TCHI-MÁ-U – 芝蔴糊 (1) – Papa de gergelim


Os chineses (e também os macaenses) são grandes apreciadores desta papa adocicada de côr negra. O termo é empregado para se referir a uma rapariga morena mas bonita

TCHI-KU-LÁT-PU-TIN 朱古力布甸  (3) – Pudim de chocolate

Os chineses já se encontram hoje habituados à culinária e aos doces europeus, que lhes são servidos em todos os restaurantes. O termo em questão é empregado para se referir às raparigas morenas que untam a cara com muito pó.

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TCH´I PÈANG杮餅 (4) – Dióspiro (5) passado

É usado para a confecção de vários petiscos chineses sendo costume cozinhá-lo com o arroz que se dá às crianças que principiam a comer, na convicção de que o dióspiro passado possui propriedades tónicas de efeitos seguros. O dióspiro seco é achatado como uma bolacha daí ao juntar-se à palavra tch´i (dióspiro) o termo pèang (bolo ou bolacha). Portanto quando se refere a qualquer objecto mole ou pastoso que tivesse ficado achatado, costuma dizer-se que se parece com um i-keng-kuó- tch´i-pèang 二亰菓杮餅 (6)

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(1) 芝蔴糊mandarim pīnyīn: zhī má hú ; cantonense jyutping: zi1 maa4 wu4

(2) Retirado de GOMES, Luís G. – Tropos Usados na Gíria Chinesa, in «Mosaico», V-27/28 de Novembro e Dezembro de 1952, p. 141.

 (3) 朱古力布甸mandarim pīnyīn: zhū gǔ lì bù diàn; cantonense jyutping: zyu1 gu2 lik6 bou3 din1

(4) 杮餅 mandarim pīnyīn: fèi bǐng ; cantonense jyutping: ci3 beng2

(5) O dióspiro, na língu maquista é conhecido pela designação de «figo cáqui»

(6) 二亰菓杮餅 mandarim pīnyīn: èr jīng guǒ fèi bǐng;  cantonense jyutping: ji6 ging1 gwo2 ci3 beng2