Archives for category: Ligação Macau-Hong Kong

Estátua Jorge ÁlvaresMonumento a Jorge Álvares

 “Ergue-se em frente do palácio das Repartições, na Praia Grande a figura simpática e imponente de Jorge Álvares, o primeiro português que veio à China em 1513 e que faleceu em Taimão, perto de Cantão, em 1521.
Por iniciativa do ministro do Ultramar, almirante Manuel Maria Sarmento Rodrigues, foi-lhe levantado em Macau um monumento.” (1)
Foi mutilado nos acontecimentos de 1-2-3, a 3-12-1966, tendo sido posteriormente reparado.
Referências anteriores a Jorge Álvares e a esta estátua, ver em:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/jorge-alvares/

Colégio D. BoscoColégio de D. Bosco, onde os salesianos constroem a sua obra de aprendizado e de Fé.

 “Em 1951, o Colégio de D. Bosco passou para o edifício próprio, sito na Estrada Ferreira do Amaral, tendo o respectivo terreno sido concedido gratuitamente pelo Governo `Associação dos Padres Salesianos portugueses, em 29 de Janeiro de 1940, para a erecção dum colégio e Oratório Festivo, para rapazes europeus e macaenses. A primeira pedra da erecção do actual edifício deste Colégio foi benzina e lançada pelo bispo D. José da Costa Nunes, em 1941, antes de deixar esta diocese, por ter sido eleito Patriarca das Índias Orientais. Com o rompimento das hostilidades no Pacífico, em Dezembro desse ano, os trabalhos não puderam continuar, tendo o ferro e o cimento para a obra sido vendidos para compra de arroz.
A 6 de Fevereiro de 1949, o então bispo desta diocese, D. João de Deus Ramalho, benzeu a nova pedra angular do edifício.“(2)

Av. Marginal Porto InteriorAvenida marginal, em Macau

 Esta foto abrange parte da Avenida Marginal do Porto Interior (que ia desde as Oficinas Navais até ao Canídromo) da Barra até à Ponte cais n.º 16. Era o local (em 1958) onde atracava os vapores de menor calado da carreira Macau-Hong Kong (“Fat-Shan”, “Tai-Lóy”, “Tak-Shing”, «Lee Hon» e «Golden City»), os barcos (pequenos) de carga e descarga e os juncos e sampanas.
Foi o Governador Januário de Almeida, Visconde de S. Januário quem ordenou a execução da primeira fase do alargamento do aterro marginal do Porto Interior (a aterragem da Barra até ao Patane tinham sido iniciadas em 1868) e simultaneamente regularização do regime da corrente do rio. (3). As obras de aterragem ficaram concluídas em 1881.
Fotogravuras do livro de:
GONÇALVES, Manuel Henriques – Roteiro do Ultramar. Lisboa, 1958, 131 p.
(1) TEIXEIRA, P. Manuel – Toponímia de Macau, Volume II. Instituto Cultural de Macau, 1997, 560 p.
(2) Macau Boletim Informativo, 1956.
(3) GOMES, Luís Gonzaga – Efemérides da História de Macau. Jornal de Notícias, 1954, 267 p.

Livro de Manuel Henriques Gonçalves, “Roteiro do Ultramar (1), de 1958 (traz a indicação de 1959, na lombada) pretende ser, conforme afirma o autor “… uma síntese da história, da geografia, das raças, das produções, das possibilidades sociais e turísticas, dos meios de comunicação, numa palavra, – da vida desses pedaços de Portugal, que, como há oito séculos, continua a ser um povo de missão…..”

Roteiro do Ultramar CAPA

Não traz a indicação da editora mas muito possivelmente da Agência Geral do Ultramar, dentro da política de propaganda ultramarina.

Roteiro do Ultramar MAPA Macau 1958

Referência a Macau das páginas 111 a 120, com 10 páginas de fotogravuras no texto e um mapa de Macau cartonado intercalado extra-texto.

