Notícia curiosa referenciada em 17 de Fevereiro de 1913: (1)
Queixa apresentada por W. Farmer, (2) gerente do «Macao Hotel», (3) contra o facto de os culis se servirem de um cais fronteiro ao seu hotel, na Praia Grande para mictório. Providências tomadas pelo Governo.
(1) Processo n.º 416 – Série Q, dos Arquivos de Macau in Boletim do Arquivo Histórico de Macau, Tomo I (Jan/Jun 1985).
NOTA. Esta mesma notícia é reproduzida por Luís Gonzaga Gomes (Catálogo dos Manuscritos de Macau, 1965) com a data de 17 de Maio de 1913. Não sei qual a data exacta, confirmação essa só com uma consulta directa do Arquivo da Repartição Provincial dos Serviços de Administração Civil (documentos referentes ao ano de 1913) existente no Arquivo Histórico de Macau.
(2) Em Maio de 1903, W. Farmer comprou por 20 mil patacas o «Hotel Hin-Kee» de Macau mudando o nome para «Macao Hotel». O objectivo inicial do Sr. Farmer era conseguir o arrendamento do Hotel «Boa Vista» que os franceses pretendiam comprar para aí instalarem um sanatório mas o governo (por pressão dos ingleses que duvidavam das verdadeiras intenções dos franceses) expropriou o edifício e vendeu-o à Santa Casa da Misericórdia.
(3) https://nenotavaiconta.wordpress.com/2015/04/25/postais-macau-em-bilhetes-postais-antigos-vi/
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-hing-kee/