Livro de 1878, de L de B (assinatura no preâmbulo) (1) (2) , publicado em francês “Les Colonies Portugaises, Court Exposé de Leur Situatiom Actuelle.”
Dedicado à “Província de Macao e Timor” as pp. 131 a 136 e a Macau somente pp. 131 a 132.
“… La ville est défendue par les forts de S. Paulo do Monte, Nossa Senhora da Guia, Santago da Barra, Bom Parto, D.Maria II et Maoua sur l´isthme, S. Francisco et 1er décembre…”
“… Macao posséde une école de pilotage, quatre écoles d´instruction primaire, dont deux pour le sexe féminin, un cours de langue portugaise pour les Chinois et un séminaire oú les éléves peuvent choisir entre l´instruction religieuse et l ínstruction laique…”
“ … La ville est três pittoresque et contient d´assez beaux édifices comme le palais du gouvernement, la caserne Saint- François, l´hôpital Saint- Janvier (Januário). La fameuse grotte de Camões est située au milieu d´une forêt que tout êtranger visite à peine arrivé à Macao. …”

(1) BULHÕES , M. E. Lobo de – Les Colonies Portugaises, Court Exposé de Leur Situatiom Actuelle. Lisbonne, Imprimerie Nationale, 1878, 136 p., 23cm x 14,5 cm x 1 cm. O livro está disponível para leitura em: https://books.google.com.ec/books?id=DL0rAQAAIAAJ&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false

(2) Miguel Eduardo Lobo Bulhões (1830-1894) natural de Lisboa, filho de António Eliseu Paula de Bulhões, oficial de engenheiros, e de D. Maria Benedicta Lobo do Macedo Vieira. Estudou o curso de Humanidades, com preparatórios para entrar na Universidade de Coimbra. Em 1844 seguiu o curso da Escola do Comércio, onde foi aprovado com distinção. Aos dezassete anos entrou no serviço público como amanuense extraordinário da Contadoria da Junta do Crédito Público, onde, apesar de empregado, ainda frequentou algumas cadeiras da Escola Politécnica. Iniciou carreira jornalística em “O Futuro”, depois “Politica liberal”, e “Gazeta de Portugal”, especialmente de assuntos económicos e financeiros. Colaborou com “Commercio do Porto” assinando uma rubrica  semanal de política e crítica. Numa reorganização dos serviços dos ministérios passou da Junta do Crédito Público para a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, exercendo aí as funções de chefe de repartição. Tinha a comenda de Isabel a Católica desde Setembro de 1869. Em Novembro de 1893, Miguel Bulhões entra na casa de saúde lisbonense, onde sofreu a amputação de um pé por efeito de tuberculose, e aí faleceu pouco depois das onze horas da manhã de 15 de Março de 1894. https://www.fd.unl.pt/ConteudosAreasDetalhe_DT.asp?I=1&ID=2119