Roteiro do Ultramar Página Macau

De interesse (curiosidade), a ADENDA UTILITÁRIA, no fim do capítulo sobre Macau, proposto pelo autor (em 1958):
“Vias de comunicação exterior:
– Ligações marítimas diárias com Hong Kong; ligações com Lisboa
– Ligações terrestres com a China através da Porta do Cerco.
Elementos económicos:
Como grande porto franco e província constituída por áreas urbanas Macau é um grande entreposto de trânsito e importação. NO entanto, exportou em 1956: arroz (518 tons); artefactos de malha (22 tons); artigos de bambu (352 tons); artigos de couro (10 tons); artigos de toilette (1.000 tons).
Divisão administrativa:
Concelhos de Macau e Ilhas.
Hotéis:
Europeus e chineses: A Chao, Bela Vista(1), Cam Va (ou Kam Va *), Cantão, Central (2), Homo (*) Ian Ian, Kam Lang, Ruoc Chai (3), Macau(4), Riviera (5), San Hou (*), San Ka Pau, Hap Kei, Tai Peng, San San (*), Siong Hoi Seng Kai, Tong Fong, Ung Chao (*), Va Ton, Veng Va (*), Vo Cheong.
(sinalizo os cinco hotéis de 1.ª categoria e com (*) os hotéis de 2.ª categoria, frequentados sobretudo pela população chinesa)
Informações económicas e turísticas:
Repartição Técnica de Estatística – Macau
Informações gerais:
Agência Geral do Ultramar – Rua S. Pedro de Alcântara, 81 – Lisboa.”
 
Roteiro do Ultramar CAPA+CONTRACAPA

GONÇALVES, Manuel Henriques – Roteiro do Ultramar. Lisboa, 1958, 131 p. De 22 cm x 16 cm.

(1) O Hotel Bela Vista estava situado na Rua Comendador Kou Ho Neng . Disponha de 27 “arejados” quartos, com restaurante de comida europeia e uma esplanada (onde tocava durante os meses de Verão e Outono, todas as noites das 21.00 horas à meia-noite uma “moderna” orquestra de jazz). Os preços dos quartos, diárias em patacas, variavam de $10,00 para os “singles” «sem casa de banho» a $30.00, para os “doubles” «com casa de banho». Mais informações em:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-bela-vista/
(2) O Hotel Central estava situado na Avenida Almeida Ribeiro. No 6.º andar, um «Salão de Dança», todas as noites das 21.00 às 3.00 horas da madrugada tocava uma orquestra filipina. Os preços variavam, diárias em patacas, de $ 7,50 para os “singles” «sem casa de banho» a $14.00 para os “doubles” «com casa de banho».Mais informações, ver em:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-centralpresident-hotelgrand-central-hotel/
(3) Deve ter sido erro de impressão – O Hotel era o Kuoc Chai (Grande Hotel) situado ao fundo da Avenida Almeida Ribeiro, junto das pontes de desembarque do porto interior, onde atracavam os barcos da carreira Macau-Hong Kong. Tinha 84 quartos. O «Salão de Dança», que estava 1.º andar estava aberto todas as noites das 21.00 às 3.00 horas da madrugada. As diárias, em patacas, dos “singles” «sem casa de banho» custavam $10,00 e os “doubles” «todos com casa de banho», $25,00. Para mais informações, ver:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/03/07/noticia-de-7-de-marco-de-1941-grande-hotel-kuok-chai/
(4) Hotel Macau, estava na Travessa das Virtudes e era dos hotéis de 1.ª categoria, o mais económico. Tinha 62 quartos com os “singles” «sem quarto de banho» a custar $ 5,00 patacas diárias e os “doubles” «com quarto de banho e ar condicionado» a $ 14,00 diárias.
(5) Hotel Riviera estava situado no cruzamento da Rua da Praia Grande com a Avenida Almeida Ribeiro era o hotel preferido pelos turistas estrangeiros. Dispunha de 22 «amplos e arejados quartos», com as diárias desde os “singles” «sem casa de banho» por$15,00 patacas até aos “doubles” «com casa de banho», por $30,00 patacas. Para mais informações, ver:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/hotel-riviera/

Ilustração Portugueza1908 Macau Cidade de Prazeres TÍTULO

Última parte, a “5.ª”, da leitura do artigo “Macau Cidade de Prazeres” (1) sem indicação de autor, publicado na “Ilustração Portugueza”, 1908, na página 808.

