Tenho como “recordação”, uma caixa quadrada de “papelão” contendo um incenso “anti-mosquitos”, muito usado na década de 60, em Macau.

Incenso anti-mosquito I

Marca registada (“Galo”) produzido e exportado pela “China National Tea & Native

Incenso anti-mosquito II

É um incenso feito com métodos tradicionais chineses (baseados na  “ervanária”) em forma circular, achatada que montada ficava desta forma (a caixa continha uma pequena peça de metal que serve de base).

Incenso anti-mosquito III

Incenso anti-mosquito IV

“Montado”  e acendido, vai-se queimando, com libertação do fumo (e cheiro) com a finalidade de afugentar os mosquitos.

Incenso anti-mosquito V

Um dos lados da “tampa” da caixa com a indicação em francês:

MARQUE LE COQ ANTI-MOUSTIQUES

Incenso anti-mosquito VI Outro lado da mesma “tampa”, em inglês:

COCK BRAND

FLAT SHAPE MOSQUITO INCENSE

Incenso anti-mosquito VII

E no outro lado, em chinês:

Incenso anti-mosquito VIII

NOTA 1 : Macau já teve fábricas (poucas, em comparação com a indústria dos “panchões”), até à década de 50, onde se produziam este tipo de “pivetes”.

Apresento um postal de 1938, onde se vê a “secagem de pivetes insecticidas “, em Macau, nos “campos de Mong Há”.

ANUÁRIO 1938 Secagem Pivetes

NOTA 2: Incenso (do latim: Incendere, “queimar”) é composto por materiais aromáticos chamados bióticos (originado por seres vivos – no caso, plantas) que liberam fumaça perfumada quando queimados. O “incenso” refere-se à substância em si, mais do que o cheiro que ela produz. Ele é usado em cerimónias religiosas, rituais de purificação, aromaterapias, meditação, para a criação de um estado de espírito, e para mascarar algum mau odor.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Incenso