Soldados japoneses e chineses colaboracionistas, conhecidos por Ngai Kuan, resolveram, na madrugada de 19 de Agosto de 1943, tomar a embarcação a vapor «Sai On», que antes da guerra ligava diariamente Macau a Hong Kong. O barco estava transformado num centro de refugiados, a maioria filipinos. Primeiro, os homens assaltaram o posto da Polícia Marítima e Fiscal, a escassos metros da ponte cais n.º 16, onde estava ancorado o «Sai On». Neste ataque surpreso usaram armas automáticas indiscriminadamente, ferindo alguns guardas que se encontravam de serviço e matando um macaense.” (1)

After August 1943, Japanese influence in Macao increased after they attacked and captured a British cargo ship, the Sian (or X’ian), off the coast of Macao after killing 20 of its crew. Perhaps it was carrying contraband war supplies for Nationalist Chinese Forces. It was after this incident that Japan ordered the government of Macao to accept Japanese “Advisors” as an alternative to complete military occupation. Later, Japan became even more aggressive in ordering the Governor of Macao, Commander Gabriel Mauricio Teixeira, to recognize Japanese authority in South China. Furthermore, Japanese authorities ordered Portuguese troops to leave their barracks on Lapa Island, an island adjacent to Macao and occupied by the Portuguese troops. The Japanese also were given the authority to conduct house-to-house searches in Macao. “ (2)

(1 BARROS, Leonel – Memórias do Oriente em Guerra. Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), 144 p.
(2) http://www.oocities.org/dutcheastindies/portugal.html
Há uma nota final que refere como principal fonte desta informação, o livro de História do Exército Português 1910-1945, coordenação do General A. N. Ramires de Oliveira, Vol III – A Grande Guerra, 1993. Publicada pelo Estado-maior do Exército, Lisboa, em 4 volumes.