Ilustração Portugueza1908 Macau Cidade de Prazeres Transporte de passageiro“O vapor que faz o serviço de transporte de passageiros e mercadorias entre Macau e Hong-Kong

 Após uma digressão pelas casas de jogo, d´amor, d´embriaguez, traz-se a impressão cançada do goso, mas olhando n´um dealbar verão a cidade onde as nhonhas de lindas pernas, com seus trajes de dó ou com seus vestidos leves, vão passar dentro em pouco, reparando n´esses bairros adormecidos, sob a luz doce do sol e comparando-a com essa China do luxo e da mizeria onde tantos milhões de homens luctam, sente-se bem que Macau foi feito para paraizo dos mandarins, dos ricos e dos piratas e logo nos vem á mente que com esse caminho de ferro de Cantão até ali, que já temos licença para fazer, a cidade seria definitivamente o logar de regalo de todo esse Extremo Oriente se dentro de gosos, que abafa ou se regela na sua atmosfera e que ali, em Macau, encontraria a sua estancia de prazeres, fazendo correr o ouro que seria applicado em torar mais deslumbrante a linda terra das nhonhas e das delicias.

Ilustração Portugueza1908 Macau Cidade de Prazeres Saída da Igreja“À sahida da missa”

 A macaísta, que mettida nos seus trajos de dó tem alguma cousa das nossas antigas damas embiocadas, talvez então se desse mais à vida da rua, talvez mergulhasse n´esse banho de luxo e perdendo a característica do trajar iria docemente, sem dar por isso, deixando o recolhimento em que vive.

Macau é, pois, o logar onde se folga onde os piratas – que os há ainda – veem deixar o seu ouro, com os riscos de serem apanhados pela polícia vigilante. Mas é tal o prazer que todo o chinez tem em se demorar na cidade que eles, foragidos às leis, correm para o jogo, para o ópio e para as lindas chinesas, até que um dia lá vão amarrados pelos rabichos, levados por uma escolta para a fortaleza do Monte até serem entregues às suas auctoridades, até que as suas cabeças sejam degoladas em terras do Celeste Império e expostas nas ruas gotejando sangue.

Ilustração Portugueza1908 Macau Cidade de Prazeres Pagode de Monh Há“Pagode de Mong há” (2)

 Apezar de tudo o pirata vem e na hora da morte não se lembra decerto das suas façanhas, mas sim dos olhos oblíquos de alguma linda chinesinha da rua da Felicidade, d´essa extranha cidade de prazeres.

(1) http://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/02/01/leitura-macau-cidade-de-prazeres-i-anno-novo-china-1908/
http://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/02/02/leitura-macau-cidade-de-prazeres-ii-o-jogo-do-fantan-1908/
http://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/02/16/leitura-macau-cidade-de-prazeres-iii-
(2) Templo de Kun Iam (Kun Iam Tong) em Mong Há, construído em 1627 (sétimo ano do reinado do imperador Tian Qi / 天啓 (1620-1627), o templo mais antigo de Macau)- Ver em:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/2013/03/26/postais-macau-artistico-vi/

Folheto Turístico MACAU 1984

Pequeno opúsculo de 12 páginas – folheto de propaganda turística, sem indicação de data (1984?) e de editor (muito possivelmente da Direcção dos Serviços de Turismo), de dimensões: 21,5 cm x 14,5 cm.

