Refugia-se em Macau o Mandarim Pui-Keng-Foc, implicado no então ilícito comércio e consumo do ópio. Proferiu o calabouço da Fortaleza do Monte, enquanto o Governador Martinho de Montenegro e o Cônsul-Geral de Portugal em Cantão consertavam como Vice -Rei de Cantão no sentido de lhe ser comutada a pena de morte; depois de assegurado que não seria maltratado, foi o mandarim Pui-Keng-Foc extraditado para a China. Em 8 de Setembro, por notícia vinda da China e veiculada no The Hong Kong Telegraph, sabe-se que que Pui-Keng-Foc foi condenado à morte, estando a execução marcada para o dia 14 do mesmo mês e ano.

ARESTA, António – A Extradição de um Mandarim – Tribuna de Macau, 15 de Julho de 1995 in SILVA, Beatriz Basto da – Cronologia da História de Macau, 4.º Volume.