“A Essência do Divino é Uma só e existe em todos nós” 

Centro Ecuménico Kun Iam (I)Panfleto lançado aquando da inauguração do Centro Ecuménico Kun Iam (1999), com 30 cm (altura) e 42 cm de largura total, dobrável em quatro (30cm x 10,5 cm)
Centro Ecuménico Kun Iam (II)“O Centro Ecuménico Kun Iam situado numa ilha artificial está ligado a Macau por um istmo de 60 metros e mede no total 12 metros de altura.
Kun Iam ou Guan Yin – em mandarim – assenta numa Flor de Lótus de 16 pétalas, forma esférica com 7 metros de altura e 19 de diâmetro.
A exacta orientação da estátua foi estudada por um mestre de Feng Shui. Representa a divindade caminhando para o Monte da Guia em direcção ao grande Templo de Kun Iam.
A estátua, em bronze, pesa 50 toneladas e mede 20 m de altura. Foi executada numa das maiores fábricas da República Popular da China, em Nanjing e composta por 47 peças fundidas e montadas à volta de uma estrutura central e a ela ligadas por êmbolos que permitem uma certa oscilação para situações de diferenças de temperaturas ou acção de ventos fortes.
Centro Ecuménico Kun Iam (III)O Centro Ecuménico Kun Iam de Macau, está vocacionado para o estudo das diversas Religiões e Filosofias, tendo por base um conjunto de informação didáctica sobre ” O “Pensamento” especialmente de Buda, Lao Tse e Confúcio.
Este conjunto de Arte Pública, idealizado por Cristina Rocha Leiria, visa perpetuar o respeito mútuo e a amizade entre todos os povos e civilizações, sendo um espelho de tolerância religiosa e do pluralismo cultural, características multisseculares de Macau.
Centro Ecuménico Kun Iam (V)O Centro reveste-se de um carácter de polivalência onde as actividades relacionadas com a Cultura, Educação, Turismo e Artes tenham lugar; dirige-se especialmente a grupos etários jovens, não esquecendo, todavia, as restantes faixas da população; todo o conhecimento é orientado para o indivíduo e a sua evolução interior, a família e seus elementos de coesão e a sociedade enquanto meio revitalizador de princípios cívicos.
O projecto desenvolveu-se graças ao interesse e entusiasmo que suscitou das instituições religiosas, de personalidade representativas das confissões Budista e Taoísta do território, dos mestres de Feng Shui e de elementos da população contactados pela autora; conta também com o patrocínio da UNESCO.”
NOTA: Fotos e todo o texto foram retirados do referido panfleto.