A exposição intitulada «Meu Ver Macau” de Dorita de Castel-Branco, realizou-se em Fevereiro de 1985,  no Hotel Excelsior em Macau (1)

O Bonzo de Dorita C BrancoBONZO

Dorita de Castel Branco (2) fez escultura, desenhos, serigrafia, vitral, medalhística, numismática e jóias.
Em Macau, é autora do grande monumento à entrada da ilha de Taipa.

The Taipa Pequena Trail can be accessed from Estrada Lou Lim Ieoc, just behind the Regency Hotel.  As you climb the hill, you will see the Taipa sculpture complex, a series of beautiful reliefs on a zigzagged wall, telling the stories of Macau day-to-day life.  The sculptures were created by Portuguese artist Dorita Castel-Branco, who was inspired by The great wall of China.  The sculpture complex is also one of the best view points around the hill.”
http://www.metropolasia.com/Macau-attractions/Taipa-nature-trails´

Miradouro da Taipa - Lei U VengFoto de Lei U Veng

As Esculturas de Relevo de Taipa, com autoria da escultora portuguesa Dorita Castel-Branco, foram inspiradas na Grande Muralha da China. Este monumento representa a vivência da população de Macau ao longo de cerca de quatro séculos e meio e os pontos de interesse do Território. Utilizando o jogo de luzes, a autora provoca uma sensação tridimensional.”
http://www.icm.gov.mo/Exhibition/macaulandscape/MArtsP.asp?id=700

Miradouro da Taipa - Ho Kuok ManMIRADOURO DA TAIPA – FOTOGRAFIA DE HO KUOK MAN

POSTAL DE 1994

“A obra foi encomendada pelo Governador Almeida e Costa para representar a amizade luso-chinesa. Macau vivia então um tempo de “vacas magras” pelo que os milhões gastos na encomenda criaram grande polémica , até porque para a acomodar, foi necessário destruir parte da colina  até então verdejante. A “Tribuna” então semanário, divulgou os primeiros desenhos da escultura, e o “Jornal de Macau” chamou-lhes “os calhaus da Taipa“, nome que ficou na comunidade portuguesa e fez com que estivesse abandonado durante alguns anos. Com a chegada do Governador Rocha Vieira, o monumento passou a ter destaque, através de uma iluminação adequada.”
DINIS, José Rocha –  Editorial “Que se ensina no IFT” no JTM de 23 de Fevereiro de 2009.
http://www.jtm.com.mo/view.asp?dT=307502001
(1) NAM VAN, n.º 10, 1985. Edição do Gabinete de Comunicação Social do Governo de Macau pp. 27 – 30.
(2) Dorita de Castel-Branco (1936-1996). Frequentou o Curso de Escultura na Ex.-Esbal onde evidencia desde logo um enorme talento, abordando o trabalho com uma impulsiva fogosidade e reflectindo a enorme alegria de viver, que marcaria assim a sua obra. Concluído o curso em 1962, parte para Paris, como bolseira da Fundação Gulbenkian (1963-1964) onde vem a frequentar a École Supérieire des Beaux-Arts e a Académie du Feu entre 1963 e 1965. Nesses tempos de experimentação e assimilação de novas estéticas e novas expressões artísticas de escultura, terá contactado com os trabalhos de alguns protagonistas da renovação das linguagens, como Brancusi; Archipenko; Arp e H. Moore, referências seguras da escultura moderna europeia a que a sua obra não terá sido totalmente alheia. Empenhada na concretização de um projecto artístico personalizado e definindo uma identidade própria
http://www.lisboapatrimoniocultural.pt/artepublica/eescultura/autores/Paginas/Dorita-de-Castel-Branco-1936-1996.aspx