Folheto Turístico MACAU 1984 CONTRACAPA

Apresenta uma pequena RESENHA HISTÓRICA  (pp. 2-3): “ Devido à prosperidade que chegou a desfrutar e à situação estratégica no comércio entre o Ocidente e o Oriente, Macau foi várias vezes vítima de cobiça dos holandeses, nesse tempo inimigos de Portugal por serem da Espanha. Durante os anos de 1604, 1607, 1622 e 1627 tentaram apoderar-se de Macau, mas viram os seus esforços baldados pela teimosa resistência dos residentes do burgo…”
e descrições da GEOGRAFIA (situação, limites e superfície; clima; população) (pp. 4-5) ,  VIAS DE COMUNICAÇÃO (p. 6) :
COM O EXTERIOR – Através de hidroplanadores e jactoplanadores está assegurado o transporte rápido de passageiros entre Macau e Hong Kong em cerca de 1 hora e 15 minutos para os primeiros em 50 minutos para os segundos. Existem também 3 barcos de carreira do tipo convencional que demoram 2,30 horas de viagem. A carga é na sua generalidade transportada de Macau em navios  de pequena cabotagem – juncos de madeira e de ferro.
Os meios de transporte e carreiras marítimas de ligação com Hong Kong vão ser consideravelmente melhorados e aumentados com novas unidades rápidas, tendo a Far East Hydrofoil Company, associada da empresa concessionária da exploração dos jogos de fortuna e azar de Macau, posto ao serviço o seu 12.º Jetfoil Boeing com a capacidade de 260 lugares que se junta à frota destes barcos voadores que ligam Macau e Hong Kong em 60 minutos e que dispõem de equipamento especial de radar para carreiras nocturnas…
“…Além das carreiras mencionadas, existem actualmente carreiras de “hoverferry” introduzidas pela Companhia Sealink Ferries …”

Folheto Turístico MACAU 1984 JactoplanadorJactoplanador

 INTERNAS – A partir da conclusão da ponte que, desde finais de 1974, liga a cidade à ilha da Taipa, tornou-se possível efectuar deslocações rápidas por estrada, praticamente a qualquer ponto de território
TURISMO (pp. 7-8):
“… A indústria do turismo ocupa um lugar preponderante na economia de Macau. Em 1983, registou-se um movimento de 5.505.649 pessoas entradas no território na maioria provenientes de Hong Kong

Folheto Turístico MACAU 1984 Cavalos a trote Cavalos a Trote na Taipa

“… Os maiores pólos de atracção turística são os edifícios e conjuntos arquitectónicos de características mediterrânicas, a presença da cultura portuguesa em contraste com a chinesa, a riqueza do passado histórico, o jogo nas suas diversas formas (casinos, pelota basca, corridas de galgos e de cavalos a trote com atrelado, etc) e ainda as tradicionais corridas de automóveis e de motociclos, nas quais participam todos os anos volantes de renome internacional

Folheto Turístico MACAU 1984 Grande Prémio Grande Prémio ( 1983?)

  INDÚSTRIA (p. 9):
É de notar que a maioria das matérias-primas usadas na indústria de Macau são importadas. Apesar das importações de Macau terem atingido em 1983 o valor de 5402 milhões de patacas – figurando a China, Hiong Kong eos EUA como os principais fornecedores do território – Macau registou um saldo positivo da sua balança comercial
e GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO (Diplomas fundamentais, órgãos de governo, administração do território) (pp.10-11)

Apontamentos de uma viagem de M. Pardal, relatado em «Mosaico», Vol. XVI, nº 74 a 76, 1956.

