Anúncio do jornal “Notícias de Macau”, de 8 de Junho de 1948

Anúncio na Publicação “Mosaico”, VOL II, n.º 10, 1951

Foto do Hotel Central que na década de 50, era o o edifício mais alto do Império Português. (2)

Os cabarets enchiam-se todas as noites, repletos de bailarinas sempre prontas a dançar a tanto a hora ou por música, e até mesmo amar desde que o negócio conviesse.
O jogo, proibido a funcionários, que podiam contudo praticá-lo discretamente no salão de baile ou restaurantes do Hotel Central, atraía pertinazmente os chineses, deixando-os aparentemente indiferentes aos maiores prejuízos, que às vezes subiam a milhares de patacas; depois, lá estava uma boa cachimbada de ópio para, numa tentativa frustrada, tentar fazer esquecer a adversidade e inundar o cérebro meio adormecido, com sonhos lindos que o acordar desvanecia…” (p.24) ( 1)

(1) SILVA, António de Andrade e – Eu estive em Macau durante a guerra. Instituto Cultural de Macau/Museu e Centro de Estudos Marítimos de Macau, 1991, 164 p., ISBN -972-35-0117-1
(2) Macau. Agência-Geral do Ultramar, 1964