas multiculturais de Macau. (1) (2)  

Postal “Festa de Na Chá”, nº 9 duma colecção de 10 postais intitulada “Festividades Orientais em Macau”, com fotografias de Wong Wai Hong, trilingue (chinês, inglês e português), edição de “Ming Shun Published in Macau” (impressos em Hong Kong), de 2008. (3)

(1) http://www.temple.mo/?mod=festival&id=92&lang=Por (2) Veja-se:  https://www.revistamacau.com.mo/2017/06/06/tradicoes-festa-de-na-tcha/ (3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2022/06/03/noticia-de-3-de-junho-de-2022-festival-tun-ng-postal-barcos-dragao/

Extraído de «BPMT», Vol. XXII, n.º 23 de 3 de Junho de 1876, p. 92
Dimensões: 15 cm x 10 cm

Bilhete/Convite da inauguração da Exposição “BIOMBOS DOS PORTUGUESES” que teve lugar no dia 11 de Junho de ????, pelas18,30 horas, na Galeria do Clube Militar, organizada pela Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em Macau e a Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses.

Poesia (13 quadras) em “língu maquista”  de José dos Santos Ferreira publicado no jornal «O Clarim» de 6 de Junho de 1954 (1) dedicado ao “Dia de Portugal”, em Macau, no “10 de Junho”. (1)

Transcrevo as primeiras sete quadras. (2)  

(1) FERREIRA, José dos Santos – Macau Sã Assi, 1967, pp. 59-60

(2) Parte desta poesia já foi postada em 10-06-2014 https://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/06/10/poema-dia-di-portugal/