“… A bordo do ”Tjibadac” está tudo desperto, trabalhando-se afanosamente. Trata-se do transbordo para a “Tak Shing”, um dos muitos barcos que fazem as carreiras diárias para Macau.
Temos também de tratar da mudança, pois já não é nada cedo para o fazer.
Tudo em ordem e à hora marcada iniciamos a última etapa da nossa grande viagem da nossa grande viagem.
Decorreram cerca de quatro horas. À direita descortinamos o grupo das “Nove Ilhas”. Lá ao longe, à esquerda, temos a ilha de “Lap Sap Mei” , fronteiriça a Coloane, tendo a separá-las a Rada, local onde costumam ancorar os navios de longo curso, cujo destino é Macau.
O “Tak Shing” ara lestamente as águas, pondo-nos sob as vistas os pontos mais elevados da nossa cidade.
A colina da Guia mostrando-nos a verdura das suas árvores policromadas graciosamente como florido viçoso da época, sulcada por duas estradas que a fazem parecer uma enorme e alongada metade de óvano duas vezes seccionada. No cume do lado sul ergue-se majestosamente alvo de neve o seu farol sempre pronto, desde longos tempos, a prevenir a marinhagem. Do sopé emergem alguns edifícios de moderna arquitectura, como que tentando a chamada a futura construções que se alongarão até às muralhas do Porto Exterior. Este estende os seus molhes, alguns de pedra solta, como gigantescos braços abarcando as águas.
Um pequeno colo e segue-se, na direcção da Praia Grande, a Colina de S. Gabriel, (1) onde o moderníssimo Hospital Conde de S. Januário honra a nossa engenharia, os serviços de saúde e a boa administração portuguesa em terras ultramarinas.
O Miradouro de D. Maria, com uma espécie de latada beiroa, toma os ares típicos das terras portuguesas do coração do país. No sopé da sua pequena escarpa estende-se como uma enorme eira de desconformes dimensões o depósito de água doce, abastecedor da cidade.
Como que espreitando por detrás de D. Maria, de olhos atentos à Porta do Cerco, mal se descortina por entre o seu arvoredo a Fortaleza do Monte de Mong Há.
Mais para lá, banhada pelo rio Cantão, ergue-se a Ilha Verde recamada por frondosa ramagem em alegre verde, certamente sua madrinha, ligada à península desde ao último quartel do século passado por um istmo, hoje pejado de pequenas moradias destinadas às classes menos protegidas.
Agora é S. Paulo do Monte que nos surge com a sua secular muralha de cor cinzenta, a qual parece estar segurando dentro de si os edifícios recentemente reparados e que outrora constituíam abrigo aos guerreiros destemidos e capitães gloriosos sempre titânicos perante os inimigos da paz. Um pouco para oeste podemos ser as ruínas de S. paulo, igreja que as línguas de um inclemente incêndio reduziram à sua fachada principal, uma relíquia do nosso passado nesta paragens ….
…………………….continua.

(1) Creio que é engano, trata-se da Colina de S. Jerónimo.

Outro desenho a lápis do álbum da colecção Duarte de Sousa, presente no livro “Macau, Cidade do Nome de Deus na China” (1).

A legenda para este desenho, no livro citado:

Pintura de 1831-1832 - Cena da Costa

“MACAU – Cena da costa, enfrentando Lan-Tao que se vê à distância”

(1) Álbum de Desenhos a Lápis Sobre Macau e Ilhas do Atlântico e Índico – 50 desenhos.
http://purl.pt/index/porCulture/aut/EN/933589_P6.html.
Ver anteriores “posts
http://nenotavaiconta.wordpress.com/2014/02/21/pintura-de-macau-de-1831-1832

Continuação da leitura do guia turístico do Departamento de Informação e Turismo, editado em inglês. (1)

The Garden City of the Orient - EMBLEMA“For travellers visiting Macau who wish to make tour arrangements, there are ten independent tour operators who function under the franchise of the Macau Government.
These tour operators provide multi-lingual guides who speak Portuguese, English, several Chinese dialects and Japanese. They will also plan the essentials of your visit to Macau, including transportation, wining and dining, sightseeing and night life. …(…)…
All the principal places of sightseeing interest in Macau are readily accessible by taxi or pedicab. You can hire a car and a guide for a short tour, which includes lunch, for an overall expenditure of M $65, 00 (US$11.50); or, for a longer tour, with breakfast and lunch included, M $85, 00 (US $15, 00)

The Garden City of the Orient - DESENHO 4

THE 40-MILE TRIP TO MACAU
“Your sightseeing venture begins with the 40-mile voyage to Macau from Hong Kong. After passing through a labyrinth of islands once active with pirates, you skirt the hilly mainland coast of Communist China. High above on a winding roadway you can detect cars and trucks but not their destination villages. Bellow, however, you see craft-dotted coves with bread sandy beaches that are alive with fishing activity of water people. All along the way you are concious of the tremendous trade and commercial fishing carried on by Chinese junks which ply the coastal waters. The whole scene has colour and excitement that is rare for even the most experienced of travellers.”

(1)   Macau – The Garden City of the Orient – Information and Tourism Department, s/ data, 30 p., 19 cm x 12,7 cm
Ver anteriores:
http://nenotavaiconta.wordpress.com/?s=the+garden+city+Orient


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